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	<title>açúcar Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<description>Portal de notícias Roraimense</description>
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	<title>açúcar Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Exportações transformam Roraima em eixo logístico vital para abastecimento venezuelano</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/exportacoes-transformam-roraima-em-eixo-logistico-vital-para-abastecimento-venezuelano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jan 2026 15:46:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima assumiu papel central no abastecimento de alimentos da Venezuela e se firmou como o principal corredor logístico terrestre para o país vizinho. O avanço ocorre em meio às restrições impostas ao comércio marítimo venezuelano por sanções internacionais. Em 2024, Roraima exportou US$ 313,9 milhões, valor que reflete a importância estratégica do estado na integração [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima assumiu papel central no abastecimento de alimentos da Venezuela e se firmou como o principal corredor logístico terrestre para o país vizinho. O avanço ocorre em meio às restrições impostas ao comércio marítimo venezuelano por sanções internacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, Roraima exportou US$ 313,9 milhões, valor que reflete a importância estratégica do estado na integração econômica regional. Venezuela e Guiana foram responsáveis por 52% da corrente de comércio roraimense, indicando a forte conexão comercial com os países ao norte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A logística é sustentada principalmente pela BR-174, rota fundamental para o escoamento de mercadorias até a fronteira em Pacaraima. O comércio também é amparado pelo Acordo de Complementação Econômica (ACE) nº 69, que prevê isenção de impostos de importação entre Brasil e Venezuela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com o acordo em vigor, uma crise diplomática em julho de 2025 levou à <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/exportadores-enfrentam-cobranca-inesperada-de-tarifas-na-venezuela-e-suspendem-envios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>aplicação de tarifas que chegaram a 77%</strong></a>, afetando sobretudo a exportação de soja. Após negociações, a isenção foi restabelecida para produtos com certificado de origem brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A soja e seus derivados lideraram a pauta exportadora em 2024, com US$ 155,3 milhões, o equivalente a 49% do total. Outros alimentos processados e básicos somaram US$ 125,7 milhões. Aproximadamente 70% das exportações de Roraima têm a Venezuela como destino.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Band</em></strong></p>
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		<title>Cesta básica chega a R$ 669,19 em Boa Vista após recuo de preços em novembro</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/cesta-basica-chega-a-r-66919-em-boa-vista-apos-recuo-de-precos-em-novembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Dec 2025 15:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A cesta básica passou a custar R$ 669,19 em Boa Vista em novembro, após queda de 1,44%, segundo levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O valor coloca a capital roraimense entre as cidades da Região Norte com custo intermediário, acima de Manaus (R$ [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A cesta básica passou a custar R$ 669,19 em Boa Vista em novembro, após queda de 1,44%, segundo levantamento divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O valor coloca a capital roraimense entre as cidades da Região Norte com custo intermediário, acima de Manaus (R$ 629,39), mas abaixo de Palmas (R$ 672,61).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda está diretamente associada ao recuo de preços de produtos que pesam no orçamento. Entre os alimentos com maior redução estão o arroz agulhinha (-6,50%), o açúcar cristal (-6,22%), o tomate (-3,21%), o leite integral (-2,14%) e a banana (-9,65%), que registrou o maior recuo do mês em Boa Vista. Mesmo assim, alguns itens subiram, como farinha de mandioca (5,18%) e feijão carioca (2,19%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento mostra ainda que o trabalhador que recebe salário mínimo comprometeu 47,66% da renda líquida para comprar a cesta, proporção menor que a verificada em outubro. O tempo de trabalho necessário caiu para 96 horas e 59 minutos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em comparação nacional, São Paulo concentrou o maior valor da cesta (R$ 841,23), enquanto Aracaju teve o menor custo (R$ 538,10). Segundo o presidente da Conab, Edegar Pretto, a redução generalizada é reflexo da forte safra do ano, que ampliou a oferta de alimentos e reduziu os preços no varejo.</p>
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		<title>Produção industrial cresce 4,1% em junho, maior alta desde 2020; setor supera patamar pré-pandemia, segundo IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A produção da indústria brasileira cresceu 4,1% na passagem de maio para junho. Além de interromper dois meses de queda, o resultado é o maior já registrado desde julho de 2020, quando houve expansão de 9,1%. A constatação é da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta sexta-feira (2), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A produção da indústria brasileira cresceu 4,1% na passagem de maio para junho. Além de interromper dois meses de queda, o resultado é o maior já registrado desde julho de 2020, quando houve expansão de 9,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A constatação é da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada nesta sexta-feira (2), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o resultado de junho de 2024, a indústria nacional encontra-se em nível superior ao patamar pré-pandemia, 2,8% acima de fevereiro de 2020. No entanto, fica ainda 14,3% abaixo do ponto máximo anotado em maio de 2011.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao mesmo mês do ano passado, a alta é de 3,2%. Observando apenas o mês de junho, o resultado é o maior também desde 2020, quando havia avançado 10%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro semestre, a atividade industrial brasileira soma expansão de 2,6%. No acumulado de 12 meses, o desempenho positivo é de 1,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Chuvas e enchentes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O gerente da pesquisa do IBGE, André Macedo, explica que o resultado expressivo de junho é impulsionado não só pela base de comparação, que tinha recuado 1,8% nos dois meses anteriores, abril e maio. Mas também pela volta da produção em várias unidades afetadas pelas enchentes que atingiram fábricas no Rio Grande do Sul em abril e maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Plantas que estavam paralisadas ou com produção muito baixa em maio voltam em junho&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa divulgada nesta sexta-feira não traz dados segmentados por unidades da federação. Esse detalhamento será conhecido na quinta-feira (8). A divulgação referente a maio, conhecida em 12 de julho, mostrou que o Rio Grande do Sul apresentou queda de 26,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Recuperação pré-pandemia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O gerente do IBGE destaca que, apesar de não ter sido a primeira vez que a indústria ultrapassa o patamar pré-pandemia, em junho a superação foi mais expressiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em abril deste ano, estava 0,3% acima. O que tem de diferente é que agora o salto é maior, está 2,8% acima&#8221;, ressalta. Março de 2024 e dezembro de 2023 são outros meses em que a produção ficou acima do período pré-pandemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A gente melhorou bastante de patamar de produção, mas ainda há espaço importante a ser percorrido para se aproximar de maio de 2011&#8221;, opina Macedo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Setores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre maio e junho, 16 das 25 atividades apuradas pelo IBGE apresentaram desempenho positivo, com destaque para a produção de coque (tipo de combustível derivado do carvão), derivados do petróleo e biocombustíveis (4%), produtos químicos (6,5%), produtos alimentícios (2,7%) e indústrias extrativas (2,5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor de produtos alimentícios, que representa 15% da atividade industrial brasileira, avançou 2,7%. “Houve alta na produção de itens importantes, como açúcar, derivados de soja, suco de laranja e carnes de aves”, indica o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na indústria extrativa, que subiu 2,5%, os dois produtos de maior importância dentro da atividade mostraram expansões: minério de ferro e petróleo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras contribuições positivas relevantes foram metalurgia (5,0%), veículos automotores, reboques e carrocerias (3,1%), bebidas (3,5%), máquinas e equipamentos (2,4%), produtos do fumo (19,8%) e celulose, papel e produtos de papel (1,6%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as nove atividades que apontaram recuo na produção, o destaque fica com equipamentos de transportes, com redução de 5,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As influências negativas sob o resultado vêm tanto das motocicletas como da parte relacionada ao segmento de bens de capital, por exemplo, os itens embarcações e aviações. É importante destacar que é uma atividade que exerce pouca influência na indústria geral, cerca de 1%”, avalia André Macedo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras influências negativas relevantes foram na produção de artefatos de couro, artigos para viagem e calçados (-4,1%), impressão e reprodução de gravações (-9,1%) e confecção de artigos do vestuário e acessórios (-2,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O índice de difusão, que aponta o percentual de produtos com taxas positivas, ficou em 43,5%. É o valor mais baixo do ano, porém, acima da média do mês de junho para os três últimos anos (37,9%). O IBGE apura dados de 789 produtos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outras comparações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação de junho 2024 com junho de 2023, a indústria brasileira apresentou expansão em 18 dos 25 ramos pesquisados. Os destaques ficaram com produção de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (4,3%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (17,5%), produtos alimentícios (2,4%), veículos automotores, reboques e carrocerias (5,9%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (18,4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no acumulado de 12 meses (+1,5%), três das quatro grandes categorias estão no terreno positivo: bens semi e não duráveis (3,2%), bens intermediários (1,6%) e bens duráveis (0,7%). O único item com queda é o de bens de capital (-5,1%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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