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	<title>3º Relatório de Transparência Salarial Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<description>Portal de notícias Roraimense</description>
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		<title>Diferença entre salário de homens e mulheres recua 0,21% em Roraima; defasagem atual é de 18,46%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 18:28:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do governo federal apontam que a separação entre o salário de homens e mulheres diminuiu em Roraima. Desde a última pesquisa, em setembro de 2024, a diferença caiu 0,21%. Em 2024, homens recebiam 18,67% a mais. Agora, a defasagem é de 18,46%. De acordo com o relatório, a média salarial de mulheres no Estado [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Dados do governo federal apontam que a separação entre o salário de homens e mulheres diminuiu em Roraima. Desde a última pesquisa, em setembro de 2024, a diferença caiu 0,21%. Em 2024, homens recebiam 18,67% a mais. Agora, a defasagem é de 18,46%. De acordo com o relatório, a média salarial de mulheres no Estado é de R$ 2.167,97, contra R$ 2.658,86 dos homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações estão no 3º Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios. No Brasil, a disparidade ainda é alta: 20,87%, com um aumento de 0,18% desde o último relatório. O fator racial também segue como um dos maiores desafios no diagnóstico. Em Roraima, mulheres negras ganham, em média, R$ 2.104,27, e mulheres não negras recebem R$ 2.355,78, o que corrresponde a uma diferença de 10,7%. Em nível nacional, mulheres negras ganham, em média, R$ 2.864,39, enquanto mulheres não negras recebem R$ 4.661,06, ou seja, 38% a mais. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Avanços</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dado positivo mostrado pelo 3º Relatório de Transparência Salarial é que houve um crescimento de 18,2% na participação das mulheres negras no mercado de trabalho. O número passou de 3,2 milhões para 3,8 milhões de mulheres negras empregadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao número de estabelecimentos com no máximo 10% de mulheres negras, houve uma queda na comparação com os dados de 2023, saindo de 21.680 estabelecimentos para 20.452 em 2024. Outro ponto positivo é o aumento na quantidade de estabelecimentos em que a diferença é de até 5% nos salários médios e medianos para mulheres e homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estabilidade relativa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A porcentagem da massa de todos os rendimentos do trabalho das mulheres, entre 2015 e 2024, variou de 35,7% para 37,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa relativa estabilidade decorre das remunerações menores das mulheres, uma vez que o número delas no mercado de trabalho é crescente”, explica Paula Montagner, subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de mulheres ocupadas aumentou de 38,8 milhões em 2015 para 44,8 milhões (6 milhões a mais) em 2024, já o de homens subiu de 53,5 milhões para 59 milhões (5,5 milhões a mais) no mesmo período</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tipos de ocupação</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também aponta que as mulheres diretoras e gerentes recebem 73,2% do salário dos homens, enquanto as profissionais em ocupação de nível superior recebem 68,5% do salário deles. Já as trabalhadoras de serviços administrativos recebem 79,8% dos salários dos homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto às unidades da Federação, o relatório revela que as menores desigualdades salariais do país estão em Pernambuco (9,14%), Acre (9,86%), Distrito Federal (9,97%), Piauí (10,04%), Ceará (10,21%) e Alagoas (11,08%). Na outra ponta, estão os estados do Paraná (28,54%), Espírito Santo (28,53%), Santa Catarina (27,96%) e Rio de Janeiro (27,82%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Guia</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a divulgação do 3º Relatório de Transparência Salarial em 7 de abril, o governo federal também lançou o Guia para Negociação Coletiva da Lei de Igualdade Salarial e o Movimento pela Igualdade no Trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O guia traz sugestões e recomendações que possam contribuir com os processos de negociação coletiva, além de conter reflexões acerca das discrepâncias que se manifestam no ambiente de trabalho, entre elas, a salarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Movimento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento do Movimento pela Igualdade no Trabalho foi marcado por adesões de empresas e organizações trabalhistas de diferentes setores, como bancário e industrial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carta aberta à população brasileira &#8220;Eu Apoio o Movimento pela Igualdade no Trabalho&#8221; traz o cenário das desigualdades no país e mobiliza para ações que promovam a mudança. Empresas e entidades interessadas podem aderir ao movimento por meio da <a href="https://www.gov.br/mulheres/pt-br/assuntos/movimento-pela-igualdade-no-trabalho" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>página da iniciativa</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Plano de igualdade</strong> — O <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-conjunta-n-2-mm/mte/mme/mir/mec/mgi/mdic/mcti/mda/mdhc/mds-de-7-de-abril-de-2025-622780674" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>governo federal publicou no Diário Oficial da União</strong></a> (DOU) de 8 de abril a portaria conjunta que institui o Plano Nacional de Igualdade Salarial e Laboral entre Mulheres e Homens e seu comitê gestor até 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa envolve 11 ministérios com ações voltadas à ampliação &nbsp;e permanência das mulheres no mercado de trabalho, assim como à ascensão a cargos de direção e gestão e ao enfrentamento das discriminações no espaço profissional.</p>
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