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	<title>1ª Vara Federal Cível Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Fazendeiro de Rorainópolis é condenado a recuperar 131,78 hectares de floresta desmatada e pagar R$ 131 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 15:44:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça Federal determinou que um fazendeiro de Rorainópolis, no sul de Roraima, recupere 131,78 hectares de floresta desmatada ilegalmente em sua propriedade situada na Amazônia Legal. Além disso, o proprietário terá de pagar R$ 131 mil por dano moral difuso. A condenação ocorreu em ação movida pela Advocacia-Geral da União (AGU), que atuou em [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça Federal determinou que um fazendeiro de Rorainópolis, no sul de Roraima, recupere 131,78 hectares de floresta desmatada ilegalmente em sua propriedade situada na Amazônia Legal. Além disso, o proprietário terá de pagar R$ 131 mil por dano moral difuso. A condenação ocorreu em ação movida pela Advocacia-Geral da União (AGU), que atuou em nome do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desmatamento na área rural foi identificado pelo Ibama, que aplicou multa ao fazendeiro em 2019. A decisão da 1ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária de Roraima estabelece a recuperação da área degradada e outras obrigações financeiras. As informações sobre o caso foram divulgadas pela AGU nesta segunda-feira (16).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obrigações financeiras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da recomposição da vegetação e do pagamento de R$ 131 mil, o fazendeiro responderá por danos materiais intermediários e residuais. A sentença também prevê apuração de eventual proveito econômico obtido ilegalmente com a exploração da área desmatada. Esses valores adicionais serão definidos posteriormente, na fase de liquidação do processo judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado ressaltou que os danos ambientais ultrapassam os limites da propriedade e afetam toda a coletividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O dano ao meio ambiente, por ser bem público, gera repercussão geral, impondo conscientização coletiva à sua reparação, a fim de resguardar o direito das futuras gerações a um meio ambiente ecologicamente equilibrado”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação civil pública reparatória de dano ambiental foi apresentada pela AGU representando o Ibama. A defesa judicial foi realizada pelo Núcleo de Meio Ambiente da Procuradoria Regional Federal da 1ª Região (EFIN/PRF1), em conjunto com a Procuradoria Federal Especializada junto ao Ibama (PFE/Ibama), unidades vinculadas à Procuradoria-Geral Federal (PGF/AGU).</p>
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		<title>Decisão judicial mantém Warao no Ginásio Pintolândia e fixa prazo para plano habitacional</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/decisao-judicial-mantem-warao-no-ginasio-pintolandia-e-fixa-prazo-para-plano-habitacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 19:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[1ª Vara Federal Cível]]></category>
		<category><![CDATA[despejo]]></category>
		<category><![CDATA[DPU]]></category>
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		<category><![CDATA[Justiça Federal]]></category>
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		<category><![CDATA[prefeitura de boa vista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (11), a Justiça Federal decidiu que a comunidade indígena Warao Yakera Ine deve permanecer no antigo Ginásio Pintolândia, em Boa Vista. A ocupação improvisada abriga cerca de 350 pessoas, entre homens, mulheres e crianças. A ação foi movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Defensoria Pública da União (DPU) contra a União, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Nesta quinta-feira (11), a Justiça Federal decidiu que a comunidade indígena Warao Yakera Ine deve permanecer no antigo Ginásio Pintolândia, em Boa Vista. A ocupação improvisada abriga cerca de 350 pessoas, entre homens, mulheres e crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi movida pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Defensoria Pública da União (DPU) contra a União, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), o governo de Roraima e a Prefeitura de Boa Vista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O juiz João Bosco Costa, da 1ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária de Roraima, determinou também que os órgãos apresentem, em até 30 dias, um plano de reassentamento adequado à comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado considerou que a proposta de construção de uma maternidade no local não justifica uma remoção imediata, ressaltando que a comunidade rejeita abrigos que considera inadequados. Ele destacou ainda que os indígenas vivem em situação de vulnerabilidade extrema, e qualquer despejo poderia gerar danos irreversíveis.</p>
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