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	<title>arboviroses Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>arboviroses Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Armadilhas para monitorar mosquito da dengue chegam a 14 bairros de Boa Vista</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/armadilhas-para-monitorar-mosquito-da-dengue-chegam-a-14-bairros-de-boa-vista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 16:44:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Boa Vista iniciou nesta segunda-feira (10) o trabalho de mapeamento de casas que poderão receber armadilhas usadas para monitorar a presença do Aedes aegypti. A estratégia começa por 14 bairros que apresentam maior número de casos prováveis de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya. Os agentes de combate às endemias atuam durante [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Boa Vista iniciou nesta segunda-feira (10) o trabalho de mapeamento de casas que poderão receber armadilhas usadas para monitorar a presença do <em>Aedes aegypti</em>. A estratégia começa por 14 bairros que apresentam maior número de casos prováveis de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os agentes de combate às endemias atuam durante esta semana para identificar os imóveis, apresentar a estratégia aos moradores e coletar a autorização necessária para a instalação dos equipamentos. A previsão da prefeitura é iniciar a colocação das armadilhas em 17 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira etapa contempla Alvorada, Caranã, Cauamé, Cidade Satélite, Dr. Silvio Botelho, Dr. Silvio Leite, Jardim Equatorial, Jóquei Clube, Nova Cidade, Pintolândia, Raiar do Sol, Santa Tereza, Senador Hélio Campos e São Bento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecidas tecnicamente como ovitrampas, as armadilhas atraem fêmeas do <em>Aedes aegypti</em> para que depositem ovos em palhetas instaladas no interior do equipamento. O material é recolhido pelas equipes aproximadamente cinco a sete dias depois e passa por análise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desse acompanhamento, a Vigilância em Saúde consegue obter informações sobre a circulação do mosquito nas diferentes regiões da cidade e identificar áreas que podem precisar de ações intensificadas de prevenção e controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Pedro Siqueira, superintendente de Vigilância em Saúde e Ambiente, o monitoramento amplia a precisão das informações utilizadas pela prefeitura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As equipes farão todo o acompanhamento. Cerca de cinco a sete dias depois da instalação, serão recolhidas as palhetas que ficam dentro das armadilhas para análise”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Equipamento só é instalado com autorização</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A prefeitura destaca que nenhum equipamento é colocado em uma residência sem o consentimento do morador ou responsável pelo imóvel. Durante as visitas, os agentes coletam a assinatura das pessoas que aceitam participar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também são repassadas orientações sobre o funcionamento da armadilha e os cuidados necessários após a instalação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação é não retirar o equipamento nem mudar sua posição. O morador também deve permitir a entrada dos agentes para que o material seja acompanhado e recolhido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quem tiver uma ovitrampa instalada em casa deve evitar retirar ou mudar o equipamento de lugar e, principalmente, deve permitir a entrada dos agentes no local”, afirmou Pedro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As equipes trabalham devidamente identificadas durante as visitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prefeitura ressalta que a estratégia é uma ferramenta complementar de vigilância. A eliminação de recipientes que acumulam água e a manutenção de quintais e áreas externas continuam sendo medidas fundamentais para evitar criadouros do <em>Aedes aegypti</em>.</p>
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		<title>Governo anuncia vacina 100% nacional contra dengue no SUS em 2026</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/governo-anuncia-vacina-100-nacional-contra-dengue-no-sus-em-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Feb 2025 15:38:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciaram nesta terça-feira (25), em Brasília, a produção &#8211; em larga escala &#8211; da&#160;primeira vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue. A&#160;previsão é que,&#160;a partir de 2026,&#160;sejam ofertadas 60 milhões de doses anuais, com possibilidade de ampliação da [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Saúde, Nísia Trindade, anunciaram nesta terça-feira (25), em Brasília, a produção &#8211; em larga escala &#8211; da&nbsp;primeira vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;previsão é que,&nbsp;a partir de 2026,&nbsp;sejam ofertadas 60 milhões de doses anuais, com possibilidade de ampliação da quantidade conforme demanda e capacidade produtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente espera, em dois anos, poder vacinar toda a população elegível [de 2 a 59 anos]”, disse a ministra, durante cerimônia no Palácio do Planalto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por enquanto, os idosos ainda não poderão tomar a vacina porque, quando são testadas, há sempre um cuidado com essa população”, explicou Nísia, ao se referir às fases de testes clínicos de imunizantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)&nbsp;ainda avalia o pedido de registro do imunizante, feito pelo Instituto Butantan em dezembro de 2024. Há cerca de duas semanas, a agência solicitou mais informações e dados complementares sobre a vacina e informou que foi concluída, de forma antecipada, a análise de dados de qualidade, segurança e eficácia apresentados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Produção em larga escala</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o governo federal, a partir de uma parceria entre o Instituto Butantan e a empresa&nbsp;WuXi Biologics, a produção em larga escala da vacina 100% nacional e de dose única contra a dengue se dará por meio do&nbsp;Programa de Desenvolvimento e Inovação Local&nbsp;do Ministério da Saúde, já aprovado e em fase final de desenvolvimento tecnológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sob a coordenação do ministério, por meio do&nbsp;Complexo Econômico-Industrial da Saúde, o projeto contou, ainda, com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no financiamento da pesquisa clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Ministério da Saúde entrará com o poder de compra”, destacou a ministra, ao citar a visita de uma equipe da pasta à China para “assumir o compromisso que, de fato, haverá essa compra pelo governo federal”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com isso, teremos a possibilidade de vacinar a população brasileira dentro da faixa que for recomendada pela Anvisa para a dengue, um fato único no mundo até agora”, acrescentou. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O investimento, segundo Nisia, é de R$ 1,26 bilhão. Também estão previstos R$ 68 milhões em estudos clínicos para ampliar a faixa etária a ser imunizada e incluir idosos, além de avaliar a coadministração da dose contra a dengue com a&nbsp;vacina contra o&nbsp;chikungunya, também desenvolvida pelo Instituto Butantan.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prevenção</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com o governo federal, a&nbsp;vacina segue como prioridade no enfrentamento da dengue no país. Entretanto, até que a vacinação em massa aconteça, a&nbsp;orientação é manter o reforço de ações de prevenção, vigilância e preparação da rede de assistência, visando evitar mortes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do&nbsp;Painel de Monitoramento das Arboviroses&nbsp;indicam que, em 2025, o Brasil registra 401.408 casos prováveis de dengue e 160 óbitos confirmados pela doença, além de 387 em investigação. O coeficiente de incidência, neste momento, é de 188,8 casos para cada 100 mil habitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Novo plano de ação prevê reduzir impactos da dengue e outras arboviroses em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/novo-plano-de-acao-preve-reduzir-impactos-da-dengue-e-outras-arboviroses-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 16:08:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para diminuir os casos e mortes por arboviroses&#160;no próximo período sazonal no Brasil, o Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (18), um plano de ação para redução dos impactos dessas doenças. Até o momento, em 2024, o país contabiliza 6,5 milhões de casos prováveis de dengue e 5,3 mil óbitos.&#160;Em Roraima, houve&#160;625 registros sem morte [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Para diminuir os casos e mortes por arboviroses&nbsp;no próximo período sazonal no Brasil, o Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (18), um plano de ação para redução dos impactos dessas doenças. Até o momento, em 2024, o país contabiliza 6,5 milhões de casos prováveis de dengue e 5,3 mil óbitos.&nbsp;Em Roraima, houve&nbsp;625 registros sem morte no período, além de 19 prováveis de zika, 45 de chikungunya e 276 confirmados de oropouche.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são do&nbsp;Painel de Monitoramento das Arboviroses, que também aponta 6,5 mil casos prováveis de zika, 256,2 mil de chikungunya e mais de 8 mil casos confirmados de oropouche em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento foi construído com a participação de pesquisadores, gestores e técnicos dos estados e municípios, além de profissionais de saúde que atuam na ponta, em contato direto com as comunidades e que conhecem de perto os desafios em cada região do país, com atenção às de maior vulnerabilidade social.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio do plano de ação aconteceu no Palácio do Planalto com a participação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e da ministra da Saúde, Nísia Trindade. O documento está baseado nas evidências científicas mais atualizadas, novas tecnologias e representa um pacto nacional para o enfrentamento dessas doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8216;Estreita parceria&#8217;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é apresentar ações que serão coordenadas pelo Ministério da Saúde em estreita parceria com estados e municípios e colaboração de instituições públicas e privadas, bem como de organizações sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa de redução dos impactos das arboviroses trabalha em seis eixos de atuação com foco para implementação no segundo semestre do ano &#8211; quando todas as condições climáticas são favoráveis ao aumento de casos: prevenção; vigilância; controle vetorial; organização da rede assistencial e manejo clínico; preparação e resposta às emergências; comunicação e participação comunitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o período intersazonal, ou seja, no intervalo entre os picos de casos, serão intensificadas as ações preventivas, com retirada de criadouros do ambiente e a implementação das novas tecnologias de controle vetorial. Também será feita uma força-tarefa de sensibilização da rede de vigilância para a investigação oportuna de casos, coleta de amostras para diagnóstico laboratorial e identificação de sorotipos circulantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está prevista, ainda, a organização de fluxos da rede assistencial, revisão dos planos de contingência locais, capacitação dos profissionais de saúde para manejo clínico, gestão dos estoques de inseticidas, insumos para diagnóstico laboratorial e assistência ao doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o período sazonal, caso ocorra nova alta sensível de casos, estão previstas medidas estabelecidas no plano de contingência, focadas sobretudo no fortalecimento da rede assistencial para redução das hospitalizações e óbitos evitáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São prioritárias as ações relacionadas ao manejo clínico adequado, seguro e executado em tempo oportuno, além da organização dos serviços. Nesse período, as ações de vigilância devem priorizar a coletiva de amostras para exames específicos com foco em casos graves e investigação oportuna de óbitos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atuação nas periferias e regiões de maior vulnerabilidade social</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde vai expandir o uso de Estações Disseminadoras de Larvicida para controle do&nbsp;Aedes aegypti, transmissor da dengue, nas periferias brasileiras. A estratégia, desenvolvida e coordenada por pesquisadores da Fiocruz Amazônia, foi testada e aprovada com resultados comprovados em 14 cidades brasileiras, de diferentes regiões, nas quais foi aplicada entre 2017 e 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A armadilha atrai as fêmeas do mosquito que, ao pousarem no recipiente para colocar seus ovos, são impregnadas com o larvicida. Quando visitam os criadouros, os contaminam com o inseticida. O resultado é a redução no desenvolvimento de larvas. A lista preliminar tem 17 municípios de todas as regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que são arboviroses</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra arbovirose deriva de arbovírus, que significa &#8220;vírus transmitido por artrópodes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais.&nbsp;Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros&nbsp;<em>Aedes</em>, <em>Culex</em>, <em>Anopheles</em> e pelo inseto do gênero <em>Orthobunyavirus</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles se tornam portadores ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas. Entre as arboviroses mais conhecidas, destacam-se a&nbsp;dengue,&nbsp;zika,&nbsp;chikungunya,&nbsp;oropouche&nbsp;e&nbsp;febre amarela.</p>
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