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	<title>aço Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>aço Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Tarifas de Donald Trump ao Brasil podem reduzir preços internos, dizem analistas</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/tarifas-de-donald-trump-ao-brasil-podem-reduzir-precos-internos-dizem-analistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Mar 2025 18:24:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As tarifas americanas de 25%&#160;sobre o aço e o alumínio brasileiro&#160;devem entrar em vigor em 21 de março, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pretende introduzir&#160;“taxas recíprocas”&#160;ao país no próximo mês. A depender do ambiente externo, o cenário pode levar à queda dos preços de itens de alguns setores no mercado interno, segundo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As tarifas americanas de 25%&nbsp;sobre o aço e o alumínio brasileiro&nbsp;devem entrar em vigor em 21 de março, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pretende introduzir&nbsp;“taxas recíprocas”&nbsp;ao país no próximo mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A depender do ambiente externo, o cenário pode levar à queda dos preços de itens de alguns setores no mercado interno, segundo especialistas ouvidos pela reportagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com os produtos tarifados perdendo espaço nos Estados Unidos, os produtores brasileiros devem querer desovar parte da mercadoria no curto prazo e, assim, aumentar a oferta no mercado interno. Este cenário, considerado otimista, está sujeito às oscilações do dólar e às novas medidas tarifárias de Donald Trump.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todos os casos, os analistas dizem que o Brasil será muito menos impactado que México e Canadá, cujas taxas gerais de 25% sobre todos os produtos exportados devem trazer uma readequação mais profunda do comércio exterior desses países, em razão do impacto severo nas respectivas balanças comerciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O impacto tende a ser relativamente pequeno no Brasil, pois ainda somos um país fechado, que depende muito das commodities e pouco da indústria exportadora. Pode haver uma dificuldade maior em alguns setores industriais, como aço e alumínio, e aí existe a possibilidade de ter desconto nos mercados dessas mercadorias até que seja definida uma adequação da produção à nova realidade”, afirmou Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele ressaltou que a expectativa é de que a parte da indústria mais afetada procure outros mercados, de olho no aumento de exportações para a Europa e China, como forma de suprir a demanda reduzida nos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Apesar do discurso sobre ‘taxas injustas do Brasil’, México e Canadá é que vão sofrer impacto mesmo. Temos sorte de não sermos tão visados e de os Estados Unidos serem historicamente superavitários em relação ao Brasil”, acrescentou Vale.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Adaptação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A procura de novos destinos para as mercadorias tarifadas pelos americanos será o foco da indústria, segundo Julio Netto, economista-chefe da Mirae Asset.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando ocorre essa guerra comercial tarifária, os mercados têm que se adaptar. Vai haver um período de transição, mas não podemos achar que agora vão só olhar para o mercado interno. Para os interesses deles, é muito melhor receber em dólar e é isso que vão continuar a buscar”, pontuou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Netto destacou as incertezas em relação às próprias políticas tarifárias de Trump, com revisionismos do presidente americano que podem alterar os cenários econômicos a todo o tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Trump adota uma estratégia de broker nova-iorquino de chegar arrombando a porta para depois negociar. Ele quer agradar o eleitorado dele no curto prazo, mas deve rever muitas medidas a longo prazo, pois sabe que acaba isolando os Estados Unidos dessa forma”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O economista-chefe do Banco Master e professor da FGV, Paulo Gala, sinalizou que a movimentação do dólar neste período é preponderante para haver alguma variação nos preços a partir das tarifas americanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o especialista, a valorização do dólar diante dos pares faria ruir a possibilidade de queda dos preços no âmbito nacional. Isso porque a alta da moeda americana reforçaria as exportações e reduziria a oferta interna, o que leva à alta dos preços por aqui.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mas não está claro se o dólar vai continuar se valorizando, porque há um forte medo de recessão nos Estados Unidos, então aquele ‘Trump trade’ que a gente viu no ano passado em que a moeda americana se valorizava com a vitória do Trump não está acontecendo mais. Agora tem uma reversão, especialmente pela política fiscal que impacta a atividade econômica do país”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dólar mantém um viés de desvalorização no exterior desde janeiro deste ano, com o início de declarações mais agressivas do presidente americano em relação às tarifas impostas a outros países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O índice DXY, que compara o dólar a outras seis moedas, caía 1,15% por volta das 13h15 (hora de Brasília) desta quarta-feira (5), aos 104.529 pontos, no menor nível em 4 meses, desde que chegou aos 103.42 pontos em 5 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de CNN Brasil</em></strong></p>
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		<title>Balança comercial brasileira tem superávit de US$ 7,6 bilhões em julho</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/balanca-comercial-brasileira-tem-superavit-de-us-76-bilhoes-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A balança comercial brasileira encerrou julho com superávit de US$ 7,6 bilhões, informou nesta quinta-feira (6), em Brasília, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado representa queda de 6,6% no saldo das operações em relação a julho de 2023, quando o superávit foi de US$ 8,2 bilhões. Os dados mostram que [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A balança comercial brasileira encerrou julho com superávit de US$ 7,6 bilhões, informou nesta quinta-feira (6), em Brasília, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O resultado representa queda de 6,6% no saldo das operações em relação a julho de 2023, quando o superávit foi de US$ 8,2 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados mostram que as exportações brasileiras atingiram um recorde no mês porque somaram US$ 30,9 bilhões, impulsionadas por itens da agricultura – soja e café -, indústria extrativa &#8211; minério de ferro &#8211; e indústria de transformação &#8211; especialmente açúcares, carne bovina e aço. As importações também subiram em relação a julho de 2023, com destaque para os bens de capital, resultando em uma corrente comercial de cerca de US$ 54,2 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o MDIC, o Brasil alcançou US$ 198,2 bilhões em exportações no acumulado do ano, crescimento de 2,4% em relação aos sete primeiros meses de 2023; e US$ 148,6 bilhões nas importações, o que significa aumento de 5,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Expansão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto ao destino das exportações, os destaques do mês foram a União Europeia, China&nbsp;e Estados Unidos, com expansão de 20%, 16,3% e 15,3%, respectivamente. Com a crise econômica na Argentina, as vendas para o país vizinho seguiram em queda no mês passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do MDIC, Herlon Brandão, o ano de 2024 vem apresentando uma exportação bastante estável, diferentemente de 2023, quando as vendas oscilaram mais no primeiro semestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Isso é uma característica do volume, pois este ano a exportação tem crescido impulsionada pelo volume. E os preços em geral estão em queda. A previsão para o ano é crescer. A gente espera fechar 2024 com um crescimento de 1,7% nas exportações brasileiras&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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