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	<title>cimi Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>cimi Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Indígenas: Roraima aparece entre os estados com mais assassinatos, suicídios e óbitos infantis em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 15:33:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima aparece entre os estados brasileiros com os maiores números de assassinatos, suicídios e mortes de crianças indígenas em 2025, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (13) pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi). O estado registrou 82 assassinatos de indígenas, o maior número entre as unidades da federação. Também foram contabilizados 37 suicídios e 158 mortes de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima aparece entre os estados brasileiros com os maiores números de assassinatos, suicídios e mortes de crianças indígenas em 2025, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (13) pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estado registrou 82 assassinatos de indígenas, o maior número entre as unidades da federação. Também foram contabilizados 37 suicídios e 158 mortes de bebês e crianças indígenas de até 4 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados fazem parte do Relatório Violência contra os Povos Indígenas no Brasil e foram obtidos a partir do Sistema de Informação sobre Mortalidade, de secretarias estaduais de Saúde e da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No país, o número de indígenas assassinados chegou a 258 em 2025, acima dos 211 casos registrados em 2024. O Amazonas teve 47 mortes e Mato Grosso do Sul, 37.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do Cimi, os dados refletem um contexto de violência relacionado a conflitos territoriais, invasões de terras e vulnerabilidade das comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também registra 215 suicídios de indígenas no país em 2025, contra 208 no ano anterior. O Amazonas liderou o indicador, com 77 casos, seguido por Mato Grosso do Sul, com 42, e Roraima, com 37.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os suicídios permaneceram concentrados entre os mais jovens. Indígenas de 20 a 29 anos representam 41% dos casos, enquanto aqueles de até 19 anos correspondem a 34%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mortes na infância</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima também aparece em segundo lugar no número de mortes de crianças indígenas de até 4 anos. Foram 158 óbitos registrados no estado, atrás apenas do Amazonas, que contabilizou 306.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todo o Brasil, o levantamento identificou 1.024 mortes de bebês e crianças indígenas nessa faixa etária, contra 922 em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais da metade dos óbitos, 586 casos, equivalentes a 57%, decorreu de causas consideradas evitáveis pelo relatório. Entre elas estão gripe e pneumonia, com 104 mortes; doenças infecciosas intestinais, com 85; e desnutrição, com 32.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento ainda registra 121 ocorrências relacionadas à desassistência na saúde, 111 na educação e 58 de forma geral. Também foram contabilizadas 62 mortes por falta de atendimento em saúde e 14 casos envolvendo álcool e outras drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Cimi aponta que a falta de infraestrutura, profissionais, medicamentos, água potável e saneamento contribui para agravar as condições de saúde de comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Violência territorial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação contabilizou 1.276 casos de violência contra o patrimônio indígena em 2025. A maior parte, 897 ocorrências, está relacionada à omissão ou demora na regularização das terras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros 169 casos envolveram conflitos por direitos territoriais e 210 foram relacionados a invasões, exploração ilegal de recursos naturais e outros danos ao patrimônio indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, existem 1.443 terras e reivindicações territoriais indígenas no Brasil. Dessas, 897 ainda dependem de alguma providência administrativa para regularização e 582 não tiveram nenhuma medida para iniciar o processo de demarcação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também registra medidas adotadas pelo poder público em 2025, como a publicação de nove relatórios de identificação e delimitação, dez portarias declaratórias, sete homologações e cinco registros de terras como patrimônio da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Violência contra indígenas cresce em 2024; Roraima lidera com 57 assassinatos</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/violencia-contra-indigenas-cresce-em-2024-roraima-lidera-com-57-assassinatos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 18:05:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do relatório “Violência Contra os Povos Indígenas do Brasil”, do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), revelam um avanço significativo da violência especial contra povos originários. Assassinatos de indígenas cresceram mais de 200% em uma década, de 70 casos em 2014 para 211 em 2024, dos quais 57 ocorreram em Roraima. De acordo com o documento, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Dados do relatório “Violência Contra os Povos Indígenas do Brasil”, do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), revelam um avanço significativo da violência especial contra povos originários. Assassinatos de indígenas cresceram mais de 200% em uma década, de 70 casos em 2014 para 211 em 2024, dos quais 57 ocorreram em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o documento, há 159 vítimas masculinas e 52 femininas, sendo que 71 mortes (34%) envolveram jovens de 20 a 29 anos. Estados como Amazonas (45 mortes), Mato Grosso do Sul (33) e Bahia (23) também registraram alta violência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, foram 424 registros de violência em categorias como ameaças várias (35), racismo (39), lesões (29), tentativas de homicídio (31) e violência sexual (20). A Lei do Marco Temporal (Lei 14.701/2023) é apontada como fator agravante, acelerando os conflitos com a paralisação quase completa dos processos de demarcação de terras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conflitos territoriais foram identificados em 154 casos dentro de 114 terras indígenas, conforme o Cimi—com 78 ainda não regularizadas, incluindo 101 conflitos registrados nas áreas pendentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério dos Povos Indígenas, em nota, reafirmou sua oposição à lei e afirmou que, apesar dos desafios, homologou 13 territórios indígenas e participou da assinatura de 11 portarias declaratórias desde 2023. A pasta destacou que busca soluções concretas para pôr fim à violência fundiária.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Roraima lidera assassinatos de indígenas com 47 mortes, aponta relatório do Cimi</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-lidera-assassinatos-de-indigenas-com-47-mortes-aponta-relatorio-do-cimi/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 05:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 13 e 14 de julho, em Douradina, cidade que fica aproximadamente a três horas de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul (MS), indígenas Guarani-Kaiowá, da Terra Indígena (TI) Panambi – Lagoa Rica, retomaram parte de seu território ancestral que estava ocupado pela monocultura. O revide de fazendeiros da região foi imediato. Jagunços em caminhonetes pretas cercaram a retomada e começaram a atirar. No mesmo fim de semana, na cidade vizinha, Caarapó, outra retomada também foi atacada a tiros. Os ataques culminaram em ao menos duas pessoas baleadas, entre elas um cacique de 52 anos, além de uma liderança religiosa agredida nos braços e pernas e outros feridos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses dados evidenciam a grave situação de violência e violações de direitos enfrentada pelos povos indígenas no Brasil. Os assassinatos e ataques registrados mostram um cenário de insegurança e impunidade, refletindo a falta de proteção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde então, as retomadas continuam ameaçadas, com lideranças da região denunciando constantemente o terror vivido nos últimos dias. Além dos tiros, jagunços incendiaram a área em torno da retomada em Douradina. Nem mesmo a presença da Força Nacional na região intimidou os criminosos ou impediu os ataques. O cerco aos Guarani-Kaiowá limitou o acesso das comunidades à comida, resultando em vários pedidos de cestas básicas. Além disso, há denúncias de que estabelecimentos comerciais da cidade se recusam a vender comida aos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A violência perpetrada contra essas comunidades condiz com as informações do relatório “Violência contra os Povos Indígenas no Brasil — 2023”, divulgado pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi) nesta segunda-feira (22). O documento apresenta um retrato das diversas violências e violações praticadas contra os povos indígenas em todo o país.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o relatório, o primeiro ano do governo Lula restabeleceu as ações de fiscalização e repressão às invasões em alguns territórios indígenas. Contudo, a demarcação de terras e as ações de proteção e assistência às comunidades continuam insuficientes. A publicação destaca que o ambiente institucional continuou a atacar os direitos indígenas, resultando na persistência de invasões, conflitos, violência contra as comunidades indígenas e altos índices de assassinatos, suicídios e mortalidade infantil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a publicação, no último ano foram registrados 43 assassinatos de indígenas no Mato Grosso do Sul, colocando-o em segundo lugar no ranking nacional de violência contra essa população. Roraima lidera o ranking com 47 mortes, enquanto o Amazonas está em terceiro, com 36 casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, a palavra que os Kaiowá encontraram para chamar o horror em que vivem é guerra.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Foto-Cimi-768x1024.webp" alt="" class="wp-image-4453" srcset="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Foto-Cimi-768x1024.webp 768w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Foto-Cimi-225x300.webp 225w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Foto-Cimi.webp 984w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Omissão de agentes públicos em situações relacionadas à morte de indígenas marcou 2023 &#8211; Foto: Cimi</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">“Nós estamos numa guerra onde o povo Guarani-Kaiowá é massacrado. A gente não vai ficar em paz sem a demarcação, homologação e posse do nosso território”, afirmou um indígena da Panambi, que preferiu não se identificar por segurança.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Direito à terra</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A luta dos indígenas Guarani-Kaiowá pela demarcação de suas terras no Mato Grosso do Sul dura décadas. No caso da TI Panambi – Lagoa Rica, a espera é desde 2011, quando 12,1 mil hectares de seu território foram identificados e delimitados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, seu processo de demarcação está paralisado dada a morosidade do Estado e medidas legislativas inconstitucionais como a Lei 14.701 e a PEC 40, que buscam instituir a tese do marco temporal, que propõe que os povos indígenas tenham direito apenas às terras que estavam ocupando na data da promulgação da Constituição Federal, em 5 de outubro de 1988. Tal tese foi considerada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um vídeo publicado no sábado (20) pela Aty Guasu, a assembleia geral do povo Guarani-Kaiowá, uma ñandesy – liderança espiritual da comunidade –, em meio à PM e à Força Nacional na TI Panambi, reafirmou a resistência do povo e o seu direito à terra:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa terra tem dono: essa terra é nossa! Ela nos foi entregue pelos nossos ancestrais. Essa terra foi feita por nossos encantados e foi deixada para nós. Nós vamos permanecer aqui. Nós pedimos que os invasores saiam daqui, porque esta terra pertence a nós. Nós queremos viver e plantar aqui. Queremos esta terra pros nossos netos. Para todas as crianças, à geração que está vindo. Estamos lutando por essa terra. Vamos morrer aqui mesmo! Não importa o ataque, morreremos aqui”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação dos Kaiowá não é isolada. Indígenas de várias regiões do país, cansados da inação do Estado na demarcação de terras, estão retomando seus territórios, resultando em um alto número de conflitos. Em julho, pelo menos 13 ataques a indígenas foram registrados, principalmente em retaliação a retomadas e autodemarcações em estados como Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Ceará e Pará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o relatório do Cimi, do total de 1.381 terras e demandas territoriais indígenas existentes no Brasil, a maioria (62%) segue com pendências administrativas para sua regularização, conforme a base de dados da organização. São 850 terras indígenas com pendências, atualmente. Destas, 563 ainda não tiveram nenhuma providência do Estado para sua demarcação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Situação que o relatório classifica como “violência contra o patrimônio”. Os registros dessa seção dividem-se em três categorias: omissão e morosidade na regularização de terras, na qual foram registrados 850 casos; conflitos relativos a direitos territoriais, que teve 150 registros; e invasões possessórias, exploração ilegal de recursos naturais e danos diversos ao patrimônio, com 276 casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério dos Povos Indígenas (MPI) informou em 16 de julho, em conjunto com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e a Funai, que duas missões foram estabelecidas para mediar conflitos fundiários nos estados do Mato Grosso do Sul e do Paraná, após ataques com armas de fogo. O MPI ainda disse que os ataques contra os Kaingang no Rio Grande do Sul vêm sendo monitorados e acompanhados pelo ministério.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPI enfatizou que “a instabilidade gerada pela lei do marco temporal [Lei 14.701/23], além de outras tentativas de se avançar com a pauta, como a PEC 48, tem como consequência não só a incerteza jurídica sobre as definições territoriais que afetam os povos indígenas, mas abre ocasião para atos de violência que têm os indígenas como as principais vítimas”.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full"><img decoding="async" width="768" height="460" src="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Violencia-indigenas-Foto-Reproducao.jpg" alt="" class="wp-image-4454" srcset="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Violencia-indigenas-Foto-Reproducao.jpg 768w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Violencia-indigenas-Foto-Reproducao-300x180.jpg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Demarcação e ações de proteção e assistência às comunidades continuam insuficientes &#8211; Foto: Reprodução</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Nos três casos destacados pelo MPI (Avá-Guarani no PR, Guarani-Kaiowá no MS e Kaingang no RS), houve incêndios criminosos nas retomadas. Os agressores incendiaram malocas e matas ao redor. Em todos os casos, denunciam os indígenas, os ataques ocorreram horas após a saída de representantes do ministério e apesar da presença da Força Nacional deslocada pelo governo federal para as regiões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Omissão do poder público&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ano de 2023 também foi marcado pela omissão de agentes públicos em situações relacionadas à morte de indígenas, que poderiam ter sido evitadas. Segundo o relatório, foram 1.040 mortes de crianças indígenas de 0 a 4 anos, principalmente no Amazonas (295), Roraima (179) e Mato Grosso (124). A maioria das mortes foi causada por doenças evitáveis, como gripe e pneumonia (141), diarreia e gastroenterite (88) e desnutrição (57).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, ocorreram 180 suicídios de indígenas, com os maiores índices no Amazonas (66), Mato Grosso do Sul (37) e Roraima (19). Houve 344 casos de desassistência, incluindo educação (61), saúde (100) e desassistência geral (66).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento destaca a situação crítica dos povos indígenas em isolamento voluntário em 2023. Dos 119 registros de isolados feitos pela Equipe de Apoio aos Povos Livres (Eapil) do Cimi, 56 estavam em terras indígenas que sofreram invasões ou danos. Além disso, 37 registros de isolados fora de terras reconhecidas não receberam proteção adequada. A maioria das operações de fiscalização foi insuficiente, e lideranças de TIs como Vale do Javari, no Amazonas, e Karipuna, em Rondônia, continuaram denunciando a presença de invasores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório ainda frisa que a falta de infraestrutura escolar, sanitária e de água potável, agravada pela crise climática, aumentou a vulnerabilidade das comunidades indígenas.</p>
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