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	<title>Congresso Nacional Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>Congresso Nacional Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>TRF1 mantém decisão que obriga ANM a rejeitar pedidos de mineração em terras indígenas de Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[12ª Turma do Tribunal Regional Federal]]></category>
		<category><![CDATA[ANM]]></category>
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		<category><![CDATA[TRF1]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve a decisão que obriga a Agência Nacional de Mineração (ANM) a indeferir pedidos de pesquisa e exploração mineral incidentes sobre terras indígenas em Roraima e cancelar os registros de prioridade existentes nessas áreas. Por unanimidade, a 12ª Turma negou recurso apresentado pelo antigo Departamento Nacional de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve a decisão que obriga a Agência Nacional de Mineração (ANM) a indeferir pedidos de pesquisa e exploração mineral incidentes sobre terras indígenas em Roraima e cancelar os registros de prioridade existentes nessas áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, a 12ª Turma negou recurso apresentado pelo antigo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), atual ANM, e confirmou a sentença obtida pelo Ministério Público Federal (MPF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, o MPF argumentou que a exploração mineral por terceiros em terras indígenas depende de requisitos previstos no artigo 231 da Constituição Federal, que ainda não foram regulamentados. Entre eles estão a aprovação de lei específica, autorização do Congresso Nacional e a oitiva das comunidades indígenas potencialmente afetadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o recurso, o tribunal concluiu que, enquanto essas condições não forem atendidas, não há possibilidade jurídica de conceder ou manter em tramitação requerimentos minerários nessas áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão também destaca que a manutenção desses pedidos pode gerar insegurança jurídica, além de estimular conflitos fundiários e pressões indevidas sobre comunidades tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, permanece em vigor a determinação para que a ANM rejeite imediatamente requerimentos incidentes sobre terras indígenas de Roraima e promova o cancelamento dos respectivos registros de prioridade.</p>
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		<title>Com voto de Fux, STF avança contra marco temporal para demarcação de terras indígenas</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/com-voto-de-fux-stf-avanca-contra-marco-temporal-para-demarcacao-de-terras-indigenas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 16:21:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[câmara dos deputados]]></category>
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		<category><![CDATA[Constituição de 1988]]></category>
		<category><![CDATA[marco temporal]]></category>
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		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) formou quatro votos contrários ao marco temporal para demarcação de terras indígenas após o ministro Luiz Fux se posicionar contra a tese nesta terça-feira (16). Ele acompanhou o voto do relator, Gilmar Mendes. Além de Fux e Gilmar, também votaram pela inconstitucionalidade os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin. O [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal (STF) formou quatro votos contrários ao marco temporal para demarcação de terras indígenas após o ministro Luiz Fux se posicionar contra a tese nesta terça-feira (16). Ele acompanhou o voto do relator, Gilmar Mendes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Fux e Gilmar, também votaram pela inconstitucionalidade os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin. O julgamento ocorre em ambiente virtual e segue até esta sexta-feira (19).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seu voto, Gilmar Mendes reafirmou que a Constituição não autoriza limitar o direito indígena às terras ocupadas em 5 de outubro de 1988. Para o ministro, o direito é originário e anterior ao próprio Estado brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator também propôs que a União tenha dez anos para concluir a demarcação de todas as terras indígenas, argumentando que o prazo constitucional original, previsto no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, não foi cumprido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávio Dino acompanhou o relator, mas fez ponderações sobre regras técnicas do processo demarcatório e possíveis conflitos com outras áreas protegidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cristiano Zanin reforçou o entendimento de Gilmar e citou decisão anterior do STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O constituinte de 1988 reconheceu os direitos originários das comunidades indígenas e determinou à União o dever de demarcar essas terras”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento envolve ações contra uma lei aprovada em 2023 pelo Congresso que retomou a tese do marco temporal. O tema tem impacto direto em estados como Roraima, que concentram extensas áreas indígenas já demarcadas ou em processo de reconhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de O Globo</em></strong></p>
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		<title>Projeto de lei propõe criação da primeira universidade indígena pública do país</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/projeto-de-lei-propoe-criacao-da-primeira-universidade-indigena-publica-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 16:48:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[educação indígena]]></category>
		<category><![CDATA[funai]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou na quinta-feira (27) ao Congresso Nacional o projeto de lei que cria a Universidade Federal Indígena (Unind), primeira instituição de ensino superior dedicada exclusivamente às populações originárias do Brasil. A assinatura ocorreu no Palácio do Planalto, na presença dos ministros Camilo Santana (Educação) e Sonia Guajajara [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enviou na quinta-feira (27) ao Congresso Nacional o projeto de lei que cria a Universidade Federal Indígena (Unind), primeira instituição de ensino superior dedicada exclusivamente às populações originárias do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A assinatura ocorreu no Palácio do Planalto, na presença dos ministros Camilo Santana (Educação) e Sonia Guajajara (Povos Indígenas), além da presidente da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), Joenia Wapichana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lula afirmou que o projeto reforça o compromisso do Estado na proteção dos direitos dessas comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É papel do Estado garantir que os direitos sociais e a identidade indígena não sejam violados”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Joenia Wapichana destacou que a proposta atende a uma reivindicação antiga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É por meio da educação superior, alinhada aos nossos conhecimentos tradicionais, que vamos formar lideranças e profissionais para defender nossos territórios e direitos”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A universidade será pública, gratuita e multicampi, com sede em Brasília e polos espalhados pelo país. Segundo o Ministério da Educação (MEC), o modelo foi construído com base em 20 seminários regionais que reuniram estudantes, educadores e lideranças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as áreas prioritárias estão gestão ambiental e territorial, políticas públicas, línguas tradicionais, saúde, direito, engenharias, agroecologia e formação de professores. A previsão de funcionamento é 2027, caso o projeto seja aprovado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Educação informou que, após aprovação, será criada uma comissão de instalação e nomeado um reitor temporário para conduzir a implantação pedagógica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Experiências como a do Instituto Insikiran da Universidade Federal de Roraima (UFRR), pioneiro na formação de estudantes de comunidades tradicionais, serviram de referência.</p>
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		<item>
		<title>Receita revoga ato normativo que previa fiscalização do Pix</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/receita-revoga-ato-normativo-que-previa-fiscalizacao-do-pix/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 10:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da fazenda]]></category>
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		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
		<category><![CDATA[transações financeiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante da onda de&#160;fake news&#160;em torno da modernização da fiscalização do Pix, a Receita Federal revogou o ato normativo que&#160;estendeu o monitoramento&#160;das transações aos bancos digitais,&#160;fintechs&#160;e instituições de pagamento. No lugar, o governo editará uma medida provisória (MP) para proibir a cobrança diferenciada por transações em Pix e em dinheiro. O ministro da Fazenda, Fernando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Diante da onda de&nbsp;fake news&nbsp;em torno da modernização da fiscalização do Pix, a Receita Federal revogou o ato normativo que&nbsp;estendeu o monitoramento&nbsp;das transações aos bancos digitais,&nbsp;fintechs&nbsp;e instituições de pagamento. No lugar, o governo editará uma medida provisória (MP) para proibir a cobrança diferenciada por transações em Pix e em dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e o secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, anunciaram nesta quarta-feira (15) a revogação da instrução normativa e a edição da medida provisória. A MP também reforçará princípios garantidos pela Constituição nas transações via Pix, como o sigilo bancário e a não cobrança de impostos nas transferências pela modalidade, além de garantir a gratuidade do Pix para pessoas físicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa revogação se dá por dois motivos: tirar isso que tristemente virou uma arma nas mãos desses criminosos e inescrupulosos. A segunda razão é não prejudicar a tramitação do ato que será anunciado [a medida provisória]”, explicou Barreirinhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a edição da MP, nenhum comerciante poderá cobrar preços diferentes entre pagamentos via Pix e em dinheiro, prática que começou a ser detectada nos últimos dias. Para&nbsp;Haddad, a medida provisória extinguirá a onda de&nbsp;fake news&nbsp;em relação à taxação do Pix, que tomou conta das redes sociais desde o início do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A medida provisória reforça os dois princípios e praticamente equipara o Pix ao pagamento em dinheiro. O que isso significa? Que essas práticas utilizadas hoje com base na&nbsp;fake news&nbsp;de cobrar a mais o que é pago em Pix está vedado. Ou seja, o que cobra em dinheiro poderá cobrar em Pix. Quem quer usar o Pix vai ter que pagar o mesmo valor em dinheiro, sem nenhum acréscimo”, disse Haddad.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro reforçou que a medida provisória, na verdade, reforça princípios já existentes em relação ao Pix, apenas esclarecendo pontos distorcidos por disseminadores de&nbsp;fake news&nbsp;nos últimos dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Pix estará protegido pelo sigilo, como sempre foi. [O que estamos fazendo] é só a ampliação, o reforço da legislação, para tornar mais claro que esses princípios já estão resguardados pela medida provisória. Para evitar a má interpretação, a tentativa de distorcer o intuito da Receita Federal, ela está tomando a medida que o Barreirinhas já anunciou”, explicou Haddad.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tudo isso tem um único objetivo: salvaguardar a economia popular, salvaguardar as finanças das pessoas mais pobres, o pequeno comerciante e a dona de casa que vai fazer suas compras, e equiparar o pagamento em Pix ao pagamento em dinheiro”, completou&nbsp;o ministro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Haddad negou que a revogação do ato seja o reconhecimento da derrota para as&nbsp;fake news.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pelo contrário. Isso é impedir que esse ato [a instrução normativa] seja usado&nbsp;como justificativa para não votar a MP. Estamos lançando uma medida provisória e queremos que ela seja discutida com sobriedade pelo Congresso Nacional”, justificou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Lei para restringir uso de celular em escolas é sancionada por Lula</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/lei-para-restringir-uso-de-celular-em-escolas-e-sancionada-por-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[celular nas escolas]]></category>
		<category><![CDATA[CNE]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da educação]]></category>
		<category><![CDATA[PL 104/2015]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (13) o Projeto de Lei (PL) 104/2015, que restringe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis, sobretudo telefones celulares, nas salas de aula de escolas públicas e privadas do ensino básico em todo o país. Um decreto do presidente, que sairá em até 30 dias, vai [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta segunda-feira (13) o Projeto de Lei (PL) 104/2015, que restringe o uso de aparelhos eletrônicos portáteis, sobretudo telefones celulares, nas salas de aula de escolas públicas e privadas do ensino básico em todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um decreto do presidente, que sairá em até 30 dias, vai regulamentar a nova legislação, para que passe a valer para o início do ano letivo, em fevereiro. O projeto de lei foi&nbsp;aprovado no fim do ano&nbsp;passado pelo Congresso Nacional. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Essa sanção aqui significa o reconhecimento do trabalho de todas as pessoas sérias que cuidam da educação, de todas as pessoas que querem cuidar das crianças e adolescentes deste país&#8221;, afirmou o presidente, que&nbsp;fez questão de elogiar o trabalho dos parlamentares que aprovaram a medida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Imagina uma professora dando aula e, quando ela olha para os alunos, está cada um olhando para o celular, um tá na China, outro tá na Suécia, outro tá no Japão, outro está em outro estado conversando com gente que não tem nada a ver com a aula que ela está recebendo. A gente precisa voltar a permitir que o humanismo não seja trocado por algoritmo&#8221;, enfatizou Lula ao comentar sobre a nova lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Países como França, Espanha, Grécia, Dinamarca, Itália e Holanda já adotam&nbsp;legislações que restringem uso de celular em escolas. Apoiado pelo&nbsp;governo federal e por especialistas, o projeto alcançou um amplo consenso no Legislativo, unindo governistas e oposicionistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Não dá para um aluno estar na sala de aula, no TikTok, na rede social, quando o professor está dando aula. Toda vez que um aluno recebe uma notificação, é como se ele saísse da sala de aula. Toda vez que recebe uma notificação quando está numa roda de conversa, é como se a gente perdesse a atenção dele&#8221;, afirmou o secretário municipal de Educação do Rio de Janeiro, Renan Ferreirinha, que é deputado federal licenciado e autor do projeto na Câmara. Ele classificou o PL como uma das principais vitórias do século na educação brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que diz a lei</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o ministro da Educação, Camilo Santana, a lei restringe o uso em sala de aula e nos intervalos, para fins pessoais, mas há exceções, como o uso para finalidade pedagógica, sob supervisão dos professores, ou em casos de pessoas que necessitem de apoio do aparelho para acessibilidade tecnológica ou por alguma necessidade de saúde. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nós não somos contra acesso a tecnologias, até porque não há mais retorno no mundo de hoje. Mas nós queremos que essa tecnologia, essa ferramenta, seja utilizada de forma adequada e, principalmente, nas faixas [etárias] importantes da vida das crianças e adolescentes&#8221;, afirmou o ministro, que alertou sobre o uso cada vez mais precoce e prolongado do celular por crianças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos fazendo uma ação na escola, mas é importante conscientizar os pais de limitar e controlar o uso desses aparelhos fora de sala de aula, fora da escola&#8221;, acrescentou Camilo Santana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro pediu engajamento das famílias e das comunidades escolares para fazer valer a nova lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Maria do Pilar Lacerda Almeida e Silva, que coordena a Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), afirmou que o colegiado vai publicar orientação para as redes públicas e privadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O Conselho Nacional de Educação vai fazer uma resolução que oriente as redes, as escolas, de como fazer isso sem parecer uma opressão&#8221;, disse. O MEC também deve publicar guias com orientações para as escolas de todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministro da Fazenda anuncia pacote de R$ 70 bi e isenção de IR até R$ 5 mil</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/ministro-da-fazenda-anuncia-pacote-de-r-70-bi-e-isencao-de-ir-ate-r-5-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 11:53:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[arcabouço fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[pacote econômico]]></category>
		<category><![CDATA[salário mínimo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou na noite desta quarta-feira (27) um aguardado conjunto de medidas para controle de gastos e uma das promessas de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT): a isenção do Imposto de Renda (IR) aos contribuintes que ganhem até R$ 5 mil por mês. A nova regra de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou na noite desta quarta-feira (27) um aguardado conjunto de medidas para controle de gastos e uma das promessas de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT): a isenção do Imposto de Renda (IR) aos contribuintes que ganhem até R$ 5 mil por mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova regra de gastos públicos, aprovada em 2023, deu fim ao teto de gastos. A partir de então, as despesas do governo podem crescer entre 0,6% – em períodos de retração – e 2,5% – em momentos de expansão – acima da receita do ano anterior e com valores corrigidos pela inflação. Dentro da banda,&nbsp;os gastos&nbsp;poderão crescer até 70% da variação da receita do ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, valores como os do salário mínimo e outros gastos do governo vêm crescendo a um ritmo maior que o permitido pela regra fiscal, de modo a pressionar as despesas discricionárias – os investimentos – no orçamento federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outras propostas contempladas foram:</p>



<p class="wp-block-paragraph">reajuste no abono salarial;</p>



<p class="wp-block-paragraph">adequar o crescimento dos gastos com as emendas parlamentares ao limite do arcabouço (2,5% ao ano);</p>



<p class="wp-block-paragraph">mudanças na idade mínima para aposentadoria dos militares;</p>



<p class="wp-block-paragraph">limitação de transferência de pensões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso do abono salarial, o governo vai manter para quem ganha até R$ 2.640. Esse valor será corrigido pela inflação nos próximos anos e se tornará permanente quando corresponder a um salário mínimo e meio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, 50% das emendas de comissões do Congresso passarão a ir obrigatoriamente para a saúde pública, de modo a reforçar o SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para garantir os resultados que esperamos, em caso de déficit primário, ficará proibida a criação, ampliação ou prorrogação de benefícios tributários”, afirmou o ministro em pronunciamento feito em rede nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Combater a inflação, reduzir o custo da dívida pública e ter juros mais baixos é parte central de nosso olhar humanista sobre a economia. O Brasil de hoje não é mais o Brasil que fechava os olhos para as desigualdades e para as dificuldades da nossa gente. Quem ganha mais, deve contribuir mais, permitindo que possamos investir em áreas que transformam a vida das pessoas.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">As medidas apresentadas por Haddad ainda precisam ser votadas e aprovadas pelo Congresso Nacional.&nbsp;O ministro da Fazenda afirma ter “esperança” de uma aprovação das propostas ainda neste ano, mesmo com o calendário apertado e outras pautas na fila.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pacote fiscal havia sido prometido para o pós-eleições municipais. Passado o segundo turno do pleito, em 27 de outubro, agentes políticos e econômicos passaram a ser pautados pela expectativa com as medidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O dólar fechou os negócios nesta quarta-feira negociado no maior patamar da história do real,&nbsp;em R$ 5,91, com a tensão antes do anúncio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O anúncio era aguardado pois há temores de que, sem ajustes, a situação atual das contas públicas leve à insustentabilidade das regras aprovadas pelo próprio governo no novo arcabouço fiscal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da CNN Brasil</em></strong></p>
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		<title>Lei que pune feminicídio com até 40 anos de prisão entra em vigor</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/lei-que-pune-feminicidio-com-ate-40-anos-de-prisao-entra-em-vigor/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 19:20:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Código Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta quarta-feira (9), a lei que agrava a pena para casos de feminicídio, aumentando a mínima de 12 para 20 anos e a máxima de 30 para 40. O projeto foi aprovado em setembro deste ano pelo Congresso Nacional e tem autoria da senadora Margareth Buzetti [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta quarta-feira (9), a lei que agrava a pena para casos de feminicídio, aumentando a mínima de 12 para 20 anos e a máxima de 30 para 40.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto foi aprovado em setembro deste ano pelo Congresso Nacional e tem autoria da senadora Margareth Buzetti (PSD-MT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É uma atualização da luta da sociedade para frear essa verdadeira epidemia de feminicídio”, afirmou a congressista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a lei sancionada, o feminicídio deixa de ser considerado um homicídio qualificado e passa a ter um&nbsp;artigo específico no Código Penal, com novos agravantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas redes sociais, a conta oficial de Lula divulgou um vídeo do momento em que ele sancionou a lei ao lado das ministras Cida Gonçalves (Mulher), Simone Tebet (Planejamento) e Esther Dweck (Gestão).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mais um passo no combate ao feminicídio no Brasil”, escreveu o perfil do presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Novos agravantes que podem aumentar a pena:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">assassinato da mãe ou da mulher responsável por pessoa com deficiência;</p>



<p class="wp-block-paragraph">emprego de veneno, fogo, explosivo, asfixia, tortura ou outro meio cruel;</p>



<p class="wp-block-paragraph">traição, emboscada, dissimulação ou recurso que dificulte ou torne impossível a defesa do ofendido;</p>



<p class="wp-block-paragraph">e emprego de arma de fogo de uso restrito ou proibido.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Lei Maria da Penha</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto aumenta ainda a pena do condenado na Lei Maria da Penha que descumprir medida protetiva contra a vítima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pena atual é de detenção de três meses a dois anos. Com a nova lei, a penalidade passará a ser reclusão de dois a cinco anos e multa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Violência doméstica e familiar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Também há novas restrições para presos por crimes que envolvem violência doméstica e familiar, menosprezo ou discriminação à condição de mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se um preso ameaçar ou praticar novas violências contra a vítima ou seus familiares durante o cumprimento da pena, ele será transferido para um presídio distante do local de residência da vítima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A lei também aumenta de 50% para 55% o período mínimo de cumprimento da pena para que o preso faça a progressão do regime fechado para o semiaberto. A regra valerá para o réu primário e não poderá haver liberdade condicional. Se o preso usufruir de qualquer saída autorizada do presídio, terá de usar tornozeleira eletrônica e não poderá contar com visita íntima ou conjugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da CNN Brasil</em></strong></p>
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