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	<title>desmatamento Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>desmatamento Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Garimpo ilegal perde força na Terra Yanomami, mas invasores mudam estratégia, aponta relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um relatório divulgado na sexta-feira (22) pelo Instituto Socioambiental (ISA) aponta redução do desmatamento causado pelo garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, após o pico registrado entre 2021 e 2022. Apesar da queda, o documento alerta que os invasores seguem ativos e têm adotado novas formas de atuação para escapar das operações de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um relatório divulgado na sexta-feira (22) pelo Instituto Socioambiental (ISA) aponta redução do desmatamento causado pelo garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, após o pico registrado entre 2021 e 2022. Apesar da queda, o documento alerta que os invasores seguem ativos e têm adotado novas formas de atuação para escapar das operações de fiscalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento foi produzido em parceria com o programa Monitoring of the Andes Amazon Program (MAAP), da Amazon Conservation Association. Segundo o documento, os garimpeiros passaram a operar de forma descentralizada e migraram para áreas próximas à fronteira com a Venezuela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados apresentados, a TI Yanomami soma atualmente 5.564 hectares degradados pela atividade garimpeira. Apenas em 2025, foram registrados 45,2 hectares de novos desmatamentos provocados pelo garimpo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número representa quase metade dos 84 hectares registrados em 2024. Ainda assim, o relatório aponta que a abertura contínua de novas áreas demonstra que a atividade criminosa continua presente no território indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores destacam que, em 2023, após a decretação da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) pelo governo federal, houve redução de 81,6% na expansão do garimpo em relação ao ano anterior. Naquele ano, foram registrados 330 hectares de expansão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados históricos mostram avanço acelerado da destruição antes das operações federais. Em 2020, a área desmatada chegou a 400 hectares. Em 2021, ultrapassou mil hectares e, em 2022, alcançou aproximadamente 1.800 hectares, maior índice registrado na série monitorada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O monitoramento é feito mensalmente com interpretação visual de imagens de satélite por especialistas em geoprocessamento. As áreas degradadas são delimitadas por polígonos e revisadas periodicamente para refinamento das informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do levantamento por satélite, o ISA realizou um sobrevoo em 23 de abril deste ano nas regiões de Ericó, Palimiu, Waikás e Parafuri. As imagens registradas durante a operação confirmaram os pontos de desmatamento identificados no monitoramento remoto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, foram identificados 121 polígonos de novas áreas impactadas pelo garimpo ilegal. Segundo o relatório, 90% desses pontos possuem até um hectare. Os maiores polígonos, com cerca de quatro hectares cada, foram encontrados em Parima e Surucucus, próximos à pista do Feijão Queimado, em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento aponta ainda que áreas historicamente exploradas, como Alto Catrimani, Médio Uraricoera e Homoxi, aparentam estar relativamente neutralizadas após as operações federais. Em contrapartida, os garimpeiros passaram a espalhar as atividades para regiões menos concentradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sistema de Alertas da Terra Indígena Yanomami registrou em 2025 pelo menos cinco alertas relacionados à movimentação de aeronaves clandestinas na região de Auaris. Em muitos casos, os voos seguiam em direção à pista do Gaúcho Animal ou para uma pista localizada na cabeceira do rio Aracaçá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O geógrafo do ISA, Estêvão Senra, afirmou que a valorização internacional do ouro mantém a pressão sobre a Terra Indígena Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Operações de desintrusão são o primeiro passo indispensável, mas sozinhas elas não resolvem o problema estrutural. Sem estratégias de proteção territorial de médio e longo prazo, que envolvam vigilância permanente e melhorias na regulação da cadeia do ouro, há um grande risco de observarmos uma nova onda de invasão num futuro próximo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor do MAAP na Amazon Conservation, Matt Finer, afirmou que a redução do garimpo demonstra efeito das ações governamentais, mas alertou para o risco de retorno das invasões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na Terra Indígena Yanomami, o garimpo ilegal atingiu seu pico entre 2021 e 2022, mas caiu significativamente após a grande intervenção do governo brasileiro, iniciada em 2023. No entanto, como observamos recentemente no Peru e na Venezuela, essas ações precisam fazer parte de um esforço contínuo e de longo prazo. Caso contrário, o garimpo ilegal tende a retornar rapidamente.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Instituto Socioambiental</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Justiça mantém multa de R$ 4,5 mi contra ex-vice-governador por desmatamento na Raposa Serra do Sol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça Federal manteve a multa de R$ 4,54 milhões aplicada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ao fazendeiro e ex-vice-governador de Roraima Paulo César Justo Quartiero por desmatamento ilegal em área posteriormente reconhecida como parte da Terra Indígena Raposa Serra do Sol. A decisão foi tomada pela 13ª [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça Federal manteve a multa de R$ 4,54 milhões aplicada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) ao fazendeiro e ex-vice-governador de Roraima Paulo César Justo Quartiero por desmatamento ilegal em área posteriormente reconhecida como parte da Terra Indígena Raposa Serra do Sol.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi tomada pela 13ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que rejeitou recurso apresentado pelo ex-vice-governador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o processo, Quartiero desmatou 908,6 hectares de vegetação nativa no município de Pacaraima, no norte de Roraima, para plantio de arroz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ibama, a derrubada atingiu tanto áreas de reserva legal da propriedade quanto preservação permanente (APPs) da Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso apresentado ao TRF1, Quartiero alegou inconsistência metodológica do laudo técnico produzido pelo Ibama, além de cerceamento de defesa, incompetência da autarquia para fiscalizar a área e ausência de dano ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Advocacia-Geral da União (AGU), responsável pela defesa do Ibama no processo, sustentou a validade do laudo elaborado em 6 de maio de 2008.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a AGU, o documento utilizou metodologia baseada em dados fundiários do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), imagens de satélite, dados vetoriais de diferentes fontes e validação fotográfica feita durante sobrevoo em helicóptero da Polícia Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa da União também afirmou que não houve cerceamento de defesa porque o ex-vice-governador foi intimado para indicar provas no prazo de cinco dias e abriu mão da perícia judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro argumento apresentado pela defesa de Quartiero tratava da suposta incompetência do Ibama em razão da existência de licenciamento ambiental estadual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A AGU rebateu a alegação com base na Lei Complementar 140/2011, que prevê atuação cooperativa entre os entes federativos em ações de proteção ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao negar o recurso, os desembargadores do TRF1 entenderam que a competência para licenciar não impede a fiscalização de outro ente federativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O colegiado também concluiu que não houve cerceamento de defesa e reconheceu a legitimidade da atuação do Ibama no exercício do poder de polícia ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso foi conduzido pelo Núcleo de Ações Prioritárias da Equipe de Cobrança Judicial da Procuradoria Regional Federal da 1ª Região, unidade vinculada à Procuradoria-Geral Federal da AGU.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A procuradora federal Helena Marie Fish Galiano afirmou que a decisão confirmou a “legitimidade da atuação dos agentes ambientais federais em áreas do bioma amazônico, como, no caso, a Terra Indígena Raposa Serra do Sol”.</p>
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		<title>Fazendeiro de Rorainópolis é condenado a recuperar 131,78 hectares de floresta desmatada e pagar R$ 131 mil</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/fazendeiro-de-rorainopolis-e-condenado-a-recuperar-13178-hectares-de-floresta-desmatada-e-pagar-r-131-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 15:44:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça Federal determinou que um fazendeiro de Rorainópolis, no sul de Roraima, recupere 131,78 hectares de floresta desmatada ilegalmente em sua propriedade situada na Amazônia Legal. Além disso, o proprietário terá de pagar R$ 131 mil por dano moral difuso. A condenação ocorreu em ação movida pela Advocacia-Geral da União (AGU), que atuou em [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça Federal determinou que um fazendeiro de Rorainópolis, no sul de Roraima, recupere 131,78 hectares de floresta desmatada ilegalmente em sua propriedade situada na Amazônia Legal. Além disso, o proprietário terá de pagar R$ 131 mil por dano moral difuso. A condenação ocorreu em ação movida pela Advocacia-Geral da União (AGU), que atuou em nome do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desmatamento na área rural foi identificado pelo Ibama, que aplicou multa ao fazendeiro em 2019. A decisão da 1ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária de Roraima estabelece a recuperação da área degradada e outras obrigações financeiras. As informações sobre o caso foram divulgadas pela AGU nesta segunda-feira (16).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Obrigações financeiras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da recomposição da vegetação e do pagamento de R$ 131 mil, o fazendeiro responderá por danos materiais intermediários e residuais. A sentença também prevê apuração de eventual proveito econômico obtido ilegalmente com a exploração da área desmatada. Esses valores adicionais serão definidos posteriormente, na fase de liquidação do processo judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O magistrado ressaltou que os danos ambientais ultrapassam os limites da propriedade e afetam toda a coletividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O dano ao meio ambiente, por ser bem público, gera repercussão geral, impondo conscientização coletiva à sua reparação, a fim de resguardar o direito das futuras gerações a um meio ambiente ecologicamente equilibrado”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação civil pública reparatória de dano ambiental foi apresentada pela AGU representando o Ibama. A defesa judicial foi realizada pelo Núcleo de Meio Ambiente da Procuradoria Regional Federal da 1ª Região (EFIN/PRF1), em conjunto com a Procuradoria Federal Especializada junto ao Ibama (PFE/Ibama), unidades vinculadas à Procuradoria-Geral Federal (PGF/AGU).</p>
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		<title>Operações atingem 5 terras indígenas, reduzem garimpo e causam prejuízo de R$ 902 milhões a criminosos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2025 16:42:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>As operações de desintrusão realizadas pelo governo federal em terras indígenas da Amazônia Legal resultaram em prejuízo de R$ 902 milhões a atividades ilegais e alcançaram comunidades indígenas em cinco estados, incluindo Roraima. As ações estão em curso desde 2023 e seguiram ao longo de 2025. Segundo os dados divulgados, as operações ocorreram nas terras [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As operações de desintrusão realizadas pelo governo federal em terras indígenas da Amazônia Legal resultaram em prejuízo de R$ 902 milhões a atividades ilegais e alcançaram comunidades indígenas em cinco estados, incluindo Roraima. As ações estão em curso desde 2023 e seguiram ao longo de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os dados divulgados, as operações ocorreram nas terras indígenas Yanomami, Munduruku, Arariboia, Kayapó e Uru-Eu-Wau-Wau, com foco na retirada de invasores e no enfrentamento ao garimpo ilegal, ao desmatamento e a crimes ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O balanço aponta ainda a apreensão de 236 quilos de mercúrio, 187 mil quilos de cassiterita e 205 armas de fogo. Ao longo das ações, mais de 40 mil veículos e 545 aeródromos foram fiscalizados, o que resultou em mais de quatro mil autuações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Terra Indígena Yanomami, que abrange áreas de Roraima e Amazonas, as operações são mantidas de forma contínua desde março de 2024. Nesse período, houve redução de 98% da área de garimpo ativo e queda de 97% na abertura de novos pontos de exploração ilegal, segundo os levantamentos apresentados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Casa Civil/PR</em></strong></p>
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		<title>Roraima tem queda de 37% no desmatamento, aponta Inpe</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-tem-queda-de-37-no-desmatamento-aponta-inpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 15:54:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O desmatamento em Roraima caiu 37% entre agosto de 2024 e julho de 2025, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A redução acompanha a tendência observada em toda a Amazônia Legal, que registrou queda de 11,08% no período. De acordo com o levantamento do Projeto de Monitoramento do [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O desmatamento em Roraima caiu 37% entre agosto de 2024 e julho de 2025, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A redução acompanha a tendência observada em toda a Amazônia Legal, que registrou queda de 11,08% no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o levantamento do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), foram desmatados 5.796 km² na região amazônica, o terceiro menor índice desde o início da série histórica, em 1988. Essa é também a terceira redução consecutiva da taxa anual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os estados da Amazônia Legal, o Tocantins registrou a maior queda proporcional, de 62%, seguido por Amapá (42%), Roraima (37%), Rondônia (33%) e Acre (27%). Já os maiores responsáveis pelo desmatamento foram Pará, Mato Grosso e Amazonas, que responderam juntos por cerca de 80% da área devastada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do Programa BiomasBR do Inpe, Cláudio Almeida, alertou para o aumento das áreas degradadas por incêndios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Apesar da queda no desmatamento, há crescimento da degradação provocada por queimadas de grandes proporções”, afirmou.</p>
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		<title>Desmatamento histórico: Brasil perdeu 13% de vegetação natural em 40 anos</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/desmatamento-historico-brasil-perdeu-13-de-vegetacao-natural-em-40-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre 1985 e 2024, o Brasil perdeu 111,7 milhões de hectares de áreas naturais, o que representa 13% de seu território. A informação é do estudo do MapBiomas, divulgado nesta quarta-feira (13), que apresenta a 10ª edição da Coleção de Mapas Anuais de Uso e Cobertura da Terra. O relatório aponta que a maior parte [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Entre 1985 e 2024, o Brasil perdeu 111,7 milhões de hectares de áreas naturais, o que representa 13% de seu território. A informação é do estudo do MapBiomas, divulgado nesta quarta-feira (13), que apresenta a 10ª edição da Coleção de Mapas Anuais de Uso e Cobertura da Terra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório aponta que a maior parte da vegetação suprimida foi substituída por pastagens (62,7 milhões de hectares) e lavouras agrícolas (44 milhões). O pesquisador Tasso Azevedo, coordenador do MapBiomas, destaca que 60% da ocupação já havia ocorrido antes do período estudado, mas os 40% restantes ocorreram nos últimos 40 anos — o equivalente a uma Bolívia em território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As formações florestais foram as mais impactadas, com perda de 62,8 milhões de hectares. As áreas úmidas, como mangues e florestas alagáveis, também sofreram redução de 22%. A média anual de perda de vegetação foi de 2,9 milhões de hectares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os biomas, a Amazônia teve a maior redução em área absoluta (52,1 milhões de hectares), seguida pelo Cerrado (40,5 mi), Caatinga (9,2 mi), Mata Atlântica (4,4 mi), Pampa (3,8 mi — 30% de seu território) e Pantanal (1,7 mi).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na década de 1995 a 2004, o avanço foi mais agressivo, com a transformação de 44,8 milhões de hectares, incluindo 35,6 milhões para agricultura. Foi também nessa época que se consolidou o &#8220;Arco do Desmatamento&#8221; na Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A década seguinte, entre 2005 e 2014, teve o menor índice de perda, com 17,6 milhões de hectares suprimidos, a maior parte de florestas. Já nos últimos dez anos, o ritmo de desmatamento voltou a subir, com crescimento da mineração e surgimento da região Amacro (Amazonas, Acre e Rondônia) como nova fronteira agrícola e de degradação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento atual ainda incluiu uma nova classe de uso do solo: as usinas fotovoltaicas, que se expandiram a partir de 2015 e hoje se concentram principalmente na Caatinga (62% da área).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Roraima, Amazonas e Pará concentram maiores áreas florestais ameaçadas por crimes ambientais, aponta estudo</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-amazonas-e-para-concentram-maiores-areas-florestais-ameacadas-por-crimes-ambientais-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 16:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei de Gestão de Florestas]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Amazônia de Pé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Amazônia, 10,2 milhões de hectares de florestas públicas não destinadas apresentam alto risco de grilagem, aponta estudo lançado nesta quinta-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, pelo Observatório das Florestas Públicas. A cobertura verde mais suprimida pelos desmatamentos&#160;e queimadas está&#160;concentrada&#160;nos estados de Roraima, Amazonas e Pará. O estudo reúne especialistas do Instituto de Pesquisa [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Na Amazônia, 10,2 milhões de hectares de florestas públicas não destinadas apresentam alto risco de grilagem, aponta estudo lançado nesta quinta-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, pelo Observatório das Florestas Públicas. A cobertura verde mais suprimida pelos desmatamentos&nbsp;e queimadas está&nbsp;concentrada&nbsp;nos estados de Roraima, Amazonas e Pará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo reúne especialistas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e do Movimento Amazônia de Pé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados divulgados, de janeiro a abril de 2025,&nbsp;80% de todo o desmatamento no bioma ocorreram&nbsp;nesses territórios ainda não designados a cumprir função socioambiental, como de unidade de conservação, terras indígenas, quilombolas ou para regularização fundiária, conforme previsto na&nbsp;Lei de Gestão de Florestas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados apresentados destacam abril com&nbsp;salto expressivo no desmatamento, registrando&nbsp;aumento de 192% em relação a março, e 229% a mais do que no mesmo mês de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse período, outros 37.719 hectares de florestas públicas não destinadas foram atingidas por queimadas, sendo 68% de áreas federais e 31% de áreas geridas pelos estados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As florestas públicas não destinadas representam 50,2 milhões de hectares na Amazônia, área que equivale ao estado da Bahia. São capazes de estocar cerca de 5,2 bilhões de toneladas de carbono, volume equivalente a mais da metade de toda a emissão do planeta estimada para 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, 32,7 milhões de hectares de registros no Cadastro Ambiental Rural (CAR) estão sobrepostos a florestas públicas não destinadas. Desse total, 10,2 milhões de hectares foram cadastradas como integrantes de propriedades privadas&nbsp;com mais de 15 módulos fiscais, equivalentes a cerca de 1,5 mil hectares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desmatar grandes áreas custa caro, ou seja, esse tipo de desmate pode estar ligado a grupos capitalizados ‘de olho’ em uma área e que, futuramente ou com brechas na legislação, tomam posse”, esclarece a coordenadora do Observatório das Florestas Públicas e pesquisadora do Ipam,&nbsp;Rebecca Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os pesquisadores, além do cancelamento dos registros do CAR sobrepostos, é estratégico e urgente acelerar o processo de destinação para enfrentar os crimes ambientais e conter as mudanças climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A proteção dessas áreas antes da COP30 [Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas] é a oportunidade que o Brasil tem de chegar ao encontro&nbsp;apresentando esse bom exemplo ao mundo”, reforça a diretora do movimento Amazônia em Pé, Daniela Orofino.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Roraima concentra 37% da destruição da Amazônia em fevereiro e lidera ranking seguido de Mato Grosso e Pará</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-concentra-37-da-destruicao-da-amazonia-em-fevereiro-e-lidera-ranking-seguido-de-mato-grosso-e-para/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 20:05:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dados Imazon apontam que o desmatamento na Amazônia, em fevereiro deste ano, cresceu, atingindo 119 quilômetros quadrados (km²), uma alta de 2% quando comparado com o mesmo intervalo do ano passado. Os estados mais afetados em fevereiro de 2025 foram Roraima (37%), Mato Grosso (34%) e Pará (11%), que, juntos, concentraram 82% de toda a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Dados Imazon apontam que o desmatamento na Amazônia, em fevereiro deste ano, cresceu, atingindo 119 quilômetros quadrados (km²), uma alta de 2% quando comparado com o mesmo intervalo do ano passado. Os estados mais afetados em fevereiro de 2025 foram Roraima (37%), Mato Grosso (34%) e Pará (11%), que, juntos, concentraram 82% de toda a destruição detectada na Amazônia Legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trata-se da quinta maior área devastada da série histórica para o mês, representando uma perda florestal que equivale a 425 campos de futebol por dia.&nbsp; Cinco dos dez municípios que mais desmataram estão localizados em Mato Grosso, quatro em Roraima e um no Amazonas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas dessas cidades já vêm aparecendo no ranking daquelas com devastação intensa&nbsp;desde janeiro. É o caso de Amajari e Caracaraí em Roraima, e Aripuanã, Juína e Nova Maringá, no Mato Groso, que acumularam 36 km² de áreas desmatadas no período. Os municípios de Rorainópolis e Cantá também aparecem na lista dos que mais desmatam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É necessário que os governos e órgãos locais se atentem a esses números para focar em procedimentos que visem combater essa prática, por meio de fiscalizações mais frequentes e da devida penalização dos criminosos ambientais”, destaca a pesquisadora do Imazon Larissa Amorim.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tendência de aumento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado do calendário do desmatamento, que vai de agosto de 2024 a julho de 2025, o total até fevereiro apontou um aumento da derrubada de 17% em comparação ao mesmo intervalo do ciclo anterior, alcançando 2.129 km², o que representa uma perda superior ao território da cidade de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD) do Imazon e mostram que o atual calendário do desflorestamento se iniciou com uma tendência de aumento, a qual segue até o mês de fevereiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cenário reforça a necessidade de intensificar as medidas de monitoramento e controle para conter o avanço do desmatamento antes da chegada dos meses secos, quando historicamente os índices desse problema ambiental aumentam significativamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não seria bom para o Brasil, em um ano tão decisivo como o da COP 30, fechar este calendário com números em alta. O governo e órgãos de fiscalização precisam agir agora para reverter essa tendência e mostrar ao mundo um compromisso real com a preservação da Amazônia”, observa Carlos Souza Jr., coordenador do Programa de Monitoramento da Amazônia do Imazon.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Degradação é a maior na série histórica</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do desmatamento, o bioma registrou crescimento na degradação florestal. Ocasionada pelas queimadas e extração madeireira, a prática afetou 33.807 km² quando se observa o calendário do desmatamento. O número é quase equivalente ao território de Porto Velho, maior capital brasileira, e seis vezes superior que no período anterior, quando a atividade impactou 5.805 km² de vegetação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já em fevereiro, a degradação impactou 211 km² na Amazônia, uma alta de aproximadamente 15 vezes em relação ao mesmo intervalo de 2024. O dado é o maior registrado para o mês na série histórica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os estados, Pará e Maranhão foram os que se destacaram, respondendo por 89% do impacto para o mês, com 75% ocorrendo no Pará e 14% no Maranhão. Os municípios mais afetados também estão neles. Sete são paraenses, enquanto outros dois ficam no Maranhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, cinco das oito unidades de conservação (UCs) que mais sofreram degradação estão localizadas no Pará, somando quase 32 km² degradados. Dessas UCs, duas já estavam entre as mais afetadas em janeiro de 2025. São elas: a Floresta Estadual (FES) do Paru e a Área de Proteção Ambiental (APA) do Tapajós.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É no estado que estão ainda as duas terras indígenas (TIs) onde foi detectada a atividade no mês, evidenciando a crescente pressão sobre os territórios dos povos originários. As TIs Anambé (7 km²) e Alto Rio Guamá (5 km²) concentraram uma devastação equivalente a 42 campos de futebol por dia de vegetação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É preocupante ver que esses números continuam presentes nas unidades de conservação e terras indígenas, já que elas deveriam estar devidamente protegidas por serem lugares estratégicos de conservação da biodiversidade e da sobrevivência e exercício da cultura originária. Por isso, é essencial que os órgãos de comando e controle reforcem a defesa delas e garantam uma maior proteção às populações locais”, alerta Manoela Athaide, pesquisadora do Imazon.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Imazon</em></strong></p>
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		<title>Roraima vai na contramão dos demais estados da Amazônia Legal e registra aumento de 53,5% no desmatamento em um ano</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-vai-na-contramao-dos-demais-estados-da-amazonia-legal-e-registra-aumento-de-535-no-desmatamento-em-um-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 13:16:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desmatamento na Amazônia Legal, de agosto de 2023 a julho de 2024, alcançou 6.288 quilômetros quadrados (km²), valor que representa uma redução de 30,6% em&#160;relação ao ano anterior (2022/2023), informou o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), nesta quarta-feira (6). Roraima foi o único estado da região a registrar aumento ao longo do período [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O desmatamento na Amazônia Legal, de agosto de 2023 a julho de 2024, alcançou 6.288 quilômetros quadrados (km²), valor que representa uma redução de 30,6% em&nbsp;relação ao ano anterior (2022/2023), informou o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), nesta quarta-feira (6). Roraima foi o único estado da região a registrar aumento ao longo do período analisado: 53,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados são do Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), sistema mantido pelo Inpe que faz uma apuração anual da supressão florestal nos nove estados que compõem a Amazônia Legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o resultado, o desmatamento foi o menor valor percentual em 15 anos, segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA). Em termos de área desmatada, o valor medido agora na Amazônia é o menor desde 2015 (6.207 Km²).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O monitoramento do Prodes é feito no intervalo de agosto de um ano até julho do ano seguinte, entre as estações mais secas da floresta, e é considerado resultado mais confiável pelos cientistas, em que a detecção&nbsp;por satélite alcança precisão de dez metros sobre corte raso e desmatamento por degradação progressiva, como incêndios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Conseguimos resultados importantes no ano passado e este ano, novamente, um resultado altamente significativo&#8221;, avaliou a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, em anúncio dos resultados à imprensa, no Palácio do Planalto. Ela destacou, por exemplo, que no acumulado dos últimos dois anos, a redução do desmatamento na Amazônia foi de 45%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Uma contribuição para nós mesmos e ao mundo, no contexto em que o problema da mudança do clima é uma realidade avassaladora&#8221;, lembrou a ministra, ao citar eventos climáticos extemos, como geadas na África, enchentes na Espanha e ondas de calor em outros países da Europa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Emissão de dióxido</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos estados, a melhor taxa de redução foi medida em Rondônia, com queda de 62,5% do desmatamento, seguido pelo Mato Grosso (-45,1%), informou o Inpe. Pará (-28,4%) e Amazonas (-29%) também tiveram quedas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os 70 municípios mais prioritários para o combate ao desmatamento na Amazônia, 78% deles tiveram redução na supressão de floresta, segundo o MMA. Outros 23% tiveram aumento na derrubada florestal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução do desmatamento na Amazônia possibilitou, segundo o governo federal, que um volume de 359 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>), gás que mais contribui para o aquecimento global, deixasse de ser emitido na atmosfera.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda no desmatamento foi comemorada por organizações da sociedade civil, mas a cobrança é por melhorar ainda mais esses resultados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Uma queda significativa no desmatamento da Amazônia pelo terceiro ano consecutivo é sem dúvida uma boa notícia, porém não é suficiente diante do tamanho dos desafios climáticos e de preservação da biodiversidade que enfrentamos. Não podemos esquecer que 2024 foi um ano de diversas tragédias climáticas no Brasil. E se quisermos evitar os piores cenários de eventos extremos no país, como o que aconteceu no Rio Grande do Sul e as queimadas no Pantanal, precisamos garantir que a queda no desmatamento seja mantida e acelerada nos próximos anos&#8221;, ponderou Mariana Napolitano, diretora de estratégia do WWF-Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cerrado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no Cerrado, a taxa oficial de desmatamento, medida pelo Sistema Prodes, do Inpe, foi de 8.174 km², entre agosto do ano passado e julho deste ano. Assim, houve queda de 25,7% em relação ao período de agosto de 2023 a julho de 2024, a primeira redução do desmatamento em quatro anos no bioma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cerca de 76% desse desmatamento segue concentrado em quatro estados: Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, estados que formam o acrônimo Matopiba, principal fronteira agropecuária do Cerrado na atualidade. Nesses estados, no entanto, o Prodes registrou uma queda significativa de desmatamento, na comparação 2023/2024 com o período imediatamente anterior. Na Bahia, por exemplo, a redução foi de 63,3%, seguida por 15,1% no Maranhão, 10,1% no Piauí e 9,6% no Tocantins.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Exploração madeireira cresce 584% em Roraima; 82% das madeiras têm origem irregular, aponta levantamento do Simex</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/exploracao-madeireira-cresce-584-em-roraima-82-das-madeiras-tem-origem-irregular-aponta-levantamento-do-simex/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Aug 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[exploração de madeira]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Idesam]]></category>
		<category><![CDATA[Simex]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre agosto de 2022 e julho de 2023, uma área de 11.442 hectares foi explorada para a&#160;extração de madeira&#160;em Roraima, segundo dados organizados pelo Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex). Os números indicam um salto de 584% com relação aos 12 meses anteriores, revelando a maior taxa de extração de madeira desde que o&#160;Simex [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Entre agosto de 2022 e julho de 2023, uma área de 11.442 hectares foi explorada para a&nbsp;extração de madeira&nbsp;em Roraima, segundo dados organizados pelo Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números indicam um salto de 584% com relação aos 12 meses anteriores, revelando a maior taxa de extração de madeira desde que o&nbsp;Simex iniciou o monitoramento, em agosto de 2019.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do total da madeira não autorizada retirada no Estado, 81% têm origem de imóveis rurais privados; 9%, de assentamentos rurais; outros 9%, de áreas não destinadas e o 1% restante em outras categorias fundiárias. Não há registo da atividade em terras indígenas e outras áreas protegidas. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do pesquisador Paulo Pacheco, consultor do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam),&nbsp;a expansão da atividade no último ano tem relação com as operações de fiscalização e fechamento de garimpos ilegais, intensificadas em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A tendência natural é que quem trabalhava ilegal no garimpo vai&nbsp;trabalhar ilegalmente na madeira&#8221;, explica o pesquisador.&nbsp; &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o gráfico de análise temporal, Roraima passou por duas fases de queda consecutivas na atividade.&nbsp;As análises demonstram que, entre agosto de 2021 e julho de 2022, 1.671 hectares de florestas tiveram exploração de madeira no Estado. Entre 2020 e 2021, foram 1.258 hectares. Antes da queda, os números se aproximavam da estatística atual, sugerindo um movimento cíclico. No período de agosto 2019 a julho de 2020, quando o Simex iniciou o trabalho de monitoramento, foram explorados 9.458 hectares, sendo 55% referentes à prática não legalizada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O clima também interfere nos dados recentes, já que a redução de chuvas facilita o acesso às estradas, essenciais para o escoamento do produto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Em toda a Amazônia choveu bem menos de 2002 para 2023, esse ano específico da análise&#8221;, explica Pacheco. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por fim, o pesquisador aponta a diminuição das ações de fiscalização, que estavam em alta devido às operações de combate ao garimpo ilegal. Com menor controle, há o salto na atividade ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do total da madeira explorada no Estado entre 2022 e 2023, a avaliação é de que 82% têm origem irregular. Contudo, os pesquisadores alertam sobre a possibilidade de inconsistência nos dados, já que não foi possível fazer a checagem dos registros de regulamentação, uma vez que o órgão responsável pelo meio ambiente em Roraima, procurado pela rede Simex, não deu retorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Brasil de Fato</em></strong></p>
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