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	<title>censipam Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>censipam Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>MPF denuncia concentração de ações em Roraima e cobra medidas urgentes contra aeródromos na Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Mar 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) solicitou novamente à Justiça que determine, em caráter de urgência, a criação de um plano de fiscalização voltado ao combate de pistas de pouso clandestinas usadas por garimpos ilegais na Amazônia. O órgão identificou mais de mil aeródromos irregulares, mas chamou atenção para o fato de que quase todas as [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) solicitou novamente à Justiça que determine, em caráter de urgência, a criação de um plano de fiscalização voltado ao combate de pistas de pouso clandestinas usadas por garimpos ilegais na Amazônia. O órgão identificou mais de mil aeródromos irregulares, mas chamou atenção para o fato de que quase todas as ações de fiscalização estão concentradas em Roraima, enquanto os estados do Amazonas, Acre e Rondônia permanecem com baixa cobertura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido inicial havia sido apresentado em setembro de 2025, quando o MPF ajuizou ação civil pública para identificar, interditar e inutilizar aeródromos clandestinos na Amazônia Ocidental. São réus da ação a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a União, o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), a Fundação do Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Roraima (Femarh) e o estado de Rondônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quarta-feira (18), em manifestação à 7ª Vara Federal Ambiental e Agrária, o MPF analisou as defesas apresentadas após audiência de 3 de março e constatou que nenhum órgão contestou os fatos do inquérito civil, enquanto os dados reforçam a piora do cenário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Censipam havia registrado 844 aeródromos irregulares, com aumento de 12,68% em um ano. Durante a audiência, a Anac informou ter mapeado mais de 1.200 pistas clandestinas em toda a Amazônia, dado até então não presente nos autos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF apontou que a fiscalização está concentrada em Roraima, especialmente na Terra Indígena Yanomami. Entre 2022 e 2024, a Aeronáutica realizou 156 medidas de policiamento do espaço aéreo (Mpea), todas no estado, sem registros nos demais estados. A Anac instaurou 94 processos sancionatórios: 74 em Roraima, 11 no Amazonas, 5 em Rondônia e 4 no Acre, concentrando 78,7% das ações em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ibama afirmou que suas operações se limitaram às Terras Indígenas Yanomami e Munduruku, em Roraima e no Pará, e que o garimpo no Amazonas e Rondônia “usa muito pouco o modal aéreo”, contradição aos dados do Censipam e inquéritos em andamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 2022 e 2024, a Femarh não lavrou autos de infração; o Ipaam abriu apenas dois procedimentos no Amazonas, ambos contra a mesma pessoa; Rondônia registrou apenas um auto de infração, enquanto o Batalhão de Polícia Ambiental não apresentou ocorrências ou relatórios no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF destacou a fragmentação de responsabilidades entre órgãos: a Anac diz não ter atribuição para inutilização de pistas; Ibama e ICMBio alegam falta de meios operacionais; órgãos estaduais condicionam atuação ao apoio federal; a Aeronáutica permanece concentrada em Roraima. O órgão também apontou contradição do Ibama, que defendeu inutilização de pistas em ação anterior, mas agora considera inviável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O MPF reitera disposição para solução consensual, desde que os réus apresentem proposta concreta com definição de obrigações, metas e cronograma compatível com a urgência”, concluiu.</p>
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		<title>Comunidade Sikamabiu, em Roraima, recebe primeira unidade demonstrativa de soberania alimentar na TI Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/comunidade-sikamabiu-em-roraima-recebe-primeira-unidade-demonstrativa-de-soberania-alimentar-na-ti-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 17:16:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comunidade Sikamabiu, no Baixo Mucajaí, em Roraima, recebeu nesta segunda-feira (2) a primeira unidade demonstrativa de soberania alimentar na Terra Indígena Yanomami. O local abriga cerca de 30 famílias, com quase 400 indígenas, e deve ser o modelo para outras comunidades do território. A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) afirmou que o objetivo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Comunidade Sikamabiu, no Baixo Mucajaí, em Roraima, recebeu nesta segunda-feira (2) a primeira unidade demonstrativa de soberania alimentar na Terra Indígena Yanomami. O local abriga cerca de 30 famílias, com quase 400 indígenas, e deve ser o modelo para outras comunidades do território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) afirmou que o objetivo do projeto é garantir acesso a alimentos saudáveis e tradicionais, além de recuperar áreas degradadas pelo garimpo ilegal. O plano prevê a instalação de oito unidades em diferentes pontos da Terra Yanomami ainda neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A unidade contará com aviário para cem galinhas rústicas, viveiro de mudas nativas com capacidade para duas mil plantas, tanque de compostagem, roças para mandioca, batata e arroz, além de Sistemas Agroflorestais (SAFs) e tanque de piscicultura com 440 m². Os SAFs devem ajudar a restaurar áreas abertas pelo garimpo e ampliar o plantio de espécies nativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Roraima Rosemary Vilaça, responsável pelo projeto, afirmou que a ação representa um marco no território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Onde já corremos o risco de levar tiro de garimpeiro, levamos estrutura e ferramentas para a conquista da soberania alimentar”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Embrapa informou que outras 11 comunidades já manifestaram interesse em receber o projeto. A Terra Indígena Yanomami possui 9,6 milhões de hectares, sendo a maior do país, e abriga cerca de 31 mil indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) mostram que o garimpo ativo na TI Yanomami caiu de 4.570 hectares, em 2024, para 56,13 hectares no fim de 2025, uma redução de 98,77%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Correio Braziliense</em></strong></p>
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		<title>Operações zeram abertura de garimpos na Terra Yanomami, afirma governo federal</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/operacoes-zeram-abertura-de-garimpos-na-terra-yanomami-afirma-governo-federal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 22:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[Casa Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As 2.048 operações implementadas desde março de 2024 na Terra Indígena Yanomami (TIY) resultaram em queda de 96% na abertura de novos garimpos na região, em comparação com os números de 2022, segundo informou o governo federal nesta sexta-feira (4). Os dados são do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As 2.048 operações implementadas desde março de 2024 na Terra Indígena Yanomami (TIY) resultaram em queda de 96% na abertura de novos garimpos na região, em comparação com os números de 2022, segundo informou o governo federal nesta sexta-feira (4).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), do Ministério da Defesa, que comprovam o resultado com o uso de tecnologias avançadas de monitoramento, como satélites e drones.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre março e setembro de 2024, 37 hectares de novas atividades de garimpo foram detectados, número inferior aos 984 hectares registrados no mesmo período de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em setembro de 2024, nenhum novo garimpo foi identificado, evidenciando a eficácia das operações&#8221;, informa nota da Casa Civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nota diz que em março foram detectados 13 hectares de novas áreas de garimpo, em comparação com os 107 hectares de março de 2022. Já em julho, o número caiu de 186 hectares em 2022 para 2 hectares em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impactos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As operações na TIY não apenas reduziram as invasões, mas também causaram prejuízos às atividades ilícitas. Segundo o governo federal, até setembro de 2024 os garimpeiros ilegais sofreram perdas superiores a R$ 215 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os itens apreendidos estavam 90 antenas Starlink, 177 embarcações, 73 armas de fogo, além de 90 mil quilos de cassiterita e 95 mil litros de óleo diesel. As forças de segurança também destruíram 318 acampamentos e prenderam 114 pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 11.781 abordagens e 584 missões de fiscalização aérea, as ações resultaram em 2.042 autuações e 25 embargos, com multas que totalizam R$ 11,4 milhões.</p>
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		<item>
		<title>Forças Armadas destroem primeira pista de pouso clandestina na Terra Yanomami e prejuízo ao garimpo já soma R$ 209 milhões</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/forcas-armadas-destroem-primeira-pista-de-pouso-clandestina-na-terra-yanomami-e-prejuizo-ao-garimpo-ja-soma-r-209-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Sep 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Utilizada para abastecer o garimpo ilegal, a primeira pista de pouso dentro da Terra Indígena Yanomami (TIY), na região de Surucucu, foi destruída na quarta-feira (18) pelas Forças Armadas. Com a demolição dessa infraestrutura, o governo busca interromper as principais rotas de abastecimento dos garimpeiros, dificultando o acesso as áreas remotas onde ocorrem atividades ilícitas. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Utilizada para abastecer o garimpo ilegal, a primeira pista de pouso dentro da Terra Indígena Yanomami (TIY), na região de Surucucu, foi destruída na quarta-feira (18) pelas Forças Armadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a demolição dessa infraestrutura, o governo busca interromper as principais rotas de abastecimento dos garimpeiros, dificultando o acesso as áreas remotas onde ocorrem atividades ilícitas. Além dessa pista, outras 44 localizadas ao redor da TIY foram destruídas, entre março e setembro deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mapeamento dessas rotas clandestinas tem sido realizado por meio de sobrevoos de reconhecimento, imagens de satélite e tecnologia avançada fornecida pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), que identifica as operações de mineração dentro do território. <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/radar-projetado-para-defesa-antiaerea-passa-a-ser-usado-no-combate-ao-garimpo-na-terra-indigena-yanomami/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>O radar Saber M60, desenvolvido pelo Exército, também ajudou na identificação da localização dessa via de acesso ilegal</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base na análise das imagens e na coleta de dados de inteligência das Forças Armadas, as informações foram enviadas à Casa de Governo, que coordenou a operação com os militares. A destruição de pistas clandestinas é fundamental para desarticular a logística dos garimpeiros e desincentivar a abertura de novas áreas dentro e fora da Terra Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A destruição de pistas causa um impacto significativo na logística do garimpo&#8221;, afirmou o diretor da Casa de Governo, Nilton Tubino. Ele ressaltou que, sem essas rotas de acesso aéreo, os garimpeiros enfrentarão muito mais dificuldade para continuar suas atividades, o que pode desmotivá-los a permanecer na área indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Balanço</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre março e setembro de 2024, foram 1.812 operações que resultaram na destruição de 20 aeronaves, 96 antenas Starlink, 45 pistas de pouso, 11 quadriciclos, 761 motores, 86.560 toneladas de cassiterita, 239 geradores, 298 acampamentos clandestinos e 93.854 litros de óleo diesel, causando aos garimpeiros prejuízos estimados em R$ 209 milhões.</p>
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		<item>
		<title>Redução de garimpo ilegal na Terra Yanomami chega a quase 96% em 2024, segundo Censipam</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/reducao-de-garimpo-ilegal-na-terra-yanomami-chega-a-quase-96-em-2024-segundo-censipam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Sep 2024 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A redução de novas áreas de garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami alcança quase 96%, em comparação com o ano de 2022. Os dados que comprovam essa diminuição significativa são do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão vinculado ao Ministério da Defesa. Entre março e agosto de 2022, foram [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A redução de novas áreas de garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami alcança quase 96%, em comparação com o ano de 2022. Os dados que comprovam essa diminuição significativa são do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão vinculado ao Ministério da Defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre março e agosto de 2022, foram registrados mais de 900 hectares de novas áreas de garimpo. Neste ano, o número foi de 37 hectares. Essa queda foi observada em cada mês analisado, de forma contínua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O garimpo ativo, que ainda persiste na região, também foi reduzido para cerca de 1,1 mil hectares em agosto, ou seja, um terço da área registrada em março deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor da Casa de Governo Yanomami, Nilton Tubino, informou que as operações federais na área estão sendo realizadas de forma constante, com monitoramento por satélite e radar, além da presença das forças de segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o mês passado, foram realizadas mais de 1,5 mil operações de combate ao garimpo na Terra Indígena Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/policia/pf-cumpre-mandados-em-roraima-durante-operacao-para-descapitalizar-financiadores-do-garimpo-na-terra-yanomami/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>No começo deste mês, a Polícia Federal cumpriu 15 mandados de busca e apreensão, além de cinco de prisão em Roraima e Rondônia</strong> </a>contra um esquema de financiamento da logística do garimpo ilegal nas terras Yanomami.</p>
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		<item>
		<title>Projeto monitora rios na Terra Yanomami para &#8216;qualificar informações&#8217; sobre impactos do garimpo na região</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/projeto-monitora-rios-na-terra-yanomami-para-qualificar-informacoes-sobre-impactos-do-garimpo-na-regiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 13:03:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Monitora Y]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A qualidade ambiental e a concentração de metais como mercúrio, agrotóxicos e outras substâncias estão sendo analisadas na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, pela equipe do Projeto Monitora Y. A iniciativa aprofunda o estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) feito em 2022, que identificou a contaminação de peixes amazônicos por mercúrio na Bacia do Rio [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A qualidade ambiental e a concentração de metais como mercúrio, agrotóxicos e outras substâncias estão sendo analisadas na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, pela equipe do Projeto Monitora Y. A iniciativa aprofunda o estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) feito em 2022, que identificou a contaminação de peixes amazônicos por mercúrio na Bacia do Rio Branco e, posteriormente, levou à&nbsp;identificação dos efeitos nos povos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, houve três coletas desde novembro de 2023, quando teve início a pesquisa, sendo duas em março e junho deste ano. A previsão é que haja mais uma em setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o pesquisador do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) Romerio Briglia, foram feitas novas coletas de amostras de águas de consumo e fluviais, sedimentos de rios e de peixes na TI Yanomami e em unidades de conservação federais da região, como as estações ecológicas Maracá e Niquiá, o Parque Nacional do Viruá e a Floresta Nacional de Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nessa nova fase, vamos incluir outros rios e outras unidades de conservação fora da Terra Indígena Yanomami. Começará em 16 de setembro, e deve durar duas semanas a expedição de campo. Em breve, a gente vai ter o resultado, por volta de novembro, e vamos publicar um artigo e socializar essas informações com todos os parceiros interessados”, adianta o pesquisador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Briglia, o objetivo do estudo é qualificar as informações sobre os impactos da atividade do garimpo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ainda temos poucas informações sobre quais os efeitos que essas atividades causaram dentro da Terra Indígena Yanomami e nas unidades de conservação federais contíguas a essa área”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Monitora Y é executado por uma equipe multidisciplinar do Centro de Tecnologia Mineral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), ICMBio e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A iniciativa integra a <a href="https://fatorrnoticias.com.br/meio-ambiente/ibama-coordena-projeto-de-monitoramento-ambiental-na-terra-indigena-yanomami-e-no-alto-amazonas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede de Monitoramento Ambiental em Terras Indígenas Yanomami e Alto Amazonas</a>, lançada em novembro de 2023, em uma frente que reúne os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima, dos Povos Indígenas, da Saúde e a Ciência, Tecnologia e Inovação. O objetivo é gerar dados que&nbsp;orientarão as políticas públicas para sanar a emergência Yanomami<strong>.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alertas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho, o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão vinculado ao Ministério da Defesa, divulgou uma redução no número de alertas de garimpo na TI Yanomami. De acordo com nota da instituição, no período de janeiro a junho deste ano, <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/reducao-de-75-no-garimpo-no-1o-semestre-melhora-qualidade-das-aguas-na-terra-yanomami-afirma-ministerio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">houve uma diminuição de 75% da área alcançada por alertas</a>, na comparação com 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os seis primeiros meses de 2024 registraram alertas em 53,67 hectares da TI, enquanto em 2023 os alertas foram em 219,67 hectares e, em 2022, alcançaram 814,81 hectares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagens do Rio Uraricoera e de um ponto de conexão entre os rios Mucajaí e Couto Magalhães, localizados nas proximidades do território indígena, também foram apresentadas pelo Ministério da Defesa para demonstrar a melhoria na transparência da água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As águas que tinham aparência mais amarelada, devido à contaminação por resíduos químicos da atividade minerária, estão, gradativamente, voltando à coloração normal”, informou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na primeira semana de agosto, o Ministério da Saúde entregou 21 câmaras frias de armazenamento de vacinas e soros, 24 geradores de energia, além de formalizar a implantação de 35 leitos exclusivos para atendimento aos indígenas Yanomami no Hospital Universitário da Universidade Federal de Roraima (UFRR).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sabemos como essa grave crise afeta a realidade do povo Yanomami. Estamos empenhados em solucionar as questões de forma persistente e duradoura”, declarou a <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/definitivamente-estamos-em-um-novo-ciclo-diz-ministra-da-saude-sobre-avancos-no-territorio-yanomami/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ministra da Saúde, Nísia Trindade</a>, nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/projeto-monitora-rios-na-terra-yanomami-para-qualificar-informacoes-sobre-impactos-do-garimpo-na-regiao/">Projeto monitora rios na Terra Yanomami para &#8216;qualificar informações&#8217; sobre impactos do garimpo na região</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
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		<title>Embarcações e material usado no garimpo ilegal são apreendidos na Estação Ecológica de Maracá, no Norte de Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/embarcacoes-e-material-usado-no-garimpo-ilegal-sao-apreendidos-na-estacao-ecologica-de-maraca-no-norte-de-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Aug 2024 15:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[casa de governo]]></category>
		<category><![CDATA[cassiterita]]></category>
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		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[ICMBio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embarcações e material usado no garimpo foram apreendidos dentro da Estação Ecológica (Esec) de Maracá, no Norte de Roraima, durante uma operação conjunta coordenada pela Casa de Governo. Além de verificarem denúncias de mineração clandestina, os agentes combateram a logística da atividade ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY). Em um dos pontos, durante patrulhamento, agentes [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/embarcacoes-e-material-usado-no-garimpo-ilegal-sao-apreendidos-na-estacao-ecologica-de-maraca-no-norte-de-roraima/">Embarcações e material usado no garimpo ilegal são apreendidos na Estação Ecológica de Maracá, no Norte de Roraima</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Embarcações e material usado no garimpo foram apreendidos dentro da Estação Ecológica (Esec) de Maracá, no Norte de Roraima, durante uma operação conjunta coordenada pela Casa de Governo. Além de verificarem denúncias de mineração clandestina, os agentes combateram a logística da atividade ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um dos pontos, durante patrulhamento, agentes ambientais encontraram uma canoa, motores de popa e cassiterita, considerados evidências claras de garimpo na região. Em outra área, eles localizaram uma embarcação de 13 metros, equipada com um motor de 75 cavalos de potência, abandonada pelos garimpeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações revelaram que a mesma embarcação já havia sido apreendida em outra operação, na invasão de 2021 à base da Esec. O local, além de servir como ponto de apoio para o garimpo, também era usado para o desmatamento ilegal de madeira</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora os responsáveis pela atividade ilegal não tenham sido encontrados, a equipe emitiu rapidamente termos de apreensão e destruição, removendo o barco e os motores para a base da Esec de Maracá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a operação, os agentes conseguiram apreender um motor de popa de 15 cavalos de potência e um casco de voadeira de 13 metros de alumínio, além de um motor de popa de 75 cavalos de potência e lonas de acampamento. Para evitar que o material apreendido voltasse a ser utilizado pelos garimpeiros, os agentes inutilizaram 100 quilos de cassiterita e destruíram 28 corotes vazios e diversas lonas de acampamento, desmantelando assim as operações ilegais na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação, ocorrida na quinta-feira (8), foi coordenada pela Casa de Governo, que contou com o apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Força Nacional e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>‘Floresta intocada’</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Estação Ecológica de Maracá é uma das maiores unidades de conservação do Brasil, uma vasta área de floresta amazônica intocada. Criada com o objetivo de preservar ecossistemas naturais, a estação é de extrema importância para a conservação da biodiversidade e para pesquisas científicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A região abriga uma grande variedade de espécies de fauna e flora, muitas das quais são endêmicas, ou seja, só existem naquela área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por sua localização estratégica e riqueza natural, a Esec de Maracá tem sido alvo de pressões por atividades ilegais como o garimpo e o desmatamento, tornando as operações de fiscalização essenciais para a proteção deste patrimônio ambiental.</p>
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		<title>Redução de 75% no garimpo no 1º semestre melhora qualidade das águas na Terra Yanomami, afirma ministério</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/reducao-de-75-no-garimpo-no-1o-semestre-melhora-qualidade-das-aguas-na-terra-yanomami-afirma-ministerio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[censipam]]></category>
		<category><![CDATA[exército]]></category>
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		<category><![CDATA[Marinha]]></category>
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		<category><![CDATA[operação catrimani]]></category>
		<category><![CDATA[rio mucajaí]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Uraricoera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com os últimos dados emitidos pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão vinculado ao Ministério da Defesa, o número de alertas de garimpo na Terra Indígena Yanomami (TIY) caiu de 219,67 hectares para 53,67. A comparação é entre os períodos de janeiro a junho dos anos de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os últimos dados emitidos pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão vinculado ao Ministério da Defesa, o número de alertas de garimpo na Terra Indígena Yanomami (TIY) caiu de 219,67 hectares para 53,67. A comparação é entre os períodos de janeiro a junho dos anos de 2023 e de 2024, o que representa uma redução de 75%. Os alertas em 2022 foram de 814,81.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda na atividade de garimpo ilegal também reflete na melhoria da qualidade das águas dos rios da região. Em observação feita pelo Censipam, via imagens satelitais, é possível identificar melhoria na turbidez da água, ou seja, a resistência da passagem de luz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As águas que tinham aparência mais amarelada, devido à contaminação por resíduos químicos da atividade minerária, estão, gradativamente, voltando à coloração normal. A análise foi realizada em dois pontos específicos de rios da TIY, em junho, dos anos de 2022, 2023 e 2024. As análises ocorreram no Rio Uraricoera e no entroncamento dos rios Mucajaí e Couto Magalhães, ambos localizados em áreas de garimpo e próximos de comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em quatro meses, a força-tarefa do governo federal inutilizou 35 embarcações, 16 aeronaves, 172 acampamentos, 477 motores, 71 mil litros de combustível e 28 pistas clandestinas, além de apreender 40 armas, 26 antenas, 18.194 litros de combustível e 643 m<sup>2</sup> de madeira. A operação também fiscalizou 440 aeronaves e realizou 1.368 atendimentos médicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atividade faz parte da Operação Catrimani II, coordenada pelo Ministério da Defesa (MD), em articulação com a Casa de Governo em Roraima, órgão responsável pelas ações federais na região. São empregados 400 militares da Marinha, Exército e da Força Aérea Brasileira (FAB), além de meios aéreos, fluviais e terrestres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/meio-ambiente/forcas-armadas-desarticulam-duas-areas-de-garimpo-ilegal-e-encontram-mais-de-uma-tonelada-de-ouro-negro-em-roraima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em 20 de julho, os militares das Forças Armadas, em conjunto com órgãos de segurança pública e agências federais, destruíram dois acampamentos e apreenderam 1,2 mil quilos de cassiterita, conhecida como “ouro negro”</a> &#8211; um mineral de grande valor no mercado de extração. A operação resultou, ainda, na destruição de dez motores, uma esteira, uma motosserra, três geradores e três motobombas. Até o momento, já foi contabilizado um prejuízo de R$ 110 milhões ao crime, segundo a Casa do Governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outra linha de ação, militares da Marinha, em parceria com o Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y), realizaram atendimentos médicos e distribuíram 1.134 medicamentos na TIY, em 8 e 9 de julho, na Comunidade do Caju.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidados essenciais à saúde também foram ofertados como tratamento para hipertensão e diabetes, bem como procedimentos odontológicos preventivos, extrações dentárias e tratamentos de cáries. A ação humanitária contou com o apoio dos navios hospitalares “Soares de Meirelles” e “Carlos Chagas”, que continuarão atendendo às comunidades ribeirinhas e indígenas do Rio Catrimani.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Operacionalidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na TIY vivem, aproximadamente, 27 mil indígenas. A região compreende uma área maior do que Portugal e abriga densas florestas, sem estradas e com poucos rios navegáveis em períodos de seca, o que dificulta o acesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fim de verificar o funcionamento das bases temporárias de apoio, localizadas a cerca de 240 km de Boa Vista, o vice-chefe de Operações Conjuntas (VChoc), general de divisão Marcelo Arantes Guedon, e o subchefe de Operações, vice-almirante José Claudio Oliveira Macedo, do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (Emcfa), ambos da Defesa, sobrevoaram a região, em 12 de julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, eles puderam constatar as dificuldades da logística do transporte aéreo de pessoal e material; a mata fechada e sem acesso por meios terrestres; rotas fluviais baixas que não permitem a navegabilidade de grandes embarcações; e a imprevisibilidade da meteorologia. De acordo com o almirante José Cláudio, todos esses fatores tornam essenciais as habilidades operacionais dos militares, no ambiente de selva, para o sucesso da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É primordial que eles sejam especializados em orientação, com uso de cartas militares e bússola. O preparo técnico das tropas do Comando Conjunto Catrimani II é testado diuturnamente, seja realizando navegações fluviais em rios de leito pedregosos da região, pousando em pistas e áreas restritas em condições climáticas adversas ou executando operações terrestres na selva amazônica”, ressaltou o almirante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Operação Catrimani II</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 26 de março, as Forças Armadas atuam na repressão ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, realizando operações conjuntas para inutilizar a infraestrutura de suporte à atividade ilícita e no apoio logístico às atividades governamentais de emergência.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://in.gov.br/web/dou/-/portaria-gm-md-n-1.511-de-26-de-marco-de-2024-552511300" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A Portaria GM-MD Nº 1511/2024&nbsp;</a>detalha a operação, prevista para seguir até 31 de dezembro deste ano.</p>
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		<title>Governo usa ‘superdrone’ para monitorar Terra Yanomami e reforçar combate ao garimpo ilegal</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/governo-usa-superdrone-para-monitorar-terra-yanomami-e-reforcar-combate-ao-garimpo-ilegal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jul 2024 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[alto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[censipam]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
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		<category><![CDATA[rio mucajaí]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para combater o garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY), a Casa de Governo introduziu o uso do drone Nauru 500, uma aeronave remotamente pilotada com capacidade de voo BVLOS (além da linha de visão, em tradução livre). O drone, operado pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão vinculado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Para combater o garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami (TIY), a Casa de Governo introduziu o uso do drone Nauru 500, uma aeronave remotamente pilotada com capacidade de voo BVLOS (além da linha de visão, em tradução livre).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O drone, operado pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão vinculado ao Ministério da Defesa, é capaz de voar por até quatro horas, alcançar alturas de até seis mil pés e capturar imagens e vídeos em alta resolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entrega oficial do drone foi marcada por um voo teste na quarta-feira (17), realizado em parceria com a Força Nacional, em Alto Alegre, município do Noroeste de Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Este primeiro voo de monitoramento, que sobrevoou o Rio Mucajaí dentro da TIY, teve a duração de duas horas e se concentrou no monitoramento do rio, onde já foram observados movimentos de voadeiras (pequenas embarcações motorizadas usadas por garimpeiros).</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="511" src="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Foto-em-alta-resolucao-feita-pelo-Nauru-500.-Vista-do-Rio-Mucajai-e-uma-voadeira-usada-por-garimpeiros-proximo-as-margens-Foto-Divulagacao-Ministerio-da-Defesa.jpeg" alt="" class="wp-image-4342" srcset="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Foto-em-alta-resolucao-feita-pelo-Nauru-500.-Vista-do-Rio-Mucajai-e-uma-voadeira-usada-por-garimpeiros-proximo-as-margens-Foto-Divulagacao-Ministerio-da-Defesa.jpeg 768w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Foto-em-alta-resolucao-feita-pelo-Nauru-500.-Vista-do-Rio-Mucajai-e-uma-voadeira-usada-por-garimpeiros-proximo-as-margens-Foto-Divulagacao-Ministerio-da-Defesa-300x200.jpeg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto em alta resolução feita pelo Nauru 500. Vista do Rio Mucajaí e uma voadeira usada por garimpeiros próximo às margens &#8211; Foto Divulgação/Ministério da Defesa</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tecnologia de ponta no combate ao garimpo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Nauru 500 é uma ferramenta essencial na coleta precisa de informações, permitindo o mapeamento detalhado de novos pontos de garimpo e o monitoramento das embarcações e dragas que operam ilegalmente nos rios. Suas imagens de alta qualidade e a capacidade de geolocalização proporcionam uma visão abrangente e detalhada das atividades ilegais, facilitando a identificação e a ação contra os garimpeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o governo federal, a introdução do drone Nauru 500 faz parte de um esforço mais amplo para fortalecer os direitos dos Yanomami e assegurar a retirada dos garimpeiros de suas terras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com o governo, essas ações visam garantir que os Yanomami possam viver em paz e segurança em seu território, livre da ameaça constante do garimpo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Este esforço inclui não apenas a tecnologia de ponta, mas também uma coordenação estreita entre diversas agências governamentais e forças de segurança. A Casa de Governo destaca que o uso de drones é apenas uma das muitas estratégias sendo implementadas para alcançar os objetivos estabelecidos de combate ao garimpo e proteção aos Yanomami”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Gov</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Câmara aprova MP que destina R$ 1 bi para proteção ao povo Yanomami e combate a garimpo</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/camara-aprova-mp-que-destina-r-1-bi-para-protecao-ao-povo-yanomami-e-combate-a-garimpo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 06:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
		<category><![CDATA[censipam]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
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		<category><![CDATA[ministério do meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[povo yanomami]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (8) a Medida Provisória (MP) 1209/24, que concede crédito extraordinário de R$ 1 bilhão para diversos ministérios em ações relacionadas à proteção do povo indígena Yanomami e ao combate ao garimpo ilegal em seu território. A MP será enviada ao Senado. Segundo o governo, a iniciativa teve por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Câmara dos Deputados aprovou nesta segunda-feira (8) a Medida Provisória (MP) 1209/24, que concede crédito extraordinário de R$ 1 bilhão para diversos ministérios em ações relacionadas à proteção do povo indígena Yanomami e ao combate ao garimpo ilegal em seu território. A MP será enviada ao Senado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o governo, a iniciativa teve por objetivo dar cumprimento à decisão monocrática do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso a qual determinou ao Poder Executivo a abertura de crédito extraordinário se houvesse falta de recursos orçamentários para cumprir decisão anterior de socorro a esses indígenas, tudo no âmbito de uma ação de descumprimento de preceito fundamental (ADPF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do total de recursos, R$ 309,8 milhões são destinados à participação das Forças Armadas com o uso do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) e R$ 60,18 milhões para a Força Nacional, da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal na área. Esse montante soma 37% do total liberado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Funai</strong><br>Outros R$ 210 milhões ficarão com o Ministério dos Povos Indígenas para a gestão de políticas para os povos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Funai, a MP destina R$ 182 milhões para a atividade de regularização fundiária, proteção e gestão dos territórios indígenas, além de mais R$ 60 milhões para a atividade de direitos pluriétnicos e culturais dos povos indígenas. Esse montante soma 45,2% do total liberado.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Meio Ambiente</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério do Meio Ambiente terá R$ 107,6 milhões (10,76% do total previsto) para ações de fiscalização em terras indígenas e gestão de unidades de conservação em terras indígenas a cargo do Ibama ou do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mais ministérios</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros ministérios também terão dinheiro para ações correlacionadas:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ministério da Pesca e Aquicultura; e</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crise humanitária</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), ressaltou que, por meio da MP, o governo legalizou uma decisão do Supremo e atuou para conter a crise humanitária que o povo Yanomami sofreu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É uma medida provisória que trata da dignidade deste povo que precisa da proteção do Estado brasileiro&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, a gestão Lula enfrenta o abandono e a miséria em que o governo anterior deixou o povo Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), vice-líder da oposição, disse que o governo Lula encaminhou a MP após ser divulgado um número de mortes de indígenas maior que o verificado em 2022. De acordo com o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, houve 363 mortes de indígenas em 2023, 6% a mais que o registrado em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Arguição no STF</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação da MP atende a uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, em Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 709, de 2020). A Advocacia-Geral da União (AGU) deu parecer pelo cumprimento imediato da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A arguição foi apresentada pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) em agosto de 2020. A entidade pediu a retirada dos não indígenas das Terras Indígenas Yanomami, Karipuna, Uru-Eu-Wau-Wau, Kayapo, Arariboia, Mundurucu e Trincheira Bacaja.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em novembro de 2023, o STF confirmou a necessidade de uma resposta do Poder Executivo por meio de ações coordenadas envolvendo diferentes órgãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/573452-saiba-mais-sobre-a-tramitacao-de-mps/">Saiba mais sobre a tramitação de medidas provisórias</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Câmara de Notícias</em></strong></p>
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