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	<title>1ª Vara de Família Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>14 dias: processo de união estável pós-morte de 53 anos é concluído pelo TJRR em tempo recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de garantir os direitos post mortem (após a morte de cônjuge) de uma relação estável de 53 anos, o Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), por meio do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc/TJRR), concluiu em tempo recorde o processo de reconhecimento da união estável em apenas 14 dias. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Com o objetivo de garantir os direitos post mortem (após a morte de cônjuge) de uma relação estável de 53 anos, o Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), por meio do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc/TJRR), concluiu em tempo recorde o processo de reconhecimento da união estável em apenas 14 dias. Os trâmites ocorreram nas primeiras semanas de outubro de 2024.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo envolvia o reconhecimento de uma união estável que durou de 1971 a 2024. De maneira colaborativa, as partes reconheceram a relação e concordaram com os termos do acordo, que foi prontamente homologado pelo juiz Guilherme Versiani Gusmão Fonseca, responsável pelo caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi conduzida em parceria com a Defensoria Pública do Estado de Roraima&nbsp;(DPE-RR) e encaminhada pela 1ª Vara de Família, que optou por buscar a mediação como alternativa ao julgamento formal. Segundo Versiani, a resolução do processo representa um avanço significativo na garantia dos direitos das partes envolvidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A celeridade na homologação deste acordo consensual demonstra como o diálogo e a mediação são ferramentas essenciais para uma Justiça mais eficiente e humanizada, beneficiando diretamente as famílias em situações delicadas,” destacou o magistrado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz Eduardo Álvares de Carvalho, coordenador do Cejusc de Boa Vista, enfatizou que a mediação não apenas acelera os processos, mas também contribui para a pacificação social e a promoção de uma cultura de paz.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este caso é um exemplo claro de como a mediação pode resolver conflitos de forma eficaz e rápida, trazendo harmonia às relações familiares e fomentando um ambiente de diálogo,&#8221; ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Celeridade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Cejusc/TJRR, após o agendamento da sessão, as partes são convidadas a participar, com o objetivo principal de solucionar a demanda de maneira simples e ágil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em casos de sucesso, como este, o acordo é imediatamente encaminhado ao juiz para homologação, encerrando o processo de forma eficiente e satisfatória para todos os envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TJRR reforça ainda que o Cejusc oferece atendimento humanizado, garantindo que as intimações em ações de família sejam realizadas por telefone, o que reduz significativamente o tempo de comunicação entre as partes.</p>
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