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	<title>MEIO AMBIENTE Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>MEIO AMBIENTE Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Garimpo ilegal perde força na Terra Yanomami, mas invasores mudam estratégia, aponta relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um relatório divulgado na sexta-feira (22) pelo Instituto Socioambiental (ISA) aponta redução do desmatamento causado pelo garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, após o pico registrado entre 2021 e 2022. Apesar da queda, o documento alerta que os invasores seguem ativos e têm adotado novas formas de atuação para escapar das operações de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um relatório divulgado na sexta-feira (22) pelo Instituto Socioambiental (ISA) aponta redução do desmatamento causado pelo garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, após o pico registrado entre 2021 e 2022. Apesar da queda, o documento alerta que os invasores seguem ativos e têm adotado novas formas de atuação para escapar das operações de fiscalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento foi produzido em parceria com o programa Monitoring of the Andes Amazon Program (MAAP), da Amazon Conservation Association. Segundo o documento, os garimpeiros passaram a operar de forma descentralizada e migraram para áreas próximas à fronteira com a Venezuela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados apresentados, a TI Yanomami soma atualmente 5.564 hectares degradados pela atividade garimpeira. Apenas em 2025, foram registrados 45,2 hectares de novos desmatamentos provocados pelo garimpo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número representa quase metade dos 84 hectares registrados em 2024. Ainda assim, o relatório aponta que a abertura contínua de novas áreas demonstra que a atividade criminosa continua presente no território indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores destacam que, em 2023, após a decretação da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) pelo governo federal, houve redução de 81,6% na expansão do garimpo em relação ao ano anterior. Naquele ano, foram registrados 330 hectares de expansão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados históricos mostram avanço acelerado da destruição antes das operações federais. Em 2020, a área desmatada chegou a 400 hectares. Em 2021, ultrapassou mil hectares e, em 2022, alcançou aproximadamente 1.800 hectares, maior índice registrado na série monitorada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O monitoramento é feito mensalmente com interpretação visual de imagens de satélite por especialistas em geoprocessamento. As áreas degradadas são delimitadas por polígonos e revisadas periodicamente para refinamento das informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do levantamento por satélite, o ISA realizou um sobrevoo em 23 de abril deste ano nas regiões de Ericó, Palimiu, Waikás e Parafuri. As imagens registradas durante a operação confirmaram os pontos de desmatamento identificados no monitoramento remoto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, foram identificados 121 polígonos de novas áreas impactadas pelo garimpo ilegal. Segundo o relatório, 90% desses pontos possuem até um hectare. Os maiores polígonos, com cerca de quatro hectares cada, foram encontrados em Parima e Surucucus, próximos à pista do Feijão Queimado, em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento aponta ainda que áreas historicamente exploradas, como Alto Catrimani, Médio Uraricoera e Homoxi, aparentam estar relativamente neutralizadas após as operações federais. Em contrapartida, os garimpeiros passaram a espalhar as atividades para regiões menos concentradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sistema de Alertas da Terra Indígena Yanomami registrou em 2025 pelo menos cinco alertas relacionados à movimentação de aeronaves clandestinas na região de Auaris. Em muitos casos, os voos seguiam em direção à pista do Gaúcho Animal ou para uma pista localizada na cabeceira do rio Aracaçá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O geógrafo do ISA, Estêvão Senra, afirmou que a valorização internacional do ouro mantém a pressão sobre a Terra Indígena Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Operações de desintrusão são o primeiro passo indispensável, mas sozinhas elas não resolvem o problema estrutural. Sem estratégias de proteção territorial de médio e longo prazo, que envolvam vigilância permanente e melhorias na regulação da cadeia do ouro, há um grande risco de observarmos uma nova onda de invasão num futuro próximo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor do MAAP na Amazon Conservation, Matt Finer, afirmou que a redução do garimpo demonstra efeito das ações governamentais, mas alertou para o risco de retorno das invasões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na Terra Indígena Yanomami, o garimpo ilegal atingiu seu pico entre 2021 e 2022, mas caiu significativamente após a grande intervenção do governo brasileiro, iniciada em 2023. No entanto, como observamos recentemente no Peru e na Venezuela, essas ações precisam fazer parte de um esforço contínuo e de longo prazo. Caso contrário, o garimpo ilegal tende a retornar rapidamente.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Instituto Socioambiental</em></strong></p>
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		<title>Queda na perda de floresta tropical inclui Roraima entre estados com maior redução em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 15:27:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima aparece entre os estados brasileiros com maior redução na perda de cobertura arbórea em florestas tropicais úmidas em 2025, segundo levantamento do Global Forest Watch divulgado nesta quarta-feira (29) pelo World Resources Institute (WRI). No total, o Brasil perdeu 1,6 milhão de hectares no período. O resultado representa uma diminuição de 42% em relação [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima aparece entre os estados brasileiros com maior redução na perda de cobertura arbórea em florestas tropicais úmidas em 2025, segundo levantamento do Global Forest Watch divulgado nesta quarta-feira (29) pelo World Resources Institute (WRI). No total, o Brasil perdeu 1,6 milhão de hectares no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado representa uma diminuição de 42% em relação a 2024, com destaque para a queda nas perdas que não estão associadas a incêndios. Esse tipo de impacto inclui desmatamento, corte raso e morte natural da vegetação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A codiretora do Global Forest Watch, Elizabeth Goldman, destaca que o país atingiu o menor nível histórico nesse tipo de perda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Brasil diminuiu as perdas não relacionadas a incêndios em 41%, comparadas a 2024, e atingiu o nível mais baixo desde que começou a ser registrado [em 2001]”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Roraima, também se destacaram Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Acre. Juntos, os estados são responsáveis por mais de 40% da redução total registrada no país. O Maranhão foi o único com aumento da perda de cobertura arbórea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são produzidos pelo Laboratório de Análise e Descoberta de Terras Globais (Glad), da Universidade de Maryland, e analisam exclusivamente vegetação primária, considerada a mais preservada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sistema do Global Forest Watch difere do modelo oficial brasileiro, o Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes), ao incluir outros fatores além do desmatamento, como corte seletivo e mortes naturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Elizabeth Goldman, os resultados seguem a mesma tendência de redução apontada pelo Prodes entre 1º de agosto de 2024 e 31 de julho de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Além das florestas tropicais primárias, pensando em toda a perda arbórea, a maioria dos biomas viram uma redução, inclusive a Caatinga, que é uma região de florestas secas no Nordeste do Brasil”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretora executiva da WRI Brasil, Mirela Sandrini, atribui o resultado a uma mobilização envolvendo diferentes setores. Entre as medidas citadas estão a ampliação da produção em áreas já desmatadas, criação do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), remuneração por serviços ambientais e incentivos fiscais à preservação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário global, o impacto foi significativo. Em 2025, o mundo perdeu 4,3 milhões de hectares de florestas tropicais úmidas, uma queda de 35% em relação aos 6,7 milhões registrados em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com a redução, os incêndios continuam sendo um fator relevante. Nos últimos três anos, eles causaram duas vezes mais perdas do que há duas décadas, permanecendo entre os principais responsáveis pela degradação florestal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elizabeth Goldman avalia que o avanço é positivo, mas insuficiente para cumprir metas globais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Alcançar essa meta nos próximos anos não será fácil porque as florestas estão mais vulneráveis às mudanças climáticas, e a humanidade continua crescendo e aumentando a sua demanda por combustíveis e alimentos”, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Roraima intensifica oficinas contra incêndios em terras indígenas diante de possível super El Niño</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-intensifica-oficinas-contra-incendios-em-terras-indigenas-diante-de-possivel-super-el-nino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 17:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Leão de Ouro]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra Indígena Santa Inês]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão de um possível super El Niño tem levado à ampliação de ações de prevenção a incêndios em terras indígenas de Roraima. No norte do estado, oficinas têm sido realizadas com o objetivo de preparar comunidades para enfrentar estiagem prolongada e aumento das temperaturas. As atividades acontecem na Terra Indígena Santa Inês, onde vivem [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão de um possível super El Niño tem levado à ampliação de ações de prevenção a incêndios em terras indígenas de Roraima. No norte do estado, oficinas têm sido realizadas com o objetivo de preparar comunidades para enfrentar estiagem prolongada e aumento das temperaturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades acontecem na Terra Indígena Santa Inês, onde vivem comunidades Macuxi. A iniciativa reúne o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O território, com cerca de 30 mil hectares, inclui as comunidades Leão de Ouro e Santa Inês. Nessas localidades, os encontros orientam sobre o manejo integrado do fogo, prática que busca unir conhecimentos tradicionais a técnicas de prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução das chuvas na Região Norte é um dos fatores considerados nas orientações. Esse cenário aumenta o risco de queimadas, o que levou à ampliação das atividades educativas nas comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os temas discutidos está o descarte de resíduos sólidos. A orientação é evitar a queima de lixo, prática que pode dar origem a focos de incêndio, especialmente em períodos mais secos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também faz parte do conteúdo a queima prescrita, técnica que envolve o uso controlado do fogo para reduzir a vegetação seca e evitar incêndios de maior escala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As oficinas não se limitam à prevenção de incêndios. Há também orientações voltadas à segurança alimentar durante períodos críticos, considerando os impactos das mudanças climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Embrapa apresentou sistemas de produção integrados que podem ser adotados em áreas menores, incluindo cultivo de hortaliças, criação de peixes e pequenos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades incluem palestras, dinâmicas e participação de lideranças locais. De acordo com o Ibama, a continuidade dessas iniciativas é importante para reduzir impactos ambientais e fortalecer a adaptação das comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de ac24horas</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Ibama devolve 440 aves apreendidas em Roraima ao território venezuelano</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/ibama-devolve-440-aves-apreendidas-em-roraima-ao-territorio-venezuelano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A apreensão de 440 canários-da-terra em Boa Vista resultou na repatriação dos animais à Venezuela, após identificação da origem fora do Brasil. A devolução foi realizada na quarta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com divulgação feita na sexta-feira (17). Os animais foram interceptados pela Polícia Federal em [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A apreensão de 440 canários-da-terra em Boa Vista resultou na repatriação dos animais à Venezuela, após identificação da origem fora do Brasil. A devolução foi realizada na quarta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), com divulgação feita na sexta-feira (17).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os animais foram interceptados pela Polícia Federal em fevereiro deste ano, durante investigação sobre tráfico de fauna silvestre. As apreensões ocorreram nos dias <a href="https://fatorrnoticias.com.br/policia/policia-federal-prende-dois-homens-com-350-aves-silvestres-mantidas-em-cativeiro-em-boa-vista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>14</strong></a> e <a href="https://fatorrnoticias.com.br/policia/dois-sao-presos-pela-pf-com-350-aves-silvestres-na-rodoviaria-de-mucajai/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>23</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após serem resgatadas, as aves foram encaminhadas ao Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetas) do Ibama em Boa Vista. No local, receberam cuidados técnicos e passaram por avaliação especializada antes da definição do destino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise apontou que os animais pertencem a uma subespécie de canário-da-terra cuja ocorrência natural se dá ao norte do rio Orinoco, na Venezuela. A região de origem é formada por extensas áreas de savana, o que diferencia o habitat das aves em relação ao território brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A confirmação da procedência foi baseada em estudos técnicos e em experiências anteriores do próprio instituto em casos semelhantes. Esse tipo de identificação é utilizado para evitar riscos ambientais decorrentes da introdução indevida de espécies.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/pf-resgata-mais-de-300-passaros-em-malas-no-aeroporto-de-manaus-levadas-de-roraima-em-onibus-aves-iriam-para-sao-paulo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Em 2024, uma ocorrência semelhante em Manaus já havia indicado que essa subespécie não pertence ao bioma amazônico brasileiro</strong></a>. Assim como agora, a solução adotada envolveu cooperação internacional para garantir a devolução ao país de origem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a origem estrangeira confirmada, o Ibama iniciou tratativas com autoridades ambientais da Venezuela para viabilizar a repatriação. O objetivo foi assegurar que os animais pudessem ser reintegrados ao ambiente natural adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a concordância do país vizinho, os canários foram levados por via terrestre até Pacaraima, município localizado ao norte de Roraima e que faz fronteira com a Venezuela. A entrega foi formalizada às autoridades venezuelanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O transporte envolveu organização logística para garantir a integridade das aves durante o trajeto. A operação seguiu protocolos técnicos e ambientais para assegurar condições adequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ibama aponta que a repatriação é o procedimento indicado em casos de comprovação de origem fora do país. A medida contribui para a preservação das espécies e evita desequilíbrios ambientais.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acordo entre MPF, MPRR e Femarh regulamenta pesca esportiva em rios da Reserva Xeruini</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/acordo-entre-mpf-mprr-e-femarh-regulamenta-pesca-esportiva-em-rios-da-reserva-xeruini/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[boa vista]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades ribeirinhas]]></category>
		<category><![CDATA[Femarh]]></category>
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		<category><![CDATA[pesca esportiva]]></category>
		<category><![CDATA[RDS Itapará/Boiaçu]]></category>
		<category><![CDATA[RDS Xeruini]]></category>
		<category><![CDATA[rio Jufari]]></category>
		<category><![CDATA[roraima]]></category>
		<category><![CDATA[TAC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um acordo firmado entre o Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR), a Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh), empresários e comunidades ribeirinhas busca regularizar a pesca esportiva nos rios Xeruini e Amajaú, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Xeruini. O termo de ajustamento de conduta (TAC), [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um acordo firmado entre o Ministério Público Federal (MPF), o Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR), a Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh), empresários e comunidades ribeirinhas busca regularizar a pesca esportiva nos rios Xeruini e Amajaú, na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) Xeruini.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O termo de ajustamento de conduta (TAC), assinado no fim de março, terá validade até a aprovação e implementação do plano de manejo da unidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participam do acordo as comunidades Vila Terra Preta, Vila Canauini, Vila Lago Grande e Vila Cachoeirinha, além de empresas do setor de pesca esportiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A RDS Xeruini permite o uso sustentável dos recursos naturais, mas condiciona atividades econômicas à existência de um plano de manejo, documento ainda não concluído.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde a criação da unidade, em 2022, a ausência do plano levou à suspensão de novas licenças pela Femarh, gerando insegurança jurídica para os envolvidos na atividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TAC surge como solução transitória, permitindo a continuidade da pesca esportiva de forma regulamentada enquanto o plano não é aprovado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MPF e o MPRR, o acordo permanece aberto à adesão de outras comunidades da reserva. Caso o plano não seja aprovado, terá duração de três anos, com possibilidade de prorrogação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A pesca esportiva nos rios Xeruini e Amajaú é uma atividade extremamente relevante para as comunidades, uma vez que gera renda e subsistência para os moradores dessa região”, afirmou o procurador da República Alisson Marugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele destacou o processo de negociação. “Nos reunimos, dialogamos e assinamos o TAC. Isso viabiliza a regulamentação da pesca nos Rios Xeruini e Amajaú”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marugal também ressaltou a necessidade de atuação além da fiscalização. “A nossa atuação não pode se limitar à fiscalização. É preciso compreender a realidade de quem vive nesses rios e construir, junto com as comunidades, os empresários e o poder público, soluções que promovam direitos – e não apenas aplicar sanções.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo estabelece o modelo “pesque e solte”, proibindo a retenção ou comercialização de tucunarés. Também determina que 95% da mão de obra seja local e fixa repasse mínimo de R$ 600 por turista atendido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TAC prevê estudo técnico sobre a capacidade de carga dos rios, incluindo análise da ictiofauna, qualidade da água e impactos ambientais, custeado pelas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a promotora Vanessa Queiroz, o acordo equilibra diferentes interesses. “O acordo compatibiliza a proteção do meio ambiente, o respeito aos povos e comunidades tradicionais e o desenvolvimento de atividades econômicas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Femarh, Wagner Severo, destacou a organização da atividade. “A atividade de pesca esportiva é fundamental para o desenvolvimento dessa região, é uma atividade consolidada e hoje nós estamos unindo os empresários com as comunidades locais”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TAC integra ações mais amplas, incluindo acordo em elaboração para a RDS Itapará/Boiaçu e diálogo com comunidades do rio Jufari, com participação do Ibama.</p>
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		<title>Roraima registra 602 focos e lidera ranking de queimadas no Brasil em março, segundo Inpe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 16:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com 602 focos de incêndio registrados em março, Roraima concentrou mais de um terço de todas as queimadas do Brasil no período, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Bahia e Mato Grosso aparecem na sequência, com 15% e 8% dos casos, respectivamente. O avanço das queimadas já vinha sendo observado [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Com 602 focos de incêndio registrados em março, Roraima concentrou mais de um terço de todas as queimadas do Brasil no período, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Bahia e Mato Grosso aparecem na sequência, com 15% e 8% dos casos, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço das queimadas já vinha sendo observado nos meses anteriores. Em janeiro, foram 219 focos no estado. Em fevereiro, o número saltou para 493, superando a média de 423 para o período, com aumento de 15,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O período mais crítico neste ano começou entre o fim de fevereiro e meados de março, quando os incêndios avançaram em direção ao lavrado. Também atingiram áreas de floresta em zonas urbanas e rurais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a intensificação das queimadas, o governo estadual suspendeu o calendário de queimadas controladas em áreas rurais e passou a prever multa para quem iniciar fogo sem autorização da Fundação Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Roraima (CBMRR), Anderson Carvalho de Matos, o ciclo 2025/2026 já contabiliza &#8220;1.600 focos concentrados especialmente nos municípios de Caracaraí e Rorainópolis, ao sul, e Normandia, ao norte&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com ele, os &#8220;incêndios são de origem humana, criminosa e acidental&#8221;. Nas áreas urbanas, especialmente em Boa Vista, o fogo é utilizado para &#8220;limpar terrenos baldios de ocupação de terras devolutas&#8221;. Já no meio rural, &#8220;servem para preparar o terreno para a plantação&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comandante destaca que o período seco, entre outubro e março, está mais quente e seco neste ano. &#8220;Isso cria o cenário ideal para as queimadas: temperaturas elevadas e desidratação da vegetação&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde novembro de 2025, o estado executa a Operação Sem Fogo, com participação do Corpo de Bombeiros, brigadistas e integrantes da Operação Guardiões/Protetores dos Biomas do governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Anderson Carvalho de Matos, foram realizadas inicialmente 6.000 atividades preventivas em 13 dos 15 municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Com o avanço das queimadas, focamos no combate aos incêndios criminosos, inclusive dando voz de prisão aos autores. São 350 bombeiros e 148 brigadistas atuando no combate aos incêndios&#8221;, cita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre o fim de março e o início de abril, pancadas de chuva foram registradas no estado. Segundo o meteorologista Ramon Alves, da Femarh, &#8220;o inverno [amazônico, marcado por chuvas] começa neste início de abril, como previsto, o que deve reduzir os focos de incêndio&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os efeitos das queimadas são sentidos diretamente pela população. Em Boa Vista, a autônoma Suerlene de Abreu Fuhrmann, 58, relatou o avanço das chamas próximo à sua residência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este fogo está duas casas depois da sua.&#8221; No local estavam ela e a neta de dois anos. &#8220;Dava a impressão de que as casas iam ser incendiadas. As crianças gritavam, as pessoas gritavam, todo mundo com medo&#8221;, lembra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casos semelhantes ocorrem em diferentes pontos do estado. Um militar que atuava no combate relatou que práticas como a queima de lixo ainda contribuem para os incêndios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pesquisador Haron Xaud, da Embrapa e da Universidade Federal Rural de Roraima (UFRR), afirma que nas florestas ainda não há queimadas extensas de longa duração, mas nas áreas de savana e lavrado a situação é mais grave. &#8220;A cidade [Boa Vista] foi cercada de fogo, são muitos focos mesmo&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, o fogo provoca alta mortalidade de animais e empobrece o solo, reduzindo sua capacidade produtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fumaça também afeta a saúde da população. A servidora Amanda Souza, 36, relata que &#8220;parecia que o fogo estava no quintal. Depois descobri que era duas ruas depois&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pequeno Estevão, de 1 ano, ficou internado por oito dias no Hospital da Criança Santo Antônio. A mãe, Angela Silva Pinheiro, 27, afirmou: &#8220;minha casa ficou totalmente cinza. Era como se a gente estivesse dentro da fumaça&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica Mayara Floss, da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), explica que o principal risco está no material particulado fino (PM2,5). &#8220;Elas conseguem entrar na corrente sanguínea e causar diversos problemas de saúde&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Folha de S. Paulo</em></strong></p>
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		<title>Operação desarticula garimpo ilegal em 13 hectares da Raposa Serra do Sol, em Normandia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma área de 13 hectares atingida por garimpo ilegal dentro da Terra Indígena Raposa Serra do Sol foi alvo de operação nesta semana, em Normandia, no norte de Roraima. A mobilização envolveu equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e do Exército Brasileiro. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma área de 13 hectares atingida por garimpo ilegal dentro da Terra Indígena Raposa Serra do Sol foi alvo de operação nesta semana, em Normandia, no norte de Roraima. A mobilização envolveu equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e do Exército Brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A intervenção ocorreu em regiões previamente embargadas, onde havia sinais de retomada das atividades de extração mineral. As equipes se concentraram nas encostas da Serra do Atola, próxima à Comunidade Raposa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os órgãos envolvidos, o avanço do garimpo está relacionado ao deslocamento de grupos após ações repressivas na Terra Indígena Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação, denominada Xapiri, teve como objetivo interromper a exploração ilegal e reduzir a estrutura dos garimpeiros. O prejuízo estimado chega a R$ 750 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram inutilizados 27 motores, entre guinchos e geradores, além de cinco britadeiras, uma perfuratriz e um detector de ouro. A estrutura montada no local incluía ainda 30 acampamentos, que foram destruídos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A logística da atividade também foi atingida com a apreensão de um automóvel, uma motocicleta e duas carretas semirreboque. As equipes retiraram ainda 13 toneladas de minério bruto que estavam armazenadas para processamento em moinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ibama informou que o processo de extração na área costuma envolver o uso de cianeto, substância altamente tóxica. Segundo o órgão, esse produto representa risco à saúde das comunidades indígenas e pode contaminar os recursos hídricos da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a operação, duas pessoas foram detidas em flagrante e encaminhadas à Polícia Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações fazem parte de uma série de intervenções ao longo de 2025 para conter o avanço do garimpo ilegal. Em Uiramutã, também neste ano, foram destruídas três balsas usadas na extração no rio Maú, na fronteira com a Guiana.</p>
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		<title>Primeira placa de identificação de terra indígena é instalada após acordo entre Funai e CIR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 04:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A instalação da primeira placa de identificação da Terra Indígena da Cabeceira marcou, no dia 9 de março, o início da execução do acordo de cooperação entre a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Conselho Indígena de Roraima (CIR). A informação foi divulgada pela Funai nesta terça-feira (24). A ação ocorreu na Comunidade [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A instalação da primeira placa de identificação da Terra Indígena da Cabeceira marcou, no dia 9 de março, o início da execução do acordo de cooperação entre a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Conselho Indígena de Roraima (CIR). A informação foi divulgada pela Funai nesta terça-feira (24).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação ocorreu na Comunidade Indígena Truaru da Cabeceira e dá início à instalação das placas previstas na parceria firmada em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Funai, a sinalização busca tornar visíveis os limites das terras indígenas e contribuir para a proteção territorial, além de apoiar a organização comunitária e prevenir acessos indevidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram da agenda a presidente da Funai, Joenia Wapichana, a diretora de Administração e Gestão, Mislene Metchacuna, a coordenadora regional em Roraima, Marizete de Souza, e o coordenador do CIR, Amarildo Macuxi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a atividade, Joenia Wapichana destacou a relevância do território para as comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa terra aqui é importante para a cultura, sobrevivência física, econômica e meio ambiente. Cabe a cada um cuidar. A placa pode ser simbólica, mas vai trazer a identificação para todos verem que aqui é uma terra indígena demarcada e o Estado brasileiro tem o dever de proteger. Não é favor, é obrigação”, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do CIR afirmou que a medida fortalece a proteção dos territórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essas placas de identificação nos garantem a segurança jurídica das comunidades, porque na placa diz que é terra protegida e proíbe também o acesso de pessoas estranhas sem o consentimento da comunidade”, reforçou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora regional da Funai destacou o papel da parceria na execução das ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um momento importante, em que temos uma organização que teve o papel fundamental de olhar para a nossa instituição e dar apoio no atendimento das demandas das nossas comunidades. Espero que possamos fortalecer cada vez mais a parceria”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades contaram com acompanhamento das Unidades Técnicas Locais (UTLs) de Amajari, Pacaraima, Normandia e Boa Vista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo foi firmado em abril de 2025, durante o Acampamento Terra Livre (ATL), em Brasília, e prevê a entrega de 230 placas e ferramentas para 29 terras indígenas no estado.</p>
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		<title>Transferência para santuário em Goiás marca avanço na recuperação de onça-pintada resgatada em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2026 16:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A mudança de ambiente deve ajudar a definir os próximos passos na recuperação de uma onça-pintada resgatada em Roraima. Após mais de um ano sob cuidados da Rede de Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o animal foi levado ao Instituto Nex, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A mudança de ambiente deve ajudar a definir os próximos passos na recuperação de uma onça-pintada resgatada em Roraima. Após mais de um ano sob cuidados da Rede de Centros de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o animal foi levado ao Instituto Nex, em Corumbá de Goiás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O histórico do felino remonta a janeiro de 2025, quando foi encontrado por policiais ambientais em uma propriedade rural no município de Caroebe, no sul do estado. Na ocasião, tinha pouco mais de um mês e apresentava sinais de desidratação, além de ferimentos, escoriações e infecções por fungos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro atendimento ocorreu no Cetas de Boa Vista, onde o animal passou por exames clínicos, incluindo análises de sangue, radiografias e avaliação de parasitas. A equipe também iniciou tratamento veterinário para reverter o quadro identificado no momento do resgate.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a evolução clínica, o animal foi transferido em abril do ano passado para o Cetas de Brasília, estrutura que conta com suporte especializado para grandes felinos. Segundo o Ibama, a onça apresenta atualmente condições de saúde consideradas adequadas, com desenvolvimento físico compatível com a idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia adotada no local incluiu um protocolo inédito, conforme explicou o chefe da unidade, Júlio César Montanha. “É a primeira vez que utilizamos esse programa específico para um animal dessa espécie nessa fase da vida”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comportamento do animal também passou a ser monitorado como critério para futuras decisões. “Hoje ela já apresenta comportamento selvagem, caça presas e evita o contato com humanos, o que é essencial para a reintrodução na natureza”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o período de reabilitação, foram realizadas atividades de enriquecimento ambiental para estimular respostas naturais. Cerca de um ano após o resgate, o animal havia ganhado aproximadamente 40 quilos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Instituto Nex, a onça será observada em um ambiente maior e mais isolado. A permanência prevista varia entre seis e oito meses. A depender dos resultados, a soltura poderá ocorrer no bioma amazônico.</p>
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		<title>MPF denuncia concentração de ações em Roraima e cobra medidas urgentes contra aeródromos na Amazônia</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mpf-denuncia-concentracao-de-acoes-em-roraima-e-cobra-medidas-urgentes-contra-aerodromos-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) solicitou novamente à Justiça que determine, em caráter de urgência, a criação de um plano de fiscalização voltado ao combate de pistas de pouso clandestinas usadas por garimpos ilegais na Amazônia. O órgão identificou mais de mil aeródromos irregulares, mas chamou atenção para o fato de que quase todas as [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) solicitou novamente à Justiça que determine, em caráter de urgência, a criação de um plano de fiscalização voltado ao combate de pistas de pouso clandestinas usadas por garimpos ilegais na Amazônia. O órgão identificou mais de mil aeródromos irregulares, mas chamou atenção para o fato de que quase todas as ações de fiscalização estão concentradas em Roraima, enquanto os estados do Amazonas, Acre e Rondônia permanecem com baixa cobertura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido inicial havia sido apresentado em setembro de 2025, quando o MPF ajuizou ação civil pública para identificar, interditar e inutilizar aeródromos clandestinos na Amazônia Ocidental. São réus da ação a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a União, o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), a Fundação do Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Roraima (Femarh) e o estado de Rondônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quarta-feira (18), em manifestação à 7ª Vara Federal Ambiental e Agrária, o MPF analisou as defesas apresentadas após audiência de 3 de março e constatou que nenhum órgão contestou os fatos do inquérito civil, enquanto os dados reforçam a piora do cenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Censipam havia registrado 844 aeródromos irregulares, com aumento de 12,68% em um ano. Durante a audiência, a Anac informou ter mapeado mais de 1.200 pistas clandestinas em toda a Amazônia, dado até então não presente nos autos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF apontou que a fiscalização está concentrada em Roraima, especialmente na Terra Indígena Yanomami. Entre 2022 e 2024, a Aeronáutica realizou 156 medidas de policiamento do espaço aéreo (Mpea), todas no estado, sem registros nos demais estados. A Anac instaurou 94 processos sancionatórios: 74 em Roraima, 11 no Amazonas, 5 em Rondônia e 4 no Acre, concentrando 78,7% das ações em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ibama afirmou que suas operações se limitaram às Terras Indígenas Yanomami e Munduruku, em Roraima e no Pará, e que o garimpo no Amazonas e Rondônia “usa muito pouco o modal aéreo”, contradição aos dados do Censipam e inquéritos em andamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 2022 e 2024, a Femarh não lavrou autos de infração; o Ipaam abriu apenas dois procedimentos no Amazonas, ambos contra a mesma pessoa; Rondônia registrou apenas um auto de infração, enquanto o Batalhão de Polícia Ambiental não apresentou ocorrências ou relatórios no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF destacou a fragmentação de responsabilidades entre órgãos: a Anac diz não ter atribuição para inutilização de pistas; Ibama e ICMBio alegam falta de meios operacionais; órgãos estaduais condicionam atuação ao apoio federal; a Aeronáutica permanece concentrada em Roraima. O órgão também apontou contradição do Ibama, que defendeu inutilização de pistas em ação anterior, mas agora considera inviável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O MPF reitera disposição para solução consensual, desde que os réus apresentem proposta concreta com definição de obrigações, metas e cronograma compatível com a urgência”, concluiu.</p>
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