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	<title>CMSE Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<description>Portal de notícias Roraimense</description>
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	<title>CMSE Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>CMSE autoriza início da desativação de termelétricas que abastecem Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/cmse-autoriza-inicio-da-desativacao-de-termeletricas-que-abastecem-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 18:37:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) autorizou o início do processo de desativação das usinas termelétricas utilizadas no abastecimento de energia elétrica em Roraima. O anúncio foi feito na quinta-feira (15), durante a primeira reunião do colegiado em 2025. A decisão está diretamente ligada à entrada em operação comercial da linha de transmissão [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) autorizou o início do processo de desativação das usinas termelétricas utilizadas no abastecimento de energia elétrica em Roraima. O anúncio foi feito na quinta-feira (15), durante a primeira reunião do colegiado em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão está diretamente ligada à entrada em operação comercial da linha de transmissão em 500 quilovolts que conecta Boa Vista ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Com a interligação, o estado deixou de operar de forma isolada no sistema elétrico brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o comitê, a integração ao SIN trouxe maior confiabilidade ao fornecimento de energia, o que permitiu a retirada gradual das termelétricas mantidas pela distribuidora responsável pelo atendimento no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CMSE avaliou ainda que a medida deve gerar impactos positivos do ponto de vista ambiental, com a redução das emissões de gases de efeito estufa, além da expectativa de diminuição dos custos operacionais.</p>
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		<title>Linhão Manaus–Boa Vista entra na reta final com mais de 90% da obra concluída</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/linhao-manaus-boa-vista-entra-na-reta-final-com-mais-de-90-da-obra-concluida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2025 18:18:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As obras do Linhão Manaus–Boa Vista avançam em ritmo acelerado e já atingem mais de 90% de conclusão, segundo atualização feita pelo Ministério de Minas e Energia (MME) durante a reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), nesta quarta-feira (11). A estimativa é de que a entrega aconteça até o final de 2025, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As obras do Linhão Manaus–Boa Vista avançam em ritmo acelerado e já atingem mais de 90% de conclusão, segundo atualização feita pelo Ministério de Minas e Energia (MME) durante a reunião do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), nesta quarta-feira (11).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estimativa é de que a entrega aconteça até o final de 2025, encerrando um histórico ciclo de dependência energética em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Estado é o único da federação que ainda opera isoladamente do Sistema Interligado Nacional (SIN), com geração baseada em usinas termelétricas de alto custo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a nova linha de transmissão, espera-se não apenas mais estabilidade no fornecimento, mas também uma redução significativa nos custos operacionais do setor elétrico. </p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o governo, a obra está orçada em R$ 2,6 bilhões e proporcionará um alívio financeiro de mais de R$ 1 bilhão por ano aos consumidores brasileiros. O projeto representa um marco na integração energética e no desenvolvimento sustentável da região.</p>
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		<item>
		<title>Falha em linha que traz energia da Venezuela provoca apagão em Roraima; Aneel indica que deve aprovar importação nesta terça</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/falha-em-linha-que-traz-energia-da-venezuela-provoca-apagao-em-roraima-aneel-indica-que-deve-aprovar-importacao-nesta-terca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Feb 2025 13:41:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A importação de até 15 megawatts (MW) da Venezuela para abastecimento de Roraima, que deve ser aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta terça (18), teve início na sexta-feira (14), mas no dia seguinte a ocorrência de uma falha a partir da linha de transmissão provocou um blecaute no Estado, único do Brasil [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A importação de até 15 megawatts (MW) da Venezuela para abastecimento de Roraima, que deve ser aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nesta terça (18), <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/venezuela-volta-a-fornecer-energia-para-roraima-importacao-inicial-e-de-15-megawatts/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>teve início na sexta-feira (14)</strong></a>, mas no dia seguinte a ocorrência de uma falha a partir da linha de transmissão provocou um blecaute no Estado, único do Brasil ainda isolado do Sistema Interligado Nacional (SIN). A empresa Bolt Energy será responsável pelo fornecimento para Boa Vista e outras localidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo informações disponibilizadas pelo Operador Nacional do Sistema (ONS), uma falha no dia 15 levou à “abertura da linha” de transmissão de 230 quilovolts (kV) Boa Vista/Santa Elena, que fecha a interligação do sistema Roraima com o venezuelano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No sábado, às 15h16 (hora local), o ONS identificou o desligamento, que durou até às 21h08 do mesmo dia levando o sistema a importar 7 MW ante uma programação de 15 MW.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desligamento levou a um efeito em cascata das cargas de Roraima. Segundo o operador, “no mesmo minuto, houve o desligamento total da UTE Jaguatirica II, que estava gerando 67 MW. Consequentemente, houve atuação do 5° estágio do Esquema Regional de Alívio de Carga (Erac), interrompendo 103 MW, correspondendo a 65% da carga do Estado”, relata o operador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Erac é uma proteção que busca restabelecer o equilíbrio entre a geração e a carga do sistema elétrico, por meio do desligamento de cargas pontuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Informe Preliminar de Interrupção de Energia no Sistema Interligado Nacional (IPIE) aponta que 15 minutos após o desligado, houve o desligamento total do sistema Roraima com a interrupção de 60 MW de cargas que ainda permaneciam ligadas após o primeiro evento.&nbsp;A recomposição das cargas foi iniciada às 15h52 (hora local), sendo concluída às 16h50.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem procurou o ONS e a Bolt Energy Comercializadora – empresa responsável pela importação no sistema –, mas não obteve retorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importação da Venezuela</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A retomada da importação de energia da Venezuela foi pensada para&nbsp;reduzir o custo da&nbsp;Conta de Consumo de Combustíveis (CCC)&nbsp;relacionado&nbsp;ao suprimento de Roraima. Para terem aprovação,&nbsp;as importadoras precisam conseguir&nbsp;comprar energia do país vizinho&nbsp;a um custo inferior ao do acionamento do parque termelétrico que abastece a região cujo valor é de R$ 1.096,11/MWh.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A CCC é um subsídio pago pelos consumidores que cobre as despesas com o diesel usado nas termelétricas de Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A importação da Venezuela é realizada por meio da linha de transmissão 230 kV Boa Vista – Santa Elena de Uiarén, responsável por interligar o ponto de medição ao ponto de entrega estabelecido na subestação Boa Vista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A infraestrutura precisava de melhorias significativas,&nbsp;já que deixou de ser usada em 2019, quando o então presidente Jair Bolsonaro encerrou a importação da energia do país vizinho. &nbsp;Na época, a falta de investimento na manutenção da infraestrutura se refletia em falta de qualidade no fornecimento de energia a Roraima, que sofria com apagões frequentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/economia/brasil-inicia-testes-em-linha-para-importacao-de-energia-da-venezuela/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Um teste foi realizado em janeiro pelo ONS para verificar a viabilidade de importação de energia da Venezuela</strong></a>, e na ocasião o operador concluiu que “havia necessidade da complementação de informações e análises para a efetiva conclusão de viabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aneel avalia redução da CCC</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A importação de energia pela&nbsp;Bolt Energy Comercializadora pode economizar R$ 42 milhões em recursos da CCC, considerando o máximo de 15 MW entre o período de janeiro a abril de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação foi feita no contexto de um processo sobre o tema cuja deliberação deve acontecer na reunião da Aneel marcada para esta terça-feira.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O voto da diretora Ludimila Lima, relatora do processo, foi disponibilizado e prevê a autorização para a importação, mas ainda precisa ter o aval dos demais diretores da autarquia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) já estabeleceu que a importação se dará em caráter flexível e interruptível, deslocando geração termelétrica mais cara que o referencial de preço validado, cabendo ao ONS programação, planejamento e despacho dessa operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do MegaWhat Energy e Valor Econômico</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Venezuela volta a fornecer energia para Roraima; importação inicial é de 15 megawatts</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/venezuela-volta-a-fornecer-energia-para-roraima-importacao-inicial-e-de-15-megawatts/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Feb 2025 17:39:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após anos de isolamento do Sistema Interligado Nacional, Roraima volta a receber energia da Venezuela, com importação inicial de 15 megawatts (MW) e reserva operacional de 30 MW para garantir estabilidade. O fornecimento será operado pela Bolt Energy entre janeiro e abril de 2025. O Estado voltou a receber energia elétrica da Venezuela a partir [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Após anos de isolamento do Sistema Interligado Nacional, Roraima volta a receber energia da Venezuela, com importação inicial de 15 megawatts (MW) e reserva operacional de 30 MW para garantir estabilidade. O fornecimento será operado pela Bolt Energy entre janeiro e abril de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Estado voltou a receber energia elétrica da Venezuela a partir de sexta-feira (14), marcando uma nova fase no abastecimento energético da região. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) comunicou que a importação comercial foi iniciada por volta das 7h15, trazendo um novo capítulo para a única unidade da federação que não faz parte do Sistema Interligado Nacional (SIN).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora ainda não haja um decreto oficial da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) sobre essa decisão, a operação segue critérios definidos pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE). A retomada, no entanto, levanta questionamentos sobre os benefícios e riscos dessa dependência.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Retomada da importação de energia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima, que já recebeu energia da Venezuela, agora conta novamente com a eletricidade importada do país vizinho. <a href="https://fatorrnoticias.com.br/economia/brasil-inicia-testes-em-linha-para-importacao-de-energia-da-venezuela/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>A operação foi liberada após testes de 96 horas realizados entre janeiro e fevereiro</strong></a>, garantindo a viabilidade técnica. Inicialmente, a importação será limitada a 15 MW, com uma reserva operacional girante de 30 MW para manter a estabilidade do fornecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A empresa Bolt Energy será a responsável pela importação durante o período de janeiro a abril de 2025. Enquanto isso, as usinas termelétricas locais continuam operando com gás natural, biomassa e óleo diesel, complementando o abastecimento energético.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que Roraima depende da energia da Venezuela?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente dos demais estados brasileiros, Roraima não faz parte do SIN, o que significa que sua matriz energética precisa ser gerenciada de forma independente. Essa exclusão ocorre principalmente pela ausência de infraestrutura de transmissão que conecte o Estado ao restante do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Historicamente, a energia venezuelana já foi a principal fonte de eletricidade para Roraima, vinda da Usina Hidrelétrica de Guri. No entanto, problemas econômicos e políticos na Venezuela&nbsp;interromperam esse fornecimento, forçando o Estado a depender majoritariamente de termelétricas. Agora, com a retomada do fornecimento externo, Roraima espera reduzir os custos e garantir maior estabilidade energética.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Impactos e desafios da nova importação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A retomada do fornecimento pode trazer benefícios imediatos, como a redução dos custos de geração elétrica, já que as termelétricas utilizam combustíveis caros e poluentes. Além disso, o aumento na oferta de energia pode melhorar a qualidade do serviço para os consumidores e impulsionar o desenvolvimento econômico do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, há desafios a serem considerados. A dependência de um país que enfrenta instabilidades econômicas e políticas pode representar riscos no longo prazo. Qualquer problema na Usina de Guri ou decisão do governo venezuelano pode impactar diretamente o fornecimento. Assim, a necessidade de uma solução energética mais estável para Roraima continua em pauta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como será o fornecimento ao longo de 2025?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O fornecimento será operado pela Bolt Energy, que seguirá o cronograma estabelecido pelo CMSE. A fase inicial prevê a importação entre janeiro e abril de 2025, permitindo que o sistema se ajuste à nova oferta de eletricidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da retomada oficial, testes de 96 horas foram realizados no início do ano,&nbsp;garantindo que a integração fosse feita de maneira segura e sem comprometer a estabilidade&nbsp;da rede elétrica. Caso o abastecimento ocorra de forma eficiente, o modelo poderá ser estendido ou ajustado conforme necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de Rafaela Fabris/Click, Petróleo e Gás</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governo autoriza empresa a importar energia da Venezuela para atender Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/governo-autoriza-empresa-a-importar-energia-da-venezuela-para-atender-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 18:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério de Minas e Energia publicou portarias nesta segunda-feira (23) autorizando a Eneva a importar energia elétrica&#160;de forma intermitente da&#160;Venezuela para atender Roraima, único estado que não faz parte do Sistema Integrado Nacional (SIN). A geradora venezuelana se junta a outras elétricas, como a Âmbar Energia e as comercializadoras Bolt e Tradener, que já [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério de Minas e Energia publicou portarias nesta segunda-feira (23) autorizando a Eneva a importar energia elétrica&nbsp;de forma intermitente da&nbsp;Venezuela para atender Roraima, único estado que não faz parte do Sistema Integrado Nacional (SIN).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A geradora venezuelana se junta a outras elétricas, como a Âmbar Energia e as comercializadoras Bolt e Tradener, que já haviam sido habilitadas para o processo sob novas regras definidas pelo governo no ano passado, que visam reduzir os custos com geração para suprimento de energia a Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os consumidores roraimenses dependem de geração termelétrica local, com combustível subsidiado pela CCC (Conta de Consumo de Combustíveis) &#8211; principal encargo cobrado na conta de luz dos consumidores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A importação de energia da Venezuela só será válida se viabilizar uma redução da CCC, considerando a diferença do preço ofertado pela importado e custo da geração termelétrica local de Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não há, porém, registro até o momento de que a importação de energia da Venezuela tenha sido efetivamente retomada, uma vez que a linha de transmissão que conecta os países necessitava de reparos por ter ficado ociosa desde a paralisação das importações de energia, em 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A importação de energia da Venezuela pela Eneva, assim como por outras empresas, ainda está sujeita a autorizações da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e deliberação pelo Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) quanto a preço e volume dos contratos de energia negociados com a Venezuela.</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/governo-autoriza-empresa-a-importar-energia-da-venezuela-para-atender-roraima/">Governo autoriza empresa a importar energia da Venezuela para atender Roraima</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico deve aprovar volta do horário de verão</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/comite-de-monitoramento-do-setor-eletrico-deve-aprovar-volta-do-horario-de-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2024 16:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) deve aprovar a volta do horário de verão, na medida em que o país busca otimizar a geração de energia diante de uma condição mais seca do parque hidrelétrico, disseram fontes a par das discussões nesta quinta-feira (19). Mas a decisão ainda depende de uma discussão prevista [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/comite-de-monitoramento-do-setor-eletrico-deve-aprovar-volta-do-horario-de-verao/">Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico deve aprovar volta do horário de verão</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) deve aprovar a volta do horário de verão, na medida em que o país busca otimizar a geração de energia diante de uma condição mais seca do parque hidrelétrico, disseram fontes a par das discussões nesta quinta-feira (19).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a decisão ainda depende de uma discussão prevista para a tarde desta quinta. A reunião de autoridades do setor, que normalmente ocorreria em Brasília, será realizada excepcionalmente na sede do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/economia/governo-avalia-volta-do-horario-de-verao-em-meio-a-seca-diz-ministro-de-minas-e-energia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>O ministro de Minas Energia, Alexandre Silveira, que já afirmou que a volta do horário de verão é “realidade muito premente”</strong></a>, estará presente no encontro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vai ser uma longa discussão, mas a tendência é aprovar a volta”, disse uma das fontes, na condição de sigilo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O viés é aprovar. Um estudo do ONS servirá de base, mas a decisão será política”, adicionou uma segunda fonte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alexandre Silveira tem entrevista coletiva prevista para as 16h (horário de Brasília), na sede do ONS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil aboliu em 2019 o horário de verão sob argumento de que ele não trazia mais ganhos para o setor elétrico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas agora há uma percepção de que o adiantamento dos relógios em uma hora pode ajudar a reduzir a pressão sobre o sistema elétrico no fim da tarde, quando as usinas solares deixam de gerar ao mesmo tempo em que o consumo está no pico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, os ganhos ao sistema podem não ser tão relevantes assim, uma vez que ele garante uma hora a mais de geração solar no momento do dia em que os níveis de insolação já são menores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, este ano o país passa por uma estiagem histórica, afetando o nível dos reservatórios das hidrelétricas, que respondem por mais de 50% da geração elétrica do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que se tem hoje é que quando as [usinas] solares saem ao fim da tarde e o calor segue alta, precisa da energia para atender o horário de ponta”, explicou uma das fontes, repetindo argumento do ministro de Minas e Energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os reservatórios nem estão baixos assim, mas como estamos numa baita estiagem e não sabemos o que vem pela frente, é preciso poupar a água”, afirmou uma fonte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A volta do horário de verão divide opiniões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Setores ligados ao lazer e entretenimento, como bares e restaurantes, gostam de “uma hora a mais” de luz do dia, segmentos industriais e da aviação têm dificuldades de se adaptar, especialmente quando a medida é tomada sem a necessária previsibilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As fontes não sabiam quando o horário de verão poderia entrar em operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O adiantamento dos relógios em uma hora afetaria toda a programação atual de voos das companhias aéreas, sobretudo para o exterior, levando a ajustes nos horários de partida e chegada e conexões, com custos adicionais para realocar equipes e tripulantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor tem programação de voos fechada nos próximos seis meses, segundo uma fonte com conhecimento do assunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há dúvidas sobre a efetiva economia, mas dessa vez há uma razão mais técnica do que econômica. A seca está muito forte”, disse à Reuters o presidente do Conselho Regional de Economia de São Paulo, Pedro Afonso Gomes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente do passado, quando o maior consumo de energia tinha um pico no início da note, agora a maior demanda é fruto dos sistemas de ar-condicionado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Por este motivo, o horário de verão, período que em teoria escurece mais tarde, tem pouco efeito na economia de energia”, avaliou o analista de Energia da Equus Capital, Pedro Coletta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do InfoMoney</em></strong></p>
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