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	<title>analfabetismo Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>analfabetismo Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Taxa de analfabetismo entre indígenas é o dobro da média nacional, segundo IBGE</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/taxa-de-analfabetismo-entre-indigenas-e-o-dobro-da-media-nacional-segundo-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 15:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[analfabetismo]]></category>
		<category><![CDATA[Censo 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 255 mil indígenas brasileiros são analfabetos, de acordo com os dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).&#160;O número representa 15,05% da população total de pessoas indígenas no país. A pesquisa mostrou que, em 2022, 1.694.836 pessoas se identificavam como indígenas no Brasil. A taxa [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Mais de 255 mil indígenas brasileiros são analfabetos, de acordo com os dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).&nbsp;O número representa 15,05% da população total de pessoas indígenas no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa mostrou que, em 2022, 1.694.836 pessoas se identificavam como indígenas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de analfabetismo entre pessoas indígenas é duas vezes maior que a da população total brasileira, de 7% em 2022, conforme o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo o instituto, essa taxa equivale ao percentual de pessoas com 15 anos de idade ou mais que não sabem ler ou escrever pelo menos um bilhete simples, no idioma que conhecem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando analisada exclusivamente a população residente em terras indígenas, a taxa de analfabetismo sobe para 20,8% na&nbsp;análise realizada em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do alto índice,&nbsp;houve crescimento na taxa da população alfabetizada desde a pesquisa anterior, de 2010.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de analfabetismo da população indígena brasileira passou de 23,4% para 15,05% no intervalo de 12 anos. Quando analisados apenas os moradores de terras indígenas, o montante passou de 32,3% para os recentes 20,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O censo mostra que&nbsp;a proporção de pessoas indígenas consideradas analfabetas é maior entre os mais velhos e as mulheres. Em 2022, 42,88% dos indígenas com 65 ou mais foram considerados analfabetos. Entre os que possuem 60 e 64 anos, a taxa ficou em 29,21%. A menor taxa (5,5%) é encontrada na faixa dos 18 a 19 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, 14,32% dos homens indígenas residentes no Brasil não sabiam ler ou escrever sequer um bilhete simples. Este índice chega a 15,74% no caso das mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saneamento básico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Censo 2022 também mostram que&nbsp;28,82% dos indígenas residentes no país não possuem saneamento básico&nbsp;onde moram. A taxa é bastante superior em relação à população total do Brasil, de 2,97%&nbsp;no mesmo período analisado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o instituto, “as inadequações das infraestruturas de saneamento básico, além de atingirem de forma mais intensa a população indígena, são ainda mais proeminentes nas terras indígenas”, onde 56,98% vivem sem condições adequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE aponta ainda que 69,72% dos residentes indígenas do Brasil convivem com a precariedade ou ausência de pelo menos um item de saneamento básico, seja abastecimento de água, destinação adequada do esgoto ou coleta de lixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O percentual também é superior em comparação com a população total do país, com 27,26%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022,&nbsp;36,79% dos domicílios onde há ao menos um indígena não contava com abastecimento de água, seja por rede geral de distribuição, poço, fonte, nascente ou mina encanada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas residências situadas em terras indígenas, o percentual chega a 69,24%, bastante acima do observado na população geral brasileira, de 6,03%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes casos, a água utilizada é fornecida, por exemplo, por meio de carro-pipa, água da chuva armazenada, rios, açudes, córregos, lagos e igarapés.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de banheiros ou sanitários para destinação do esgoto foi notada em 60,17% dos domicílios que abrigam ao menos um indígena no país. O número salta para 85,42% em terras indígenas, enquanto está em 23,82% no que se refere à população total do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes casos, a destinação do esgoto é feita por meio de fossa rudimentar, buraco, vala, rio, córrego, mar etc.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coleta de lixo alcança apenas 55,27% das moradias brasileiras com indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tipos de domicílio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas 3,1% dos domicílios brasileiros onde mora ao menos uma pessoa indígena são habitações típicas sem paredes ou malocas. Quando analisados exclusivamente os moradores de terras indígenas, essa proporção salta para 8,15%. Atualmente, já&nbsp;há mais apartamentos com indígenas do que moradias tradicionais dos povos originários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, 630.428 domicílios brasileiros abrigavam ao menos uma pessoa indígena, o que representa&nbsp;0,87% do total do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja os tipos de domicílios do país onde há pelo menos um indígena, segundo o IBGE:</p>



<p class="wp-block-paragraph">91,93% – casa</p>



<p class="wp-block-paragraph">3,51% – apartamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">3,10% – habitação indígena sem paredes ou maloca</p>



<p class="wp-block-paragraph">1,11% – casa de vila ou condomínio</p>



<p class="wp-block-paragraph">0,26% – habitação em casa de cômodos ou cortiço</p>



<p class="wp-block-paragraph">0,08% – estrutura residencial permanente degradada ou inacabada</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, as habitações indígenas podem ter diversos tamanhos, podendo inclusive ser simples, com ausência de paredes. Há modelos mais complexos, com diversos cômodos e várias construções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elas podem ser construídas com de taquaras e troncos, cobertas de palmas secas ou palha e outros materiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denominação pode mudar de acordo com a região, podendo ser chamadas de malocas, palhoça, choupana, cabana, casebre, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da CNN</em></strong></p>
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		<title>Municípios têm até esta quarta (31) para aderir a Pacto EJA, iniciativa do governo federal para superar analfabetismo</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/municipios-tem-ate-esta-quarta-31-para-aderir-a-pacto-eja-iniciativa-do-governo-federal-para-superar-analfabetismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 14:17:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[analfabetismo]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da educação]]></category>
		<category><![CDATA[Pacto EJA]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad Contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Brasil Alfabetizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A adesão&#160;dos estados e municípios&#160;ao&#160;Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos&#160;(Pacto EJA)&#160;termina&#160;nesta&#160;quarta-feira (31).&#160;Para&#160;fazer parte&#160;da iniciativa, as secretarias estaduais e municipais devem&#160;manifestar&#160;interesse pelo&#160;Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec). Os estados e municípios participantes do pacto receberão repasses do Ministério da Educação (MEC), além de apoio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A adesão&nbsp;dos estados e municípios&nbsp;ao&nbsp;Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos&nbsp;(Pacto EJA)&nbsp;termina&nbsp;nesta&nbsp;quarta-feira (31).&nbsp;Para&nbsp;fazer parte&nbsp;da iniciativa, as secretarias estaduais e municipais devem&nbsp;manifestar&nbsp;interesse pelo&nbsp;<a href="https://simec.mec.gov.br/login.php" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle do MEC (Simec)</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os estados e municípios participantes do pacto receberão repasses do Ministério da Educação (MEC), além de apoio técnico, para ampliação de&nbsp;suas&nbsp;vagas&nbsp;na Educação de Jovens e Adultos (EJA).&nbsp;O investimento&nbsp;nacional&nbsp;será de mais de R$ 4 bilhões, ao longo de quatro anos, o que deve gerar 3,3 milhões de novas matrículas da EJA e de sua oferta integrada à educação profissional. O Programa Brasil Alfabetizado (PBA), criado em 2003, também será retomado, com a oferta de 900 mil vagas para estudantes e de 60 mil bolsas para educadores populares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até&nbsp;segunda-feira (29), 73,4% das redes de educação&nbsp;do país aderiram à&nbsp;política. Ao todo, 4.108 municípios, os 26 estados e o Distrito Federal já&nbsp;estão inscritos. Alagoas, Amapá, Rio de Janeiro e Sergipe atingiram 100% de adesão das redes de ensino.&nbsp;Os estados com menor percentual são Rondônia (40,4%),&nbsp;Rio Grande do Sul (42,7%),&nbsp;Tocantins (43,9%),&nbsp;São Paulo (44,7%) e&nbsp;Espírito Santo (44,9%).&nbsp;Os dados são do último levantamento do MEC.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Contexto</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) 2023, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Brasil, em 2023, havia&nbsp;9,3 milhões de pessoas com 15 anos&nbsp;de idade&nbsp;ou&nbsp;mais não&nbsp;alfabetizadas.&nbsp;Isso&nbsp;equivale a uma taxa de 5,4% de&nbsp;analfabetismo. Por isso,&nbsp;o letramento&nbsp;de jovens e adultos é necessário&nbsp;para garantir o direito à educação&nbsp;de&nbsp;quem&nbsp;nunca frequentou a escola ou não concluiu a educação básica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para melhorar&nbsp;os números e superar esse desafio, o pacto&nbsp;tem o objetivo&nbsp;de&nbsp;ampliar a oferta de matrículas da EJA nos sistemas públicos de ensino, inclusive entre os estudantes privados de liberdade; e aumentar a oferta dessa modalidade integrada à educação profissional.&nbsp;A&nbsp;iniciativa prevê que&nbsp;cada cidade brasileira deva&nbsp;ofertá-la em, ao menos,&nbsp;uma escola&nbsp;do município.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Chamada pública</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O MEC abriu, em 15 de julho, uma chamada pública como uma das estratégias do Pacto EJA. O intuito é estimular, em parceria com as redes de ensino e com a sociedade em geral, jovens e adultos que não frequentaram a escola ou que precisaram abandonar os estudos a exercerem seus direitos educativos por meio da matrícula na EJA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha segue até 6 de setembro, com a realização de debates presenciais e virtuais sobre a modalidade de ensino, mobilização e articulação da sociedade civil nos territórios e a sensibilização do tema em espaços públicos. Durante esse período, o MEC também realizará eventos presenciais e atividades on-line para orientar os sistemas de ensino sobre como acessar os programas que fazem parte do Pacto EJA.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Pacto EJA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Alicerçado no regime de colaboração entre a União, os estados, o Distrito Federal e os municípios, o&nbsp;Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da Educação de Jovens e Adultos&nbsp;é coordenado pelo Ministério da Educação e congrega ações de articulação intersetorial. Elas serão implementadas com a participação de diferentes ministérios, da sociedade civil organizada, dos organismos internacionais e do setor produtivo.</p>
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