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	<title>Dsei-Y Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>Dsei-Y Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Material para combate à malária chega a Roraima para ser usado na Terra Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/material-para-combate-a-malaria-chega-a-roraima-para-ser-usado-na-terra-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 21:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) transportou, do Rio de Janeiro a Boa Vista, 14 caixas de materiais essenciais para o combate e diagnóstico da malária. Os insumos serão utilizados pelo governo federal na Terra Indígena Yanomami. A operação foi realizada pelo Comando Operacional Conjunto Catrimani II, sob coordenação da Casa de Governo em [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) transportou, do Rio de Janeiro a Boa Vista, 14 caixas de materiais essenciais para o combate e diagnóstico da malária. Os insumos serão utilizados pelo governo federal na Terra Indígena Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação foi realizada pelo Comando Operacional Conjunto Catrimani II, sob coordenação da Casa de Governo em Roraima, com a aeronave KC-390 Millennium, do Primeiro Esquadrão do Primeiro Grupo de Transporte (1º/1º GT) – Esquadrão Gordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os materiais estão glicerol e álcool metílico, usados nos diagnósticos laboratoriais. Após a chegada a Boa Vista, serão preparados e distribuídos conforme a necessidade das comunidades. Segundo o Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y), a quantidade é suficiente para 12 meses de abastecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coordenador distrital de Saúde Indígena, Maurício Tomé Rocha, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse material é fundamental para o combate e prevenção da doença na região, que continua sendo uma das principais causas de mortalidade entre as comunidades Yanomami.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação reforça a integração entre ministérios, Forças Armadas e órgãos de saúde e garante a continuidade das medidas de prevenção e tratamento da malária.</p>
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		<title>Funai articula medidas para atender indígenas em áreas urbanas de Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/funai-articula-medidas-para-atender-indigenas-em-areas-urbanas-de-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2025 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Dsei-Y]]></category>
		<category><![CDATA[funai]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Desenvolvimento]]></category>
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		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) promoveu uma reunião interinstitucional, nesta quinta-feira (13), para articular medidas para enfrentar a situação de vulnerabilidade na qual se encontram indígenas de Roraima. O encontro ocorreu em Boa Vista com a presença de representantes do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) promoveu uma reunião interinstitucional, nesta quinta-feira (13), para articular medidas para enfrentar a situação de vulnerabilidade na qual se encontram indígenas de Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro ocorreu em Boa Vista com a presença de representantes do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e do Distrito Sanitário Especial Yanomami (Dsei-Y) da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo foi discutir estratégias para atender à população indígena de Roraima afetada pela presença do garimpo ilegal em suas terras. A ideia é articular ações imediatas e firmar parcerias para garantir segurança alimentar e nutricional nos territórios, bem como promover medidas de acesso a direitos sociais e levar informações importantes para as comunidades, sempre após a consulta adequada a estes povos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso porque a interferência do garimpo ilegal provocou a contaminação por mercúrio, levou doenças e causou insegurança alimentar nas comunidades, o que resultou no deslocamento dos indígenas para as áreas urbanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos deles, no entanto, são indígenas de recente contato que não falam português e não compreendem o funcionamento das cidades. Fato que, somado ao preconceito e ao racismo, os colocam em situação de extrema vulnerabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Funai é a orientadora e principal executora da política indigenista no Brasil, mas não a única. Cabe à União, estados, Distrito Federal e municípios atuarem de forma conjunta para assegurar os direitos dos povos indígenas, que são cidadãos e cidadãs como todos os brasileiros.</p>
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		<title>Mortes de indígenas por malária caem, mas têm pior ano sob Lula</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mortes-de-indigenas-por-malaria-caem-mas-tem-pior-ano-sob-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 14:09:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dsei-Y]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
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		<category><![CDATA[sus]]></category>
		<category><![CDATA[terra yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A malária causou 9 mortes entre indígenas em território brasileiro em 2024, uma redução de 71,8% em relação às 32&#160;em 2023. Porém, os dados do ministério, obtidos pela reportagem via Lei de Acesso à Informação (LAI), mostram que o maior número de mortes e infecções entre os povos indígenas nos últimos anos se deu durante [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A malária causou 9 mortes entre indígenas em território brasileiro em 2024, uma redução de 71,8% em relação às 32&nbsp;em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porém, os dados do ministério, obtidos pela reportagem via Lei de Acesso à Informação (LAI), mostram que o maior número de mortes e infecções entre os povos indígenas nos últimos anos se deu durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, o painel epidemiológico do MS registrou 54.975 casos da doença entre os povos originários em áreas indígenas, o maior número em 12 anos. Em 2023, foram registradas 32 mortes, o maior índice desde 2012.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Transmitida pela picada de fêmeas infectadas do mosquito Anopheles, a malária é uma doença endêmica na Amazônia Legal, que abrange os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A propagação da malária é influenciada por fatores climáticos (temperatura, umidade, altitude), antrópicos (desmatamento, mobilidade populacional, garimpo) e pela estrutura dos serviços de saúde. Essas condições fazem da Região Amazônica o principal foco da doença no Brasil, concentrando 99,98% dos casos registrados em 2023.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde (MS), casos foram registrados em quatro estados: Roraima, Amazonas, Pará e Amapá, totalizando 135 óbitos de 2010 a 2024.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior parte das mortes ocorreu em Roraima (79) e no Amazonas (54) no mesmo período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O último boletim epidemiológico do MS sobre a malária no Brasil registrou um aumento de 41,2% nos casos da doença em áreas indígenas em 2023 em relação a 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o ministério, esse crescimento está relacionado à “ampliação da cobertura dos serviços de saúde”, especialmente depois do decreto de Emergência em Saúde Pública, emitido no início de 2023, em resposta à crise sanitária e nutricional no Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y). O MS destacou uma “melhora” nos processos de notificação e identificação de casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Para fins de comparação, o número de exames realizados no território Yanomami aumentou cerca de 38,7% entre 2022 e 2023 e 83,1% no primeiro trimestre de 2024 em relação ao mesmo período de 2023”, informou o ministério.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Yanomami</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação mais grave é observada na comunidade Yanomami. Cerca de 30 mil indígenas da etnia vivem em uma reserva de 96 mil km² demarcada nos estados de Roraima e Amazonas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo contabiliza 102 das mortes totais pela doença registradas desde 2010. Os anos mais críticos foram de 2020 a 2023, quando foram registrados 74 óbitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações do Ministério da Saúde na Terra Indígena Yanomami são conduzidas, principalmente, pelo Centro de Operações de Emergência em Saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criado em 26 de janeiro de 2023, o centro é responsável por coordenar estratégias de resposta à emergência sanitária, mobilizar recursos para restabelecer os serviços de saúde e articular ações com gestores estaduais e municipais do SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas segundo a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), mais de dois anos depois da declaração de Emergência em Saúde Pública por causa da falta de assistência à população Yanomami, a crise sanitária continua sem solução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade diz que os casos de malária no território subiram de 14.450 em 2023 para 18.310 no 1º semestre de 2024. <a href="https://fatorrnoticias.com.br/geral/stf-da-prazo-de-dez-dias-para-governo-lula-explicar-aumento-de-casos-de-malaria-na-terra-yanomami/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>A alta motivou a Apib a questionar o governo federal em ofício ao Supremo Tribunal Federal </strong></a>(STF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento também menciona uma “falha” do MS em garantir transparência nas ações voltadas para os Yanomami. Além disso, ressalta a necessidade de dados atualizados e contínuos sobre a situação no território e as mortes na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Uma vez que a ausência de periodicidade nas informações públicas, bem como o longo período no qual são elaboradas, denota uma ausência de compromisso com o repasse de informações adequadas para que se possa realizar um balanço das informações apresentadas”, declarou a Apib no documento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com base na petição, o ministro do STF Luís Roberto Barroso determinou em 6 de fevereiro que o governo federal explicasse o aumento de casos da doença no território Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O outro lado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem procurou o Ministério da Saúde para perguntar se gostaria de se manifestar a respeito dos casos de malária entre indígenas. Em nota, o ministério disse que o governo tem atuado para reverter “anos de negligência”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O governo federal reafirma que vem promovendo, desde 2023, a maior operação já realizada pelo Estado na Terra Indígena Yanomami para reverter o abandono herdado e garantir a proteção e a recuperação das condições de vida dos povos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas as informações solicitadas pelo Supremo Tribunal Federal serão prestadas dentro do prazo estabelecido, assegurando o compromisso com a transparência e a continuidade das ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal segue atuando de forma estruturada e contínua para reverter anos de negligência e garantir que os povos Yanomami tenham autonomia, dignidade, assistência e segurança em seu território, reafirmando seu compromisso com a defesa dos direitos indígenas e a soberania nacional.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Poder360</em></strong></p>
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		<item>
		<title>‘Governo restituiu atenção e cuidado com povos indígenas’, afirma ministra da Saúde em visita a Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/governo-restituiu-atencao-e-cuidado-com-povos-indigenas-afirma-ministra-da-saude-em-visita-a-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 12:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[casai]]></category>
		<category><![CDATA[COE Yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ampliação da telessaúde, construção de novas Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) e reativação de sete polos. Essas foram algumas das ações do Ministério da Saúde para fortalecer a assistência à população indígena mencionadas, nesta segunda-feira (13), pela ministra Nísia Trindade, durante visita a Roraima. “O governo federal restituiu a atenção e o cuidado com [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Ampliação da telessaúde, construção de novas Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) e reativação de sete polos. Essas foram algumas das ações do Ministério da Saúde para fortalecer a assistência à população indígena mencionadas, nesta segunda-feira (13), pela ministra Nísia Trindade, <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/ministra-da-saude-participa-de-reunioes-com-liderancas-yanomami-em-roraima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>durante visita a Roraima</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O governo federal restituiu a atenção e o cuidado com os povos indígenas. Diminuímos a desassistência e a desnutrição que o garimpo ilegal trouxe na região”, disse a ministra.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela se referiu a diversas ações no território, como a criação do Centro de Operações de Emergências, conhecido como&nbsp;COE Yanomami. Em meados de 2023, equipes do Ministério da Saúde foram deslocadas para a região e se depararam com crianças e idosos em estado grave de saúde, com desnutrição acentuada, além de muitos casos de malária, infecção respiratória aguda, entre outras doenças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhada da ministra dos Povos Indígenas, Sonia Guajajara, e do governador do Estado, Antonio Denarium (PP), Nisia Trindade também se reuniu com o novo coordenador do&nbsp;Distrito Sanitário Especial Indígena DSEI&nbsp;Yanomami (Dsei-Y), Mauricio Ye’Kwana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quero agradecer, em nome do povo Yanomami, o apoio do Ministério da Saúde na recuperação da terra Yanomami. É importante falar sobre o que o governo federal está fazendo, nos apoiando e, agora, colocando um indígena Yanomami na coordenação do Dsei”, disse o novo coordenador.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Agradeço à ministra Nisia pelo cuidado com nosso Estado, um dos que ela mais visitou em seu mandato. Importante ressaltar o papel do governo federal na redução dos casos de desnutrição e malária”, afirmou o governador Denarium.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lideranças indígenas também estiveram no encontro, na Casa de Governo, e que puderam falar sobre suas necessidades, contando com a parceira do governo federal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Visita a unidade de saúde&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra também visitou as obras da Unidade de Retaguarda a Saúde dos Povos Indígenas do Hospital Universitário da Universidade Federal de&nbsp;Roraima&nbsp;(UFRR), com previsão de conclusão da primeira etapa em fevereiro de 2025. O empreendimento contará com 36 leitos dedicados exclusivamente à saúde indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Antes de a obra começar, conversamos com as lideranças indígenas da região para saber como gostariam de ser tratados. Não queremos que seja só um hospital que atenda à população indígena. Queremos ser um referencial de respeito à ancestralidade e à prática da medicina tradicional&#8221;, disse Trindade, durante vistoria.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova estrutura contará com um espaço externo onde os indígenas possam fazer seus rituais tradicionais e, ao mesmo tempo, tratamentos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nísia Trindade também esteve na Casa de Saúde Indígena Yanomami (Casai) &#8211; que atualmente apresenta o menor número de pessoas internadas desde o início da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O governo federal devolveu a esperança ao povo Yanomami”, disse, durante a visita, o presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena (Condisi), Júnior Hekurari.&nbsp;</p>
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		<title>Ministra da Saúde participa de reuniões com lideranças Yanomami em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/ministra-da-saude-participa-de-reunioes-com-liderancas-yanomami-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2025 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[AgSUS]]></category>
		<category><![CDATA[casai]]></category>
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		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[terra yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ministra Nísia Trindade cumpre uma série de compromissos em&#160;Roraima, nesta segunda-feira (13), com foco na saúde indígena. A programação inclui reuniões estratégicas e visitas a unidades que prestam assistência à população&#160;Yanomami. Pela manhã, a ministra da Saúde participou de uma reunião na Casa de Governo com o novo coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A ministra Nísia Trindade cumpre uma série de compromissos em&nbsp;Roraima, nesta segunda-feira (13), com foco na saúde indígena. A programação inclui reuniões estratégicas e visitas a unidades que prestam assistência à população&nbsp;Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela manhã, a ministra da Saúde participou de uma reunião na Casa de Governo com o novo coordenador do Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y), Mauricio Ye’Kwana, e lideranças indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro abordou temas como a situação da malária na região e o fortalecimento das ações de controle da doença que, conforme dados recentes, teve um aumento de 4% nos casos em 2024, comparado ao ano anterior, mas uma redução de 35% nas mortes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em seguida, Nísia Trindade visitou a Unidade de Retaguarda Hospitalar aos Povos Indígenas (URHPI), localizada no Hospital Universitário da Universidade Federal de&nbsp;Roraima&nbsp;(UFRR). A primeira etapa das obras, prevista para ser concluída em fevereiro de 2025, garantirá 36 leitos exclusivos para a saúde indígena. No início deste mês, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) contratou 35 profissionais para reforçar a equipe da unidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra também visita a Casa de Saúde Indígena (Casai) Yanomami &#8211; que atualmente apresenta o menor número de pessoas internadas desde o início da Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional (Espin). Com a finalização da primeira fase das obras e a realocação de pacientes para alojamentos provisórios, será possível iniciar a próxima etapa da reforma na próxima semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda nesta segunda, Nísia Trindade participa de uma reunião no escritório regional da Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sistema Único de Saúde (AgSUS). A partir deste mês, a força de trabalho da saúde indígena será migrada para a AgSUS em dez Dseis de regiões prioritárias, incluindo o Yanomami. A medida visa garantir maior eficiência na gestão dos serviços de saúde nas áreas de maior vulnerabilidade. Até o final de 2025, todos os Dseis e Casais terão suas equipes providas pela AgSUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a instalação do&nbsp;Centro de Operações de Emergência (COE) Yanomami&nbsp;e a implementação de novas tecnologias, inclusive, a que oferece teleconsultoria para doenças febris e infecciosas, o Ministério da Saúde busca enfrentar os desafios históricos de saúde enfrentados pelos povos indígenas. A ação&nbsp;Brasil Saudável, que promove capacitações locais, já formou profissionais para o enfrentamento da malária no Dsei Yanomami, com novas etapas previstas até o fim de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ampliação da assistência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde tem intensificado suas ações em terras indígenas, especialmente na Terra Yanomami, em&nbsp;Roraima. Em janeiro de 2024, uma comitiva do governo federal, incluindo as ministras Sonia Guajajara (Povos Indígenas) e Marina Silva (Meio Ambiente), e o ex-ministro Silvio Almeida (Direitos Humanos), visitou a região para detalhar ações permanentes de defesa dos povos indígenas. Durante a visita, foram discutidas medidas como a instalação do primeiro hospital de saúde indígena no país, em Boa Vista, e a ampliação da Casai.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma das visitas da ministra ao território Yanomami, em&nbsp;agosto de 2024, ela destacou que a saúde indígena é uma prioridade do governo e o aumento da cobertura de saúde na região, com 5,2 mil indígenas voltando a ser assistidos. A ministra também mencionou a incorporação de mais 400 profissionais para atuar nos 37 polos de saúde indígena na localidade.</p>
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