O Ministério da Saúde iniciou a montagem de um plano de contingência em Roraima após o ataque dos Estados Unidos à Venezuela, no sábado (3), que levou à captura do ditador Nicolás Maduro e de sua mulher, Cilia Flores. A ação envolve o envio de equipes da Força Nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) para reforçar o monitoramento da situação sanitária na fronteira.
As equipes atuam na avaliação da capacidade da rede pública de saúde, com foco na disponibilidade de atendimento em Pacaraima e Boa Vista, além da verificação de estoques de vacinas, medicamentos e outros insumos considerados essenciais para resposta rápida a emergências.
O ministro Alexandre Padilha afirmou que, até agora, não foi registrado aumento no fluxo de entrada de venezuelanos no Brasil. Segundo ele, a circulação diária de pessoas permanece entre 250 e 350 migrantes, patamar observado antes do início das operações militares no país vizinho.
Apesar disso, o ministério informou que trabalha com diferentes cenários e que a estrutura poderá ser ampliada caso haja necessidade, incluindo reforço de equipes itinerantes e instalação de estruturas temporárias de atendimento.
Com informações da CBN



