Uma operação militar dos Estados Unidos neste sábado (3) culminou na captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores. O presidente Donald Trump anunciou que a retirada do casal foi realizada por via aérea, após ataques em Caracas e nos estados vizinhos Miranda, Aragua e La Guaira.
A procuradora-geral americana Pam Bondi afirmou que Maduro enfrentará a Justiça americana por narcotráfico e terrorismo. Imagens divulgadas nas redes sociais mostram helicópteros militares e colunas de fumaça em vários pontos de Caracas, além de quedas de energia em regiões próximas a bases militares.
Na Venezuela, a vice-presidente Delcy Rodríguez afirmou que não se sabe onde o casal está e solicitou prova de vida. O governo declarou estado de emergência e disse que a população civil pode ser afetada pelos bombardeios.
O anúncio provocou reação global. Lula repudiou a ação, destacando riscos à paz regional. Gustavo Petro, da Colômbia, classificou o ataque como agressão à soberania e mobilizou tropas na fronteira. Rússia, Irã e Cuba condenaram a operação. Javier Milei, da Argentina, comemorou a captura, enquanto União Europeia, Espanha e Chile pediram contenção e respeito às normas internacionais.
Com informações do Estadão



