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	<title>embrapa Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<description>Portal de notícias Roraimense</description>
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	<title>embrapa Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Roraima intensifica oficinas contra incêndios em terras indígenas diante de possível super El Niño</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-intensifica-oficinas-contra-incendios-em-terras-indigenas-diante-de-possivel-super-el-nino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 17:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão de um possível super El Niño tem levado à ampliação de ações de prevenção a incêndios em terras indígenas de Roraima. No norte do estado, oficinas têm sido realizadas com o objetivo de preparar comunidades para enfrentar estiagem prolongada e aumento das temperaturas. As atividades acontecem na Terra Indígena Santa Inês, onde vivem [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão de um possível super El Niño tem levado à ampliação de ações de prevenção a incêndios em terras indígenas de Roraima. No norte do estado, oficinas têm sido realizadas com o objetivo de preparar comunidades para enfrentar estiagem prolongada e aumento das temperaturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades acontecem na Terra Indígena Santa Inês, onde vivem comunidades Macuxi. A iniciativa reúne o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O território, com cerca de 30 mil hectares, inclui as comunidades Leão de Ouro e Santa Inês. Nessas localidades, os encontros orientam sobre o manejo integrado do fogo, prática que busca unir conhecimentos tradicionais a técnicas de prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução das chuvas na Região Norte é um dos fatores considerados nas orientações. Esse cenário aumenta o risco de queimadas, o que levou à ampliação das atividades educativas nas comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os temas discutidos está o descarte de resíduos sólidos. A orientação é evitar a queima de lixo, prática que pode dar origem a focos de incêndio, especialmente em períodos mais secos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também faz parte do conteúdo a queima prescrita, técnica que envolve o uso controlado do fogo para reduzir a vegetação seca e evitar incêndios de maior escala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As oficinas não se limitam à prevenção de incêndios. Há também orientações voltadas à segurança alimentar durante períodos críticos, considerando os impactos das mudanças climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Embrapa apresentou sistemas de produção integrados que podem ser adotados em áreas menores, incluindo cultivo de hortaliças, criação de peixes e pequenos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades incluem palestras, dinâmicas e participação de lideranças locais. De acordo com o Ibama, a continuidade dessas iniciativas é importante para reduzir impactos ambientais e fortalecer a adaptação das comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de ac24horas</em></strong></p>
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		<title>Roraima libera plantio da soja após fim do período de vazio sanitário</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-libera-plantio-da-soja-apos-fim-do-periodo-de-vazio-sanitario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 18:23:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIDADES]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores de soja em Roraima poderão iniciar o plantio da safra 2026 a partir desta quinta-feira (19), com o fim do vazio sanitário da cultura. A medida segue a Portaria nº 1618 da Agência de Defesa Agropecuária de Roraima (Aderr), publicada em setembro de 2023. O calendário oficial do plantio ocorre entre 19 de março [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Produtores de soja em Roraima poderão iniciar o plantio da safra 2026 a partir desta quinta-feira (19), com o fim do vazio sanitário da cultura. A medida segue a Portaria nº 1618 da Agência de Defesa Agropecuária de Roraima (Aderr), publicada em setembro de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O calendário oficial do plantio ocorre entre 19 de março e 26 de junho, podendo sofrer alterações definidas pelo Ministério da Agricultura, que serão comunicadas oficialmente aos agricultores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vazio sanitário é uma estratégia para conter a ferrugem asiática, doença causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, que provoca desfolha precoce e redução de produtividade. Durante o período, é proibida a presença de plantas vivas de soja no campo, interrompendo o ciclo da praga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governador Antonio Denarium (PP) destacou o impacto econômico da produção de soja no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A soja tem apresentado um crescimento bastante expressivo nos últimos anos. Esse avanço fortalece a produção agrícola, gera emprego e renda e consolida o estado como uma nova fronteira produtiva do país”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcelo Parisi, presidente da Aderr, reforçou que a medida é essencial para a quebra do ciclo da ferrugem asiática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa medida reduz significativamente a presença da praga nas lavouras, facilita o manejo da cultura e garante mais produtividade e rentabilidade ao produtor. Agora, os produtores já podem iniciar o plantio da safra 2026 assim que houver condições climáticas favoráveis”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vazio sanitário é obrigatório e recomendado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), impedindo qualquer cultivo de soja em campo, para proteger a lavoura e garantir a formação de grãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marcos Prill, diretor de Defesa Vegetal da Aderr, ressaltou que o controle químico é eficaz, mas seu uso contínuo pode gerar resistência do fungo, tornando as medidas preventivas essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ferrugem asiática, presente no Brasil desde 2001, foi detectada em Roraima em 2021, nos municípios de Alto Alegre e Iracema, após inspeções e análises laboratoriais do Ministério da Agricultura.</p>
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		<title>Comunidade Sikamabiu, em Roraima, recebe primeira unidade demonstrativa de soberania alimentar na TI Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/comunidade-sikamabiu-em-roraima-recebe-primeira-unidade-demonstrativa-de-soberania-alimentar-na-ti-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 17:16:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Comunidade Sikamabiu, no Baixo Mucajaí, em Roraima, recebeu nesta segunda-feira (2) a primeira unidade demonstrativa de soberania alimentar na Terra Indígena Yanomami. O local abriga cerca de 30 famílias, com quase 400 indígenas, e deve ser o modelo para outras comunidades do território. A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) afirmou que o objetivo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Comunidade Sikamabiu, no Baixo Mucajaí, em Roraima, recebeu nesta segunda-feira (2) a primeira unidade demonstrativa de soberania alimentar na Terra Indígena Yanomami. O local abriga cerca de 30 famílias, com quase 400 indígenas, e deve ser o modelo para outras comunidades do território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) afirmou que o objetivo do projeto é garantir acesso a alimentos saudáveis e tradicionais, além de recuperar áreas degradadas pelo garimpo ilegal. O plano prevê a instalação de oito unidades em diferentes pontos da Terra Yanomami ainda neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A unidade contará com aviário para cem galinhas rústicas, viveiro de mudas nativas com capacidade para duas mil plantas, tanque de compostagem, roças para mandioca, batata e arroz, além de Sistemas Agroflorestais (SAFs) e tanque de piscicultura com 440 m². Os SAFs devem ajudar a restaurar áreas abertas pelo garimpo e ampliar o plantio de espécies nativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Roraima Rosemary Vilaça, responsável pelo projeto, afirmou que a ação representa um marco no território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Onde já corremos o risco de levar tiro de garimpeiro, levamos estrutura e ferramentas para a conquista da soberania alimentar”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Embrapa informou que outras 11 comunidades já manifestaram interesse em receber o projeto. A Terra Indígena Yanomami possui 9,6 milhões de hectares, sendo a maior do país, e abriga cerca de 31 mil indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) mostram que o garimpo ativo na TI Yanomami caiu de 4.570 hectares, em 2024, para 56,13 hectares no fim de 2025, uma redução de 98,77%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Correio Braziliense</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Embrapa testa plantas alimentícias não convencionais na Terra Indígena Yanomami em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/embrapa-testa-plantas-alimenticias-nao-convencionais-na-terra-indigena-yanomami-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estiveram no fim de setembro na comunidade Xirixana da Terra Indígena Yanomami, no Baixo Mucajaí, em Roraima, para instalar unidades de multiplicação de plantas alimentícias não convencionais (PANC). Entre as espécies cultivadas estão cará, araruta, taioba, inhame e cará-moela. As informações foram divulgadas na quarta-feira (8). O [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) estiveram no fim de setembro na comunidade Xirixana da Terra Indígena Yanomami, no Baixo Mucajaí, em Roraima, para instalar unidades de multiplicação de plantas alimentícias não convencionais (PANC). Entre as espécies cultivadas estão cará, araruta, taioba, inhame e cará-moela. As informações foram divulgadas na quarta-feira (8).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo da ação foi organizar unidades de observação para testar o desempenho dessas plantas em condições específicas do clima e do solo da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós iremos avaliar quais variedades adaptam-se melhor para, então, serem cultivadas em maior escala na próxima safra a partir de abril, quando o período chuvoso favorece o plantio”, disse o pesquisador Nuno Madeira, da Embrapa Hortaliças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na estação seca, que coincide com o verão amazônico, a irrigação é feita por um sistema sustentável: um tanque de peixes abastecido por um poço artesiano com bomba movida a energia solar. Essa atividade é conduzida pelo técnico Ozélio Messias, da equipe da Embrapa Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto tem continuidade de uma visita técnica realizada em março deste ano, quando indígenas Xirixana foram até a Embrapa Hortaliças, em Brasília, para conhecer os bancos de conservação de hortaliças tradicionais e selecionar materiais que possam ser cultivados no território com o objetivo de fortalecer a segurança alimentar e nutricional das comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cultura alimentar da etnia é tradicionalmente baseada na caça, pesca e coleta, mas problemas territoriais e degradação ambiental fizeram com que o cultivo, conhecido como roçado, ganhasse maior importância para a base alimentar local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ficou claro durante a visita que a mandioca é o principal alimento cultivado e consumido, por isso a expectativa é ampliar a base alimentar com a introdução das PANC, especialmente raízes e tubérculos, para garantir uma dieta mais rica e diversificada”, afirmou Madeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os indígenas mostraram interesse em conhecer e inserir os novos alimentos na dieta, o que pode aumentar a soberania alimentar da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto se baseia no respeito aos saberes tradicionais, buscando o equilíbrio entre conhecimento técnico e aspectos culturais, com diálogo e aprendizado mútuo, respeitando o ritmo e as crenças da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos próximos meses, será feito o acompanhamento das espécies em teste para selecionar as que melhor se adaptarem para a próxima safra, contribuindo para a resiliência alimentar dos povos indígenas da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa é conduzida pela pesquisadora Rosemary Vilaça e conta com o apoio do Instituto Federal de Roraima (IFRR) nas ações de plantio de mandioca e no registro fotográfico das atividades com o uso de drones.</p>
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		<item>
		<title>Mais de 600 pessoas acompanham audiência pública na ALE-RR sobre demandas para aprimorar ‘lei da pesca’ no Estado</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mais-de-600-pessoas-acompanham-audiencia-publica-na-ale-rr-sobre-demandas-para-aprimorar-lei-da-pesca-no-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 22:46:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (7), uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) promoveu a discussão do Projeto de Lei (PL) 167/2024, do Poder Executivo, que propõe prorrogar por dez anos a proibição da pesca comercial e amadora do tucunaré da Amazônia nos rios Água Boa do Univini, Itapará, Xeruini e Jufari, com exceções para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nesta quinta-feira (7), uma audiência pública na Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) promoveu a discussão do Projeto de Lei (PL) 167/2024, do Poder Executivo, que propõe prorrogar por dez anos a proibição da pesca comercial e amadora do tucunaré da Amazônia nos rios Água Boa do Univini, Itapará, Xeruini e Jufari, com exceções para a esportiva e de subsistência dos ribeirinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 1.540/2021 já proíbe a pesca do tucunaré e a pesca esportiva nesses rios por cinco anos devido à diminuição da espécie. Contudo, o governo estadual propôs estender a restrição em razão das intensas estiagens nos últimos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A audiência pública resultou no compromisso da ALE-RR de considerar as demandas de pescadores artesanais e esportivos na formulação de emendas ao projeto de lei. Além disso, os deputados garantiram a alocação de R$ 3 milhões na Lei Orçamentária Anual (LOA) para a criação de um posto de fiscalização contra a pesca irregular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da ALE-RR, deputado Soldado Sampaio (Republicanos), ressaltou a importância de ouvir a população antes de votar o projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esse é um tema de grande relevância para a convivência entre pescadores artesanais e esportivos que utilizam os recursos do Baixo Rio Branco”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele destacou que o encontro reuniu diversas contribuições e que a Assembleia buscará uma solução que contemple a sustentabilidade ambiental e econômica, com respeito às atividades da pesca esportiva e à tradição dos pescadores artesanais, que ocupam a região há décadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“São 12 mil famílias que dependem da pesca artesanal em Roraima e merecem nosso respeito. Vamos aprimorar o texto, manter a proibição da pesca do tucunaré e garantir recursos para a fiscalização, especialmente para coibir a pesca predatória de outros estados”, disse Sampaio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As contribuições da audiência serão analisadas por uma comissão especial, composta por Soldado Sampaio, presidente; Armando Neto (PL), vice-presidente; Odilon (Podemos), relator; Catarina Guerra (União), Coronel Chagas (PRTB), Gabriel Picanço (Republicanos), Jorge Everton (União) e Marcelo Cabral (Cidadania), membros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Considerações dos participantes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de 600 pessoas, incluindo representantes da classe pesqueira, participaram da audiência nos plenários Deputada Noêmia Bastos Amazonas e Valério Caldas de Magalhães (Plenarinho).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de deputados estaduais e da bancada federal, o debate contou com a presença de autoridades municipais de Caracaraí e Rorainópolis e de representantes da Federação das Colônias de Pescadores e Piscicultores de Roraima, sindicatos, e instituições como a Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh), Departamento Estadual de Turismo (Detur), Embrapa, Conab e a Associação Nacional de Ecologia e Pesca Esportiva (Anepe).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Femarh, Wagno Severo Nogueira, explicou que a audiência ajudou a promover um debate que atenda às pescas artesanal e esportiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nosso objetivo é esclarecer os pescadores e apresentar propostas que contribuam para o desenvolvimento do Estado, oferecendo ferramentas que garantam a sustentabilidade da pesca do tucunaré”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também enfatizou o potencial de Roraima para o desenvolvimento da pesca esportiva. “Essa atividade é compatível com a reserva de desenvolvimento sustentável da região. Nossa sugestão é proporcionar segurança para investimentos e mostrar os benefícios para as comunidades”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carlos Magno da Silva Araújo, diretor de Turismo da Anepe, destacou que a pesca esportiva consiste na captura do peixe apenas para registro fotográfico, com devolução ao rio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acredito que podemos conciliar as modalidades de pesca, pois há espaço para ambas. A pesca esportiva do tucunaré é um dos principais atrativos da Amazônia, e há possibilidade de harmonizar as atividades”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rafael Pereira, presidente da Federação das Colônias, apontou a necessidade de promover ações educativas para os ribeirinhos e cobrou uma fiscalização efetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pedimos a redução do valor das multas aplicadas pela Femarh, a unificação das carteirinhas exigidas e menos burocracia para a documentação dos pescadores”, comentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Manifestação dos pescadores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pescadores também tiveram a oportunidade de se manifestar durante a audiência. Junior Morais, representante da Associação dos Moradores de Cachoeirinha, defendeu o turismo esportivo e criticou a falta de políticas públicas na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Baixo Rio Branco é uma área estratégica, com grande potencial econômico, especialmente para o turismo esportivo, que movimenta a economia local. Precisamos de apoio público, pois as iniciativas de agricultura familiar e criação de peixes ainda não chegam até nós”, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Morais destacou o valor econômico de produtos como açaí, castanha e tucumã e questionou:</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Onde está o poder público para apoiar projetos que aproveitem esses recursos naturais? Sentimos que estamos sendo mais representados pelos empresários que investem nas comunidades locais do que pelas autoridades”, afirmou, frisando que os ribeirinhos desejam permanecer na floresta, pois sabem que a vida na cidade teria impactos negativos para eles.</p>
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		<title>Funai e lideranças se reúnem em Boa Vista para avaliar execução de projetos de segurança alimentar na Terra Yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Aug 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[casa de governo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) realizou mais uma reunião com órgãos parceiros e lideranças da Terra Indígena&#160;Yanomami (TIY), nesta quinta-feira (22), em Boa Vista. O encontro destacou os avanços dos projetos de segurança alimentar e nutricional em execução no território. Desde terça-feira (20), a presidente da Funai, Joenia Wapichana, e servidores de áreas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) realizou mais uma reunião com órgãos parceiros e lideranças da Terra Indígena&nbsp;Yanomami (TIY), nesta quinta-feira (22), em Boa Vista. O encontro destacou os avanços dos projetos de segurança alimentar e nutricional em execução no território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde terça-feira (20), a presidente da Funai, Joenia Wapichana, e servidores de áreas técnicas da autarquia estão em Roraima para avaliação, junto aos indígenas, das ações implementadas pelo governo federal para recuperar a autonomia dos povos da região, afetados pelo garimpo ilegal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No encontro desta quinta, Joenia Wapichana ressaltou a importância de uma atuação integrada para promover e proteger os direitos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quero reforçar que estamos atuando de forma coletiva: a Funai com os ministérios,&nbsp;Embrapa, institutos, Secretaria de Saúde Indígena [Sesai] e diversas instituições. E em parceria também com os Yanomami, para que possam nos aconselhar. Queremos a participação de vocês”, disse a presidente às lideranças presentes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Executados por meio de crédito extraordinário liberados à Funai e aos demais órgãos do governo federal para ações de emergência voltadas aos povos da TIY, os projetos apresentados por diversas instituições públicas visam assegurar soberania e segurança alimentar, bem como recuperar o modo de vida das comunidades prejudicadas pela atividade criminosa. Como orientadora da política indigenista, cabe à Funai acompanhar as propostas para que sejam implementadas com a participação dos indígenas, respeitando suas particularidades.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ênio Mayanawa, liderança Yanomami, defendeu a importância da consulta aos indígenas para o desenvolvimento dos projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos falando sobre segurança alimentar. Quando as associações trabalham com as instituições, integrando esse trabalho, o projeto dá certo. Quando não somos consultados, surgem problemas, mas é importante ter harmonia, trabalhar juntos e fazer esses projetos acontecerem para que as políticas públicas ajudem as comunidades. E é isso que o povo da Terra Yanomami precisa”, ressaltou a liderança.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aquicultura e pesca</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto de aquicultura e pesca de pequena escala, desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), é uma das propostas apresentadas já em fase de implementação. O objetivo é desenvolver, adaptar e transferir tecnologias relacionadas à atividade aquícola e da pesca para povos originários na TI Yanomami, com vistas à melhoria da qualidade de vida, segurança e soberania alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Embrapa, a proposta tem o potencial de promover o desenvolvimento sustentável e a autonomia dos povos indígenas da região em curto e médio prazos. Os indígenas recebem formação e orientação para a execução dos projetos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comunidade indígena Olomai, a implementação da proposta já traz resultados, segundo o indígena Mateus Sanumá, que apresentou por vídeo a criação de peixes, a plantação de manivas e outros vegetais cultivados na comunidade, além de mostrar o sucesso do projeto de piscicultura em parceria com a Embrapa, que tem garantido a segurança alimentar dos povos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nossa comunidade não precisa mais de entregas de cestas básicas, não queremos mais. Porque agora já temos nossa própria alimentação. Estamos conseguindo sobreviver, pois já estamos colhendo frutos na comunidade”, pontuou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o projeto do Instituto Federal de Roraima (IFRR), também em execução, tem como foco a aquicultura e a pesca artesanal, com ações educativas. A proposta visa à implementação de projetos de extensão de apoio à piscicultura nas comunidades indígenas da TIY. O intuito é oferecer cursos de capacitação, assessoria técnica e implantar unidades demonstrativas de módulos de produção aquícola. Além disso, o projeto prevê a realização de oficinas de conscientização e pesca artesanal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As responsabilidades pelas iniciativas estão sendo divididas entre a Embrapa, o IFRR e a Universidade Federal de Roraima (UFRR), a fim de atender o maior número possível de comunidades com os projetos, já que não é possível que apenas um órgão realize, de forma isolada, a ação de piscicultura na Terra Indígena Yanomami devido à vasta extensão do território. Cada agência está responsável por uma área específica, garantindo que não haja sobreposição de ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Agricultura</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Embrapa apresentou o projeto de resgate e preservação de variedades tradicionais, que visa ao restabelecimento da segurança e soberania alimentar dos povos indígenas em vulnerabilidade na TIY. Por meio da proposta, ocorre a instalação de Bancos de Sementes Tradicionais (BST) e implantação de culturas em sistemas agroflorestais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com foco na capacitação, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e o IFRR atuam na implementação de cursos de formação inicial e continuada. A ideia é promover atividades de ensino e extensão e implementar módulos produtivos, com assessoria técnica, para apoio às atividades produtivas e manejo ambiental. O objetivo é ofertar cursos nas comunidades da TI e fazer intercâmbio com outros povos para a troca de conhecimentos a fim de promover o fortalecimento de atividades produtivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto “gestão territorial na TIY articulada com processos educacionais”, da UFRR, conveniado com a Funai e o MDA, também prevê ações para fortalecer a autonomia na produção de alimentos, como a assessoria a escolas indígenas nas temáticas de agroecologia e segurança alimentar e nutricional.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Educação</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na área da educação, a Funai e o IFRR trabalham juntos no projeto focado no letramento e alfabetização em duas comunidades: Missão Catrimani e Ajarani. O objetivo é capacitar e realizar uma formação continuada para professores das séries iniciais de ensino para que eles possam desenvolver materiais didáticos bilíngues, em Yanomami e português, voltados às crianças. Os temas serão discutidos em conjunto com os professores Yanomami para garantir que o conteúdo esteja alinhado às realidades e necessidades da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Participantes&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela Funai, participaram da apresentação, além da presidente Joenia Wapichana, a diretora de Promoção ao Desenvolvimento Sustentável, Lucia Alberta; o coordenador-geral de Promoção ao Etnodesenvolvimento, José Augusto; as coordenadoras regionais do Rio Negro, Dadá Baniwa, e de Roraima, Marizete Macuxi; e a coordenadora da Frente de Proteção Etnoambiental Yanomami e Y’ekuana, Elayne Maciel.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também representaram o governo federal o Ministério dos Povos Indígenas (MPI); o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS); o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA); o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA); a Casa de Governo; a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab); a Embrapa; a UFRR; o IFRR; e o Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami &#8211; Secretaria Especial de Saúde (Dsei-Sesai).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião contou ainda com a presença das associações indígenas Texoli, Hutukara, Seduume, Ypassali, Amyk e Ayrca.</p>
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		<title>Aderr investe em prevenção contra planta invasora considerada praga no Brasil</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/aderr-investe-em-prevencao-contra-planta-invasora-considerada-praga-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jul 2024 08:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[aderr]]></category>
		<category><![CDATA[alto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[amajari]]></category>
		<category><![CDATA[amaranthus palmeri]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Aderr (Agência de Defesa Agropecuária de Roraima) está investindo em prevenção contra a praga quarentenária da planta&#160;Amaranthus palmeri&#160;(também conhecida como caruru-gigante ou caruru-palmeri) em propriedades rurais, a fim de identificar a presença dessa espécie no Estado. O trabalho de levantamento teve início no dia 1º e vai até 26 de julho. De acordo com [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Aderr (Agência de Defesa Agropecuária de Roraima) está investindo em prevenção contra a praga quarentenária da planta&nbsp;<em>Amaranthus palmeri</em>&nbsp;(também conhecida como caruru-gigante ou caruru-palmeri) em propriedades rurais, a fim de identificar a presença dessa espécie no Estado. O trabalho de levantamento teve início no dia 1º e vai até 26 de julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o governo, a praga não existe em Roraima. A ação de caráter preventivo dos técnicos, que está sendo feita nos municípios de Boa Vista, Amajari, Bonfim, Alto Alegre, Mucajaí, Iracema, Caracaraí e Cantá, atende a uma demanda da Secretaria de Defesa Agropecuária do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), que institui o Programa Nacional de Prevenção e Controle da praga quarentenária presente no&nbsp;<em>Amaranthus palmeri</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caruru-gigante é uma das plantas daninhas mais difíceis de serem controladas devido às suas características biológicas e ao atual quadro de resistência a herbicidas de diferentes mecanismos de ação, além de possuir alta capacidade de adaptação em diferentes ambientes, conforme explicação dos técnicos Tiago Moreth e Rafael Melo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, ela encontra-se presente oficialmente em duas unidades da Federação, sendo quatro municípios de Mato Grosso e dois do Mato Grosso do Sul, restrita a algumas propriedades.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="532" src="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Praga-prevencao-Secom1.jpg" alt="" class="wp-image-4094" srcset="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Praga-prevencao-Secom1.jpg 768w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Praga-prevencao-Secom1-300x208.jpg 300w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Praga-prevencao-Secom1-392x272.jpg 392w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Praga-prevencao-Secom1-130x90.jpg 130w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Praga-prevencao-Secom1-600x417.jpg 600w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Espécie invasiva pode levar a perdas significativas de produtividade – Foto: Divulgação/Aderr</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">“O&nbsp;<em>Amaranthus palmeri</em>&nbsp;é uma espécie invasiva com grande capacidade competitiva, que pode levar a perdas significativas de produtividade”, ressaltou Tiago Moreth.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa consiste em levantamentos fitossanitários anuais de detecção em áreas sem ocorrência da praga e de de delimitação quando da detecção de um foco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O referido trabalho é de suma importância para a produção de grãos no Estado, principalmente porque aproxima a Aderr dos produtores, trazendo conhecimento sobre uma praga de relevância econômica dentro do sistema produtivo e que ainda é desconhecida por muitos”, ponderou o presidente da agência, Marcelo Parisi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), o&nbsp;<em>Amaranthus palmeri</em>&nbsp;é uma planta daninha exótica de caruru, de crescimento rápido e extremamente agressiva. Relatos indicam que apenas uma dela pode produzir de cem mil a um milhão de sementes. Ela apresenta resistência aos herbicidas e foi encontrada no Mato Grosso em 2015.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existe o risco da entrada dessa espécie por fronteiras com países vizinhos e divisas dos estados. A Embrapa orienta que é preciso a atenção de todos para observar a presença de plantas com as características do <em>Amaranthus</em>, assim como eventuais escapes de controle de caruru nas aplicações com herbicidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Aderr alerta ainda que, em caso de suspeita da presença de<em>&nbsp;Amaranthus palmeri&nbsp;</em>em território roraimense, o produtor deve comunicar ao assistente técnico responsável pela área de produção e à agência para identificação e possível confirmação da suspeita. O monitoramento frequente e a identificação precoce vão permitir o controle da disseminação dessa espécie, evitando um novo problema para a agricultura brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Aderr</em></strong></p>
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