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	<title>casai Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>casai Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Com investimento de R$ 29 milhões, governo federal inaugura primeiro centro de saúde indígena na Terra Yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal deu início aos atendimentos no primeiro Centro de Referência em Saúde Indígena (CRSI) do Brasil, localizado no território Yanomami, em Roraima. A unidade foi visitada no sábado (6) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e simboliza um novo patamar de infraestrutura e atenção à saúde indígena no país. A construção do centro [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O governo federal deu início aos atendimentos no primeiro Centro de Referência em Saúde Indígena (CRSI) do Brasil, localizado no território Yanomami, em Roraima. A unidade foi visitada no sábado (6) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e simboliza um novo patamar de infraestrutura e atenção à saúde indígena no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção do centro envolveu investimento total de R$ 29 milhões, sendo R$ 15 milhões voltados à edificação, equipamentos e insumos, e R$ 14 milhões direcionados à contratação e manutenção de 164 profissionais. A equipe inclui médicos, dentistas, enfermeiros, técnicos, agentes indígenas e trabalhadores de logística e saneamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A última construção aqui foi em 1992. Estamos trazendo a saúde do polo Surucucu para o século XXI. É uma mudança estrutural que garante dignidade ao atendimento dos povos indígenas”, disse Padilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa é fruto de um acordo de cooperação técnica entre o Ministério da Saúde, a Central Única das Favelas (Cufa) e a organização Target Ruediger Nehberg Brasil, com apoio de diversos órgãos, incluindo o Exército, a Conab e os ministérios da Defesa e de Minas e Energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CRSI Xapori Yanomami atenderá cerca de 10 mil indígenas de 60 comunidades, oferecendo suporte de emergência, atendimento ambulatorial e internações de curta permanência. O centro reduz a necessidade de remoções para centros urbanos e se adapta ao perfil epidemiológico e cultural da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura tem 1.300 m² de área construída, com três blocos funcionais: alojamento (387 m²), área de atendimento (801 m²) e refeitório (122 m²). Há capacidade para acolher até 120 pacientes e acompanhantes, com suporte nutricional e serviços hospitalares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O centro está equipado com raio-X, ultrassom, doppler fetal, eletrocardiograma, exames laboratoriais, pré-natal, diagnóstico precoce de câncer do colo do útero, testes rápidos para malária, salas de estabilização com oxigenoterapia, refrigeração de vacinas e medicamentos, e sistemas sustentáveis de energia e água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Weibe Tapeba, secretário de Saúde Indígena, destacou que a unidade elevará a resolutividade dos atendimentos no território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Agora, exames e diagnósticos serão feitos localmente, sem depender da remoção para Boa Vista, o que representa um grande avanço em termos logísticos e de resposta clínica”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do Ministério da Saúde, houve redução de 33% na mortalidade geral no território entre o primeiro semestre de 2023 e o mesmo período de 2025. As mortes por doenças respiratórias caíram 45%, por malária 65% e por desnutrição, 74%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início da atual gestão, o número de profissionais no Dsei Yanomami saltou de 690 (em 2022) para 1.855 (em 2025). Mais de 154 mil atendimentos foram realizados somente neste ano. A cobertura nutricional de crianças menores de cinco anos atingiu quase 80%, com aumento no número de crianças com peso adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, todos os 37 polos de saúde do Dsei estão em funcionamento. Desde a declaração de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), o governo investiu cerca de R$ 256 milhões na infraestrutura e serviços de saúde no território Yanomami.</p>
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		<title>MPF e DenaSUS articulam fiscalização conjunta para garantir uso correto de recursos da saúde em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 Aug 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) e o Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS) realizaram uma reunião estratégica na semana passada, em Boa Vista, para discutir ações de cooperação voltadas ao acompanhamento da aplicação de recursos federais no sistema de saúde de Roraima, com foco especial na saúde indígena. A articulação entre os órgãos visa [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) e o Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS) realizaram uma reunião estratégica na semana passada, em Boa Vista, para discutir ações de cooperação voltadas ao acompanhamento da aplicação de recursos federais no sistema de saúde de Roraima, com foco especial na saúde indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A articulação entre os órgãos visa prevenir desvios, desperdícios e ineficiências na gestão de verbas públicas, especialmente nos serviços de responsabilidade direta da União, como os oferecidos pelos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dseis) e Casas de Saúde Indígena (Casais).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procurador-chefe do MPF em Roraima, Miguel de Almeida Lima, afirmou que o trabalho conjunto é essencial para o bom funcionamento das políticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa parceria é fundamental para que possamos otimizar o combate à corrupção e garantir mais eficiência na aplicação dos recursos da saúde, que são vitais para a população de Roraima”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da saúde indígena, foi abordado o monitoramento do programa Farmácia Popular. Com expansão do orçamento nos últimos anos, o programa passou a ser considerado uma área prioritária para fiscalização conjunta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procurador da República Alisson Marugal destacou que o objetivo é garantir que os serviços de saúde prestados diretamente pela União sejam efetivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos uma pauta comum, e a ideia é desenvolver trabalhos integrados de auditoria para reduzir desperdícios e garantir a efetividade do atendimento”, reforçou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os participantes, a reunião também serviu para estreitar o relacionamento institucional e abrir caminho para medidas práticas, como auditorias, recomendações e outras ações que reforcem o controle sobre o uso de recursos públicos no SUS em Roraima.</p>
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		<title>‘Governo restituiu atenção e cuidado com povos indígenas’, afirma ministra da Saúde em visita a Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/governo-restituiu-atencao-e-cuidado-com-povos-indigenas-afirma-ministra-da-saude-em-visita-a-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 12:46:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ampliação da telessaúde, construção de novas Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) e reativação de sete polos. Essas foram algumas das ações do Ministério da Saúde para fortalecer a assistência à população indígena mencionadas, nesta segunda-feira (13), pela ministra Nísia Trindade, durante visita a Roraima. “O governo federal restituiu a atenção e o cuidado com [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Ampliação da telessaúde, construção de novas Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) e reativação de sete polos. Essas foram algumas das ações do Ministério da Saúde para fortalecer a assistência à população indígena mencionadas, nesta segunda-feira (13), pela ministra Nísia Trindade, <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/ministra-da-saude-participa-de-reunioes-com-liderancas-yanomami-em-roraima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>durante visita a Roraima</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O governo federal restituiu a atenção e o cuidado com os povos indígenas. Diminuímos a desassistência e a desnutrição que o garimpo ilegal trouxe na região”, disse a ministra.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela se referiu a diversas ações no território, como a criação do Centro de Operações de Emergências, conhecido como&nbsp;COE Yanomami. Em meados de 2023, equipes do Ministério da Saúde foram deslocadas para a região e se depararam com crianças e idosos em estado grave de saúde, com desnutrição acentuada, além de muitos casos de malária, infecção respiratória aguda, entre outras doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhada da ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, e do governador do Estado, Antonio Denarium (PP), Nisia Trindade também se reuniu com o novo coordenador do&nbsp;Distrito Sanitário Especial Indígena DSEI&nbsp;Yanomami (Dsei-Y), Mauricio Ye’Kwana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quero agradecer, em nome do povo Yanomami, o apoio do Ministério da Saúde na recuperação da terra Yanomami. É importante falar sobre o que o governo federal está fazendo, nos apoiando e, agora, colocando um indígena Yanomami na coordenação do Dsei”, disse o novo coordenador.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Agradeço à ministra Nisia pelo cuidado com nosso Estado, um dos que ela mais visitou em seu mandato. Importante ressaltar o papel do governo federal na redução dos casos de desnutrição e malária”, afirmou o governador Denarium.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lideranças indígenas também estiveram no encontro, na Casa de Governo, e que puderam falar sobre suas necessidades, contando com a parceira do governo federal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Visita a unidade de saúde&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra também visitou as obras da Unidade de Retaguarda a Saúde dos Povos Indígenas do Hospital Universitário da Universidade Federal de&nbsp;Roraima&nbsp;(UFRR), com previsão de conclusão da primeira etapa em fevereiro de 2025. O empreendimento contará com 36 leitos dedicados exclusivamente à saúde indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Antes de a obra começar, conversamos com as lideranças indígenas da região para saber como gostariam de ser tratados. Não queremos que seja só um hospital que atenda à população indígena. Queremos ser um referencial de respeito à ancestralidade e à prática da medicina tradicional&#8221;, disse Trindade, durante vistoria.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova estrutura contará com um espaço externo onde os indígenas possam fazer seus rituais tradicionais e, ao mesmo tempo, tratamentos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nísia Trindade também esteve na Casa de Saúde Indígena Yanomami (Casai) &#8211; que atualmente apresenta o menor número de pessoas internadas desde o início da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O governo federal devolveu a esperança ao povo Yanomami”, disse, durante a visita, o presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi), Júnior Hekurari.&nbsp;</p>
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		<title>Ministra da Saúde participa de reuniões com lideranças Yanomami em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/ministra-da-saude-participa-de-reunioes-com-liderancas-yanomami-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ministra Nísia Trindade cumpre uma série de compromissos em&#160;Roraima, nesta segunda-feira (13), com foco na saúde indígena. A programação inclui reuniões estratégicas e visitas a unidades que prestam assistência à população&#160;Yanomami. Pela manhã, a ministra da Saúde participou de uma reunião na Casa de Governo com o novo coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A ministra Nísia Trindade cumpre uma série de compromissos em&nbsp;Roraima, nesta segunda-feira (13), com foco na saúde indígena. A programação inclui reuniões estratégicas e visitas a unidades que prestam assistência à população&nbsp;Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela manhã, a ministra da Saúde participou de uma reunião na Casa de Governo com o novo coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y), Mauricio Ye’Kwana, e lideranças indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro abordou temas como a situação da malária na região e o fortalecimento das ações de controle da doença que, conforme dados recentes, teve um aumento de 4% nos casos em 2024, comparado ao ano anterior, mas uma redução de 35% nas mortes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, Nísia Trindade visitou a Unidade de Retaguarda Hospitalar aos Povos Indígenas (URHPI), localizada no Hospital Universitário da Universidade Federal de&nbsp;Roraima&nbsp;(UFRR). A primeira etapa das obras, prevista para ser concluída em fevereiro de 2025, garantirá 36 leitos exclusivos para a saúde indígena. No início deste mês, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) contratou 35 profissionais para reforçar a equipe da unidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra também visita a Casa de Saúde Indígena (Casai) Yanomami &#8211; que atualmente apresenta o menor número de pessoas internadas desde o início da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin). Com a finalização da primeira fase das obras e a realocação de pacientes para alojamentos provisórios, será possível iniciar a próxima etapa da reforma na próxima semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda nesta segunda, Nísia Trindade participa de uma reunião no escritório regional da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS). A partir deste mês, a força de trabalho da saúde indígena será migrada para a AgSUS em dez Dseis de regiões prioritárias, incluindo o Yanomami. A medida visa garantir maior eficiência na gestão dos serviços de saúde nas áreas de maior vulnerabilidade. Até o final de 2025, todos os Dseis e Casais terão suas equipes providas pela AgSUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a instalação do&nbsp;Centro de Operações de Emergência (COE) Yanomami&nbsp;e a implementação de novas tecnologias, inclusive, a que oferece teleconsultoria para doenças febris e infecciosas, o Ministério da Saúde busca enfrentar os desafios históricos de saúde enfrentados pelos povos indígenas. A ação&nbsp;Brasil Saudável, que promove capacitações locais, já formou profissionais para o enfrentamento da malária no Dsei Yanomami, com novas etapas previstas até o fim de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ampliação da assistência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde tem intensificado suas ações em terras indígenas, especialmente na Terra Yanomami, em&nbsp;Roraima. Em janeiro de 2024, uma comitiva do governo federal, incluindo as ministras Sonia Guajajara (Povos Indígenas) e Marina Silva (Meio Ambiente), e o ex-ministro Silvio Almeida (Direitos Humanos), visitou a região para detalhar ações permanentes de defesa dos povos indígenas. Durante a visita, foram discutidas medidas como a instalação do primeiro hospital de saúde indígena no país, em Boa Vista, e a ampliação da Casai.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma das visitas da ministra ao território Yanomami, em&nbsp;agosto de 2024, ela destacou que a saúde indígena é uma prioridade do governo e o aumento da cobertura de saúde na região, com 5,2 mil indígenas voltando a ser assistidos. A ministra também mencionou a incorporação de mais 400 profissionais para atuar nos 37 polos de saúde indígena na localidade.</p>
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		<title>Casa de Saúde Indígena Yanomami contrata 12 intérpretes para atuarem em atendimentos médicos</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/casa-de-saude-indigena-yanomami-contrata-12-interpretes-para-atuarem-em-atendimentos-medicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 13:03:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Casa de Saúde Indígena (Casai) Yanomami, em Boa Vista, contratou 12 intérpretes para auxiliar nos atendimentos médicos. Eles foram preparados para atuar em regiões remotas, como o território&#160;Yanomami, que é de difícil acesso e possui particularidades culturais.&#160; Os novos trabalhadores foram contratados pela&#160;Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS). O coordenador de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Casa de Saúde Indígena (Casai) Yanomami, em Boa Vista, contratou 12 intérpretes para auxiliar nos atendimentos médicos. Eles foram preparados para atuar em regiões remotas, como o território&nbsp;Yanomami, que é de difícil acesso e possui particularidades culturais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os novos trabalhadores foram contratados pela&nbsp;Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS). O coordenador de enfermagem da Casai Yanomami, Marcos Vinicius, explica que a maior dificuldade no momento de atendimento médico era compreender o indígena.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Era muito mais difícil entender o estado de saúde dos indígenas por causa da linguagem. Os intérpretes facilitam essa interlocução entre paciente e o médico no atendimento. É um grande avanço que foi muito esperado por nós”, salienta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcos Vinicius destaca que o reconhecimento da profissão faz parte da série de investimentos do Ministério da Saúde, por meio da&nbsp;Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), na reformulação da assistência para os Yanomami, que sofreu um processo de desestruturação entre 2019 e 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Era uma profissão que, até então, não era regulamentada dentro da Sesai e hoje, graças ao apoio do Ministério da Saúde, foi efetivada essa contratação. Esses profissionais chegam para somar com a nossa equipe de maneira muito importante”, opina.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Primeira experiência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos intérpretes contratados é o Yanomami Leomar Ximenes. Ele mora há alguns anos entre o seu território e Boa Vista e, desde o início de 2024, estuda enfermagem na capital de&nbsp;Roraima. Seus pais vivem no território e ainda não sabem que o filho vai trabalhar junto aos seus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não pude contar, pois eles não têm telefone nem acesso à internet”, explica. Com o salário, pretende ajudar sua mãe financeiramente. “Estou ansioso sobre como vai ser, quero fazer bonito na minha primeira experiência profissional”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O povo Yanomami tem a maior terra indígena do Brasil, com 10 milhões de hectares, mais de 380 comunidades e 30 mil indígenas.</p>
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		<title>‘Definitivamente, estamos em um novo ciclo’, diz ministra da Saúde sobre avanços no território Yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[casai]]></category>
		<category><![CDATA[Comitê de Operações Emergenciais]]></category>
		<category><![CDATA[dsei]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[teleinterconsulta]]></category>
		<category><![CDATA[território Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ministra da Saúde, Nísia Trindade, garantiu que a assistência no território&#160;Yanomami&#160;vive uma nova etapa, com mais atendimentos e cuidados com os indígenas. A declaração foi dada nesta terça-feira (13), em Boa Vista, onde cumpriu agenda de trabalho. “Conseguimos, num esforço muito grande, a desintrusão do garimpo, a melhoria de indicadores de saúde e o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A ministra da Saúde, Nísia Trindade, garantiu que a assistência no território&nbsp;Yanomami&nbsp;vive uma nova etapa, com mais atendimentos e cuidados com os indígenas. A declaração foi dada nesta terça-feira (13), em Boa Vista, onde cumpriu agenda de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Conseguimos, num esforço muito grande, a desintrusão do garimpo, a melhoria de indicadores de saúde e o fortalecimento dos cuidados com a população indígena. Definitivamente, estamos em um novo ciclo. Sabemos como essa crise afeta a realidade do povo Yanomami. Estamos empenhados para solucionar as questões”, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nísia Trindade também destacou os avanços da assistência no território. Entre as ações mais expressivas, ela citou a reabertura de sete polos-base. Ao todo, 5,2 mil indígenas voltaram a ter acesso aos serviços de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos com todos os 37 polos de saúde abertos. Havia um número muito expressivo de indígenas sem assistência, o que mudamos no nosso governo. Além disso, estamos com um trabalho de fortalecimento da gestão da saúde indígena”, salientou, acrescentando que serão incorporados 400 profissionais na área. “Com outros ministérios, vamos trabalhar a reestruturação social do povo. É um momento de muito desafios, mas temos avanços. É essencial o diálogo com a sociedade e as lideranças indígenas”, concluiu. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fortalecimento da gestão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O secretário de&nbsp;Saúde Indígena, Weibe Tapeba, chamou a atenção para o fortalecimento da gestão da saúde indígena em&nbsp;Roraima, o que foi gravemente afetado entre 2019 e 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos atuado para reestruturar a gestão dos polos-base, do&nbsp;Distrito Sanitário Especial Indígena [Dsei]&nbsp;Yanomami e da Casa de Apoio à Saúde Indígena [Casai] Yanomami, em Boa Vista. A experiência no território tem trazido grandes ensinamentos para o aperfeiçoamento da política nacional de saúde indígena”, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Weibe Tapeba sinalizou que os investimentos na infraestrutura da saúde na região continuarão sendo reforçados. O mais recente anúncio é a contratação de 15 médicos especialistas. “Até o fim do ano, teremos 80 médicos. Hoje, são 37. Quando assumimos o governo, eram apenas quatro”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Boletim&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A visita da ministra a Boa Vista ocorreu dias depois de o Ministério da Saúde divulgar um novo informe do <a href="https://fatorrnoticias.com.br/brasil/mortes-de-indigenas-yanomami-tem-queda-de-33-no-primeiro-trimestre-na-comparacao-com-2023-segundo-ministerio-da-saude/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Comitê de Operações Emergenciais (COE) Yanomami</a>. No primeiro trimestre deste ano, foram notificados 74 óbitos no território. Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve uma queda de 33%. Nos três primeiros meses de 2023, foram registradas 111 mortes. O documento ressalta que os principais agravos tiveram queda, como óbitos por malária, desnutrição e infecções respiratórias agudas graves. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O povo Yanomami tem a maior terra indígena do Brasil, com 10 milhões de hectares, mais de 380 comunidades e 30 mil indígenas. Desde janeiro de 2023, o Ministério da Saúde investe para mitigar a grave crise causada na região pelo garimpo ilegal. A pasta aumentou o efetivo de profissionais, dobrou o investimento em ações de saúde e trabalhou para garantir a assistência e combater doenças, como a malária e a desnutrição, no território.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Teleinterconsulta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra acompanhou a primeira teleinterconsulta no território&nbsp;Yanomami ao participar de uma conversa entre dois médicos e o paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/servico-de-telessaude-vai-atender-yanomami-em-roraima-sao-98-pontos-de-internet-na-area-indigena/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A consolidação da telessaúde na região</a> permitirá que os indígenas tenham acesso a especialistas como oftalmologista, nutricionista, dermatologista, cardiologista, entre outras especialidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No atendimento, a ministra estava na Superintendência Estadual do Ministério da Saúde na capital roraimense. Um médico estava com o paciente no polo-base em Surucucu e, uma segunda médica especialista, na Casai, em Boa Vista. O indígena apresenta uma enfermidade no joelho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra ressaltou a importância da telessaúde para o aumento da assistência especializada na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“São 24 unidades que vão permitir a gente avançar, principalmente, na atenção especializada. A saúde indígena, especialmente, tem o seu foco na atenção primária à saúde, mas nós discutimos muito a questão de que não é possível mais assim, pois precisamos ter um cuidado integral com o indígena”, salientou Nísia.</p>
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		<title>Mortes de indígenas Yanomami têm queda de 33% no primeiro trimestre na comparação com 2023, segundo Ministério da Saúde</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mortes-de-indigenas-yanomami-tem-queda-de-33-no-primeiro-trimestre-na-comparacao-com-2023-segundo-ministerio-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2024 14:40:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[casa de governo]]></category>
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		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde registrou uma queda de 33% no registro de óbitos de indígenas Yanomami no primeiro trimestre de 2024 em comparação ao mesmo período do ano passado. Dados obtidos com exclusividade pelo Globo apontam que houve queda no número de mortes causadas por desnutrição (-71%), infecções respiratórias agudas (-59%) e malária (-50%). Apesar [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde registrou uma queda de 33% no registro de óbitos de indígenas Yanomami no primeiro trimestre de 2024 em comparação ao mesmo período do ano passado. Dados obtidos com exclusividade pelo Globo apontam que houve queda no número de mortes causadas por desnutrição (-71%), infecções respiratórias agudas (-59%) e malária (-50%). Apesar das melhoras, o número de óbitos segue elevado. Ao todo, foram 74 mortes identificadas pelo governo federal neste ano contra 111 em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o ano passado, o Ministério da Saúde trabalha para uniformizar a metodologia de contagem em relação à saúde Yanomami. A pasta ficou no centro de críticas após dados oficiais mostrarem que 363 indígenas da etnia morreram em 2023, superando a marca registrada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, que deu início à emergência de saúde. A pasta afirma desde então que houve inconformidades nos registros e subnotificação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À reportagem, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, afirmou que diversas unidades de saúde indígena não estavam funcionando durante o governo anterior, o que fez com que muitas mortes não fossem devidamente registradas, gerando uma demanda represada para a atual gestão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Antes, várias unidades de saúde não estavam funcionando, então muitas mortes não foram registradas. Por isso, falamos com muita propriedade de uma subnotificação, são números não confiáveis, não é informação. Muitas vezes, os indígenas morrem em processos de cremação e você não tem nenhum registro”, afirmou Nísia, completando: “Nós nunca fizemos subnotificação, pelo contrário. Nós não teremos subnotificação, teremos um cuidado extremo com dados e estamos com um grupo de trabalho no ministério e para acompanhar isso de forma muito técnica e precisa”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em agosto, o Ministério da Saúde começará uma parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para padronizar o levantamento e conferência de dados sobre saúde Yanomami. Em paralelo, a pasta divulgará a cada seis meses o boletim do Centro de Operações de Emergência, com número de tratamentos, causas de mortalidades entre outros aspectos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O povo Yanomami tem a maior terra indígena do Brasil, com 10 milhões de hectares, mais de 380 comunidades e 30 mil indígenas. Desde o ano passado, com a determinação pelo governo federal da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional Yanomami (ESPIN-Yanomami), o ministério reforçou as ações voltadas para a saúde indígena com, por exemplo, o aumento no número de profissionais da saúde atuando na região (+ 116%, com 1.497 profissionais) e a reabertura de sete polos-base de saúde, atendendo 5,2 mil indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foi necessário tornar as ações de combate ao garimpo permanentes no território, através da Casa de Governo, após o fracasso na retirada dos invasores nas operações de 2023. De acordo com Nísia, os polos de saúde não conseguiram funcionar plenamente no ano passado por estarem localizados em áreas de violência. Apesar dos esforços do governo, a ministra segue sem garantir a inexistência do garimpo ilegal na região e afirma que a área precisa ser “monitorada o tempo todo”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em 2023, os polos não estavam funcionando plenamente porque ainda eram áreas de muita violência, muitas vezes o profissional de saúde chegava e tinha que fechar o polo porque estava tendo conflito e os garimpeiros não permitiam o acesso. Esse cenário com os garimpeiros está muito controlado hoje, a gente teve um avanço muito importante na desintrusão. Não vou dizer que não tem nenhum garimpeiro ilegal, porque ali é uma realidade que precisa ser monitorada o tempo todo”, salientou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No começo do ano, após a divulgação do número de mortes registradas em 2023, o governo federal também anunciou a construção do primeiro hospital indígena em Boa Vista, Roraima. À época, o secretário de Saúde Indígena, Ricardo Weibe Tapeba, destacou que o hospital indígena teria um atendimento pensado para a população, com redários e intérpretes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra da Saúde disse que o hospital, na verdade, será uma área especializada em saúde indígena dentro da Universidade Federal de Roraima (UFRR), e que deve ser anunciado ainda neste ano. Com a Casa Civil, o Ministério da Saúde tem trabalhado para estreitar relações com as associações indígenas para a retomada do movo de vida tradicional como passo fundamental da recuperação da saúde Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na verdade, é uma área de saúde indígena no hospital da Universidade Federal de Roraima, um ambiente que vai permitir também desafogar a Casai e ter leitos de atendimento para procedimentos como exigem uma CTI. Deve ser feita ainda neste ano, já está em processo de reforma. Na última reunião com a Casa Civil, nós falamos sobre melhorar a relação com as associações indígenas. Isso tem sido feito, mas nós sabemos que nessa fase agora deve ser intensificado para que se pensem as melhores formas de como voltar ao modo de vida tradicional, de que maneira voltar à pesca, à agricultura.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados do Ministério da Saúde, também houve uma melhora no quadro de desnutrição. Ao todo, 3,3 mil crianças foram acompanhadas nutricionalmente no primeiro trimestre deste ano, contra 2,7 mil no mesmo recorte do ano passado. Houve ainda a implementação de Centros de Reabilitação Nutricional (CRN) em Surucucu, Auaris e na Casa de Saúde Indígena (Casai) Yanomami, em Boa Vista, em abril de 2023 o que permitiu iniciar o uso de fórmulas terapêuticas para o tratamento de desnutrição grave já nas fases iniciais de reabilitação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no caso da malária, um dos principais pontos de preocupação durante a emergência de saúde, o Ministério da Saúde ampliou a oferta de medicamentos para o tratamento da doença, além dos exames para o diagnóstico. Ao todo, 68,7 mil testes foram realizados no primeiro trimestre de 2024 contra 37,5 mil do mesmo período do ano anterior, o que representa um aumento de 83,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já as síndromes gripais, a pasta realizou 3,4 mil atendimentos de janeiro a março deste ano, um aumento de 136%. A vacinação, por sua vez, registrou um aumento na aplicação de doses de rotina — 47,5% — e nas doses de campanha — 105%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de O Globo</em></strong></p>
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		<title>Mais Médicos abre quase 200 vagas para atuação em áreas indígenas; 28 são para território Yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jul 2024 06:30:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde lançou na sexta-feira (12) um novo edital do Programa Mais Médicos para assistência aos povos tradicionais nos&#160;Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs). São 196 vagas. Desde o início da atual gestão, a quantidade de médicos nos territórios indígenas mais do que dobrou, passando de 242 em 2022 para 541 profissionais atualmente, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde lançou na sexta-feira (12) um novo edital do Programa Mais Médicos para assistência aos povos tradicionais nos&nbsp;Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs). São 196 vagas. Desde o início da atual gestão, a quantidade de médicos nos territórios indígenas mais do que dobrou, passando de 242 em 2022 para 541 profissionais atualmente, o que representa crescimento de 123%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o novo chamamento, a expectativa é ultrapassar 700 médicos em atuação nos territórios. Profissionais interessados devem se inscrever a desta segunda (15) até sexta-feira (19) por meio da&nbsp;<a href="http://maismedicos.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">página oficial do programa</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é a segunda chamada para a saúde indígena. Das vagas ofertadas neste edital, 28 serão para o Território&nbsp;Yanomami, reforçando o conjunto de ações do Ministério da Saúde para garantia da assistência na região. O novo edital também promove a seleção dentro do regime de cotas, que contemplam pessoas com deficiência e grupos étnico-raciais, como negros, quilombolas e indígenas. A seleção é voltada para vagas desocupadas definidas em articulação com a&nbsp;Secretaria de Saúde Indígena (Sesai). O foco é a redistribuição atendendo às prioridades de alocação nos DSEIs.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse novo edital segue no objetivo de garantir cotas para os médicos, inclusive, para estimular que os profissionais indígenas possam desenvolver suas atividades junto a esses territórios de grande importância”, destaca o secretário de&nbsp;Atenção Primária, Felipe Proenço.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, há 34 DSEIs divididos estrategicamente por critérios territoriais, tendo como base a ocupação geográfica das comunidades indígenas. Eles não obedecem aos limites dos estados. A estrutura de atendimento conta com unidades básicas de saúde indígenas, polos-base e Casas de Saúde Indígena (Casai). </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="529" src="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Atendimento-indigena-Foto-Divulgacao-Ministerio-da-Defesa.jpg" alt="" class="wp-image-4120" srcset="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Atendimento-indigena-Foto-Divulgacao-Ministerio-da-Defesa.jpg 768w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Atendimento-indigena-Foto-Divulgacao-Ministerio-da-Defesa-300x207.jpg 300w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Atendimento-indigena-Foto-Divulgacao-Ministerio-da-Defesa-130x90.jpg 130w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Expectativa é ultrapassar 700 médicos em atuação nos territórios – Foto: Divulgação/Ministério da Saúde</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>Edital inédito com regime de cotas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, de forma inédita, o Ministério da Saúde lançou o primeiro edital da história do programa para chamamento de médicos com vagas no regime de cotas para pessoas com deficiência e grupos étnico-raciais, como negros, quilombolas e indígenas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/brasil/com-oferta-no-regime-de-cotas-novo-edital-do-mais-medicos-apresenta-recorde-de-inscricoes-por-vaga/" data-type="link" data-id="https://fatorrnoticias.com.br/brasil/com-oferta-no-regime-de-cotas-novo-edital-do-mais-medicos-apresenta-recorde-de-inscricoes-por-vaga/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">O número de inscritos por vaga foi recorde, com um total de 33 mil profissionais</a> interessados em trabalhar no Programa Mais Médicos. Mais de 10 milhões de brasileiros em regiões de vazios assistenciais serão diretamente beneficiados, na missão de resgatar o direito e o acesso da população à saúde. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Em&nbsp;live&nbsp;transmitida pelo canal da pasta no YouTube, foi esclarecida, entre outras questões, como será a ajuda de custo para participação no Módulo de Acolhimento e Avaliação (MAAv) para brasileiros formados no exterior.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O médico recebe o equivalente a uma bolsa de formação do Mais Médicos. Com esse recurso, ele tem a possibilidade de custear tanto o deslocamento quanto a hospedagem e questões necessárias ao longo desse período de formação”, explicou o secretário Felipe Proenço.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes, no entanto, é necessário cumprir os seguintes requisitos: concluir a inscrição, com a apresentação de todos os documentos, e certificar-se de que ela foi finalizada. Além disso, é necessário estar atento ao processo de escolha e alocação dessas vagas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A etapa de realização do MAAv será realizada simultaneamente para os candidatos que atuarão nos municípios e nos DSEIs.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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