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	<title>Caatinga Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>Caatinga Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Desmatamento histórico: Brasil perdeu 13% de vegetação natural em 40 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 1985 e 2024, o Brasil perdeu 111,7 milhões de hectares de áreas naturais, o que representa 13% de seu território. A informação é do estudo do MapBiomas, divulgado nesta quarta-feira (13), que apresenta a 10ª edição da Coleção de Mapas Anuais de Uso e Cobertura da Terra. O relatório aponta que a maior parte [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Entre 1985 e 2024, o Brasil perdeu 111,7 milhões de hectares de áreas naturais, o que representa 13% de seu território. A informação é do estudo do MapBiomas, divulgado nesta quarta-feira (13), que apresenta a 10ª edição da Coleção de Mapas Anuais de Uso e Cobertura da Terra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório aponta que a maior parte da vegetação suprimida foi substituída por pastagens (62,7 milhões de hectares) e lavouras agrícolas (44 milhões). O pesquisador Tasso Azevedo, coordenador do MapBiomas, destaca que 60% da ocupação já havia ocorrido antes do período estudado, mas os 40% restantes ocorreram nos últimos 40 anos — o equivalente a uma Bolívia em território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As formações florestais foram as mais impactadas, com perda de 62,8 milhões de hectares. As áreas úmidas, como mangues e florestas alagáveis, também sofreram redução de 22%. A média anual de perda de vegetação foi de 2,9 milhões de hectares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os biomas, a Amazônia teve a maior redução em área absoluta (52,1 milhões de hectares), seguida pelo Cerrado (40,5 mi), Caatinga (9,2 mi), Mata Atlântica (4,4 mi), Pampa (3,8 mi — 30% de seu território) e Pantanal (1,7 mi).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na década de 1995 a 2004, o avanço foi mais agressivo, com a transformação de 44,8 milhões de hectares, incluindo 35,6 milhões para agricultura. Foi também nessa época que se consolidou o &#8220;Arco do Desmatamento&#8221; na Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A década seguinte, entre 2005 e 2014, teve o menor índice de perda, com 17,6 milhões de hectares suprimidos, a maior parte de florestas. Já nos últimos dez anos, o ritmo de desmatamento voltou a subir, com crescimento da mineração e surgimento da região Amacro (Amazonas, Acre e Rondônia) como nova fronteira agrícola e de degradação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento atual ainda incluiu uma nova classe de uso do solo: as usinas fotovoltaicas, que se expandiram a partir de 2015 e hoje se concentram principalmente na Caatinga (62% da área).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Comparável ao tamanho de Roraima, área queimada no Brasil em 9 meses é 150% maior do que em 2023</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/comparavel-ao-tamanho-de-roraima-area-queimada-no-brasil-em-9-meses-e-150-maior-do-que-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 13:33:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma área comparável ao Estado de Roraima foi queimada no Brasil nos nove primeiros meses deste ano, segundo dados do Monitor do Fogo do MapBiomas divulgados nesta sexta-feira (11). Ao todo, 22,38 milhões de hectares foram consumidos pelas chamas, um salto de 150% em comparação com o mesmo período de 2023 (13,4 milhões de hectares [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma área comparável ao Estado de Roraima foi queimada no Brasil nos nove primeiros meses deste ano, segundo dados do Monitor do Fogo do MapBiomas divulgados nesta sexta-feira (11). Ao todo, 22,38 milhões de hectares foram consumidos pelas chamas, um salto de 150% em comparação com o mesmo período de 2023 (13,4 milhões de hectares a mais que no ano passado).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais da metade (51%) da área queimada no período fica na Amazônia. O levantamento também aponta que aproximadamente três em cada quatro hectares queimados no país eram de vegetação nativa, principalmente formações florestais, que ocupavam 21% da área consumida pelo fogo. Entre as áreas de uso agropecuário, as pastagens plantadas tiveram proeminência, com 4,6 milhões de hectares queimados entre janeiro e setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Predomínio na Amazônia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Amazônia apresentou um salto de 196% nas áreas queimadas em setembro, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram 5,5 milhões de hectares queimados, o equivalente a mais da metade (52%) do total queimado no período em todo o país. Metade desse território era de formações florestais (2,8 milhões de hectares). Outros 3% (1,8 milhão de hectares) eram de pastagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Cerrado foi o segundo bioma mais afetado pelo fogo no mês passado. Foram 4,3 milhões de hectares queimados, o que corresponde a quase metade dos 8,4 milhões de hectares consumidos pelas chamas entre janeiro e setembro deste ano e um aumento de 117% em relação ao mesmo período de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a maior área queimada no Cerrado em um mês de setembro nos últimos cinco anos. O valor é 64% superior que a média histórica para o período. A maior parte das áreas queimadas (88,3%) no mês passado foi em vegetação nativa. Foram 3,8 milhões de hectares, com destaque para formações savânicas (2,2 milhões de hectares) e campos alagados (1,1 milhões de hectares).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O mês de setembro marca o pico da seca no Cerrado e isso torna o impacto do fogo ainda mais severo. Com a vegetação extremamente seca e vulnerável, o fogo se espalha rapidamente”, aponta Vera Arruda, coordenadora técnica do Monitor do Fogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Pantanal, a área queimada nos nove primeiros meses do ano aumentou 2.306% em comparação à média dos cinco anos anteriores. Foram queimados 1,5 milhão de hectares entre janeiro e setembro, sendo um quinto deste total ocorrido no mês passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Mata Atlântica, foram queimados 898 mil hectares entre janeiro e setembro deste ano, sendo um quarto desse total no mês passado. O levantamento aponta também que 71% do território afetado no bioma estava em áreas agrícolas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caminho inverso, o Pampa teve a menor área queimada dos últimos três anos para o período de janeiro a setembro devido à maior umidade e ocorrência de chuvas acima da média. Também foi observada redução na Caatinga, onde 151 mil hectares foram queimados no período, uma queda de 18% em relação ao mesmo período de 2023. Os pesquisadores destacam, entretanto, que o mês mais afetado por queimadas no bioma é outubro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para combater o aumento do fogo, é essencial fortalecer a prevenção com programas de conscientização para proprietários rurais e comunidades, além de aplicar a Política Nacional de Manejo Integrado do Fogo. É fundamental intensificar a fiscalização contra o desmatamento, aumentar as penalidades para o uso ilegal do fogo e melhorar as operações de combate aos incêndios, coordenando de forma eficaz as esferas estaduais, municipais e federais para garantir uma resposta integrada e eficiente”, explica Vera.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de O Globo</em></strong></p>
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