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	<title>Faixa de Gaza Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>Faixa de Gaza Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Trump diz que EUA vão ‘assumir controle’ da Faixa de Gaza; aliados e rivais criticam proposta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 12:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Donald Trump&#160;afirmou que os&#160;EUA&#160;irão “assumir o controle” da&#160;Faixa de Gaza&#160;e que os palestinos deveriam deixar a região permanentemente. Países aliados e adversários rejeitaram prontamente a ideia do presidente americano. Durante um encontro com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu na Casa Branca nesta terça-feira (4), Trump afirmou que “todos” os 2,2 milhões de palestinos em Gaza [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Donald Trump&nbsp;afirmou que os&nbsp;EUA&nbsp;irão “assumir o controle” da&nbsp;Faixa de Gaza&nbsp;e que os palestinos deveriam deixar a região permanentemente. Países aliados e adversários rejeitaram prontamente a ideia do presidente americano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante um encontro com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu na Casa Branca nesta terça-feira (4), Trump afirmou que “todos” os 2,2 milhões de palestinos em Gaza deveriam “ser reassentados”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os EUA irão assumir o controle da Faixa de Gaza, e nós faremos um trabalho com isso também. Seremos responsáveis por desarmar todas as bombas não detonadas e outras armas no local”, afirmou ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Egito, a Jordânia e outros aliados americanos no Oriente Médio já haviam rejeitado a sugestão de realocar os palestinos, após Trump citar a possibilidade no fim de janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro importante parceiro dos Estados Unidos na região, a Arábia Saudita reiterou, nesta quarta-feira (5), a “posição firme, constante e inabalável” a favor da criação de um Estado palestino independente e a “rejeição absoluta à violação dos direitos legítimos do povo palestino”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, disse nesta quarta que o país apoia há muito tempo a solução de dois Estados no Oriente Médio e que não houve mudança no posicionamento. A Austrália é um dos mais importantes aliados dos Estados Unidos na região da Ásia-Pacífico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo Hamas, que deu início à guerra na Faixa de Gaza ao invadir o território de Israel, em outubro de 2023, disse que a proposta de Trump é a “receita para criar caos e tensão na região”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos Estados Unidos, políticos de oposição atacaram a sugestão de Trump. O senador democrata Chris Coons (Delaware) disse que as declarações de Trump são “ofensivas e insanas e perigosas e tolas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A deputada democrata Rashida Tlaib (Michigan) acusou Trump de promover a ideia de “limpeza étnica” ao sugerir o reassentamento de toda a população de Gaza.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de InfoMoney/Estadão Conteúdo</em></strong></p>
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		<title>Após cessar-fogo no Líbano, Hamas defende acordo para Gaza</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/apos-cessar-fogo-no-libano-hamas-defende-acordo-para-gaza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 11:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O grupo palestino Hamas celebrou nesta quarta-feira (27) o acordo para um&#160;cessar-fogo&#160;no Líbano entre Israel e o grupo Hezbollah e se colocou à disposição de cooperar para chegar a um fim da guerra na Faixa de Gaza. “Estamos interessados ​​em parar a agressão contra nosso povo, dentro dos parâmetros de parar a agressão em Gaza [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O grupo palestino Hamas celebrou nesta quarta-feira (27) o acordo para um&nbsp;cessar-fogo&nbsp;no Líbano entre Israel e o grupo Hezbollah e se colocou à disposição de cooperar para chegar a um fim da guerra na Faixa de Gaza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos interessados ​​em parar a agressão contra nosso povo, dentro dos parâmetros de parar a agressão em Gaza que concordamos; ou seja, um cessar-fogo, a retirada das forças de ocupação, o retorno dos deslocados e a obtenção de um acordo real e completo de troca de prisioneiros”, informou o grupo que atua em Gaza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Hamas considera que o acordo do Hezbollah com Israel, “sem cumprir as condições que o inimigo estabeleceu, é um marco importante para destruir as ilusões de Netanyahu de mudar o mapa do Oriente Médio”. Inicialmente, Israel pretendia destruir completamente as capacidades militares do Hezbollah.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo armado palestino também saudou a atuação do grupo libanês. “Elogiamos o papel fundamental desempenhado pela Resistência Islâmica no Líbano, em apoio à Faixa de Gaza e à resistência palestina, e os grandes sacrifícios feitos pelo Hezbollah e sua liderança, liderados pelo falecido secretário-geral Sayyed Hassan Nasrallah, e apreciamos a firmeza do povo libanês irmão e sua solidariedade constante com o povo palestino”, afirmou o Hamas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conflito no Líbano começou após 7 de outubro de 2023, quando o Hamas atacou Israel em resposta à ocupação dos territórios palestinos e ao cerco à Faixa de Gaza. O ataque do Hamas causou a morte de 1,2 mil pessoas e a captura de mais de 200 reféns. Desde então, o Hezbollah tem realizado&nbsp;ataques a bases militares&nbsp;no norte de Israel em solidariedade aos palestinos de Gaza diante da ofensiva israelense.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em setembro deste ano, Israel iniciou um ataque massivo contra o Líbano, destruindo diversas regiões do sul do país e de Beirute, a capital. Estima-se que quase quatro&nbsp;mil libaneses morreram desde o início do atual conflito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo de Tel Aviv alega que o objetivo da ofensiva no Líbano era permitir que os moradores do norte do país voltassem às suas casas, uma vez que os ataques do Hezbollah levaram ao deslocamento de milhares de israelenses.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Netanyahu</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao anunciar o acordo no Líbano, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o Hamas não irá se beneficiar desse acordo e que o cessar-fogo no norte de Israel permitirá ampliar a pressão contra o grupo palestino em Gaza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando o Hezbollah estiver fora do jogo, o Hamas será deixado sozinho [em Gaza]. A nossa pressão vai intensificar e isso contribuirá para a missão sagrada de libertar os nossos reféns”, afirmou, na terça-feira (26), o primeiro-ministro israelense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, o presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, informou que irá trabalhar para um cessar-fogo em Gaza sem o Hamas no poder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nos próximos dias, os Estados Unidos farão outra pressão com a Turquia, o Egito, Catar, Israel e outros para alcançar um cessar-fogo em Gaza, com a libertação dos reféns e o fim da guerra sem o Hamas no poder”, afirmou&nbsp;em rede social.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O acordo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Intermediado pela&nbsp;França e os EUA, o acordo entre Israel e o Hezbollah prevê um cessar-fogo no Líbano por dois meses e estabelece a retirada do Exército de Israel do país. Por outro lado, o movimento xiita libanês&nbsp;se comprometeu a ir para o norte do Rio Litani, uma fronteira estabelecida no final da última guerra entre Israel e o Hezbollah, em 2006.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, os dois países deixam uma faixa de terra que será patrulhada pelo Exército libanês e pela força das Nações Unidas no Líbano (Unifil).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Israel recusa trégua, um segundo brasileiro morre e bombardeios avançam no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Sep 2024 11:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O governo israelense rejeitou nesta quinta-feira (26) uma proposta de cessar-fogo de 21 dias elaborada pelos&#160;Estados Unidos&#160;e&#160;França, que visava interromper os ataques entre&#160;Israel&#160;e o&#160;Hezbollah. A proposta, apresentada após discussões na&#160;Organização das Nações Unidas&#160;(ONU), tinha o objetivo de evitar uma escalada do conflito, que já deixou centenas de mortos no&#160;Líbano. No mesmo dia, um segundo&#160;brasileiro morreu [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O governo israelense rejeitou nesta quinta-feira (26) uma proposta de cessar-fogo de 21 dias elaborada pelos&nbsp;Estados Unidos&nbsp;e&nbsp;França, que visava interromper os ataques entre&nbsp;Israel&nbsp;e o&nbsp;Hezbollah. A proposta, apresentada após discussões na&nbsp;Organização das Nações Unidas&nbsp;(ONU), tinha o objetivo de evitar uma escalada do conflito, que já deixou centenas de mortos no&nbsp;Líbano. No mesmo dia, um segundo&nbsp;brasileiro morreu no conflito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta sexta-feira (27), um segundo ataque teria matado nove pessoas da mesma família na cidade fronteiriça de Shebaa, no sul do Líbano, incluindo quatro crianças, segundo declaração do prefeito Mohammad Saab à Reuters. O Exército de Israel afirmou que as forças do país atacaram 75 alvos do Hezbollah no dia anterior. Em 24 horas, 92 pessoas morreram e outras 153 ficaram feridas, de acordo com informações do Ministério da Saúde libanês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com os apelos internacionais, o ministro israelense das Relações Exteriores, Israel Katz, foi claro ao afirmar que não haverá cessar-fogo no norte do país. Segundo ele,&nbsp;o foco é continuar combatendo o Hezbollah até que a segurança dos moradores das regiões fronteiriças seja restaurada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na quinta-feira (26), um bombardeio israelense atingiu a capital libanesa, Beirute, matando dois civis e ferindo 15 pessoas, de acordo com o Ministério da Saúde do Líbano. A investida também resultou na morte de Mohammad Surur, comandante de uma unidade aérea do Hezbollah.&nbsp;Desde o início da ofensiva, na segunda-feira (23), mais de 600 pessoas já morreram, aumentando as preocupações sobre uma possível escalada regional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os ataques entre Israel e o Hezbollah fazem parte de uma série de confrontos que começaram após o grupo libanês intensificar suas operações em solidariedade aos militantes palestinos na Faixa de Gaza. O Hezbollah, que é apoiado pelo Irã, vem lançando ataques contra o norte de Israel, forçando a evacuação de milhares de civis da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, reafirmou o compromisso de continuar a ofensiva militar. Antes de partir para Nova York, onde fez um discurso na Assembleia Geral da ONU, Netanyahu declarou que a operação militar contra o Hezbollah será conduzida com &#8220;força total&#8221; até que todos os objetivos de Israel sejam alcançados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Hezbollah, por sua vez, intensificou os ataques contra cidades israelenses, incluindo o lançamento de um míssil balístico em direção a Tel Aviv, que foi interceptado pelas defesas aéreas de Israel. Além disso, o grupo disparou dezenas de foguetes em áreas do norte de Israel, embora a maioria tenha sido interceptada pelas forças israelenses.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tentativas de cessar-fogo enfrentam resistência</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a comunidade internacional tenta negociar uma solução pacífica, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o presidente francês, Emmanuel Macron, continuam a defender a proposta de trégua de 21 dias entre Israel e Hezbollah, o que abriria caminho para negociações mais duradouras que pudessem evitar um conflito maior no Oriente Médio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, as pressões internas no governo israelense complicam a aceitação do acordo.&nbsp;Membros da ala ultranacionalista, incluindo o ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, se opõem veementemente a qualquer tipo de cessar-fogo, afirmando que a única solução seria a rendição total do Hezbollah. Esses líderes políticos argumentam que dar tempo permitiria ao grupo rearmar-se e continuar a guerra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Líbano, por sua vez, tem buscado uma solução para a crise. O ministro das Relações Exteriores libanês, Abdallah Bou Habib, apelou à ONU para que intervenha antes que a situação se torne incontrolável, agravando ainda mais a crise humanitária no país. O Líbano abriga cerca de 1,5 milhão de refugiados sírios, muitos dos quais também foram atingidos pelos recentes bombardeios israelenses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A situação no país, agravada pela crise econômica e política, ameaça desestabilizar ainda mais a região. Enquanto as negociações diplomáticas prosseguem, a possibilidade de uma nova guerra envolvendo Israel e o Hezbollah continua a ser uma preocupação global.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dois brasileiros morrem em bombardeios; FAB está de &#8216;prontidão&#8217;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dois brasileiros foram mortos em bombardeios no Líbano, resultado dos intensos confrontos entre Israel e o Hezbollah. <a href="https://seligaroraima.com.br/mundo/adolescente-brasileiro-morre-no-libano-apos-bombardeio-israelense/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>A</strong></a><a href="https://fatorrnoticias.com.br/mundo/adolescente-brasileiro-morre-no-libano-apos-bombardeio-israelense/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>li Kamal Abdallah, de 15 anos, nascido em Foz do Iguaçu, e seu pai, Kamal Hussein Abdallah, de 64 anos, de nacionalidade paraguaia, morreram após um foguete atingir a cidade de Kelya</strong></a>, no Vale do Bekaa. A família havia morado no Brasil por mais de uma década antes de retornar ao Líbano, onde abriram uma empresa em Sohmor, cidade próxima ao local do ataque.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra vítima brasileira foi Mirna Raef Nasser, de 16 anos, nascida em Balneário Camboriú, Santa Catarina. Mirna havia se mudado para o Líbano ainda criança e vivia na mesma cidade da família Abdallah, em Kelya. Ela era vizinha de Ali Kamal e morreu em um ataque aéreo que atingiu a região na segunda-feira. A notícia da morte de Mirna abalou familiares e amigos, que relataram a convivência próxima entre as duas famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Força Aérea Brasileira (FAB) já se prepara para uma possível operação de resgate de brasileiros no Líbano, caso o governo decida evacuar seus cidadãos da região de conflito. A aeronave que será utilizada na operação, o KC-30, é a mesma que foi enviada anteriormente para resgatar brasileiros que estavam na Faixa de Gaza. Com capacidade para mais de 230 passageiros, o avião tem autonomia de voo de até 12 horas, permitindo uma viagem direta do Brasil ao Líbano, sem escalas consideráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fontes da Aeronáutica afirmaram estar &#8220;de prontidão&#8221; para o caso de o governo brasileiro dar o aval para a missão. Além disso, a Embaixada do Brasil em Beirute já começou a consultar os cidadãos brasileiros que vivem no Líbano sobre o interesse em receber apoio para deixar o país. A ordem para iniciar essas consultas foi dada pelo chanceler Mauro Vieira, que acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Assembleia Geral da ONU em Nova Iorque.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de Exame</em></strong></p>
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