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	<title>Censo 2022 Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<description>Portal de notícias Roraimense</description>
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	<title>Censo 2022 Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Ranking coloca Uiramutã pelo 3º ano seguido na última posição em qualidade de vida no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 04:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O município de Uiramutã, norte de Roraima, voltou a aparecer na última colocação do ranking nacional de qualidade de vida do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (20) e apontam que esta é a terceira vez consecutiva que a cidade ocupa o pior resultado do país. O levantamento [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O município de Uiramutã, norte de Roraima, voltou a aparecer na última colocação do ranking nacional de qualidade de vida do Índice de Progresso Social (IPS) Brasil 2026. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (20) e apontam que esta é a terceira vez consecutiva que a cidade ocupa o pior resultado do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento avalia os 5.570 municípios brasileiros com base em indicadores sociais e ambientais relacionados ao acesso da população a serviços básicos e condições de bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uiramutã recebeu nota 42,44 em uma escala que vai de 0 a 100. O município aparece atrás de cidades como Jacareacanga, no Pará, que registrou 44,32 pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros dois municípios de Roraima também figuram entre os piores resultados nacionais. Alto Alegre ocupa a 5.568ª posição, com 44,72 pontos, enquanto Amajari aparece em 5.566º lugar, com 45,58 pontos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IPS utiliza 57 indicadores públicos para medir componentes ligados a saneamento básico, moradia, segurança pessoal, saúde, acesso à informação, educação superior e inclusão social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório, Uiramutã teve resultados mais baixos nas dimensões “necessidades humanas básicas”, com 41,56 pontos, e “fundamentos do bem-estar”, com 49,32.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também aponta concentração de municípios com baixo desempenho na Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins e Maranhão).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Das 20 cidades com pior desempenho nacional, 11 pertencem ao Pará, estado que concentra parte significativa dos municípios com notas mais baixas no levantamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário oposto, Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, obteve a melhor nota do país, com 73,10 pontos, mantendo a liderança nacional pelo terceiro ano consecutivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A média nacional registrada pelo IPS em 2026 foi de 63,40 pontos. Segundo os organizadores, municípios com menor desempenho costumam ter baixa densidade populacional e localização distante dos grandes centros urbanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo aponta ainda que os municípios considerados mais críticos da Amazônia Legal apresentam impactos negativos relacionados a indicadores ambientais, como desmatamento e emissão de gases de efeito estufa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Localizado na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana, Uiramutã possui pouco mais de 13,7 mil habitantes e fica a cerca de 280 quilômetros de Boa Vista. Conforme o Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 13,3 mil moradores se declaram indígenas.</p>
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		<title>MPF discute segurança territorial indígena em audiência pública em Uiramutã</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mpf-discute-seguranca-territorial-indigena-em-audiencia-publica-em-uiramuta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[audiência pública]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra Indígena Raposa Serra do Sol]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) promove nesta quinta-feira (14) uma audiência pública em Uiramutã para discutir ações de vigilância territorial indígena e os impactos do fluxo de pessoas e mercadorias na fronteira com a Guiana. O encontro será realizado no Ginásio Poliesportivo do município, no bairro Aeroporto, com início às 9h e continuidade durante todo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) promove nesta quinta-feira (14) uma audiência pública em Uiramutã para discutir ações de vigilância territorial indígena e os impactos do fluxo de pessoas e mercadorias na fronteira com a Guiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro será realizado no Ginásio Poliesportivo do município, no bairro Aeroporto, com início às 9h e continuidade durante todo o dia. A audiência será conduzida pelos procuradores da República Alisson Marugal e Miguel de Almeida Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 96% da população autodeclarada indígena, Uiramutã é o município mais indígena do Brasil, segundo o IBGE. Localizado integralmente na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, o município tem enfrentado o aumento da circulação de pessoas e produtos ilegais, incluindo mercadorias destinadas ao garimpo na Guiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para enfrentar essa situação, lideranças indígenas vêm se organizando para proteger seus territórios, desenvolvendo ações de vigilância próprias. O MPF busca entender como essas iniciativas podem se integrar ao trabalho dos órgãos de segurança pública, sempre com respeito aos limites legais e à autonomia dos povos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A audiência é aberta ao público, com a presença esperada de comunidades indígenas, comerciantes, representantes da sociedade civil e instituições públicas. O MPF reforça a importância da participação popular para a construção de soluções efetivas e sustentáveis.</p>
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		<title>Roraima tem o menor número de católicos e o maior de pessoas sem religião do país</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-tem-o-menor-numero-de-catolicos-e-o-maior-de-pessoas-sem-religiao-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jun 2025 10:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima é o estado brasileiro com a menor proporção de católicos e o maior número relativo de pessoas sem religião, segundo os dados preliminares do Censo Demográfico 2022 – Religiões, divulgados nesta sexta-feira (6) pelo IBGE. Apenas 37,9% dos moradores do Estado se declararam católicos apostólicos romanos, percentual bem abaixo da média nacional de 56,7%. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima é o estado brasileiro com a menor proporção de católicos e o maior número relativo de pessoas sem religião, segundo os dados preliminares do Censo Demográfico 2022 – Religiões, divulgados nesta sexta-feira (6) pelo IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas 37,9% dos moradores do Estado se declararam católicos apostólicos romanos, percentual bem abaixo da média nacional de 56,7%. Por outro lado, 16,9% da população roraimense afirmou não seguir nenhuma religião, o índice mais alto entre as 27 unidades da federação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Estado também se destaca pela diversidade religiosa. Roraima lidera a proporção de adeptos de tradições indígenas (1,7%) e de outras religiosidades (7,8%), o que reforça o perfil multicultural e espiritual da região, que abriga muitas comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo o levantamento, os evangélicos representam 36,0% da população de Roraima, posicionando o Estado entre os que apresentam maior crescimento dessa corrente religiosa, em linha com a tendência nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todo o país, a proporção de evangélicos subiu de 21,6% em 2010 para 26,9% em 2022, enquanto o catolicismo segue em queda — era 65,1% há 12 anos e agora representa 56,7% da população brasileira com 10 anos ou mais de idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário nacional, o Censo 2022 também identificou aumento no percentual de pessoas sem religião (de 7,9% em 2010 para 9,3% em 2022) e crescimento das religiões de matriz africana (como umbanda e candomblé), que passaram de 0,3% para 1,0%. A religião espírita registrou queda leve, indo de 2,2% para 1,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também revelou dados relacionados à escolaridade e cor/raça, apontando que grupos como os espíritas concentram os maiores níveis de instrução, enquanto tradições indígenas registram os maiores índices de analfabetismo. Entre os sem religião, predominam os homens (56,2%) e os jovens adultos entre 20 e 24 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O detalhamento completo da amostra religiosa do Censo 2022 pode ser consultado no site oficial do IBGE.</p>
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		<item>
		<title>Taxa de analfabetismo entre indígenas é o dobro da média nacional, segundo IBGE</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/taxa-de-analfabetismo-entre-indigenas-e-o-dobro-da-media-nacional-segundo-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Oct 2024 15:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[analfabetismo]]></category>
		<category><![CDATA[Censo 2022]]></category>
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		<category><![CDATA[indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[saneamento básico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 255 mil indígenas brasileiros são analfabetos, de acordo com os dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).&#160;O número representa 15,05% da população total de pessoas indígenas no país. A pesquisa mostrou que, em 2022, 1.694.836 pessoas se identificavam como indígenas no Brasil. A taxa [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Mais de 255 mil indígenas brasileiros são analfabetos, de acordo com os dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).&nbsp;O número representa 15,05% da população total de pessoas indígenas no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa mostrou que, em 2022, 1.694.836 pessoas se identificavam como indígenas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de analfabetismo entre pessoas indígenas é duas vezes maior que a da população total brasileira, de 7% em 2022, conforme o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo o instituto, essa taxa equivale ao percentual de pessoas com 15 anos de idade ou mais que não sabem ler ou escrever pelo menos um bilhete simples, no idioma que conhecem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando analisada exclusivamente a população residente em terras indígenas, a taxa de analfabetismo sobe para 20,8% na&nbsp;análise realizada em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar do alto índice,&nbsp;houve crescimento na taxa da população alfabetizada desde a pesquisa anterior, de 2010.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de analfabetismo da população indígena brasileira passou de 23,4% para 15,05% no intervalo de 12 anos. Quando analisados apenas os moradores de terras indígenas, o montante passou de 32,3% para os recentes 20,8%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O censo mostra que&nbsp;a proporção de pessoas indígenas consideradas analfabetas é maior entre os mais velhos e as mulheres. Em 2022, 42,88% dos indígenas com 65 ou mais foram considerados analfabetos. Entre os que possuem 60 e 64 anos, a taxa ficou em 29,21%. A menor taxa (5,5%) é encontrada na faixa dos 18 a 19 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, 14,32% dos homens indígenas residentes no Brasil não sabiam ler ou escrever sequer um bilhete simples. Este índice chega a 15,74% no caso das mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saneamento básico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Censo 2022 também mostram que&nbsp;28,82% dos indígenas residentes no país não possuem saneamento básico&nbsp;onde moram. A taxa é bastante superior em relação à população total do Brasil, de 2,97%&nbsp;no mesmo período analisado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o instituto, “as inadequações das infraestruturas de saneamento básico, além de atingirem de forma mais intensa a população indígena, são ainda mais proeminentes nas terras indígenas”, onde 56,98% vivem sem condições adequadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IBGE aponta ainda que 69,72% dos residentes indígenas do Brasil convivem com a precariedade ou ausência de pelo menos um item de saneamento básico, seja abastecimento de água, destinação adequada do esgoto ou coleta de lixo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O percentual também é superior em comparação com a população total do país, com 27,26%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022,&nbsp;36,79% dos domicílios onde há ao menos um indígena não contava com abastecimento de água, seja por rede geral de distribuição, poço, fonte, nascente ou mina encanada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas residências situadas em terras indígenas, o percentual chega a 69,24%, bastante acima do observado na população geral brasileira, de 6,03%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes casos, a água utilizada é fornecida, por exemplo, por meio de carro-pipa, água da chuva armazenada, rios, açudes, córregos, lagos e igarapés.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de banheiros ou sanitários para destinação do esgoto foi notada em 60,17% dos domicílios que abrigam ao menos um indígena no país. O número salta para 85,42% em terras indígenas, enquanto está em 23,82% no que se refere à população total do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nestes casos, a destinação do esgoto é feita por meio de fossa rudimentar, buraco, vala, rio, córrego, mar etc.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coleta de lixo alcança apenas 55,27% das moradias brasileiras com indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tipos de domicílio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apenas 3,1% dos domicílios brasileiros onde mora ao menos uma pessoa indígena são habitações típicas sem paredes ou malocas. Quando analisados exclusivamente os moradores de terras indígenas, essa proporção salta para 8,15%. Atualmente, já&nbsp;há mais apartamentos com indígenas do que moradias tradicionais dos povos originários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, 630.428 domicílios brasileiros abrigavam ao menos uma pessoa indígena, o que representa&nbsp;0,87% do total do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja os tipos de domicílios do país onde há pelo menos um indígena, segundo o IBGE:</p>



<p class="wp-block-paragraph">91,93% – casa</p>



<p class="wp-block-paragraph">3,51% – apartamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">3,10% – habitação indígena sem paredes ou maloca</p>



<p class="wp-block-paragraph">1,11% – casa de vila ou condomínio</p>



<p class="wp-block-paragraph">0,26% – habitação em casa de cômodos ou cortiço</p>



<p class="wp-block-paragraph">0,08% – estrutura residencial permanente degradada ou inacabada</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o IBGE, as habitações indígenas podem ter diversos tamanhos, podendo inclusive ser simples, com ausência de paredes. Há modelos mais complexos, com diversos cômodos e várias construções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Elas podem ser construídas com de taquaras e troncos, cobertas de palmas secas ou palha e outros materiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denominação pode mudar de acordo com a região, podendo ser chamadas de malocas, palhoça, choupana, cabana, casebre, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da CNN</em></strong></p>
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		<title>Eleições 2024: Roraima tem o maior número proporcional de candidaturas indígenas do país</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/eleicoes-2024-roraima-tem-o-maior-numero-proporcional-de-candidaturas-indigenas-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[candidatos]]></category>
		<category><![CDATA[Censo 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os candidatos que se declararam indígenas são os únicos que tiveram a participação ampliada nas eleições deste ano, passando de 2.172 registros, em 2020, para 2.479, em 2024, o que representa uma alta de 14,13%, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O crescimento foi notado em todas as regiões do Brasil. O maior número [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os candidatos que se declararam indígenas são os únicos que tiveram a participação ampliada nas eleições deste ano, passando de 2.172 registros, em 2020, para 2.479, em 2024, o que representa uma alta de 14,13%, conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O crescimento foi notado em todas as regiões do Brasil. O maior número proporcional de candidaturas de indígenas está em Roraima, com 7,10% do total de candidatos. Em 2020, o Estado já era o que tinha a maior concentração desse segmento (7,95%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 6 de outubro, mais de 461,7 mil candidatos vão disputar cargos de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores, em 5.569 municípios. A partir de dados extraídos da Corte eleitoral, neste ano, o Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) publicou o&nbsp;estudo Perfil do Poder &#8211; Eleições 2024, em parceria com o coletivo Common Data, com a análise das candidaturas registradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento aponta que, se&nbsp;consideradas as candidaturas para todos os três cargos por cor e raça, este ano, 207.467 (45,64%) candidatos se declararam brancos; 187.903 (41,34%) se autodeclararam pessoas pardas; 51.782 (11,39%) se declararam pretos; 2.479 (0,55%) são pessoas indígenas; 1.756 (0,39%) são pessoas amarelas; e 3.141 (0,69%) não informaram sua cor/raça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da resolução do TSE, a declaração de cor ou raça no registro de candidatos era opcional. Pela primeira vez, neste ano, os candidatos puderam também declarar, de forma opcional, o pertencimento étnico. Das 2.479 candidaturas indígenas registradas, 1.966 divulgaram sua etnia, o que somou 176 etnias, de acordo com o TSE. As três maiores são 168 candidaturas do povo Kaingang; 150, Tikúna, e 107 candidatos da etnia Makuxí.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A possibilidade de declaração étnico-racial [indígena] e de pertencimento étnico-territorial [etnia] poderá sustentar a contenção de fraudes, na medida em que indica que o candidato está ligado a um território indígena, a uma coletividade”, conclui o estudo Perfil do Poder &#8211; Eleições 2024, do Inesc.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Candidaturas indígenas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Inesc considera que o aumento geral reflete um maior engajamento político dessas comunidades em todo o país. Embora as candidaturas indígenas estejam em ascensão, a representatividade em cargos executivos ainda é limitada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A assessora política do Inesc Carmela Zigoni avalia que a correlação de forças nesses espaços de poder eletivos, seja no Poder Executivo ou nas casas legislativas, é ruim para os indígenas eleitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isto porque a participação dos povos originários em espaços de poder ainda é baixa e os indígenas enfrentam desafios para tentar propor políticas públicas e leis de proteção a seus povos e territórios, em tempos de avanço de sistemas agropecuários predatórios e da mineração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Aqueles [indígenas] que são eleitos enfrentam o racismo e a violência política de gênero nos espaços institucionais. Mas é fundamental que estejam se colocando para essa missão, a fim de tentar barrar retrocessos e buscar garantir os seus direitos”, avalia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao gênero dos candidatos indígenas, 1.568 (63,25%) são homens e 911 (36,75%) são mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Partidos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto ao alinhamento político, 41,87% dos candidatos indígenas estão afiliados a partidos de direita. Os partidos de esquerda têm 40,42% das candidaturas desse público e, o restante (17,71%), é de centro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Inesc interpreta que essa distribuição reflete a diversidade de perspectivas políticas dentro das comunidades indígenas. A assessora política explica que, entre os motivos para esse fenômeno, está a falta de diretrizes programáticas dos partidos políticos, o que impede a divulgação de agenda clara nos municípios sobre o que o partido defende.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As dinâmicas e disputas políticas locais se sobressaem, ao invés de sobressair a polarização política observada nas eleições nacionais”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela avalia ainda que os partidos mais à esquerda defendem os direitos ambientais, mas, na prática, a agenda é a do desenvolvimentismo, o que pode representar políticas negativas aos direitos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Observamos um forte apego a políticas para apressar licenciamentos ambientais, grandes incentivos fiscais para empresas mineradoras e investimentos em infraestrutura para o agronegócio de exportação. Então, gera uma contradição para candidaturas e votos dessas populações”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cargos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se considerados todos os municípios, o número de indígenas que pleiteiam o Poder Executivo nas prefeituras chega a 46, sendo 6 mulheres e 40 homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os postulantes ao cargo de vice-prefeito somam 63, sendo 26 mulheres e 37 homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consideradas apenas as 26 capitais onde haverá eleições no próximo mês, o Instituto de Estudos Socioeconômicos identificou que há apenas um candidato indígena concorrendo ao cargo de prefeito. Trata-se de Lucínio Castelo de Assumção, da etnia Guarani, que disputa a Prefeitura de Vitória, pelo Partido Liberal (PL).</p>



<p class="wp-block-paragraph">E para ocupar a vice-prefeitura de uma capital, somente uma indígena concorre ao posto: Amanda Brandão Paes Armelau disputa a vaga no Rio de Janeiro, também filiada ao PL, e de etnia não informada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Brasil</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Censo 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que quase 1,7 milhão de indígenas vivem no Brasil, correspondendo a 0,83% da população total do país, que corresponde a 266 povos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior parte dos indígenas (867,9 mil ou 51,2%) vive na Amazônia Legal, região formada pelos estados do Norte, Mato Grosso e parte do Maranhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Censo 2022 revelou também que muitos dos indígenas são jovens, com mais da metade tendo menos de 30 anos de idade (56,10%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Eleições municipais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Este ano, estão em disputa 69.602 cargos nos municípios, divididos em 5.569 para prefeitos e vice-prefeitos e 58.464 para vereadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o TSE, dos 461.703 pedidos de registro de candidatas e candidatos nas eleições de outubro, são 15.478 candidatos ao cargo de prefeito; 15.703 candidatos a vice-prefeitos e 430.522 postulantes a vereador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça eleitoral informa que a eleição municipal deste ano é a maior de todos os tempos porque há mais de 155,91 milhões de eleitores, sendo que 140,03 milhões de eleitores não têm a informação de cor e raça no cadastro eleitoral. Entre o eleitorado que tem esse dado, 8,5 milhões (5,45%) são pessoas pardas; 5,29 milhões (3,39%) são brancas; 1,8 milhão (1,16%) são pessoas pretas; 155,6 mil (0,10%) são indígenas; 114,38 (0,07%) são pessoas amarelas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro turno das eleições municipais está marcado para 6 de outubro. O segundo turno ocorrerá em 27 de outubro, em cidades com mais de 200 mil eleitores, se nenhum dos candidatos ao posto obtiver mais da metade dos votos válidos, excluídos os votos em branco e nulos, para ser eleito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Quase um terço dos moradores de abrigos para grupos vulneráveis fica em Roraima, rota de imigrantes venezuelanos</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/quase-um-terco-dos-moradores-de-abrigos-para-grupos-vulneraveis-fica-em-roraima-rota-de-imigrantes-venezuelanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 13:33:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 800 mil pessoas no Brasil moram em domicílios coletivos, que são residências em instituições regidas por normas administrativas, como presídios, orfanatos, asilos, alojamentos e clínicas. De acordo com o Censo 2022, dentro dessa categoria, há 24.110 pessoas em abrigos ou repúblicas assistenciais destinadas a grupos vulneráveis. Quase um terço (30%) dessa população está [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Mais de 800 mil pessoas no Brasil moram em domicílios coletivos, que são residências em instituições regidas por normas administrativas, como presídios, orfanatos, asilos, alojamentos e clínicas. De acordo com o Censo 2022, dentro dessa categoria, há 24.110 pessoas em abrigos ou repúblicas assistenciais destinadas a grupos vulneráveis. Quase um terço (30%) dessa população está Roraima, destino de muitos venezuelanos refugiados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos anos, a rota de migração de venezuelanos para o Estado tem crescido diante da crise econômica e política na Venezuela. A maioria dos imigrantes entra pela fronteira em Paracaima, município ao Norte do Estado, que recebe um fluxo de cerca de 400 venezuelanos por dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Casa Civil, 192 mil venezuelanos entraram no Brasil em 2023, aumento de 18% em relação ao ano anterior. Em Roraima, há oito abrigos e três alojamentos que atendem essa população de refugiados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Censo 2022, 7.331 pessoas moram em abrigos para grupos vulneráveis no Estado, valor que representa 30% das 24.110 pessoas que vivem nessa condição em todo o Brasil. Depois de Roraima, São Paulo, Minas, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro são os que têm mais população nesses abrigos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Novos resultados do Censo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Censo identificou que 837 mil pessoas, ou 0,4% da população, têm como residência principal esses domicílios coletivos. Em 2010, eram 682 mil brasileiros nessa situação, o que representa que houve um aumento de 22%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os moradores de penitenciárias são a grande maioria: 479 mil, mais da metade do total. Para ter sido considerado um residente nesses casos, o Censo contabilizou pessoas que já têm condenação ou que estavam há pelo menos 12 meses preso. Assim, adotou-se um padrão, já que a população carcerária é bastante dinâmica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, o tipo com mais moradores foi “asilo ou outra instituição de longa permanência para idosos”, com 161 mil pessoas, ou 0,1% da população brasileira. Mais de 80% dessas pessoas estão no Sul e no Sudeste do país, regiões mais envelhecidas e com maior oferta dessas instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é a primeira vez que o IBGE divulga dados de idade, sexo e alfabetização dos moradores destes tipos de domicílios. Assim, observou-se que 96% dos moradores de penitenciárias são homens. Os asilos são os únicos domicílios coletivos onde as mulheres são maioria: 59.8%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre a distribuição regional, algumas concentrações se destacam. Como o caso de São Paulo, que tem a metade de todos os moradores de abrigos destinados à população de rua. A estatística reflete a posição do estado no ranking do Observatório Brasileiro de Políticas Públicas com a População em Situação de Rua da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Segundo esse levantamento, das 300 mil pessoas em situação de rua no país, 80 mil estariam no estado paulista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estatística divulgada nesta sexta (6) com a de domicílios improvisados não consegue mensurar a população de rua, pois não é o objeto do Censo. Mas os números revelam traços da realidade de populações vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de O Globo</em></strong></p>
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		<title>Com imigrantes venezuelanos, Roraima é o estado em que população mais cresce no país</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/com-imigrantes-venezuelanos-roraima-e-o-estado-em-que-populacao-mais-cresce-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2024 13:28:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Censo 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
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		<category><![CDATA[população]]></category>
		<category><![CDATA[venezuelanos]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">O estado em que a população mais cresceu em 2024 foi&nbsp;Roraima, que costuma receber imigrantes venezuelanos, e o que menos cresceu foi Alagoas, segundo estimativas do IBGE divulgadas nesta quinta-feira (29). O primeiro teve um salto de 12,58% em relação ao ano passado. Já o segundo, viu o número de habitantes subir 2,95%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As estimativas consideram a contagem de pessoas até 1º de julho deste ano e foram publicadas nesta quinta-feira no Diário Oficial da União. O&nbsp;país tem 212,5 milhões de habitantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A população total brasileira aumentou 4,68% em comparação com o ano passado. Em outubro de 2023, o IBGE estimou 203.080.756 de pessoas. Antes, o Censo de 2022 mostrava 203.062.512 brasileiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima teve o maior crescimento populacional, passando de 636.707 habitantes para 716.793. Ainda assim, é o estado com o menor número de habitantes do país e abriga muitas terras indígenas, como a dos Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Alagoas, o número de habitantes saiu de 3.127.683 em 2023, para 3.220.104 em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São Paulo continua a ser o estado mais populoso, com um quinto dos habitantes do Brasil. São 45,9 milhões de pessoas, ante 44,4 milhões no ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, os mais populosos são Minas Gerais (21.322.691) e Rio de Janeiro (17,2 milhões).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja a população por cidades em Roraima em 2024:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Alto Alegre &#8211; 23.049</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amajari &#8211; 15.583</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Boa Vista &#8211; 470.169</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Bonfim &#8211; 15.222</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cantá &#8211; 20.552</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caracaraí &#8211; 22.443</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caroebe &#8211; 11.708</p>



<p class="wp-block-paragraph">Iracema &#8211; 10.778</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mucajaí &#8211; 19.619</p>



<p class="wp-block-paragraph">Normandia &#8211; 15.744</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pacaraima &#8211; 22.104</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rorainópolis &#8211; 36.747</p>



<p class="wp-block-paragraph">São João da Baliza &#8211; 9.727</p>



<p class="wp-block-paragraph">São Luiz &#8211; 7.777</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uiramutã &#8211; 15.571</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja a população por estado no Brasil:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Roraima &#8211; 716.793</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">São Paulo &#8211; 45.973.194</p>



<p class="wp-block-paragraph">Minas Gerais &#8211; 21.322.691</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rio de Janeiro &#8211; 17.219.679</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bahia &#8211; 14.850.513</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paraná &#8211; 11.824.665</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rio Grande do Sul &#8211; 11.229.915</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pernambuco &#8211; 9.539.029</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ceará &#8211; 9.233.656</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pará &#8211; 8.664.306</p>



<p class="wp-block-paragraph">Santa Catarina &#8211; 8.058.441</p>



<p class="wp-block-paragraph">Goiás &#8211; 7.350.483</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maranhão &#8211; 7.010.960</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amazonas &#8211; 4.281.209</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paraíba &#8211; 4.145.040</p>



<p class="wp-block-paragraph">Espírito Santo &#8211; 4.102.129</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mato Grosso &#8211; 3.836.399</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rio Grande do Norte &#8211; 3.446.071</p>



<p class="wp-block-paragraph">Piauí &#8211; 3.375.646</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alagoas &#8211; 3.220.104</p>



<p class="wp-block-paragraph">Distrito Federal &#8211; 2.982.818</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mato Grosso do Sul &#8211; 2.901.895</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sergipe &#8211; 2.291.077</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rondônia &#8211; 1.746.227</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tocantins &#8211; 1.577.342</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acre &#8211; 880.631</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amapá &#8211; 802.837</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de O Globo e UOL</em></strong></p>
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		<title>Mais da metade das crianças de Amajari e Alto Alegre não tem registro de nascimento em cartório, segundo IBGE</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mais-da-metade-das-criancas-de-amajari-e-alto-alegre-nao-tem-registro-de-nascimento-em-cartorio-segundo-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2024 20:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[alto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[amajari]]></category>
		<category><![CDATA[cartório]]></category>
		<category><![CDATA[Censo 2022]]></category>
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		<category><![CDATA[registro de nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígena yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois municípios de&#160;Roraima&#160;tiveram em 2022 os menores percentuais no Brasil de crianças de até cinco anos com registro de nascimento em cartório. São os casos de Alto Alegre (a 84 km de&#160;Boa Vista) e Amajari (a 155 km da capital), apontam novos dados do&#160;Censo Demográfico&#160;divulgados nesta quinta-feira (8) pelo&#160;IBGE&#160;(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Dois municípios de&nbsp;Roraima&nbsp;tiveram em 2022 os menores percentuais no Brasil de crianças de até cinco anos com registro de nascimento em cartório. São os casos de Alto Alegre (a 84 km de&nbsp;Boa Vista) e Amajari (a 155 km da capital), apontam novos dados do&nbsp;Censo Demográfico&nbsp;divulgados nesta quinta-feira (8) pelo&nbsp;IBGE&nbsp;(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Alto Alegre, somente 37,7% das crianças de até cinco anos tinham o registro de nascimento em cartório em 2022, o equivalente a 1.370 de um total de 3.638 na mesma faixa etária. Em Amajari, a proporção foi de 48,1% —1.184 de um total de 2.461. São os únicos municípios do Brasil com proporções inferiores a 50%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros três municípios de Roraima figuram entre os dez do país com menores percentuais de crianças com registro de nascimento em cartório, mas acima de 50%: Iracema (72,5%), Uiramutã (77,5%) e Pacaraima (83,5%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do mesmo Estado, outra característica de Alto Alegre e Amajari é a grande&nbsp;presença de indígenas. Em torno de 75% das crianças de até cinco anos pertenciam a esse grupo em Alto Alegre e Amajari, conforme as declarações de cor ou raça no Censo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A população indígena&nbsp;está mais concentrada na Região Norte&nbsp;e tem menor percentual de registro civil de nascimentos. A proporção mais baixa, de acordo com o IBGE, pode estar relacionada com mais dificuldades logísticas de acesso a cartórios e questões culturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta quinta, o instituto informou que o registro civil de nascimentos alcançava 87,5% das crianças de até cinco anos de cor ou raça indígena no país em 2022. Considerando a população total da mesma faixa etária, o percentual foi de 99,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dos dez municípios com as menores proporções de registros de nascimentos em cartório no Brasil, oito estão na Região Norte, segundo o Censo. A cidade amazonense de Barcelos teve o terceiro menor indicador do país entre as crianças de até cinco anos (62,5%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Terra Indígena&nbsp;Yanomami, por exemplo, fica entre os estados de Roraima e Amazonas, na abrangência de municípios como Alto Alegre, Amajari e Barcelos, segundo&nbsp;relatório publicado no ano passado&nbsp;pelo governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">José Eduardo Trindade, analista da divulgação do IBGE, afirmou que locais com grande presença de indígenas precisam de uma &#8220;atenção maior&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É uma região que tem de ser trabalhada com muito respeito, com muito carinho, por todos: como chegar, abordar e fazer o registro de nascimento em cartório&#8221;, declarou. O IBGE prometeu apresentar mais detalhes do Censo sobre os indígenas em divulgação prevista para setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O registro civil, diz o instituto, é um pré-requisito para a emissão de outros documentos da criança. Também é importante para garantir o acesso a serviços sociais básicos, em áreas como&nbsp;saúde&nbsp;e&nbsp;educação, segundo o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, o número de municípios que alcançaram 100% das crianças de até cinco anos com registro de nascimento em cartório aumentou de 624 em 2010 (11,2% do total) para 1.098 em 2022 (19,7% do total).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso dos indígenas, o IBGE também levantou dados sobre o Rani (Registro Administrativo de Nascimento Indígena). O documento é um registro administrativo da Funai (Fundação Nacional dos Povos Indígenas) legalmente válido para a posterior emissão do registro civil em cartórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, 5,7% das pessoas de cor ou raça indígena tinham o Rani, conforme o Censo. O cadastro serve como base de informações para o mapeamento estatístico dos indígenas, mas não substitui o registro em cartório, apontou o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Folha de S. Paulo</em></strong></p>
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