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	<title>Essequibo Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Comandante do Exército visita Roraima após crise na fronteira com Venezuela</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/comandante-do-exercito-visita-roraima-apos-crise-na-fronteira-com-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 15:04:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O comandante do Exército, general Tomás Paiva, esteve em Roraima na quarta-feira (29). A visita ocorreu em meio a duas situações na região que causaram preocupação do governo brasileiro nos últimos dias. A primeira delas foi um treinamento militar realizado pela Venezuela na fronteira com o Estado, sem aviso prévio. A passagem de pedestres e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O comandante do Exército, general Tomás Paiva, esteve em Roraima na quarta-feira (29). A visita ocorreu em meio a duas situações na região que causaram preocupação do governo brasileiro nos últimos dias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira delas foi um treinamento militar realizado pela Venezuela na fronteira com o Estado, sem aviso prévio. A passagem de pedestres e veículos entre um país e outro chegou a ser interrompida por 12 horas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/apos-medidas-de-trump-brasil-estuda-estrategia-para-atender-venezuelanos-em-roraima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Outro ponto é a suspensão de repasse de recursos por parte do governo dos Estados Unidos a organizações</strong></a> que atuam no acolhimento de migrantes e refugiados venezuelanos. A medida deve sobrecarregar o Exército brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dois espaços administrados pela Rede Cáritas destinados ao atendimento de migrantes e refugiados venezuelanos em situação de rua foram fechados na segunda-feira (27). No dia seguinte, o posto para emissão de documentos — administrado pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) — também teve o serviço interrompido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal fez uma reunião para discutir o impacto da suspensão das atividades da entidade no âmbito da Operação Acolhida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as ações emergenciais, estão a realocação de servidores das áreas de saúde, assistência social, da Polícia Federal (PF) e Defesa para manterem, em caráter emergencial, as atividades essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Poder bélico</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a visita do general, foi feita uma demonstração do simulador de tiros e o uso de mísseis guiados a laser.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paiva acompanhou, ainda, as obras de construção da 2ª Companhia de Fuzileiros de Selva, que está inserida no Planejamento Estratégico do Exército, com o objetivo de transformar o Comando de Fronteira Roraima em um Batalhão até 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todas essas ações têm como objetivo principal fortalecer o poder bélico na região, que vive uma crise por causa de um conflito entre Venezuela e Guiana envolvendo a disputa por Essequibo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da CNN Brasil</em></strong></p>
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		<title>Exército Brasileiro em Roraima monitora situação na fronteira com Venezuela</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/exercito-brasileiro-em-roraima-monitora-situacao-na-fronteira-com-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 13:33:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agravamento da crise política na Venezuela ainda não se refletiu em mudanças no fluxo de refugiados para o Brasil, mas a situação é monitorada diariamente pelo Ministério da Defesa. A linha de frente da questão está sob responsabilidade do Exército em Roraima, Estado com a principal fronteira do Brasil com o vizinho. Desde 2018, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O agravamento da crise política na Venezuela ainda não se refletiu em mudanças no fluxo de refugiados para o Brasil, mas a situação é monitorada diariamente pelo Ministério da Defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A linha de frente da questão está sob responsabilidade do Exército em Roraima, Estado com a principal fronteira do Brasil com o vizinho. Desde 2018, funciona na região a Operação Acolhida, que visa receber, fazer a triagem e dar assistência aos venezuelanos que deixam seu país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura montada já recebeu mais de mil refugiados por dia. Agora, a média flutua entre 300 e 500 pessoas. A fronteira foi fechada de sexta (26) a segunda (29) devido à eleição presidencial do domingo (28), algo que sempre ocorre, o que não permite aferição exata da situação, mas militares na região dizem que o fluxo parece estável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ditador Nicolás Maduro foi declarado vencedor da disputa, denunciada amplamente como fraudulenta tanto pela oposição quanto por diversos países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A crise decorrente está em curso com incidentes de violência, com mortes relatadas, e de repressão policial. Tudo isso tem potencial de fazer aumentar a saída de venezuelanos para o Brasil. A Operação Acolhida já ajudou a assentar no país mais de 125 mil cidadãos do vizinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exército e Defesa não fazem considerações sobre a confusão, dado que se trata de um tema para a diplomacia e para evitar ruídos com o PT do presidente Lula, mas podem ter de lidar com as consequências da crise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a segunda vez em poucos meses que isso ocorre. No fim do ano passado, quando Maduro anunciou um plebiscito para a anexação de 2/3 do território da Guiana, de olho no petróleo nos campos marítimos da região de Essequibo, a Defesa anunciou um reforço de tropas em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na realidade, o que ocorreu foi a aceleração de um cronograma já acertado de elevação de status da guarnição militar de Boa Vista, a capital de Roraima. O esquadrão com 150 homens virou um regimento, com 400, comandados por um coronel. Já um pelotão de fronteira, com 30 soldados, passou a esquadrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números são modestos, e ao fim deram uma sinalização a Maduro acerca da posição brasileira em favor de negociações entre Caracas e a Guiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proximidade entre o governo Lula (PT) e a ditadura venezuelana também ajudou a evitar leitura de escalada à época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na crise atual, por outro lado, ela é um elemento a mais na delicada relação entre as Forças Armadas e o Palácio do Planalto, que remonta ao militarizado governo de Jair Bolsonaro (PL) e a turbulenta transição de poder após a derrota do então presidente para Lula em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os militares brasileiros sempre tiveram desconfianças acerca do belicismo da Venezuela, tanto sob Maduro como nos anos de poder do falecido Hugo Chávez (1998-2013). Nesses períodos, Caracas virou o principal cliente militar da Rússia e da China na América Latina, e Moscou mantém uma relação estratégica próxima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Venezuela, assim como os antiamericanos Cuba e Nicarágua, está no quintal geopolítico dos EUA e, como esses dois países, recebem tratamento preferencial por parte de Vladimir Putin. Não por acaso, todos estão juntos no apoio à reeleição de Maduro e na condenação da resistência da oposição ao resultado do pleito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema para a Defesa é que Lula e, principalmente, o PT, jogam no time de Maduro. Na convulsão atual, o Itamaraty assumiu uma posição mais cautelosa, cobrando transparência de Caracas na divulgação de resultados eleitorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o partido do presidente congratulou o ditador pelo que chamou de eleição &#8220;democrática e soberana&#8221;, apesar das evidências de fraudes e da contestação internacional do resultado, mostrando a dificuldade da esquerda brasileira de lidar com ditaduras da mesma tonalidade ideológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro José Múcio Monteiro (Defesa) já enfrentou em diversas ocasiões pressão do entorno petista de Lula, e até aqui saiu vencedor dos embates. Mas são episódios desgastantes, o que leva à parcimônia e ao cuidado no emprego de palavras para tratar da crise venezuelana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de Igor Gielow/Folha de S. Paulo</em></strong></p>
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