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	<title>diploma Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>diploma Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Ministério Público Eleitoral pede cassação de diplomas de Genilson Costa e Carol Dantas, e inelegibilidade de Juliana Garcia e Sandro Baré</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/ministerio-publico-eleitoral-pede-cassacao-de-diplomas-de-genilson-costa-e-carol-dantas-e-inelegibilidade-de-juliana-garcia-e-sandro-bare/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 17:14:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Eleitoral (MPE) ajuizou Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o atual presidente da Câmara Municipal de Boa Vista, Genilson Costa (Republicanos), por corrupção, e a vereadora eleita Carol Dantas (PSD), por abuso dos meios de comunicação. Nas representações, ajuizadas na terça-feira (17), o órgão requer a cassação do diploma e decretação [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Eleitoral (MPE) ajuizou Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) contra o atual presidente da Câmara Municipal de Boa Vista, Genilson Costa (Republicanos), por corrupção, e a vereadora eleita Carol Dantas (PSD), por abuso dos meios de comunicação. Nas representações, ajuizadas na terça-feira (17), o órgão requer a cassação do diploma e decretação de inelegibilidade dos dois vereadores. <a href="https://fatorrnoticias.com.br/policia/pf-prende-presidente-da-camara-de-boa-vista-e-subcomandante-da-pm-por-esquema-de-corrupcao-eleitoral/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Costa foi preso nesta quarta (18) pela Polícia Federal por associação criminosa, compra de votos e outros crimes eleitorais</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com as investigações da Polícia Federal e do MPE, Genilson Costa e outras 13 pessoas praticaram abuso de poder econômico bem como a captação e gastos ilícitos de recursos eleitorais, que afetaram a normalidade e a legitimidade das eleições para o cargo de vereador. Os investigados comandaram um esquema de compra de votos, utilizando valores não declarados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base nas anotações do próprio Genilson, encontradas em seu celular, o valor&nbsp;destinado à compra de votos ultrapassa R$ 4 milhões, número muito além do patrimônio declarado pelo candidato, de R$ 120 mil, e do total líquido de recursos recebidos para a campanha, R$ 514.931,25.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no caso da vereadora eleita Carol Dantas, foi constatado emprego reiterado dos serviços de um influenciador digital de ampla visibilidade na capital para divulgação de propaganda eleitoral em redes sociais, sobretudo o Instagram. Segundo o MPE, a conduta dela configura claro abuso de poder, consistente no uso indevido dos veículos ou meios de comunicação social durante o pleito.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Necessidade de punição</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ilaine Pagliarini, promotora de Justiça Eleitoral, os crimes devem ser punidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nestas eleições, nós atuamos arduamente para combater os crimes eleitorais. Foram realizadas várias operações com a intenção de resguardar o pleito. É importante que os candidatos e toda a sociedade entendam que compra de votos e outros crimes que ocorrem no período eleitoral violam a democracia e devem ser penalizados”, ressaltou a promotora.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inelegibilidade&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os candidatos nas eleições de 2024 Juliana Garcia e Sandro Baré também foram alvo de ações eleitorais.<a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/sobrinha-de-denarium-vereadora-candidata-a-reeleicao-e-presa-em-boa-vista-por-suspeita-de-compra-de-votos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>Juliana e mais oito pessoas foram indiciadas por compra de votos. Em operações entre 5 e 6 de outubro deste ano, o equivalente a R$ 77 mil foram apreendidos</strong></a> em circunstâncias que, segundo as investigações, claramente, eram ligadas a crime de corrupção eleitoral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com o MPE, o candidato Sandro Baré empregou, indevidamente, recursos financeiros expressivos com o objetivo de obter vantagem na disputa do pleito. Os valores gastos&nbsp;em campanha ultrapassaram mais de R$ 871 mil, que foram sonegados da fiscalização da Justiça e demonstram abuso de poder econômico e gasto ilícito de campanha.&nbsp; <a href="https://seligaroraima.com.br/roraima/suspeito-de-corrupcao-eleitoral-vereador-candidato-a-reeleicao-e-preso-com-dinheiro-e-armas-em-boa-vista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>E</strong></a><a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/suspeito-de-corrupcao-eleitoral-vereador-candidato-a-reeleicao-e-preso-com-dinheiro-e-armas-em-boa-vista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>le foi preso pela PF em 6 de outubro, dia das eleições, por posse ilegal de arma e corrupção eleitoral</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Eleitoral requereu a decretação de inelegibilidade de Sandro Baré bem como a mesma punição e a cassação do diploma da vereadora suplente, Juliana Garcia.&nbsp;</p>
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