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	<title>CGVS Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<lastBuildDate>Thu, 19 Jun 2025 01:24:37 +0000</lastBuildDate>
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	<title>CGVS Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<item>
		<title>Dengue: 80% dos municípios de Roraima têm alto risco de infestação; Sesau alerta população sobre cuidados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jun 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima vive um momento de alerta com relação à dengue. Dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) mostram que 80% dos municípios estão sob risco elevado de infestação do mosquito Aedes aegypti. As autoridades de saúde reforçam que o período chuvoso agrava a situação, favorecendo a proliferação do mosquito. De acordo com o Núcleo de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima vive um momento de alerta com relação à dengue. Dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) mostram que 80% dos municípios estão sob risco elevado de infestação do mosquito <em>Aedes aegypti</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As autoridades de saúde reforçam que o período chuvoso agrava a situação, favorecendo a proliferação do mosquito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Núcleo de Controle da Febre Amarela e Dengue da Sesau, já são 317 casos prováveis da doença entre janeiro e junho, além de dois óbitos confirmados e um em investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O perigo é real, e a única forma de evitar uma epidemia é eliminar os criadouros”, destacou a gerente do núcleo, Rosângela Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento do LIRAa aponta que os criadouros mais comuns estão em objetos que podem ser removidos do ambiente, como garrafas, recipientes plásticos, pratinhos de plantas e pneus, sendo esse último responsável por até 70% dos focos em municípios como Caracaraí.</p>
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		<title>Roraima registra redução de 45,2% dos casos de malária no primeiro trimestre de 2025</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-registra-reducao-de-452-dos-casos-de-malaria-no-primeiro-trimestre-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 16:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima&#160;registrou uma redução de 45,2% nos casos de&#160;malária&#160;entre janeiro e março de 2025, (4.795 casos), em comparação com o mesmo período de 2024 (8.749). Em âmbito nacional, a incidência da doença diminuiu 26,8%, passando de 34.807 registros em 2024 para 25.473 em 2025.&#160; O número de óbitos também apresentou queda de 27% em 2024, com [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima&nbsp;registrou uma redução de 45,2% nos casos de&nbsp;malária&nbsp;entre janeiro e março de 2025, (4.795 casos), em comparação com o mesmo período de 2024 (8.749). Em âmbito nacional, a incidência da doença diminuiu 26,8%, passando de 34.807 registros em 2024 para 25.473 em 2025.&nbsp; O número de óbitos também apresentou queda de 27% em 2024, com 43 mortes notificadas, frente às 63 registradas em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a malária ser uma realidade global, com 247 milhões de casos e mais de 619 mil mortes no mundo, o foco do combate à doença no Brasil está concentrado nos estados da Amazônia Legal, onde ocorrem 99% dos casos. Roraima está entre as três unidades da Federação com maior carga da doença, ao lado do Amazonas e Pará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós temos esse desafio de eliminar a malária do&nbsp;Plasmodium falciparum&nbsp;até 2030 e do&nbsp;Plasmodium vivax, até 2035. E, para isso, nós temos trabalhado de maneira bem intensificada, no sentido de trabalhar de forma organizada para que consigamos atingir essas metas”, destacou o gerente do Núcleo de Controle da Malária da Coordenadoria-Geral de Vigilância em Saúde (CGVS), Gerson Castro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De janeiro a abril de 2025, o município de Uiramutã apresentou o maior aumento de casos, saltando de 15 registros em 2024 para 149 este ano. Já Mucajaí registrou o maior avanço no controle da doença, reduzindo de 409 para apenas 44 casos no mesmo período. A maior parte das notificações são concentradas em áreas indígenas, especialmente no território Yanomami, que responde por mais de 80% dos casos registrados no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução de casos nessa região foi possível graças à desintrusão dos garimpeiros ilegais, o que permitiu maior acesso das equipes de saúde e atuação contínua das forças locais e federais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com a desintrusão dos garimpeiros, que diminuiu mais de 90%, em 2022 foram 13 mil casos, hoje não chega nem a 100 na área Yanomami. E com a implantação da tafenoquina em maio, esperamos que diminua ainda mais os casos. Antes era um tratamento de sete dias e agora será em um dia, não haverá recaídas, que é a proposta do medicamento novo”, ressaltou Castro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima também segue com capacitações técnicas contínuas, como oficinas de controle vetorial e treinamentos para uso de novos protocolos. A atuação do Estado envolve uma estrutura tripartite, com responsabilidades compartilhadas entre a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), os municípios e os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) Yanomami e Leste.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medicamento inovador</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nosso compromisso é zerar os óbitos por malária e buscar a eliminação da doença. Estamos introduzindo cada vez mais tecnologias eficazes: o melhor tratamento disponível, o uso ampliado de testes rápidos e a adoção da tafenoquina — que já é uma realidade no Brasil. Treinamos quase três mil profissionais, tratamos mais de sete mil pessoas, e a meta é ampliar o acesso em todo o país até 2026”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O medicamento inovador de dose única é para a cura da malária por Plasmodium vivax, responsável por 80,3% dos casos em 2024. O tratamento reduz os casos graves e a mortalidade da doença. O medicamento já foi implementado em 49 municípios, de 6 estados – Amazonas,&nbsp;Roraima, Pará, Rondônia, Amapá e Acre &#8211; e 9 Distritos Sanitários Indígenas (Dsei). Em maio, ação será implantada na região extra-amazônica e, em junho, em duas áreas do Mato Grosso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A versão pediátrica da tafenoquina está em processo de incorporação, com parecer favorável na avaliação inicial da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). A recomendação inicial vai à consulta pública nos próximos dias e retorna para a análise final da comissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Redução de casos em áreas especiais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados do Ministério da Saúde ainda apontam redução no número de casos de três das cinco áreas especiais de vigilância em 2024, como 27,5% em área de garimpo e 11% em área de assentamento. A separação por áreas é uma estratégia de acompanhamento dos casos, uma vez que a malária é uma doença determinada socialmente, ou seja, que afeta mais pessoas em áreas de maior vulnerabilidade social &#8211; 99% estão concentrados na Região Amazônica, abrangendo os estados do Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia,&nbsp;Roraima&nbsp;e Tocantins.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à vigilância epidemiológica, o ministro chamou atenção para a malária também fora da Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Embora o número de casos seja menor fora da região, a letalidade é mais alta. Por isso, vamos implementar um sistema de vigilância específico para os estados com registros fora da Amazônia. É preciso criar alertas e ações direcionadas para esses territórios.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, em 2024, foram registrados 138.493 casos locais, número menor que 2023 (140.264). Além disso, o país reduziu a quantidade de municípios com transmissão ativa da doença, passando de 321 em 2016 para 211 em 2024. Os resultados são reflexo das ações contínuas e estratégicas do Ministério da Saúde para a eliminação da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Investimentos e ações estratégicas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 2024 e 2025, a pasta investiu R$ 9,9 milhões em insumos para controle vetorial, R$ 5,8 milhões em medicamentos e testes G6PD e R$ 1,7 milhão para testes de diagnóstico rápido (TDR) da malária. O uso de testes rápidos para a doença cresceu 90% em 2024, com aumento de 65% na aquisição de insumos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Alexandre Padilha reforçou, ainda, o papel da Fiocruz na produção de medicamentos essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quero agradecer à Fiocruz pela decisão de produzir, junto ao Ministério da Saúde, a combinação de artesunato com mefloquina, que é um dos tratamentos para a malária grave. Com isso, garantimos o fornecimento contínuo e seguro de medicamentos de alta qualidade para todo o país”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aquisição de mosquiteiro impregnado de longa duração (MILDS), que não era adquirido desde 2019, foi outra ação estratégica destacada pelo ministro. Foram distribuídas 300 mil redes e 100 mil camas, atendendo 100% dos estados da Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os profissionais de saúde das áreas de risco também passaram por cursos de capacitação e contam com o Projeto Apoiadores Municipais para prevenção, controle e eliminação de malária. Com 30 pessoas atuando diretamente nos municípios que concentram 80% da carga da doença, o projeto tem fortalecido a resposta local, apoiando gestões municipais em ações de vigilância, diagnóstico, tratamento e prevenção da malária.</p>
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		<title>Roraima confirma primeira morte por dengue em 2025; vítima é mulher de 48 anos</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-confirma-primeira-morte-por-dengue-em-2025-vitima-e-mulher-de-48-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Apr 2025 14:33:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima teve a primeira morte por dengue confirmada este ano, conforme informações da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) divulgadas nesta sexta-feira (25). Trata-se de uma mulher de 48 anos que morava em Pacaraima, norte do Estado, na fronteira com a Venezuela. Exame do Laboratório Central (Lacen) confirmou a causa da morte. O caso era investigado [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima teve a primeira morte por dengue confirmada este ano, conforme informações da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) divulgadas nesta sexta-feira (25). Trata-se de uma mulher de 48 anos que morava em Pacaraima, norte do Estado, na fronteira com a Venezuela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exame do Laboratório Central (Lacen) confirmou a causa da morte. O caso era investigado desde 15 de abril, quando a paciente morreu após ser internada no Hospital Geral de Roraima (HGR). Os sintomas começaram seis dias antes, e incluíam febre, dores musculares, abdominal, de cabeça e ao redor dos olhos, além de vômitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A paciente buscou atendimento pela primeira vez em 12 de abril, no Hospital Délio Tupinambá, em Pacaraima, onde foi medicada. No dia 14, com agravamento do quadro, foi encaminhada ao HGR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A confirmação do óbito ocorreu nove dias após a notificação inicial. O caso foi comunicado pelo Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar do HGR ao Núcleo de Controle de Febre Amarela e Dengue (NCFAD), da Coordenação-Geral de Vigilância em Saúde (CGVS), que iniciou o protocolo de investigação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A confirmação do óbito suspeito de dengue é fundamental para entender a doença e melhorar a assistência ao paciente. O objetivo da investigação é identificar fatores que contribuem para o agravamento da doença e a morte, permitindo intervenções mais eficazes”, informou a gerente do NCFAD, Rosângela Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medidas de controle e alerta epidemiológico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois da notificação, equipes estaduais e municipais de vigilância e endemias atuaram de forma conjunta em Pacaraima, com ações de controle vetorial e busca ativa de casos suspeitos nas proximidades da residência da paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que chama a atenção para esse caso foi a sintomatologia mais crítica, que foi a dor abdominal relatada pela paciente. Fora isso, tivemos também a sintomatologia clássica da dengue, a mialgia, dor atrás dos olhos e febre”, reforçou Rosângela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, há registros de circulação do sorotipo DENV-2 na Comunidade Boca da Mata, em Pacaraima. A CGVS alerta que os quatro sorotipos da dengue (1, 2, 3 e 4) circulam simultaneamente no Estado, e o alto fluxo de pessoas entre os municípios e a alta infestação do mosquito Aedes aegypti elevam o risco de aumento dos casos e epidemia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse fator, corroborado com o aumento da autoinfestação de Aedes, e esse período que nós estamos vivendo onde há chuvas e sol, também contribuem para a proliferação do mosquito. Todos esses fatores aumentam o risco para uma epidemia em Roraima”, acrescentou a gerente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Situação da dengue em Roraima</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o painel de monitoramento da CGVS, atualizado em 14 de abril, Roraima contabilizava 720 notificações de dengue, com 77 casos confirmados, 136 prováveis e 584 descartados. A última morte por dengue no Estado foi registrada em 2022.</p>
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		<item>
		<title>‘Estado crítico’: MPRR e CRM vistoriam Hemocentro de Roraima e agências transfusionais</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/estado-critico-mprr-e-crm-vistoriam-hemocentro-de-roraima-e-agencias-transfusionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 13:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público do Estado (MPRR), o Conselho Regional de Medicina (CRM) e a Coordenadoria-Geral de Vigilância em Saúde (CGVS) fizeram, na segunda-feira (17), uma diligência no Hemocentro de Roraima (Hemoraima) e nas agências transfusionais do Hospital Geral de Roraima (HGR) e do Hospital Materno-Infantil Nossa Senhora de Nazareth&#160;com o objetivo de averiguar possíveis irregularidades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público do Estado (MPRR), o Conselho Regional de Medicina (CRM) e a Coordenadoria-Geral de Vigilância em Saúde (CGVS) fizeram, na segunda-feira (17), uma diligência no Hemocentro de Roraima (Hemoraima) e nas agências transfusionais do Hospital Geral de Roraima (HGR) e do Hospital Materno-Infantil Nossa Senhora de Nazareth&nbsp;com o objetivo de averiguar possíveis irregularidades na prestação dos serviços da unidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações foram divulgadas pelo MPRR nesta quarta-feira (18).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a conselheira fiscal do Departamento de Fiscalização (Defis) do CRM-RR, Lívia Moura, o intuito também foi verificar a situação quanto à estrutura dos locais, atendimento das normas técnicas e sanitárias aplicáveis, além do abastecimento e estoque dos insumos, hemocomponentes e reagentes nas unidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conselheiro fiscal Mauro Asato informou que a distribuição dos hemocomponentes encontra-se em estado crítico. Essa situação põe em risco o fornecimento de sangue para os centros cirúrgicos e para as emergências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MPRR, há denúncias de falta de reagentes para exames de imunologia e sorologia, o que tem prejudicado a qualidade dos serviços ofertados. Em reunião promovida pela Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde, em janeiro deste ano, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) se comprometeu a solucionar o problema em até dez dias.<br>A qualidade do serviço hemoterápico é uma preocupação constante do MPRR. Em novembro de 2024, a pedido do órgão, a Justiça condenou o Estado a promover o regular e adequado funcionamento do Hemocentro, sob pena de multa diária de R$ 5 mil, em caso de descumprimento. A decisão não cabe recurso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o promotor de Justiça de Defesa da Saúde, Igor Naves, o Hemoraima é o único centro de distribuição de sangue para as demais unidades no Estado, por isso, precisa de uma atenção constante quanto à qualidade do seu funcionamento.<br>“Vamos aguardar a conclusão dos relatórios por parte da equipe técnica do MPRR, da Coordenadoria-Geral de Vigilância em Saúde e do CRM para adotar as medidas cabíveis. Inclusive, acerca do cumprimento efetivo da sentença já transitada em julgado”, concluiu.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sesau emite nota técnica com definições para casos de meningite em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/sesau-emite-nota-tecnica-com-definicoes-para-casos-de-meningite-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 14:02:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[boa vista]]></category>
		<category><![CDATA[CGVS]]></category>
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		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[sus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) emitiu nota técnica com definição de caso suspeito, procedimentos e fluxos referentes à meningite em Roraima. A atualização das rotinas de controle da doença no Estado tem como principal finalidade informar os profissionais que atuam em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS), seja ela unidade hospitalar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) emitiu nota técnica com definição de caso suspeito, procedimentos e fluxos referentes à meningite em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atualização das rotinas de controle da doença no Estado tem como principal finalidade informar os profissionais que atuam em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS), seja ela unidade hospitalar ou de atenção primária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A nota aborda a situação epidemiológica no Brasil e em Roraima, a cobertura vacinal e traz a definição de casos suspeitos de meningite, a importância da notificação imediata, orientações da investigação e fluxo laboratorial, coleta e o envio de amostras aos laboratórios de referência, bem como a atualização da quimioprofilaxia para os casos indicados”, explicou a coordenador-geral de Vigilância em Saúde do Estado, Valdirene Oliveira,</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o documento, 26.132 casos de meningite foram notificados no Brasil em 2023, dos quais 16.445 foram confirmados, representando 62,9% do total. Este ano, o número de notificações foi menor, com 15.580, dos quais 8.357 foram confirmados, o que equivale a 53,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já em Roraima, entre 1º de janeiro de 2019 e 9 de dezembro deste ano, foram confirmados 195 casos da doença, com 50 confirmados para meningite bacteriana (25,6%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alerta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No início deste mês, a Sesau emitiu alerta para que os 15 municípios reforcem as estratégias de vigilância e controle da meningite, após a notificação de três casos suspeitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As notificações ocorreram nos municípios de Rorainópolis, em um jovem de 18 anos e em uma criança de 10; e Boa Vista, que confirmou o óbito de uma mulher de 52 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto à cobertura vacinal, segundo a CGVS, a meta de imunização preconizada pelo Ministério da Saúde, que é de 95%, não foi alcançada nos últimos cinco anos, aumentando os riscos de ocorrência da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2019, a taxa de vacinação da pentavalente foi de 64,39%, subindo para 77,23% em 2020; 52,08% em 2021; 60,61% em 2022; 71,88% em 2023; e 76,97% até o dia 9 de dezembro de 2024.</p>
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		<title>Após casos suspeitos, Sesau emite alerta para reforço de estratégias de vigilância e controle da meningite</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/apos-casos-suspeitos-sesau-emite-alerta-para-reforco-de-estrategias-de-vigilancia-e-controle-da-meningite/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 17:27:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[CGVS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) emitiu, na noite desta quinta-feira (5), um alerta para que os 15 municípios de Roraima reforcem as estratégias de vigilância e controle da meningite. De acordo com a Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde (CGVS), três casos da doença foram notificados entre as Semanas Epidemiológicas 47 e 49, que [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) emitiu, na noite desta quinta-feira (5), um alerta para que os 15 municípios de Roraima reforcem as estratégias de vigilância e controle da meningite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde (CGVS), três casos da doença foram notificados entre as Semanas Epidemiológicas 47 e 49, que compreende o período de 21 de novembro a 4 de dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dois deles estão relacionados ao município de Rorainópolis, no sul do Estado, sendo um jovem de 18 anos e uma criança de 10. O terceiro caso foi constatado em uma paciente de 52 anos que reside em Boa Vista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ao receber as informações de casos suspeitos em Rorainópolis e um óbito suspeito em Boa Vista, o Cievs [Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde] emitiu uma nota de alerta aos profissionais e para a população como forma de orientação e reforço da prevenção”, destacou a responsável pela CGVS, Valdirene Oliveira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cuidados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Caracterizada pela inflamação das membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal, a meningite é considerada uma doença. A transmissão ocorre por meio da exposição direta às gotículas de secreções respiratórias de pacientes infectados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas mais comuns incluem febre acompanhada de dor de cabeça intensa, vômito, aumento da sensibilidade à luz, perda de movimentos e convulsões, além de rigidez na nuca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É importante lembrar que, ao notificar casos suspeitos, o município faz o acionamento de protocolo com várias ações, como busca de contatos, profilaxia dos casos indicados no protocolo e reforço de vacinação”, explicou Valdirene.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O protocolo de controle de doenças inclui uma série de medidas, como o isolamento dos pacientes suspeitos e o encaminhamento de amostras para laboratórios de referência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para a população, fica o alerta, e é sempre bom lembrar que, para a meningite, é fundamental manter a vacinação em dia, não compartilhar objetos de uso pessoal e reforçar os hábitos de higiene”, complementou Valdirene Oliveira.</p>
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		<title>Sesau confirma 2º caso de febre amarela em Roraima com origem na Guiana e discute controle da doença com país vizinho</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/sesau-confirma-2o-caso-de-febre-amarela-em-roraima-com-origem-na-guiana-e-discute-controle-da-doenca-com-pais-vizinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 23:38:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bonfim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) e membros de equipes técnica do município de Bonfim, no norte de Roraima, e da Guiana vão se reunir para debater um plano de ações de controle da febre amarela na região de fronteira após a confirmação de um segundo caso do tipo silvestre, neste ano, no Estado. Trata-se [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) e membros de equipes técnica do município de Bonfim, no norte de Roraima, e da Guiana vão se reunir para debater um plano de ações de controle da febre amarela na região de fronteira após a confirmação de um segundo caso do tipo silvestre, neste ano, no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se de um paciente de 13 anos, residente da comunidade de Awarewanau Village, no país vizinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo informações do Núcleo de Controle da Febre Amarela e Dengue, ele manifestou os primeiros sintomas compatíveis com a doença em 30 de setembro, sendo transferido de uma unidade hospitalar em Lethem para o Hospital Geral de Roraima (HGR).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A confirmação pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Roraima (Lacen-RR) ocorreu em 11 de outubro. O adolescente encontra-se em tratamento, com bom estado clínico, sob os cuidados da equipe de infectologia do HGR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A equipe prontamente organizou todo o protocolo de manejo deste paciente, incluindo a notificação e coleta de exames. Após isso, ele foi para a UTI e está respondendo bem ao tratamento”, ressaltou a gerente do Núcleo de Controle da Febre Amarela e Dengue, Rosângela Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro caso de febre amarela silvestre deste ano foi identificado em março. O paciente, de 17 anos, morador de uma região próxima à cidade de Lethem, foi tratado e acompanhado pelos profissionais do HGR, seguindo todos os protocolos previstos pela Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde (CGVS), recebendo alta após cura.</p>
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		<title>Roraima entra em alerta após registrar 546 notificações de casos prováveis de dengue em 7 meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 17:29:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
		<category><![CDATA[CGVS]]></category>
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		<category><![CDATA[dengue]]></category>
		<category><![CDATA[HGR]]></category>
		<category><![CDATA[Núcleo de Controle de Febre Amarela e Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Pronto Atendimento Airton Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Pronto Atendimento Cosme e Silva]]></category>
		<category><![CDATA[zika]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados da Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde (CGVS) apontam que, em apenas 7 meses, Roraima registrou 546 notificações de casos prováveis para a dengue, aumento que está relacionado ao período chuvoso. Diante dessa situação, o órgão encaminhou alerta para que gestores dos 15 municípios do Estado reforcem as ações de combate aos criadouros do [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Dados da Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde (CGVS) apontam que, em apenas 7 meses, Roraima registrou 546 notificações de casos prováveis para a dengue, aumento que está relacionado ao período chuvoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dessa situação, o órgão encaminhou alerta para que gestores dos 15 municípios do Estado reforcem as ações de combate aos criadouros do <em>Aedes aegypti</em>, responsável por também transmitir a chikungunya e o zika vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós estamos agora na semana 31 e temos aí 546 casos prováveis de 3.300 notificações para a doença. É importante relatar que é nesse período que aumenta o índice de infestação do mosquito”, afirmou a gerente do Núcleo de Controle de Febre Amarela e Dengue, Rosângela Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo o levantamento, Boa Vista lidera o número de casos prováveis, com 222, seguida de Rorainópolis, 116; e Normandia, com 53 registros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números estão disponíveis para consulta pública no Painel de Monitoramento das Arboviroses, no site&nbsp;&nbsp;<a href="http://www.vigilancia.saude.rr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.vigilancia.saude.rr.gov.br</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Rosângela, a maioria dos criadouros do mosquito está concentrada nos domicílios, em objetos que acabam servindo de depósito de água, como tampinhas de garrafa e caixas d’água sem cobertura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pedimos para toda a população nesse período que elimine o maior número de possíveis criadouros. Com relação ao lixo, é importante que as pessoas organizem para que ele seja colocado no dia e horário correto da coleta pública”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apoio aos municípios</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A execução das estratégicas de combate aos criadouros do <em>Aedes aegypti</em> é de responsabilidade dos 15 municípios do Estado. No entanto, o governo de Roraima, por meio do Núcleo Estadual de Controle da Febre Amarela e Dengue, oferece apoio aos gestores municipais, com a oferta de insumos e treinamentos relacionados ao correto manejo clínico de arboviroses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso para que todos os pacientes que buscam uma unidade de saúde seja atendida e tenha uma assistência adequada, evitando principalmente os casos graves e óbitos”, alertou Rosângela.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como buscar ajuda?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O fluxo de dengue está definido em quatro grupos. No Grupo A, pessoas que apresentam sintomas clássicos, como febre com duração máxima de sete dias, dor de cabeça, cansaço, dores musculares e nas articulações, dor na barriga e atrás dos olhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É importante que os pacientes busquem as unidades básicas de saúde [postos de saúde] mais próximas da residência para que o profissional de saúde avalie, trate adequadamente, faça o diagnóstico e a notificação”, disse Rosângela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo B apresenta manifestação hemorrágica espontânea. São sintomas como febre alta contínua por no máximo sete dias, seguida de forte dor de cabeça, cansaço, forte dor na região dos olhos e até sangramento menor em trato gastrointestinal. Nesse caso, o paciente deve procurar o Pronto Atendimento Cosme e Silva, na zona Oeste, ou o Pronto Atendimento Airton Rocha, no Hospital Geral de Roraima (HGR).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo C responde pelos sinais de alerta, já em via de agravamento. Os sintomas consistem em dor abdominal interna e contínua, vômito persistente, sonolência ou irritabilidade, hemorragias, desconforto respiratório e queda das plaquetas. O atendimento desse paciente é nos hospitais estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo D é para pacientes com sinais de choque: pressão arterial convergente, hipotensão arterial, extremidades frias, pulso rápido e arrepios. O atendimento deve ser imediato nos hospitais estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos entender que dengue mata e é necessário que o paciente que apresente esses sintomas seja avaliado adequadamente. Lembramos que toda a rede pública de saúde, todos os profissionais foram capacitados para fazer o manejo adequado das arboviroses”, ressaltou.</p>
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