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	<title>CDH Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>CDH Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Yanomami em Roraima ainda enfrentam dificuldades em saúde e segurança, aponta relatório</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/yanomami-em-roraima-ainda-enfrentam-dificuldades-em-saude-e-seguranca-aponta-relatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um relatório aprovado pela Subcomissão Permanente dos Povos Indígenas Yanomami, da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, aponta que as comunidades em Roraima continuam enfrentando dificuldades relacionadas à saúde, segurança, educação e alimentação, mesmo com a redução da atividade garimpeira na região. O documento foi aprovado nesta quarta-feira (8) pela senadora Damares Alves (Republicanos), [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um relatório aprovado pela Subcomissão Permanente dos Povos Indígenas Yanomami, da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, aponta que as comunidades em Roraima continuam enfrentando dificuldades relacionadas à saúde, segurança, educação e alimentação, mesmo com a redução da atividade garimpeira na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento foi aprovado nesta quarta-feira (8) pela senadora Damares Alves (Republicanos), após uma diligência realizada em Boa Vista nos dias 28 e 29 de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a visita, representantes de instituições ligadas à saúde indígena e à segurança pública relataram avanços nas operações de retirada de garimpeiros, mas também destacaram problemas que permanecem na região, como circulação de armas, conflitos entre comunidades e dificuldades de acesso para atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório, a crise enfrentada pelos Yanomami envolve fatores que vão além da saúde, incluindo degradação ambiental e crime organizado. O documento recomenda uma atuação conjunta entre órgãos públicos e participação das comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami e Ye’kuana informou que houve aumento no número de profissionais e melhorias em indicadores como a vacinação infantil. Entretanto, o transporte aéreo continua sendo necessário para muitos atendimentos e pode ser prejudicado por condições climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também aponta que o garimpo ilegal segue afetando a segurança alimentar e a saúde dos indígenas. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) relataram avanços na desintrusão, mas citaram dificuldades para operações em regiões de difícil acesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na educação, o documento aponta interrupções nas aulas e impactos na proteção de crianças e adolescentes, além de dificuldades relacionadas à entrega de cestas de alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As recomendações incluem o fortalecimento da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e melhorias na coordenação entre órgãos públicos. A Casa de Governo em Roraima foi identificada como ponto de articulação interinstitucional.</p>
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		<title>Senado avança em projeto de Mecias de Jesus que restringe aborto após 22 semanas</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/senado-avanca-em-projeto-de-mecias-de-jesus-que-restringe-aborto-apos-22-semanas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Oct 2025 15:15:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado aprovou nesta semana um projeto que proíbe o aborto a partir da 22ª semana de gestação, inclusive nos casos atualmente permitidos por lei, como estupro ou anencefalia fetal. O autor é o senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), e o relatório foi apresentado por Eduardo Girão (Novo-CE). O [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado aprovou nesta semana um projeto que proíbe o aborto a partir da 22ª semana de gestação, inclusive nos casos atualmente permitidos por lei, como estupro ou anencefalia fetal. O autor é o senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), e o relatório foi apresentado por Eduardo Girão (Novo-CE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Segundo o projeto, uma vez atingida a 22ª semana, presume-se que o feto é viável fora do útero, e o aborto passa a ser proibido, exceto quando houver risco grave à vida da gestante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta também altera o Código Civil para reconhecer a vida humana antes da implantação do embrião e garantir direitos de personalidade a fetos e bebês vivos ou mortos. Em casos com risco à grávida, o texto prevê a antecipação do parto com tentativa de manter a vida do bebê fora do útero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o aborto é legal em três situações: risco à vida da mulher, gravidez resultante de estupro ou anencefalia. Com o novo texto, essas exceções deixam de valer após a 22ª semana, o que pode gerar mudanças no atual entendimento legal.</p>
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		<title>Senado avança com projeto que permite garimpagem em terras indígenas com condições</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/senado-avanca-com-projeto-que-permite-garimpagem-em-terras-indigenas-com-condicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Aug 2025 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Projeto de Lei (PL) 1.331/2022, que regulamenta atividades de pesquisa e garimpagem em terras indígenas, foi aprovado nesta semana pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. A proposta segue para análise na Comissão de Meio Ambiente (CMA). De autoria do senador Mecias de Jesus (Republicanos–RR), o texto foi relatado pela senadora Damares Alves [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Projeto de Lei (PL) 1.331/2022, que regulamenta atividades de pesquisa e garimpagem em terras indígenas, foi aprovado nesta semana pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. A proposta segue para análise na Comissão de Meio Ambiente (CMA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">De autoria do senador Mecias de Jesus (Republicanos–RR), o texto foi relatado pela senadora Damares Alves (Republicanos–DF), que promoveu ajustes e reforçou a necessidade de regulamentar o tema com responsabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É hora de o Congresso enfrentar esse debate com maturidade e diálogo”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta veta a mineração industrial e impede atividades em terras de povos isolados e em áreas fundamentais à preservação das tradições indígenas. A exploração, segundo o texto, só poderá ocorrer com o consentimento das comunidades e sem prejuízo à integridade social, econômica e cultural dos povos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Críticas foram feitas por senadores da oposição. Augusta Brito (PT–CE) citou as mortes de crianças Yanomami e cobrou maior escuta dos povos originários. Rogério Carvalho (PT–SE) afirmou que a medida viola convenções internacionais e favorece crimes ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto estabelece que comunidades indígenas poderão receber entre 2% e 4% do faturamento bruto da extração. Também prevê compensação a estados e municípios e a possibilidade de contratação de indígenas como mão de obra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo de consulta deverá envolver uso da língua materna, representação legítima e análise de impactos. Mudanças feitas pela relatora retiraram menções à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), à Agência Nacional de Mineração (ANM) e ao prazo para regulamentação, ampliando o alcance do projeto para todas as terras indígenas, não apenas as homologadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Senado</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Comissão de Direitos Humanos do Senado vai avaliar in loco piora da saúde do povo Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/comissao-de-direitos-humanos-do-senado-vai-avaliar-in-loco-piora-da-saude-do-povo-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2025 16:14:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O aumento dos casos de malária e desnutrição infantil em território Yanomami será avaliado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. O requerimento da presidente do colegiado, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), foi aprovado na quarta-feira (19). O objetivo é fazer diligências&#160;nas terras do povo Yanomami, em Roraima. Damares informou que no ano passado mais [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O aumento dos casos de malária e desnutrição infantil em território Yanomami será avaliado pela Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado. O requerimento da presidente do colegiado, senadora Damares Alves (Republicanos-DF), foi aprovado na quarta-feira (19).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é fazer diligências&nbsp;nas terras do povo Yanomami, em Roraima. Damares informou que no ano passado mais de 33 mil casos de malária foram registrados na área, com aumento de 10% em relação a 2023, conforme dados do Ministério da Saúde. A data ainda será agendada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presidente da CDH lembrou que, em 20 de julho de 2023, uma organização Yanomami solicitou ao presidente do Senado Federal e à própria CDH providências imediatas em razão da desassistência e ineficiência das ações do governo federal, que têm causado a morte de inúmeras crianças. No entanto, os pedidos nunca foram apreciados, segundo&nbsp;a senadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mesma sessão deliberativa, outro requerimento de Damares aprovado prevê&nbsp;a realização de uma visita técnica de parlamentares a Pacaraima, no norte de Roraima, para acompanhar os trabalhos da Operação Acolhida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo norte-americano anunciou a suspensão,&nbsp;por 90 dias, do repasse de recursos para a Organização Internacional para as Migrações (OIM), com impacto previsível&nbsp;no atendimento aos imigrantes venezuelanos. Dados coletados pela imigração registram que entre 500 e 700 refugiados chegam diariamente ao Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Todos os membros da comissão serão convidados, além dos senadores do Estado. Haverá duas diligências em Roraima: uma para a área Yanomami e uma para a Operação Acolhida. Nós vamos informar com antecedência a data de todas elas”, informou Damares.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Senado</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Comissão do Senado vai acompanhar situação de imigrantes e Yanomami em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/comissao-do-senado-vai-acompanhar-situacao-de-imigrantes-e-yanomami-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2025 13:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão de Direitos Humanos (CDH) vai fazer uma série de diligências nos próximos dois anos para acompanhar a situação de migrantes, indígenas, detentos, mulheres e crianças. Roraima deve receber as primeiras vistas externas da CDH. Os senadores devem examinar a condição dos refugiados venezuelanos atendidos pela Operação Acolhida e do povo Yanomami. O anúncio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Comissão de Direitos Humanos (CDH) vai fazer uma série de diligências nos próximos dois anos para acompanhar a situação de migrantes, indígenas, detentos, mulheres e crianças. Roraima deve receber as primeiras vistas externas da CDH. Os senadores devem examinar a condição dos refugiados venezuelanos atendidos pela Operação Acolhida e do povo Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio foi feito pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF), eleita presidente do colegiado na quarta-feira (19).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acho que uma das primeiras diligências deve ser a Operação Acolhida. Estamos com notícias de crianças atravessando a fronteira sozinhas e pessoas com deficiência já há algum tempo morando nas tendas da Operação Acolhida. E, também, uma diligência à área Yanomami para a gente ver o que está acontecendo, trazer os avanços do atual governo e em que mais precisamos de melhorar na região. Eu acho que seriam duas diligências muito importantes”, disse Damares Alves.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Venezuelanos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As diligências a Roraima foram sugeridas pelo senador Dr. Hiran (PP-RR). Para o parlamentar, a entrada de venezuelanos no Estado representa “um dos maiores êxodos da história”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Aquele governo [da Venezuela] causou e causa sofrimento de cerca de oito milhões de pessoas que vagam em situação de absoluta vulnerabilidade pelo mundo. No nosso Estado, os venezuelanos já são 10% da população. Eles são acolhidos por todos nós, mas sobrecarregam nosso sistema de saúde, de educação, de segurança, sem nenhuma contrapartida do governo federal”, afirmou o senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Yanomami</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso dos povos indígenas, Dr. Hiran criticou o modelo de atenção às comunidades adotado pela União. Em 2023, o parlamentar foi o relator de uma comissão temporária externa criada para acompanhar o impacto do garimpo sobre as terras Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Dizia-se que era culpa do governo anterior, mas provamos que aquele modelo que se estabeleceu de atenção às comunidades indígenas é inadequado, e nós precisamos aperfeiçoá-lo. Precisamos fazer diligências, trabalhos e proposições que possam mitigar o sofrimento daquelas pessoas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Presídios</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro alvo da CDH nos próximos dois anos deve ser a comunidade carcerária. De acordo com Damares Alves, a comissão realizará diligências em presídios, em parceria com a Comissão de Segurança Pública (CSP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Queremos ver como está a questão da pessoa com deficiência no cárcere, do idoso no cárcere, da mulher no cárcere. Queremos dialogar com o Comitê Nacional de Prevenção e Combate à Tortura”, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vice-presidente da CDH, senadora Mara Gabrilli (PSD-SP), elogiou a iniciativa. Ela alertou para os desafios que as pessoas com deficiência enfrentam nos presídios brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse sempre foi um tema que me intrigou, e eu comecei a fazer palestras em presídios. As pessoas com deficiência que entram no presídio acabam perdendo o BCP [Benefício de Prestação Continuada]. Um cadeirante não pode ir ao pátio porque os outros detentos pegam as cadeiras [de rodas] para que elas virem arma. Um recém-preso levantou o pé e falou assim: &#8216;Um rato comeu o meu dedão essa noite&#8217;. É assim que vivem as pessoas com deficiência dentro de um presídio”, lamentou Mara Gabrilli.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crianças</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Damares Alves anunciou ainda que a CDH deve promover debates e votar projetos relacionados a pessoas com doenças raras, mulheres e idosos. Mas destacou que a comissão vai dar atenção especial às crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esta vai ser a Casa das crianças. Vamos lotar este Senado de crianças, colocar fraldário nos corredores, ter chocalho no Plenário, brinquedo nas comissões. As crianças vão invadir o Senado! Quero brinquedo nos gabinetes, quero senadores contando historinha, cantando música infantil. As crianças terão prioridade — disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Senado</em></strong></p>
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