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	<title>chikungunya Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<lastBuildDate>Tue, 11 Aug 2026 16:52:31 +0000</lastBuildDate>
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	<title>chikungunya Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Armadilhas para monitorar mosquito da dengue chegam a 14 bairros de Boa Vista</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/armadilhas-para-monitorar-mosquito-da-dengue-chegam-a-14-bairros-de-boa-vista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 16:44:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Boa Vista iniciou nesta segunda-feira (10) o trabalho de mapeamento de casas que poderão receber armadilhas usadas para monitorar a presença do Aedes aegypti. A estratégia começa por 14 bairros que apresentam maior número de casos prováveis de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya. Os agentes de combate às endemias atuam durante [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura de Boa Vista iniciou nesta segunda-feira (10) o trabalho de mapeamento de casas que poderão receber armadilhas usadas para monitorar a presença do <em>Aedes aegypti</em>. A estratégia começa por 14 bairros que apresentam maior número de casos prováveis de arboviroses, como dengue, zika e chikungunya.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os agentes de combate às endemias atuam durante esta semana para identificar os imóveis, apresentar a estratégia aos moradores e coletar a autorização necessária para a instalação dos equipamentos. A previsão da prefeitura é iniciar a colocação das armadilhas em 17 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira etapa contempla Alvorada, Caranã, Cauamé, Cidade Satélite, Dr. Silvio Botelho, Dr. Silvio Leite, Jardim Equatorial, Jóquei Clube, Nova Cidade, Pintolândia, Raiar do Sol, Santa Tereza, Senador Hélio Campos e São Bento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecidas tecnicamente como ovitrampas, as armadilhas atraem fêmeas do <em>Aedes aegypti</em> para que depositem ovos em palhetas instaladas no interior do equipamento. O material é recolhido pelas equipes aproximadamente cinco a sete dias depois e passa por análise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desse acompanhamento, a Vigilância em Saúde consegue obter informações sobre a circulação do mosquito nas diferentes regiões da cidade e identificar áreas que podem precisar de ações intensificadas de prevenção e controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Pedro Siqueira, superintendente de Vigilância em Saúde e Ambiente, o monitoramento amplia a precisão das informações utilizadas pela prefeitura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As equipes farão todo o acompanhamento. Cerca de cinco a sete dias depois da instalação, serão recolhidas as palhetas que ficam dentro das armadilhas para análise”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Equipamento só é instalado com autorização</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A prefeitura destaca que nenhum equipamento é colocado em uma residência sem o consentimento do morador ou responsável pelo imóvel. Durante as visitas, os agentes coletam a assinatura das pessoas que aceitam participar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também são repassadas orientações sobre o funcionamento da armadilha e os cuidados necessários após a instalação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação é não retirar o equipamento nem mudar sua posição. O morador também deve permitir a entrada dos agentes para que o material seja acompanhado e recolhido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quem tiver uma ovitrampa instalada em casa deve evitar retirar ou mudar o equipamento de lugar e, principalmente, deve permitir a entrada dos agentes no local”, afirmou Pedro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As equipes trabalham devidamente identificadas durante as visitas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prefeitura ressalta que a estratégia é uma ferramenta complementar de vigilância. A eliminação de recipientes que acumulam água e a manutenção de quintais e áreas externas continuam sendo medidas fundamentais para evitar criadouros do <em>Aedes aegypti</em>.</p>
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		<title>Casos de dengue caem em Roraima, mas ministério alerta para continuidade da prevenção</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/casos-de-dengue-caem-em-roraima-mas-ministerio-alerta-para-continuidade-da-prevencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima registrou uma redução de 32% nos casos prováveis de dengue em 2025, mas o Ministério da Saúde mantém o alerta e reforça a importância de manter as ações de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti. Na segunda-feira (3), a pasta lançou a campanha nacional “Não dê chance para a dengue, zika e chikungunya”, voltada [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima registrou uma redução de 32% nos casos prováveis de dengue em 2025, mas o Ministério da Saúde mantém o alerta e reforça a importância de manter as ações de prevenção contra o mosquito Aedes aegypti. Na segunda-feira (3), a pasta lançou a campanha nacional “Não dê chance para a dengue, zika e chikungunya”, voltada à mobilização da população e anunciou R$ 183,5 milhões para ampliar o uso de novas tecnologias de controle em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a queda nos números não significa que o risco tenha passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mesmo com essa melhora, não podemos baixar a guarda. A dengue continua sendo a principal endemia do país, e o impacto das mudanças climáticas amplia o risco de transmissão em regiões onde antes o mosquito não existia”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Roraima, foram notificados 457 casos prováveis até o momento, contra 676 no mesmo período do ano passado. O Estado confirmou duas mortes em 2025, enquanto em 2024 não houve registros. No Brasil, os casos somam 1,6 milhão, uma queda de 75% em relação ao ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde também anunciou o Dia D da Dengue, marcado para sábado (8), e o novo mapeamento entomológico, que aponta áreas de risco em mais de 3 mil municípios. Entre as tecnologias de controle vetorial estão o método Wolbachia, as Estações Disseminadoras de Larvicidas (EDL), a técnica do inseto estéril e a borrifação residual intradomiciliar.</p>
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		<title>Levantamento revela que imóveis habitados são principais criadouros do Aedes em Boa Vista</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/levantamento-revela-que-imoveis-habitados-sao-principais-criadouros-do-aedes-em-boa-vista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um novo levantamento da Prefeitura de Boa Vista revelou que casas e comércios são os principais focos de proliferação do Aedes aegypti na capital. Segundo o 3º LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti) de 2025, 93,7% das 799 amostras positivas estavam dentro de imóveis ocupados, enquanto apenas 6,3% foram identificadas em terrenos baldios. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um novo levantamento da Prefeitura de Boa Vista revelou que casas e comércios são os principais focos de proliferação do Aedes aegypti na capital. Segundo o 3º LIRAa (Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti) de 2025, 93,7% das 799 amostras positivas estavam dentro de imóveis ocupados, enquanto apenas 6,3% foram identificadas em terrenos baldios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os principais criadouros incluem recipientes como vasos de plantas, pingadeiras de centrais de ar, tigelas de animais e pneus abandonados. A prefeitura alerta que, com a combinação de dias quentes e chuvas intensas, o risco de proliferação aumenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também identificou 455 focos de Aedes albopictus, o mosquito-tigre-asiático, igualmente perigoso por transmitir dengue, zika e chikungunya. Boa Vista foi classificada como de alto risco para transmissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os bairros com maior número de focos estão: Dr. Silvio Leite, Alvorada, Jardim Caranã, União, Piscicultura e Santa Tereza. Esses locais receberão reforço nas ações de combate com visitas porta a porta dos agentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A mudança de abordagem prevê o trabalho por zonas e reforçamos o pedido para que os moradores recebam os agentes e permitam a vistoria nas casas”, afirmou Paulo Linhares, superintendente de Vigilância em Saúde.</p>
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		<item>
		<title>Prefeitura intensifica campanha contra Aedes e pede apoio da população em Boa Vista</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/prefeitura-intensifica-campanha-contra-aedes-e-pede-apoio-da-populacao-em-boa-vista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jun 2025 17:03:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como parte da campanha de combate ao Aedes aegypti, a Prefeitura de Boa Vista reforça a importância da participação dos moradores. Além dos mutirões às quartas e sextas, agentes de combate às endemias e comunitários de saúde estão nas ruas aos sábados para visitar os bairros, orientar os moradores e eliminar focos do mosquito. A [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Como parte da campanha de combate ao Aedes aegypti, a Prefeitura de Boa Vista reforça a importância da participação dos moradores. Além dos mutirões às quartas e sextas, agentes de combate às endemias e comunitários de saúde estão nas ruas aos sábados para visitar os bairros, orientar os moradores e eliminar focos do mosquito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação acontecerá durante cinco sábados consecutivos, das 8h às 14h, com apoio dos militares da Base Aérea. O bairro Cidade Satélite, na zona oeste, foi o primeiro a receber os mutirões</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos ampliando nossa atuação, mas isso só dá resultado quando o morador faz sua parte, recebendo nossos agentes e cuidando do seu espaço. É fundamental abrir as portas para a prevenção acontecer de forma efetiva”, destacou Samuel Garça, diretor da UVCZ.</p>
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		<item>
		<title>Roraima tem aumento de casos de ‘febre do mayaro’; saiba quais são os sintomas</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-tem-aumento-de-casos-de-febre-do-mayaro-saiba-quais-sao-os-sintomas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2025 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo menos 28 pessoas foram diagnosticadas com a “febre do mayaro” em Roraima neste ano, sendo mais da metade em Boa Vista. Os sintomas da doença são parecidos aos da dengue, chikungunya e febre amarela. No&#160;Acre,&#160;o número já supera o total registrado durante todo o período de 2023 e 2024 juntos. A situação mais preocupante [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Pelo menos 28 pessoas foram diagnosticadas com a “febre do mayaro” em Roraima neste ano, sendo mais da metade em Boa Vista. Os sintomas da doença são parecidos aos da dengue, chikungunya e febre amarela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No&nbsp;Acre,&nbsp;o número já supera o total registrado durante todo o período de 2023 e 2024 juntos. A situação mais preocupante ocorre no Amazonas, onde, em pouco mais de um mês, houve quase 200 casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas incluem dores musculares, nas articulações e febre alta. A febre do mayaro é uma&nbsp;doença viral transmitida por mosquitos&nbsp;que vivem, principalmente, em regiões de mata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um ciclo silvestre, que ocorre entre o mosquito e primatas não humanos, e, eventualmente, acomete o ser humano quando ele está em áreas de transição, como regiões silvestres, periurbanas ou rurais”, explica Marcos Ferreira, biólogo da Secretaria de Saúde do Acre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para prevenir os casos, a principal recomendação é a mesma adotada para o combate à dengue:&nbsp;eliminar focos de água parada, onde o mosquito se reproduz. Além disso, ao acessar áreas de mata, é fundamental usar roupas compridas e repelentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria dos casos, a febre do mayaro tem cura em poucos dias. Porém, em situações mais raras, a doença pode&nbsp;evoluir para complicações neurológicas, cardíacas e até levar à morte. Por isso, os especialistas reforçam a importância de buscar atendimento médico imediato ao apresentar os sintomas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Até para fazer uma coleta no tempo certo, que deverá ser encaminhada para o laboratório, possibilitando a testagem e identificação do vírus”, completa o biólogo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do SBT News</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Saúde intensifica campanha contra dengue, zika e chikungunya</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/saude-intensifica-campanha-contra-dengue-zika-e-chikungunya/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2024 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde lançou a segunda fase da campanha nacional de conscientização e mobilização para o controle da&#160;dengue,&#160;zika&#160;e&#160;chikungunya. Desde quarta-feira (27), os canais digitais da pasta começaram a veicular a nova etapa da iniciativa, que vai até 28 de dezembro. Agora o foco está nos sintomas das doenças, com o slogan&#160;“Tem sintomas? A hora [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde lançou a segunda fase da campanha nacional de conscientização e mobilização para o controle da&nbsp;dengue,&nbsp;zika&nbsp;e&nbsp;chikungunya. Desde quarta-feira (27), os canais digitais da pasta começaram a veicular a nova etapa da iniciativa, que vai até 28 de dezembro. Agora o foco está nos sintomas das doenças, com o slogan&nbsp;“Tem sintomas? A hora de ficar atento à dengue, zika e chikungunya é agora”, incentivando a população a procurar as unidades básicas de saúde (UBS) ao identificar sinais como manchas vermelhas no corpo, febre, dores de cabeça e dores atrás dos olhos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha tem como foco reforçar a vigilância e a prevenção das arboviroses, especialmente no período chuvoso. Segundo a ministra da Saúde, Nísia Trindade, o governo tem trabalhado para reduzir os casos e óbitos causados por essas doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos unindo esforços para proteger a população durante o período mais crítico. Diagnóstico precoce, prevenção e assistência médica são nossas prioridades”, destacou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A etapa inicial da campanha, lançada em 18 de outubro, já alertava a população sobre a importância de eliminar criadouros do mosquito&nbsp;Aedes aegypti&nbsp;com o slogan “Tem 10 minutinhos? A hora de prevenir é agora”.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da conscientização, o Ministério da Saúde reforça a importância da&nbsp;vacinação&nbsp;contra a dengue como estratégia preventiva, embora a disponibilidade de doses ainda dependa do fornecimento pelos fabricantes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Plano nacional &nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Recentemente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra Nísia Trindade anunciaram o&nbsp;Plano de Ação 2024/2025 para reduzir os impactos das arboviroses, com um investimento de R$ 1,5 bilhão. A iniciativa busca diminuir os números de casos e mortes causados por dengue, chikungunya, zika e oropouche, especialmente durante o próximo período sazonal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até 27 de novembro, o Brasil registrou 6.578.123 casos prováveis de dengue em 2024. Em 2023, o número foi de 4.079.108 casos. Em relação ao zika, no mesmo período de 2024, foram registrados 6.415 casos prováveis, enquanto em 2023 houve 7.786 casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a chikungunya, até esta data em 2024, foram contabilizados 263.552 casos prováveis, em comparação com 167.741 casos no mesmo período de 2023.&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Prefeitura intensifica combate ao Aedes aegypti em Boa Vista; sete bairros têm alto índice de infestação</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/prefeitura-intensifica-acoes-contra-aedes-aegypti-em-boa-vista-sete-bairros-tem-alto-indice-de-infestacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Aedes aegypti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 4º Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2024 apontou o município de Boa Vista como de médio risco de transmissão de dengue, zika, chikungunya e outras arboviroses. Dos 8.573 imóveis pesquisados, 216 foram positivos para larvas do mosquito, resultando na média de 2,5% do índice de infestação predial. A diretora da [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O 4º Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2024 apontou o município de Boa Vista como de médio risco de transmissão de dengue, zika, chikungunya e outras arboviroses. Dos 8.573 imóveis pesquisados, 216 foram positivos para larvas do mosquito, resultando na média de 2,5% do índice de infestação predial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretora da Unidade de Controle e Vigilância de Zoonoses (UCVZ), Maria Fernanda Martins, explicou que a colaboração de todos é imprescindível no combate ao mosquito, já que 92,6% das amostras positivas foram encontradas em residências e comércios, e 7,4%, em terrenos baldios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Independentemente do resultado, temos intensificado as ações no município, em todos os bairros. Contudo, sem o apoio da população não é possível evitar a transmissão do Aedes. A gente pede que as pessoas colaborem, não deixando água parada nos pratos de plantas, trocando as tigelas dos animais com frequência, cuidando das pingadeiras das centrais de ar e não acumulando água em baldes, para diminuirmos os riscos da doença”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As equipes de combate e controle de endemias da Secretaria Municipal de Saúde atuam com bloqueios mecânicos e químicos, intensificando as ações em forma de mutirões nos locais com maior índice, como os bairros Centro, Calungá, São Vicente, 13 de Setembro, Asa Branca, Jóquei Clube e Senador Hélio Campos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saiba como proteger sua casa e família</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Verificar os quintais pelo menos uma vez na semana para eliminar possíveis criadouros;</p>



<p class="wp-block-paragraph">armazenar e destinar corretamente o lixo doméstico diariamente;</p>



<p class="wp-block-paragraph">manter fechados todos os recipientes que servem como depósito de água;</p>



<p class="wp-block-paragraph">trocar diariamente &#8211; e regularmente &#8211; a água dos animais, lavando e higienizando os recipientes;</p>



<p class="wp-block-paragraph">esvaziar diariamente os recipientes que possam servir como pingadeiras das centrais de ar.</p>
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		<title>Novo plano de ação prevê reduzir impactos da dengue e outras arboviroses em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 16:08:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para diminuir os casos e mortes por arboviroses&#160;no próximo período sazonal no Brasil, o Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (18), um plano de ação para redução dos impactos dessas doenças. Até o momento, em 2024, o país contabiliza 6,5 milhões de casos prováveis de dengue e 5,3 mil óbitos.&#160;Em Roraima, houve&#160;625 registros sem morte [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Para diminuir os casos e mortes por arboviroses&nbsp;no próximo período sazonal no Brasil, o Ministério da Saúde lançou, nesta quarta-feira (18), um plano de ação para redução dos impactos dessas doenças. Até o momento, em 2024, o país contabiliza 6,5 milhões de casos prováveis de dengue e 5,3 mil óbitos.&nbsp;Em Roraima, houve&nbsp;625 registros sem morte no período, além de 19 prováveis de zika, 45 de chikungunya e 276 confirmados de oropouche.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são do&nbsp;Painel de Monitoramento das Arboviroses, que também aponta 6,5 mil casos prováveis de zika, 256,2 mil de chikungunya e mais de 8 mil casos confirmados de oropouche em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento foi construído com a participação de pesquisadores, gestores e técnicos dos estados e municípios, além de profissionais de saúde que atuam na ponta, em contato direto com as comunidades e que conhecem de perto os desafios em cada região do país, com atenção às de maior vulnerabilidade social.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio do plano de ação aconteceu no Palácio do Planalto com a participação do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e da ministra da Saúde, Nísia Trindade. O documento está baseado nas evidências científicas mais atualizadas, novas tecnologias e representa um pacto nacional para o enfrentamento dessas doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>&#8216;Estreita parceria&#8217;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é apresentar ações que serão coordenadas pelo Ministério da Saúde em estreita parceria com estados e municípios e colaboração de instituições públicas e privadas, bem como de organizações sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa de redução dos impactos das arboviroses trabalha em seis eixos de atuação com foco para implementação no segundo semestre do ano &#8211; quando todas as condições climáticas são favoráveis ao aumento de casos: prevenção; vigilância; controle vetorial; organização da rede assistencial e manejo clínico; preparação e resposta às emergências; comunicação e participação comunitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o período intersazonal, ou seja, no intervalo entre os picos de casos, serão intensificadas as ações preventivas, com retirada de criadouros do ambiente e a implementação das novas tecnologias de controle vetorial. Também será feita uma força-tarefa de sensibilização da rede de vigilância para a investigação oportuna de casos, coleta de amostras para diagnóstico laboratorial e identificação de sorotipos circulantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Está prevista, ainda, a organização de fluxos da rede assistencial, revisão dos planos de contingência locais, capacitação dos profissionais de saúde para manejo clínico, gestão dos estoques de inseticidas, insumos para diagnóstico laboratorial e assistência ao doente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o período sazonal, caso ocorra nova alta sensível de casos, estão previstas medidas estabelecidas no plano de contingência, focadas sobretudo no fortalecimento da rede assistencial para redução das hospitalizações e óbitos evitáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São prioritárias as ações relacionadas ao manejo clínico adequado, seguro e executado em tempo oportuno, além da organização dos serviços. Nesse período, as ações de vigilância devem priorizar a coletiva de amostras para exames específicos com foco em casos graves e investigação oportuna de óbitos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atuação nas periferias e regiões de maior vulnerabilidade social</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde vai expandir o uso de Estações Disseminadoras de Larvicida para controle do&nbsp;Aedes aegypti, transmissor da dengue, nas periferias brasileiras. A estratégia, desenvolvida e coordenada por pesquisadores da Fiocruz Amazônia, foi testada e aprovada com resultados comprovados em 14 cidades brasileiras, de diferentes regiões, nas quais foi aplicada entre 2017 e 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A armadilha atrai as fêmeas do mosquito que, ao pousarem no recipiente para colocar seus ovos, são impregnadas com o larvicida. Quando visitam os criadouros, os contaminam com o inseticida. O resultado é a redução no desenvolvimento de larvas. A lista preliminar tem 17 municípios de todas as regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que são arboviroses</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As arboviroses são um grupo de doenças virais que são transmitidas principalmente por artrópodes, como mosquitos e carrapatos. A palavra arbovirose deriva de arbovírus, que significa &#8220;vírus transmitido por artrópodes&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas enfermidades podem causar uma variedade de sintomas, desde febre leve até complicações mais sérias, sendo algumas delas potencialmente fatais.&nbsp;Os principais vetores das arboviroses são os mosquitos, em particular, os gêneros&nbsp;<em>Aedes</em>, <em>Culex</em>, <em>Anopheles</em> e pelo inseto do gênero <em>Orthobunyavirus</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles se tornam portadores ao picar uma pessoa infectada e, subsequentemente, passam o vírus para outras pessoas durante suas picadas. Entre as arboviroses mais conhecidas, destacam-se a&nbsp;dengue,&nbsp;zika,&nbsp;chikungunya,&nbsp;oropouche&nbsp;e&nbsp;febre amarela.</p>
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		<title>Roraima entra em alerta após registrar 546 notificações de casos prováveis de dengue em 7 meses</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-entra-em-alerta-apos-registrar-546-notificacoes-de-casos-provaveis-de-dengue-em-7-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 17:29:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Núcleo de Controle de Febre Amarela e Dengue]]></category>
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		<category><![CDATA[zika]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados da Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde (CGVS) apontam que, em apenas 7 meses, Roraima registrou 546 notificações de casos prováveis para a dengue, aumento que está relacionado ao período chuvoso. Diante dessa situação, o órgão encaminhou alerta para que gestores dos 15 municípios do Estado reforcem as ações de combate aos criadouros do [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Dados da Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde (CGVS) apontam que, em apenas 7 meses, Roraima registrou 546 notificações de casos prováveis para a dengue, aumento que está relacionado ao período chuvoso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dessa situação, o órgão encaminhou alerta para que gestores dos 15 municípios do Estado reforcem as ações de combate aos criadouros do <em>Aedes aegypti</em>, responsável por também transmitir a chikungunya e o zika vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós estamos agora na semana 31 e temos aí 546 casos prováveis de 3.300 notificações para a doença. É importante relatar que é nesse período que aumenta o índice de infestação do mosquito”, afirmou a gerente do Núcleo de Controle de Febre Amarela e Dengue, Rosângela Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo o levantamento, Boa Vista lidera o número de casos prováveis, com 222, seguida de Rorainópolis, 116; e Normandia, com 53 registros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números estão disponíveis para consulta pública no Painel de Monitoramento das Arboviroses, no site&nbsp;&nbsp;<a href="http://www.vigilancia.saude.rr.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.vigilancia.saude.rr.gov.br</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Rosângela, a maioria dos criadouros do mosquito está concentrada nos domicílios, em objetos que acabam servindo de depósito de água, como tampinhas de garrafa e caixas d’água sem cobertura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pedimos para toda a população nesse período que elimine o maior número de possíveis criadouros. Com relação ao lixo, é importante que as pessoas organizem para que ele seja colocado no dia e horário correto da coleta pública”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apoio aos municípios</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A execução das estratégicas de combate aos criadouros do <em>Aedes aegypti</em> é de responsabilidade dos 15 municípios do Estado. No entanto, o governo de Roraima, por meio do Núcleo Estadual de Controle da Febre Amarela e Dengue, oferece apoio aos gestores municipais, com a oferta de insumos e treinamentos relacionados ao correto manejo clínico de arboviroses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso para que todos os pacientes que buscam uma unidade de saúde seja atendida e tenha uma assistência adequada, evitando principalmente os casos graves e óbitos”, alertou Rosângela.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como buscar ajuda?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O fluxo de dengue está definido em quatro grupos. No Grupo A, pessoas que apresentam sintomas clássicos, como febre com duração máxima de sete dias, dor de cabeça, cansaço, dores musculares e nas articulações, dor na barriga e atrás dos olhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É importante que os pacientes busquem as unidades básicas de saúde [postos de saúde] mais próximas da residência para que o profissional de saúde avalie, trate adequadamente, faça o diagnóstico e a notificação”, disse Rosângela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo B apresenta manifestação hemorrágica espontânea. São sintomas como febre alta contínua por no máximo sete dias, seguida de forte dor de cabeça, cansaço, forte dor na região dos olhos e até sangramento menor em trato gastrointestinal. Nesse caso, o paciente deve procurar o Pronto Atendimento Cosme e Silva, na zona Oeste, ou o Pronto Atendimento Airton Rocha, no Hospital Geral de Roraima (HGR).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo C responde pelos sinais de alerta, já em via de agravamento. Os sintomas consistem em dor abdominal interna e contínua, vômito persistente, sonolência ou irritabilidade, hemorragias, desconforto respiratório e queda das plaquetas. O atendimento desse paciente é nos hospitais estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Grupo D é para pacientes com sinais de choque: pressão arterial convergente, hipotensão arterial, extremidades frias, pulso rápido e arrepios. O atendimento deve ser imediato nos hospitais estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Precisamos entender que dengue mata e é necessário que o paciente que apresente esses sintomas seja avaliado adequadamente. Lembramos que toda a rede pública de saúde, todos os profissionais foram capacitados para fazer o manejo adequado das arboviroses”, ressaltou.</p>
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		<title>Após identificar anticorpo do vírus em amostras de casos de aborto e microcefalia, Saúde faz alerta sobre febre oropouche</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/apos-identificar-anticorpo-do-virus-em-amostras-de-casos-de-aborto-e-microcefalia-saude-faz-alerta-sobre-febre-oropouche/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jul 2024 08:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma recomendação aos estados e os municípios para que intensifiquem a vigilância em saúde para a possibilidade de transmissão vertical do vírus oropouche foi emitida pelo Ministério da Saúde (MS). Segundo a pasta, a medida foi adotada após o Instituto Evandro Chagas detectar presença do anticorpo do vírus em amostras de um caso de abortamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma recomendação aos estados e os municípios para que intensifiquem a vigilância em saúde para a possibilidade de transmissão vertical do vírus oropouche foi emitida pelo Ministério da Saúde (MS).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a pasta, a medida foi adotada após o Instituto Evandro Chagas detectar presença do anticorpo do vírus em amostras de um caso de abortamento e quatro casos de microcefalia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Significa que o vírus é passado da gestante para o feto, mas não é possível afirmar que haja relação entre a infecção e o óbito e as malformações neurológicas”, disse o ministério em nota divulgada na&nbsp;quinta-feira (11).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No documento, a pasta orienta que estados e municípios também intensifiquem a vigilância nos meses finais da gestação e no acompanhamento dos bebês de mulheres que tiveram infecções por dengue, zika e chikungunya ou febre de oropouche.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministério recomenda ainda coletas de amostras e preenchimento da ficha de notificação; que se alerte a população sobre medidas de proteção a gestantes, como evitar áreas com a presença de maruins (tipo de inseto) e mosquitos, instalar telas em portas e janelas, usar roupas que cubram a maior parte do corpo e aplicar repelente.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="432" src="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Maruins-insetos-transmissores-do-virus-da-febre-oropouche-Foto-Divulgacao.jpg" alt="" class="wp-image-4160" srcset="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Maruins-insetos-transmissores-do-virus-da-febre-oropouche-Foto-Divulgacao.jpg 768w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Maruins-insetos-transmissores-do-virus-da-febre-oropouche-Foto-Divulgacao-300x169.jpg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Maruins, insetos transmissores do vírus da febre oropouche &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Segundo as informações, o serviço de detecção de casos de oropouche foi ampliado para todo o país em 2023, após o Ministério da Saúde disponibilizar testes diagnósticos para toda a rede nacional de Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen). Com isso, os casos, até então concentrados prioritariamente na Região Norte, passaram a ser identificados também em outras regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A descoberta reforça a eficiência da vigilância epidemiológica no SUS [Sistema Único de Saúde], principalmente em relação a possíveis transmissões verticais de doenças, fundamental para antecipar diagnósticos e proteger gestantes e recém-nascidos”, informou o ministério.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sintomas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A febre oropouche é uma doença causada pelo arbovírus <em>Orthobunyavirus oropoucheense</em> (OROV). Entre os sintomas, estão febre de início repentino, dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, além de tontura, dor na parte posterior dos olhos, calafrios, náuseas, vômitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em cerca de 60% dos pacientes, algumas manifestações, como febre e dor de cabeça persistem por duas semanas. Não há tratamento para a doença. A prevenção é feita a partir da proteção contra os mosquitos transmissores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A febre oropouche foi identificada pela primeira vez no Brasil em 1960. Depois disso, foram relatados casos isolados e surtos, principalmente na região amazônica. Também ocorreram registros da doença no Panamá, Argentina, Bolívia, Equador, Peru e Venezuela. Com a ampliação da investigação da infecção no país, foram confirmados 7.044 casos, com transmissão local&nbsp;em 16 estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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