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	<title>Fiocruz Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>Fiocruz Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Fiocruz aponta aumento de influenza A em Roraima e alta de bronquiolite em bebês</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/fiocruz-aponta-aumento-de-influenza-a-em-roraima-e-alta-de-bronquiolite-em-bebes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 17:02:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta aumento dos casos de influenza A em Roraima e crescimento das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre crianças menores de dois anos em todo o Brasil. Segundo o levantamento, o avanço dos casos em bebês está relacionado principalmente ao vírus [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta aumento dos casos de influenza A em Roraima e crescimento das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre crianças menores de dois anos em todo o Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, o avanço dos casos em bebês está relacionado principalmente ao vírus sincicial respiratório (VSR), responsável pela maior parte dos diagnósticos recentes de SRAG associados a vírus respiratórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas quatro semanas, o VSR respondeu por 41,5% dos casos confirmados de SRAG. Na sequência aparecem influenza A, com 27,2%, e rinovírus, com 25,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Fiocruz, o aumento do VSR tem provocado crescimento dos casos de bronquiolite, inflamação nas ramificações dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, o boletim aponta que os casos de influenza A continuam aumentando nos estados da Região Sul e em Roraima, Tocantins, São Paulo e Espírito Santo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A influenza A foi responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame positivo registradas nas últimas quatro semanas. Segundo o levantamento, os idosos concentram a maior parte dessas mortes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fiocruz informou ainda que todas as unidades federativas do país estão em situação de alerta para SRAG. Em dez estados, o cenário é considerado de alto risco: Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, 14 estados apresentam tendência de aumento dos casos nas próximas semanas, entre eles Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Amapá, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim de abril, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) alertou para o início do período de maior circulação de vírus respiratórios no Hemisfério Sul, com destaque para influenza A H3N2 e VSR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, reforçou a importância da vacinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A principal forma de prevenção contra agravamentos e óbitos por VSR e influenza A é a vacinação. Por isso, é essencial que as pessoas com maior risco de agravamento por esses vírus se vacinem”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, a vacina contra a gripe disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra influenza A e está sendo aplicada prioritariamente em idosos, gestantes, crianças menores de 6 anos, pessoas com comorbidades e integrantes de grupos vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a partir da 28ª semana de gravidez. O SUS também oferece anticorpo monoclonal para bebês prematuros com maior risco de complicações provocadas pelo vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2026, o Brasil notificou 57.585 casos de SRAG. Do total, 45,7% tiveram confirmação para vírus respiratórios. O rinovírus lidera os registros do ano, com 36,1% das amostras positivas, seguido por influenza A, VSR e covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O país também registrou 2.660 mortes por SRAG neste ano. Entre os casos com confirmação laboratorial, influenza A responde por 39,6% dos óbitos, covid-19 por 26%, rinovírus por 21,3% e VSR por 6,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Infecções respiratórias graves seguem em alta em Roraima, Acre e Rondônia</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/infeccoes-respiratorias-graves-seguem-em-alta-em-roraima-acre-e-rondonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 16:57:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima, Acre e Rondônia permanecem em alerta devido ao aumento de infecções respiratórias graves, de acordo com o último Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (26). O relatório, que cobre o período de 15 a 21 de fevereiro, indica que Boa Vista apresenta casos elevados de vírus sincicial respiratório (VSR), principalmente [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima, Acre e Rondônia permanecem em alerta devido ao aumento de infecções respiratórias graves, de acordo com o último Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira (26). O relatório, que cobre o período de 15 a 21 de fevereiro, indica que Boa Vista apresenta casos elevados de vírus sincicial respiratório (VSR), principalmente em crianças de 2 a 4 anos e adultos de 15 a 49 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Rondônia, o crescimento mais significativo é de influenza A, atingindo jovens e adultos, enquanto o Acre registra maior circulação do VSR, sobretudo entre crianças pequenas. Apesar da alta, a capital acreana, Rio Branco, não mostra tendência de crescimento a longo prazo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cenário nacional, foram registrados 8.218 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 2026, com 2.566 confirmados para algum vírus respiratório. O rinovírus responde por 34,6% das confirmações, seguido de influenza A (19,2%) e VSR (12,5%).</p>
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		<item>
		<title>Roraima registra redução de 45,2% dos casos de malária no primeiro trimestre de 2025</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-registra-reducao-de-452-dos-casos-de-malaria-no-primeiro-trimestre-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 16:08:52 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima&nbsp;registrou uma redução de 45,2% nos casos de&nbsp;malária&nbsp;entre janeiro e março de 2025, (4.795 casos), em comparação com o mesmo período de 2024 (8.749). Em âmbito nacional, a incidência da doença diminuiu 26,8%, passando de 34.807 registros em 2024 para 25.473 em 2025.&nbsp; O número de óbitos também apresentou queda de 27% em 2024, com 43 mortes notificadas, frente às 63 registradas em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a malária ser uma realidade global, com 247 milhões de casos e mais de 619 mil mortes no mundo, o foco do combate à doença no Brasil está concentrado nos estados da Amazônia Legal, onde ocorrem 99% dos casos. Roraima está entre as três unidades da Federação com maior carga da doença, ao lado do Amazonas e Pará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nós temos esse desafio de eliminar a malária do&nbsp;Plasmodium falciparum&nbsp;até 2030 e do&nbsp;Plasmodium vivax, até 2035. E, para isso, nós temos trabalhado de maneira bem intensificada, no sentido de trabalhar de forma organizada para que consigamos atingir essas metas”, destacou o gerente do Núcleo de Controle da Malária da Coordenadoria-Geral de Vigilância em Saúde (CGVS), Gerson Castro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De janeiro a abril de 2025, o município de Uiramutã apresentou o maior aumento de casos, saltando de 15 registros em 2024 para 149 este ano. Já Mucajaí registrou o maior avanço no controle da doença, reduzindo de 409 para apenas 44 casos no mesmo período. A maior parte das notificações são concentradas em áreas indígenas, especialmente no território Yanomami, que responde por mais de 80% dos casos registrados no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução de casos nessa região foi possível graças à desintrusão dos garimpeiros ilegais, o que permitiu maior acesso das equipes de saúde e atuação contínua das forças locais e federais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com a desintrusão dos garimpeiros, que diminuiu mais de 90%, em 2022 foram 13 mil casos, hoje não chega nem a 100 na área Yanomami. E com a implantação da tafenoquina em maio, esperamos que diminua ainda mais os casos. Antes era um tratamento de sete dias e agora será em um dia, não haverá recaídas, que é a proposta do medicamento novo”, ressaltou Castro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima também segue com capacitações técnicas contínuas, como oficinas de controle vetorial e treinamentos para uso de novos protocolos. A atuação do Estado envolve uma estrutura tripartite, com responsabilidades compartilhadas entre a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), os municípios e os Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) Yanomami e Leste.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Medicamento inovador</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nosso compromisso é zerar os óbitos por malária e buscar a eliminação da doença. Estamos introduzindo cada vez mais tecnologias eficazes: o melhor tratamento disponível, o uso ampliado de testes rápidos e a adoção da tafenoquina — que já é uma realidade no Brasil. Treinamos quase três mil profissionais, tratamos mais de sete mil pessoas, e a meta é ampliar o acesso em todo o país até 2026”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O medicamento inovador de dose única é para a cura da malária por Plasmodium vivax, responsável por 80,3% dos casos em 2024. O tratamento reduz os casos graves e a mortalidade da doença. O medicamento já foi implementado em 49 municípios, de 6 estados – Amazonas,&nbsp;Roraima, Pará, Rondônia, Amapá e Acre &#8211; e 9 Distritos Sanitários Indígenas (Dsei). Em maio, ação será implantada na região extra-amazônica e, em junho, em duas áreas do Mato Grosso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A versão pediátrica da tafenoquina está em processo de incorporação, com parecer favorável na avaliação inicial da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). A recomendação inicial vai à consulta pública nos próximos dias e retorna para a análise final da comissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Redução de casos em áreas especiais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados do Ministério da Saúde ainda apontam redução no número de casos de três das cinco áreas especiais de vigilância em 2024, como 27,5% em área de garimpo e 11% em área de assentamento. A separação por áreas é uma estratégia de acompanhamento dos casos, uma vez que a malária é uma doença determinada socialmente, ou seja, que afeta mais pessoas em áreas de maior vulnerabilidade social &#8211; 99% estão concentrados na Região Amazônica, abrangendo os estados do Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia,&nbsp;Roraima&nbsp;e Tocantins.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à vigilância epidemiológica, o ministro chamou atenção para a malária também fora da Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Embora o número de casos seja menor fora da região, a letalidade é mais alta. Por isso, vamos implementar um sistema de vigilância específico para os estados com registros fora da Amazônia. É preciso criar alertas e ações direcionadas para esses territórios.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, em 2024, foram registrados 138.493 casos locais, número menor que 2023 (140.264). Além disso, o país reduziu a quantidade de municípios com transmissão ativa da doença, passando de 321 em 2016 para 211 em 2024. Os resultados são reflexo das ações contínuas e estratégicas do Ministério da Saúde para a eliminação da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Investimentos e ações estratégicas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 2024 e 2025, a pasta investiu R$ 9,9 milhões em insumos para controle vetorial, R$ 5,8 milhões em medicamentos e testes G6PD e R$ 1,7 milhão para testes de diagnóstico rápido (TDR) da malária. O uso de testes rápidos para a doença cresceu 90% em 2024, com aumento de 65% na aquisição de insumos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro Alexandre Padilha reforçou, ainda, o papel da Fiocruz na produção de medicamentos essenciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quero agradecer à Fiocruz pela decisão de produzir, junto ao Ministério da Saúde, a combinação de artesunato com mefloquina, que é um dos tratamentos para a malária grave. Com isso, garantimos o fornecimento contínuo e seguro de medicamentos de alta qualidade para todo o país”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aquisição de mosquiteiro impregnado de longa duração (MILDS), que não era adquirido desde 2019, foi outra ação estratégica destacada pelo ministro. Foram distribuídas 300 mil redes e 100 mil camas, atendendo 100% dos estados da Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os profissionais de saúde das áreas de risco também passaram por cursos de capacitação e contam com o Projeto Apoiadores Municipais para prevenção, controle e eliminação de malária. Com 30 pessoas atuando diretamente nos municípios que concentram 80% da carga da doença, o projeto tem fortalecido a resposta local, apoiando gestões municipais em ações de vigilância, diagnóstico, tratamento e prevenção da malária.</p>
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		<item>
		<title>Roraima está em nível de risco para síndromes respiratórias</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-esta-em-nivel-de-risco-para-sindromes-respiratorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 12:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Das 11 unidades da federação que formam as regiões Norte e Centro-Oeste,&#160;8 apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em níveis de alerta ou risco&#160;nas últimas duas semanas. A informação faz parte do&#160;boletim semanal InfoGripe,&#160;divulgado na sexta-feira (7) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que traz dados até 1º de março. A SRAG é uma&#160;complicação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Das 11 unidades da federação que formam as regiões Norte e Centro-Oeste,&nbsp;8 apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em níveis de alerta ou risco&nbsp;nas últimas duas semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A informação faz parte do&nbsp;<a href="https://agencia.fiocruz.br/sites/agencia.fiocruz.br/files/Resumo_InfoGripe_2025_09.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>boletim semanal InfoGripe</strong></a>,&nbsp;divulgado na sexta-feira (7) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que traz dados até 1º de março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A SRAG é uma&nbsp;complicação marcada por grande dificuldade para respirar, sensação de peso no peito e queda no nível de saturação, entre outros sintomas. O tratamento precisa de hospitalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As localidades&nbsp;que estão em nível de alerta ou risco são:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Risco</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pará</p>



<p class="wp-block-paragraph">Goiás</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tocantins</p>



<p class="wp-block-paragraph">Distrito Federal&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alerta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Amazonas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mato Grosso</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rondônia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sergipe (único fora do Norte e Centro-Oeste)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crianças e adolescentes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O boletim da Fiocruz identifica ainda “manutenção da tendência de crescimento” do&nbsp;número de casos de SRAG em crianças e adolescentes até 14 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pesquisadora do InfoGripe Tatiana Portella, a&nbsp;volta às aulas é um dos motivos desse aumento&nbsp;nas últimas semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um padrão que a gente vem observado nos últimos anos. Nas escolas, geralmente, as crianças acabam tendo maior contato umas com as outras e ficam mais tempo em ambientes fechados, o que favorece a transmissão desses vírus respiratórios”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise dos registros aponta que&nbsp;em crianças de até 2 anos, os casos estão associados ao vírus sincicial respiratório (VSR). Na faixa etária&nbsp;de 2 a 14 anos, são causados pelo rinovírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo Tatiana Portella, os casos de SRAG em crianças pequenas no Distrito Federal e em Goiás estão relacionados “ao início de temporada do VSR nessa região”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;VSR acomete com muita frequência os primeiros meses de vida dos bebês e leva a casos como bronquiolite, doença que começa com febre, tosse, igual a outras doenças respiratórias, mas que progride para um quadro de cansaço e insuficiência respiratória.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Casos em 2025</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, o país&nbsp;soma 16 mil casos de SRAG, sendo 34,3% com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os vírus identificados são:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sars-CoV-2 (causador da covid-19): 46,2%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rinovírus: 23,6%</p>



<p class="wp-block-paragraph">VSR: 15%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Influenza A: 6,1%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Influenza B: 2,5%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação às&nbsp;mortes, foram&nbsp;1.338 registros por SRAG em 2025, sendo 636 (47,5%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 81% dos casos, o&nbsp;vírus causador foi o Sars-CoV-2.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cuidados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora Tatiana Portella recomenda que, especialmente neste momento pós-carnaval,&nbsp;pessoas que apresentem sintomas de gripe e resfriado fiquem em casa em isolamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mas, se precisar sair, use uma boa máscara. Nesta época também é importante evitar visitar crianças pequenas sem uso de máscara, já que esse grupo é mais vulnerável a vários tipos de vírus de transmissão respiratória”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela recomenda também que todos mantenham o esquema vacinal completo contra a covid-19. O imunizante está disponível gratuitamente nas unidades de saúde de todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacina pode ser aplicada em crianças a partir de 6 meses de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Carnaval pode aumentar casos de complicações respiratórias, alerta Fiocruz</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/carnaval-pode-aumentar-casos-de-complicacoes-respiratorias-alerta-fiocruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 17:03:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vésperas do carnaval, nenhum estado brasileiro tem incidência alta de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados por covid-19. Locais que registravam aumento da doença entre os idosos nas semanas anteriores, agora apresentam estabilidade ou oscilação. É o caso de Roraima, Amazonas, Rondônia, Pará, Maranhão, Sergipe e Mato Grosso. No entanto, o boletim [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Às vésperas do carnaval, nenhum estado brasileiro tem incidência alta de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados por covid-19. Locais que registravam aumento da doença entre os idosos nas semanas anteriores, agora apresentam estabilidade ou oscilação. É o caso de Roraima, Amazonas, Rondônia, Pará, Maranhão, Sergipe e Mato Grosso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o boletim Infogripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que faz esse levantamento, alerta que&nbsp;a aglomeração de pessoas favorece a transmissão de vírus respiratórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, quem estiver com sintomas gripais como coriza, tosse ou febre, deve evitar participar de festas e procurar ajuda médica se estes ficarem mais graves.&nbsp;A recomendação vale também para o período pós-folia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem estiver com a vacinação contra a covid-19 atrasada, deve procurar um posto de saúde o mais rápido possível. Atualmente, a vacinação básica é feita em crianças de 6 meses a menos de 5 anos, mas quem faz parte de grupos de risco, como idosos, gestantes e pessoas com deficiência ou comorbidades precisa de reforços periódicos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A SRAG ocorre quando há agravamento dos sintomas gripais, deixando o paciente com a função pulmonar comprometida. Geralmente, a síndrome demanda internação e pode causar a morte, especialmente entre pessoas mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o dia 22 deste mês, foram registrados cerca de 13,5 mil casos de SRAG no Brasil e mais de 2,2 mil tiveram diagnóstico confirmado de covid-19. A complicação respiratória também causou 1.194 mortes, sendo 466 após infecção por coronavírus, ou 80,9% das que foram provocadas por algum vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crianças</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados do boletim também reforçam a preocupação com crianças e adolescentes.&nbsp;Após a volta às aulas, os casos de SRAG cresceram em pessoas de até 14 anos&nbsp;e, na última semana analisada, 7 unidades da federação permanecem com esse quadro: Roraima, Acre, Pará, Tocantins, Sergipe, Goiás e Distrito Federal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Goiás e no DF, já se sabe que grande parte dos casos foram causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que evolui com gravidade especialmente entre os menores de dois anos. Nos outros locais, os dados não são suficientes para identificar o vírus responsável. De maneira geral no Brasil, nas últimas quatro semanas, entre os casos com diagnóstico positivo para vírus, 45,3% foram causados por covid, 21,2% por rinovírus e 19,3% por VSR.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, em nove estados, a incidência de SRAG nessa faixa etária ainda é considerada baixa, mas apresenta tendência de crescimento: Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Bahia, Ceará e Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Roraima apresenta crescimento de casos de síndrome respiratória grave entre crianças e adolescentes, aponta Fiocruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 22:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[InfoGripe]]></category>
		<category><![CDATA[semana epidemiológica]]></category>
		<category><![CDATA[srag]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) registraram tendência de alta em Roraima com concentração em crianças de até 2 anos, e em crianças e adolescentes de 5 a 14 anos, conforme informações divulgadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (5). Na maioria dos estados, o registro foi de queda ou estabilidade em [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) registraram tendência de alta em Roraima com concentração em crianças de até 2 anos, e em crianças e adolescentes de 5 a 14 anos, conforme informações divulgadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (5). Na maioria dos estados, o registro foi de queda ou estabilidade em todas as faixas etárias, com a exceção de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Boa Vista está entre as 7 das 27 capitais que apresentam crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana Epidemiológica (SE) 48. Na capital roraimense, o sinal de aumento está concentrado nas crianças e adolescentes de até 14 anos em um padrão similar ao destacado no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os dados laboratoriais disponíveis até o momento em Roraima e São Paulo ainda não permitem identificar com clareza os vírus responsáveis por esse aumento. É provável que o crescimento de SRAG esteja sendo impulsionado por algum vírus que afeta principalmente crianças e adolescentes, como o rinovírus, VSR, adenovírus ou metapneumovírus”, observou a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a população desses estados, ela recomenda alguns cuidados especiais, tais como uso de máscaras em locais fechados e dentro de postos de saúde. Como a maioria dos casos afeta a população infantil e adolescentes, Portella orienta que, diante de sintomas de síndrome gripal, os pais devem evitar levar às crianças para a escola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O ideal é que a criança fique em casa se recuperando e evitando transmitir esses vírus para outras crianças. Além disso, é importante que toda as pessoas sejam do grupo elegível, procurem os postos de vacinação”, destacou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora ressaltou ainda que em crianças e adolescentes de até 14 anos, o rinovírus permanece como o principal vírus responsável pelos casos de SRAG, enquanto a covid-19 predomina entre os idosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Contudo, as hospitalizações associadas a ambos os vírus estão em tendência de queda ou estabilidade na maior parte do país”, informou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Capitais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Bo Vista, outras 6 das 27 capitais apresentam crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana Epidemiológica (SE) 48: Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Manaus (AM), São Paulo (SP) e Vitória (ES).</p>
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		<title>Roraima apresenta tendência de alta nos casos de síndrome respiratória aguda grave entre crianças, aponta Fiocruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2024 14:55:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[influenza]]></category>
		<category><![CDATA[InfoGripe]]></category>
		<category><![CDATA[Sars-CoV-2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima e outros sete estados apresentam tendência de alta nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) concentrada em crianças, conforme dados divulgados esta semana pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Amazonas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco e Piauí são as demais unidades com aumento de registros no público infantil. As infecções são causadas principalmente [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima e outros sete estados apresentam tendência de alta nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) concentrada em crianças, conforme dados divulgados esta semana pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amazonas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco e Piauí são as demais unidades com aumento de registros no público infantil. As infecções são causadas principalmente por rinovírus, enquanto nos idosos, pelo coronavírus Sars-CoV-2. Já no Rio de Janeiro e Goiás, todas as faixas etárias são atingidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz (Procc/Fiocruz) e do InfoGripe Tatiana Portella alerta que a população de risco, como os idosos, deve manter a vacinação contra a covid-19 e influenza em dia para prevenir casos respiratórios graves.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em caso de aparecimento de sintomas, o recomendado é manter a etiqueta respiratória com o uso de máscaras e evitar tossir ou espirrar perto de outras pessoas”, disse Tatiana.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início deste ano, já foram notificados 156.309 casos de SRAG, sendo 73.283 (46,9%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos óbitos de SRAG este ano, já foram registrados 9.544, sendo 4.909 (51,4%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Dentre os positivos do ano corrente, 28,2% são influenza A; 1,8% são influenza B; 8,5% são VSR; 8,7% são rinovírus; e 52% são Sars-CoV-2 (covid-19).</p>
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		<title>Roraima apresenta provável crescimento acima de 75% dos casos de síndrome respiratória aguda grave, alerta Fiocruz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2024 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de casos]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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		<category><![CDATA[influenza A]]></category>
		<category><![CDATA[roraima]]></category>
		<category><![CDATA[srag]]></category>
		<category><![CDATA[VSR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Boletim InfoGripe divulgado nesta quinta-feira (5) pela Fiocruz mostra que Roraima é um dos 17 estados que apresentam aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, com probabilidade de crescimento maior do que 75%. Entre crianças e adolescentes de até 14 anos, o principal responsável é o rinovírus. Nas demais faixas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Boletim InfoGripe divulgado nesta quinta-feira (5) pela Fiocruz mostra que Roraima é um dos 17 estados que apresentam aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país, com probabilidade de crescimento maior do que 75%. Entre crianças e adolescentes de até 14 anos, o principal responsável é o rinovírus. Nas demais faixas etárias, o predomínio é da covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, os casos de vírus sincicial respiratório (VSR) e influenza A mantêm a tendência de queda na maior parte do território. O estudo se refere à Semana Epidemiológica de 25 a 31 de agosto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Fiocruz, os estados que mais se destacam nesse momento pelo aumento da covid-19 são Goiás e São Paulo. A preocupação maior é com esse último, devido à grande movimentação de pessoas que passam pelo estado e depois se deslocam por outras regiões. Os pesquisadores alertam para a possibilidade de São Paulo impulsionar a disseminação e o crescimento da doença pelo país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, reforça a importância da vacinação em dia contra a covid-19 para todas as pessoas dos grupos de risco. E o cuidado para não transmitir o vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em caso de aparecimento de sintomas, o recomendado é ficar em isolamento em casa, inclusive as crianças e adolescentes. Com a alta do rinovírus nessa faixa etária, caso apresentarem alguns sintomas de síndrome gripal, a orientação é ficar em casa e não ir para a escola. Se não for possível fazer esse isolamento, é importante sair de casa usando uma boa máscara, e claro, diante de aparecimento e piora dos sintomas, procurar atendimento médico”, diz a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto aos casos de SRAG por rinovírus, a alta está concentrada principalmente em estados da região Nordeste, Centro-sul e Norte. O VSR e o rinovírus permanecem como as principais causas de internações e óbitos em crianças de até dois anos. Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 28,4% para Sars-CoV-2 (covid-19); 12,4% para influenza A; 2,6% para influenza B; e 11,3% para VSR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se leva em conta o ano epidemiológico 2024, foram notificados 123.082 casos de SRAG, sendo 59.410 (48,3%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório; 49.377 (40,1%) negativos; e ao menos 7.692 (6.2%) aguardando resultado laboratorial. Dentre os casos positivos, 18,7% são influenza A; 0,6%, influenza B; 41,6%, VSR; e 18%, Sars-CoV-2 (Covid-19).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o ano, foram registrados 7.370 óbitos, sendo 3.844 (52.2%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 2.909 (39,5%) negativos, e ao menos 152 (2,1%) aguardando resultado laboratorial. Dentre os positivos do ano corrente, 30,2% foram influenza A; 0,8%, influenza B; 10,3%, VSR; e 50,8%, Sars-CoV-2 (Covid-19).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estados e capitais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Boletim InfoGripe mostra que 17 UFs apresentam sinais de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo: <strong>Roraima</strong>, Alagoas, Amapá, Amazonas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as capitais, 11 apresentam crescimento dos casos de SRAG: Aracaju (SE), Belo Horizonte (BH), Brasília (DF), Cuiabá (MT), João Pessoa (PB), Manaus (AM), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória (ES).</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Projeto monitora rios na Terra Yanomami para &#8216;qualificar informações&#8217; sobre impactos do garimpo na região</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/projeto-monitora-rios-na-terra-yanomami-para-qualificar-informacoes-sobre-impactos-do-garimpo-na-regiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 13:03:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[censipam]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[ibama]]></category>
		<category><![CDATA[ICMBio]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Monitora Y]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígena yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A qualidade ambiental e a concentração de metais como mercúrio, agrotóxicos e outras substâncias estão sendo analisadas na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, pela equipe do Projeto Monitora Y. A iniciativa aprofunda o estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) feito em 2022, que identificou a contaminação de peixes amazônicos por mercúrio na Bacia do Rio [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A qualidade ambiental e a concentração de metais como mercúrio, agrotóxicos e outras substâncias estão sendo analisadas na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, pela equipe do Projeto Monitora Y. A iniciativa aprofunda o estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) feito em 2022, que identificou a contaminação de peixes amazônicos por mercúrio na Bacia do Rio Branco e, posteriormente, levou à&nbsp;identificação dos efeitos nos povos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, houve três coletas desde novembro de 2023, quando teve início a pesquisa, sendo duas em março e junho deste ano. A previsão é que haja mais uma em setembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o pesquisador do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) Romerio Briglia, foram feitas novas coletas de amostras de águas de consumo e fluviais, sedimentos de rios e de peixes na TI Yanomami e em unidades de conservação federais da região, como as estações ecológicas Maracá e Niquiá, o Parque Nacional do Viruá e a Floresta Nacional de Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nessa nova fase, vamos incluir outros rios e outras unidades de conservação fora da Terra Indígena Yanomami. Começará em 16 de setembro, e deve durar duas semanas a expedição de campo. Em breve, a gente vai ter o resultado, por volta de novembro, e vamos publicar um artigo e socializar essas informações com todos os parceiros interessados”, adianta o pesquisador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Briglia, o objetivo do estudo é qualificar as informações sobre os impactos da atividade do garimpo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ainda temos poucas informações sobre quais os efeitos que essas atividades causaram dentro da Terra Indígena Yanomami e nas unidades de conservação federais contíguas a essa área”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Monitora Y é executado por uma equipe multidisciplinar do Centro de Tecnologia Mineral do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), ICMBio e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A iniciativa integra a <a href="https://fatorrnoticias.com.br/meio-ambiente/ibama-coordena-projeto-de-monitoramento-ambiental-na-terra-indigena-yanomami-e-no-alto-amazonas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rede de Monitoramento Ambiental em Terras Indígenas Yanomami e Alto Amazonas</a>, lançada em novembro de 2023, em uma frente que reúne os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima, dos Povos Indígenas, da Saúde e a Ciência, Tecnologia e Inovação. O objetivo é gerar dados que&nbsp;orientarão as políticas públicas para sanar a emergência Yanomami<strong>.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alertas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em julho, o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão vinculado ao Ministério da Defesa, divulgou uma redução no número de alertas de garimpo na TI Yanomami. De acordo com nota da instituição, no período de janeiro a junho deste ano, <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/reducao-de-75-no-garimpo-no-1o-semestre-melhora-qualidade-das-aguas-na-terra-yanomami-afirma-ministerio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">houve uma diminuição de 75% da área alcançada por alertas</a>, na comparação com 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os seis primeiros meses de 2024 registraram alertas em 53,67 hectares da TI, enquanto em 2023 os alertas foram em 219,67 hectares e, em 2022, alcançaram 814,81 hectares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagens do Rio Uraricoera e de um ponto de conexão entre os rios Mucajaí e Couto Magalhães, localizados nas proximidades do território indígena, também foram apresentadas pelo Ministério da Defesa para demonstrar a melhoria na transparência da água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As águas que tinham aparência mais amarelada, devido à contaminação por resíduos químicos da atividade minerária, estão, gradativamente, voltando à coloração normal”, informou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saúde</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na primeira semana de agosto, o Ministério da Saúde entregou 21 câmaras frias de armazenamento de vacinas e soros, 24 geradores de energia, além de formalizar a implantação de 35 leitos exclusivos para atendimento aos indígenas Yanomami no Hospital Universitário da Universidade Federal de Roraima (UFRR).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sabemos como essa grave crise afeta a realidade do povo Yanomami. Estamos empenhados em solucionar as questões de forma persistente e duradoura”, declarou a <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/definitivamente-estamos-em-um-novo-ciclo-diz-ministra-da-saude-sobre-avancos-no-territorio-yanomami/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ministra da Saúde, Nísia Trindade</a>, nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Ministério da Saúde vai realizar testagem inédita da hepatite D na Região Norte</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/ministerio-da-saude-vai-realizar-testagem-inedita-da-hepatite-d-na-regiao-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 09:15:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil Saudável]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A hepatite D&#160;pode causar uma das formas mais graves de hepatites virais. Mais de 72% dos casos no Brasil estão concentrados na Região Norte, de acordo com o novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Esse vírus depende da presença da infecção pelo vírus da hepatite B para contaminar uma pessoa. Em uma ação inédita, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A hepatite D&nbsp;pode causar uma das formas mais graves de hepatites virais. Mais de 72% dos casos no Brasil estão concentrados na Região Norte, de acordo com o novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde. Esse vírus depende da presença da infecção pelo vírus da hepatite B para contaminar uma pessoa. Em uma ação inédita, a pasta anuncia o início de um projeto piloto para disponibilizar testes de diagnóstico e monitoramento para essa infecção no país, preenchendo uma lacuna histórica no acesso ao diagnóstico, acompanhamento e tratamento. A expectativa é alcançar a totalidade das pessoas infectadas. No mês de luta contra as&nbsp;hepatites virais&nbsp;– Julho Amarelo – o governo federal também lançou nova campanha digital de conscientização sobre a doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a infecção crônica do vírus B, que é responsável por 47% dos óbitos relacionados às hepatites virais, atingiu cerca de 296 milhões de pessoas em 2022 em todo o mundo. Somente no Brasil, segundo o boletim epidemiológico, foram 10.952 casos de hepatite B e 128 de hepatite D no mesmo ano. Em 2023, com a retomada das ações de prevenção, uma redução dos casos já foi registrada: 10.092 casos de&nbsp;hepatite B&nbsp;e 109 de hepatite D.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma que as outras hepatites, a do tipo D pode não apresentar sinais ou sintomas. É nesse ponto de gravidade que a pasta está investindo de forma inédita. O novo modelo de testagem vai facilitar, agilizar e aumentar a capacidade diagnóstica no país. Com o avançar do projeto, que acontece por meio de uma parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) de Rondônia, a ideia é expandir para as demais regiões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda em parceria com a Fiocruz, o Ministério da Saúde garantiu importante medida de acesso a medicamentos para tratamento da&nbsp;hepatite C, com a primeira aquisição e distribuição de sofosbuvir e daclatasvir para estados e municípios. Foram 800 mil unidades farmacêuticas entregues. Com essa nova opção terapêutica de tratamento, além de possibilitar um alto percentual de cura, foi possível proporcionar uma economia em torno de R$ 43 milhões para o Sistema Único de Saúde (SUS), aproximadamente 33% mais barato quando comparado com o esquema anteriormente disponível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde atua, ainda, em ações de prevenção, principalmente com a vacinação contra&nbsp;hepatite A&nbsp;e B, e na expansão do acesso a diagnóstico e tratamento contra hepatite B e C. Com isso, a pasta espera que a eliminação dessas doenças como problema de saúde pública ocorra até 2030. Nesse sentido, o Brasil foi o primeiro país do mundo a lançar uma política governamental para eliminar ou reduzir, como problemas de saúde pública, 14 doenças e infecções que acometem, de forma mais intensa, as populações em situação de maior vulnerabilidade social. As hepatites virais estão inclusas na ação, conhecida como&nbsp;Brasil Saudável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para acelerar essa resposta de eliminação das infecções, o Ministério da Saúde criou uma coordenação-geral específica de hepatites virais, dentro da&nbsp;Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente. O fortalecimento da estrutura da pasta permite a continuidade do diálogo com a sociedade civil, estados e municípios. Exemplo disso é a construção do Plano para a Eliminação das Hepatites Virais no Brasil, que será colocado em consulta pública em agosto deste ano, com o objetivo de criar uma linha de cuidado de acordo com as realidades locais. O documento foi construído de forma articulada com gestores estaduais e municipais, sociedades civil e científica, bem como com instituições nacionais e internacionais parceiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Redução na detecção de casos e nas mortes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados do Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2024 apontam que, de 2000 a 2023, foram notificados mais de 785 mil casos no Brasil, sendo 40,6% do tipo C, 36,8% do tipo B, 21,8% do tipo A e 0,6 de hepatite D. Somente em 2023, foram mais de 28 mil novos casos, sendo 7,3% de hepatite A, 35,4% de hepatite B e 56,7% de hepatite C. Do total de casos de hepatite D, ao longo da série histórica, observou-se que 62,8% estavam entre pessoas autodeclaradas pretas ou pardas, seguidos de 17,3% de brancas, 6,6% de indígenas e 1,3% de amarelas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As taxas de detecção de hepatites B e C apresentaram redução de 7,9% e 8,7%, respectivamente, quando comparadas a 2022. Em relação aos óbitos – com base na série histórica de 2012 a 2022 com dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) – é possível observar redução nas mortes relacionadas às hepatites A (36,8%), B (22,6%) e C (54,9%). A redução das mortes pode ser observada como um resultado de diversas ações, tais como introdução dos antivirais de ação direta a partir de 2015 e a introdução da vacina de hepatite A para crianças em 2014. Contudo, em 2022, a hepatite C foi a principal causa de óbitos entre as hepatites virais com 69,9%, seguida pela hepatite B com 26,1% do total.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, cerca de 7 mil pessoas iniciaram e mais de 40 mil estavam em tratamento para hepatite B. Quanto à hepatite C, cerca de 17 mil pessoas realizaram tratamento. Assim como para a hepatite B, a maioria (86%) realizou acompanhamento médico no serviço público de saúde e 98% trataram a hepatite C pela primeira vez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saúde investe mais de R$ 382 milhões em testes e medicamentos para hepatites virais</p>



<p class="wp-block-paragraph">As hepatites virais atingem o fígado, causando alterações leves, moderadas ou graves. Na maioria das vezes são infecções silenciosas, ou seja, não apresentam sintomas. Entretanto, quando presentes, elas podem se manifestar com cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras. O&nbsp;SUS&nbsp;disponibiliza testes rápidos e de confirmação para as hepatites B e C, bem como os respectivos tratamentos. De janeiro de 2023 a junho deste ano, o Ministério da Saúde investiu cerca de R$ 382 milhões em testes rápidos e medicamentos para hepatites virais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de ainda não existir medicamento capaz de conferir a cura para a infecção pelo vírus da hepatite B, os disponíveis atualmente colaboram para o controle da carga viral e da evolução da doença, bem como para a manutenção da qualidade de vida. Quanto à hepatite C, os medicamentos disponibilizados no SUS conferem a cura em mais de 95% dos casos, com tratamentos que estão disponíveis para qualquer pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vacinas contra hepatite A e B fazem parte do calendário nacional. A vacina da hepatite A tem esquema de uma dose aplicada aos 15 meses de vida e também está disponível nos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE) com duas doses para pessoas acima de 1 ano de idade com determinadas condições de saúde. Já a vacina da hepatite B, a recomendação é que se façam quatro doses da vacina, sendo: uma ao nascer (vacina Hepatite B), e aos 2, 4 e 6 meses de idade (vacina Pentavalente). Para a população adulta, o esquema completo se dá com o registro de três doses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem tem mais de 20 anos e não sabe se tomou as três doses de hepatite B, é preciso procurar um posto de saúde para fazer o teste de hepatites. O Ministério da Saúde recomenda que todas as pessoas com mais de 40 anos façam o teste.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Incentivo à testagem</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a lei que institui o Julho Amarelo no país, mês destinado à luta contra as hepatites virais. De acordo com o documento, também assinado pela ministra da Saúde, Nísia Trindade, a ação tem foco na conscientização sobre os riscos da doença, nas formas de prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos humanos. O projeto originário da lei é de autoria do atual ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Alexandre Padilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, com o slogan “4 passos para eliminar a hepatite – conhecer, prevenir, testar e tratar”, a campanha será realizada nas redes sociais digitais, reforçando a importância da ampla testagem, pois, com exceção da hepatite B, as hepatites virais têm cura e o tratamento é oferecido gratuitamente pelo SUS.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Informações para tomada de decisão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir de agora, o Ministério da Saúde também vai disponibilizar dois painéis de informação para acompanhamento dos dados da doença: o&nbsp;Painel de Indicadores e Dados Básicos das Hepatites nos Municípios Brasileiros&nbsp;e o&nbsp;Painel de Monitoramento das Hepatites B e C.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados disponibilizados foram retirados do Sistema de Controle Logístico de Medicamentos de Hepatites a partir de janeiro de 2023. Os indicadores descritos consideram as pessoas que receberam dispensação de medicamentos para o tratamento das hepatites B ou C e foram estratificados segundo região geográfica, sexo, raça-cor-etnia, escolaridade, situação de privação de liberdade ou situação de rua.</p>
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