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	<title>funai Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>funai Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Indígenas: Roraima aparece entre os estados com mais assassinatos, suicídios e óbitos infantis em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 15:33:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima aparece entre os estados brasileiros com os maiores números de assassinatos, suicídios e mortes de crianças indígenas em 2025, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (13) pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi). O estado registrou 82 assassinatos de indígenas, o maior número entre as unidades da federação. Também foram contabilizados 37 suicídios e 158 mortes de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima aparece entre os estados brasileiros com os maiores números de assassinatos, suicídios e mortes de crianças indígenas em 2025, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (13) pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estado registrou 82 assassinatos de indígenas, o maior número entre as unidades da federação. Também foram contabilizados 37 suicídios e 158 mortes de bebês e crianças indígenas de até 4 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados fazem parte do Relatório Violência contra os Povos Indígenas no Brasil e foram obtidos a partir do Sistema de Informação sobre Mortalidade, de secretarias estaduais de Saúde e da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai).</p>



<p class="wp-block-paragraph">No país, o número de indígenas assassinados chegou a 258 em 2025, acima dos 211 casos registrados em 2024. O Amazonas teve 47 mortes e Mato Grosso do Sul, 37.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do Cimi, os dados refletem um contexto de violência relacionado a conflitos territoriais, invasões de terras e vulnerabilidade das comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também registra 215 suicídios de indígenas no país em 2025, contra 208 no ano anterior. O Amazonas liderou o indicador, com 77 casos, seguido por Mato Grosso do Sul, com 42, e Roraima, com 37.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os suicídios permaneceram concentrados entre os mais jovens. Indígenas de 20 a 29 anos representam 41% dos casos, enquanto aqueles de até 19 anos correspondem a 34%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mortes na infância</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima também aparece em segundo lugar no número de mortes de crianças indígenas de até 4 anos. Foram 158 óbitos registrados no estado, atrás apenas do Amazonas, que contabilizou 306.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em todo o Brasil, o levantamento identificou 1.024 mortes de bebês e crianças indígenas nessa faixa etária, contra 922 em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais da metade dos óbitos, 586 casos, equivalentes a 57%, decorreu de causas consideradas evitáveis pelo relatório. Entre elas estão gripe e pneumonia, com 104 mortes; doenças infecciosas intestinais, com 85; e desnutrição, com 32.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento ainda registra 121 ocorrências relacionadas à desassistência na saúde, 111 na educação e 58 de forma geral. Também foram contabilizadas 62 mortes por falta de atendimento em saúde e 14 casos envolvendo álcool e outras drogas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Cimi aponta que a falta de infraestrutura, profissionais, medicamentos, água potável e saneamento contribui para agravar as condições de saúde de comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Violência territorial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A publicação contabilizou 1.276 casos de violência contra o patrimônio indígena em 2025. A maior parte, 897 ocorrências, está relacionada à omissão ou demora na regularização das terras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros 169 casos envolveram conflitos por direitos territoriais e 210 foram relacionados a invasões, exploração ilegal de recursos naturais e outros danos ao patrimônio indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, existem 1.443 terras e reivindicações territoriais indígenas no Brasil. Dessas, 897 ainda dependem de alguma providência administrativa para regularização e 582 não tiveram nenhuma medida para iniciar o processo de demarcação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também registra medidas adotadas pelo poder público em 2025, como a publicação de nove relatórios de identificação e delimitação, dez portarias declaratórias, sete homologações e cinco registros de terras como patrimônio da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Yanomami em Roraima ainda enfrentam dificuldades em saúde e segurança, aponta relatório</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/yanomami-em-roraima-ainda-enfrentam-dificuldades-em-saude-e-seguranca-aponta-relatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um relatório aprovado pela Subcomissão Permanente dos Povos Indígenas Yanomami, da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, aponta que as comunidades em Roraima continuam enfrentando dificuldades relacionadas à saúde, segurança, educação e alimentação, mesmo com a redução da atividade garimpeira na região. O documento foi aprovado nesta quarta-feira (8) pela senadora Damares Alves (Republicanos), [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um relatório aprovado pela Subcomissão Permanente dos Povos Indígenas Yanomami, da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, aponta que as comunidades em Roraima continuam enfrentando dificuldades relacionadas à saúde, segurança, educação e alimentação, mesmo com a redução da atividade garimpeira na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento foi aprovado nesta quarta-feira (8) pela senadora Damares Alves (Republicanos), após uma diligência realizada em Boa Vista nos dias 28 e 29 de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a visita, representantes de instituições ligadas à saúde indígena e à segurança pública relataram avanços nas operações de retirada de garimpeiros, mas também destacaram problemas que permanecem na região, como circulação de armas, conflitos entre comunidades e dificuldades de acesso para atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório, a crise enfrentada pelos Yanomami envolve fatores que vão além da saúde, incluindo degradação ambiental e crime organizado. O documento recomenda uma atuação conjunta entre órgãos públicos e participação das comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami e Ye’kuana informou que houve aumento no número de profissionais e melhorias em indicadores como a vacinação infantil. Entretanto, o transporte aéreo continua sendo necessário para muitos atendimentos e pode ser prejudicado por condições climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também aponta que o garimpo ilegal segue afetando a segurança alimentar e a saúde dos indígenas. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) relataram avanços na desintrusão, mas citaram dificuldades para operações em regiões de difícil acesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na educação, o documento aponta interrupções nas aulas e impactos na proteção de crianças e adolescentes, além de dificuldades relacionadas à entrega de cestas de alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As recomendações incluem o fortalecimento da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e melhorias na coordenação entre órgãos públicos. A Casa de Governo em Roraima foi identificada como ponto de articulação interinstitucional.</p>
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		<title>Funai inicia instalação de placas para identificar limites da Terra Indígena Raposa Serra do Sol</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/funai-inicia-instalacao-de-placas-para-identificar-limites-da-terra-indigena-raposa-serra-do-sol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:55:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) deu início à instalação de placas de identificação territorial na Etnorregião Serras, área da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Uiramutã. A iniciativa é desenvolvida em parceria com o Conselho Indígena de Roraima (CIR), por meio de acordo de cooperação técnica. As informações foram divulgadas pelo governo [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) deu início à instalação de placas de identificação territorial na Etnorregião Serras, área da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Uiramutã. A iniciativa é desenvolvida em parceria com o Conselho Indígena de Roraima (CIR), por meio de acordo de cooperação técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações foram divulgadas pelo governo federal nesta quarta-feira (1º).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho integra as estratégias de Gestão Territorial e Ambiental e tem como objetivo reforçar a proteção do território, orientar visitantes e ampliar a identificação dos limites da Terra Indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Funai, as placas também fortalecem as ações de monitoramento, vigilância e gestão territorial ao tornar mais visível a presença do território indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação reuniu lideranças indígenas, representantes das comunidades e servidores da instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As placas foram instaladas ao longo da RR-171, nas proximidades da comunidade São Mateus; no entroncamento da vicinal Mutum, na comunidade Pedra Branca; no entroncamento da vicinal Água Fria, na comunidade Tabatinga; no entroncamento da vicinal Socó, na comunidade Lilás; na Base de Vigilância e Monitoramento Geraldo Macuxi; no entroncamento da vicinal Ticoça; e no limite da Terra Indígena Raposa Serra do Sol com o perímetro urbano de Uiramutã, abrangendo a comunidade Caxirimã, a Base de Monitoramento Armando Silva e o Marco 1 do perímetro urbano.</p>
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		<item>
		<title>Justiça Federal confirma obrigação de regularizar aeródromos que atendem indígenas em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/justica-federal-confirma-obrigacao-de-regularizar-aerodromos-que-atendem-indigenas-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:16:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) deverão manter as providências para regularização de pistas de pouso utilizadas no atendimento a comunidades indígenas em Roraima. A determinação foi confirmada pela Sexta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que manteve sentença obtida pelo Ministério Público Federal (MPF). O caso envolve [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) deverão manter as providências para regularização de pistas de pouso utilizadas no atendimento a comunidades indígenas em Roraima. A determinação foi confirmada pela Sexta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que manteve sentença obtida pelo Ministério Público Federal (MPF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso envolve aeródromos utilizados para transporte logístico e assistência médica aérea aos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei) Yanomami e Leste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela decisão, publicada em maio, os réus devem apresentar um cronograma de regularização em até 60 dias e concluir o processo no prazo de um ano perante a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). O descumprimento pode resultar em multa diária de R$ 5 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tribunal também preservou a suspensão dos efeitos restritivos de editais aeronáuticos reguladores, permitindo a continuidade das operações das pistas até que a regularização seja concluída.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No julgamento, os desembargadores rejeitaram os argumentos de ilegitimidade passiva levantados pela União e pela Funai. Também afastaram alegações de cerceamento de defesa, violação à separação dos Poderes e aplicação da teoria da reserva do possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o entendimento firmado, a intervenção do Judiciário visa corrigir omissões administrativas, especialmente em situações relacionadas ao direito à saúde, considerado parte do mínimo existencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O histórico do processo foi destacado pelo MPF ainda em 2019. Na ocasião, o órgão questionou a justificativa de contingenciamento orçamentário apresentada pela União e observou que mais de três anos haviam transcorrido desde a liminar concedida em 2016 sem avanço nas regularizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF relatou ainda que a falta de regularização jurídica das pistas comprometeu o abastecimento e o atendimento médico nas comunidades indígenas. Em 2021, empresas de táxi aéreo contratadas para realizar remoções médicas recusaram-se a pousar em aeródromos sem homologação por temor de punições administrativas da Anac.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, equipes de saúde passaram a realizar deslocamentos a pé e houve restrição das remoções de urgência. O serviço somente foi retomado temporariamente após edição de resolução excepcional voltada ao período da pandemia na Amazônia Legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme apontado pelo MPF, um dos principais obstáculos para a homologação dos aeródromos era a ausência de apresentação dos Planos Básicos de Zona de Proteção do Aeródromo (PBZPA) ao Decea pelos entes responsáveis.</p>
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		<item>
		<title>TRF1 manda União e Funai concluir demarcação de terra indígena em Roraima em cinco anos</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/trf1-manda-uniao-e-funai-concluir-demarcacao-de-terra-indigena-em-roraima-em-cinco-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 03 May 2026 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) terão prazo máximo de cinco anos para concluir a demarcação da Comunidade Indígena Anzol, na zona rural de Boa Vista, conforme decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). A determinação foi tomada pela 11ª Turma do tribunal ao julgar ação civil pública movida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) terão prazo máximo de cinco anos para concluir a demarcação da Comunidade Indígena Anzol, na zona rural de Boa Vista, conforme decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A determinação foi tomada pela 11ª Turma do tribunal ao julgar ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF), que cobra a regularização da área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O TRF1 também autorizou o cumprimento imediato da decisão, dispensando a necessidade de aguardar o trânsito em julgado do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, o prazo de cinco anos começa a contar a partir da intimação da sentença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em caso de descumprimento, foi fixada multa diária de R$ 1 mil contra os responsáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, o tribunal destacou que a demora na demarcação não pode ser justificada por questões administrativas ou falta de recursos, por se tratar de direito fundamental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Comunidade Indígena Anzol reúne povos das etnias Macuxi e Wapichana, que, conforme o Conselho Indígena de Roraima (CIR), vivem na área há mais de 70 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O grupo não foi incluído no processo de demarcação da Terra Indígena Serra da Moça, realizado em 1982, o que deu origem à atual situação de indefinição territorial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem a regularização, os moradores enfrentam conflitos e insegurança jurídica ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desse cenário, o MPF ingressou com a ação em 2016 para assegurar o reconhecimento do território tradicional.</p>
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		<item>
		<title>Roraima intensifica oficinas contra incêndios em terras indígenas diante de possível super El Niño</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-intensifica-oficinas-contra-incendios-em-terras-indigenas-diante-de-possivel-super-el-nino/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Apr 2026 17:15:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[Comunidade Leão de Ouro]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra Indígena Santa Inês]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão de um possível super El Niño tem levado à ampliação de ações de prevenção a incêndios em terras indígenas de Roraima. No norte do estado, oficinas têm sido realizadas com o objetivo de preparar comunidades para enfrentar estiagem prolongada e aumento das temperaturas. As atividades acontecem na Terra Indígena Santa Inês, onde vivem [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A previsão de um possível super El Niño tem levado à ampliação de ações de prevenção a incêndios em terras indígenas de Roraima. No norte do estado, oficinas têm sido realizadas com o objetivo de preparar comunidades para enfrentar estiagem prolongada e aumento das temperaturas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades acontecem na Terra Indígena Santa Inês, onde vivem comunidades Macuxi. A iniciativa reúne o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O território, com cerca de 30 mil hectares, inclui as comunidades Leão de Ouro e Santa Inês. Nessas localidades, os encontros orientam sobre o manejo integrado do fogo, prática que busca unir conhecimentos tradicionais a técnicas de prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A redução das chuvas na Região Norte é um dos fatores considerados nas orientações. Esse cenário aumenta o risco de queimadas, o que levou à ampliação das atividades educativas nas comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os temas discutidos está o descarte de resíduos sólidos. A orientação é evitar a queima de lixo, prática que pode dar origem a focos de incêndio, especialmente em períodos mais secos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também faz parte do conteúdo a queima prescrita, técnica que envolve o uso controlado do fogo para reduzir a vegetação seca e evitar incêndios de maior escala.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As oficinas não se limitam à prevenção de incêndios. Há também orientações voltadas à segurança alimentar durante períodos críticos, considerando os impactos das mudanças climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Embrapa apresentou sistemas de produção integrados que podem ser adotados em áreas menores, incluindo cultivo de hortaliças, criação de peixes e pequenos animais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades incluem palestras, dinâmicas e participação de lideranças locais. De acordo com o Ibama, a continuidade dessas iniciativas é importante para reduzir impactos ambientais e fortalecer a adaptação das comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de ac24horas</em></strong></p>
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		<title>Governo deve investir R$ 35 milhões para construção de 8 escolas na Terra Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/governo-deve-investir-r-35-milhoes-para-construcao-de-8-escolas-na-terra-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 15:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa Econômica Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Censo Escolar]]></category>
		<category><![CDATA[escolas indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[FNDE]]></category>
		<category><![CDATA[funai]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Novo PAC]]></category>
		<category><![CDATA[roraima]]></category>
		<category><![CDATA[Secadi]]></category>
		<category><![CDATA[terra yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal confirmou a previsão de investimento de R$ 35 milhões para a construção de oito escolas na Terra Indígena Yanomami, em uma iniciativa do Novo PAC que deve atender inicialmente 1.505 pessoas. A área, que abriga cerca de 30 mil habitantes, é o maior território indígena do Brasil e receberá novas unidades escolares [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governo federal confirmou a previsão de investimento de R$ 35 milhões para a construção de oito escolas na Terra Indígena Yanomami, em uma iniciativa do Novo PAC que deve atender inicialmente 1.505 pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A área, que abriga cerca de 30 mil habitantes, é o maior território indígena do Brasil e receberá novas unidades escolares voltadas à educação indígena em áreas da Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o secretário do Novo PAC, Roberto Garibe, a ação tem caráter estrutural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A construção de escolas indígenas através do Novo PAC responde a uma necessidade histórica em nosso país. Esse investimento estará aliado à identidade cultural, ao modo de vida e às tradições do povo Yanomami”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A definição das localidades onde as escolas serão construídas foi feita pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), vinculada ao Ministério da Educação (MEC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo utilizou dados do Censo Escolar e teve como base uma portaria conjunta entre o MEC e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Portaria nº 1, de 25/02/2026, estabelece critérios para que estados formalizem pedidos de construção ou ampliação de escolas indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O FNDE terá até 28 de abril para avaliar e aprovar as propostas enviadas pelos estados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois disso, os projetos serão encaminhados para análise técnica da Caixa Econômica Federal e da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A execução das obras será responsabilidade dos governos estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora-geral de Políticas Educacionais Indígenas, Pierlangela Nascimento da Cunha, afirmou que houve consulta prévia às comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As comunidades deram a anuência, fizemos a consulta prévia e a nossa expectativa é melhorar a oferta da educação escolar indígena”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também destacou que as construções serão adaptadas ao bioma amazônico e à realidade indígena, com estruturas de alta durabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Amazonas, as escolas atenderão Maturacá (550 matrículas), Maiá (220), Pukima (170), Curuá (70), Komixiue (100) e Estima (109).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Roraima, duas unidades serão construídas na Terra Indígena Yanomami, atendendo diretamente comunidades locais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Serão beneficiadas Fuduuwaaduinha Yek’wana, com 163 estudantes, e Mauxiu, com 123 estudantes indígenas.</p>
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		<title>Operação desarticula garimpo ilegal em 13 hectares da Raposa Serra do Sol, em Normandia</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/operacao-desarticula-garimpo-ilegal-em-13-hectares-da-raposa-serra-do-sol-em-normandia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[exército]]></category>
		<category><![CDATA[funai]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[guiana]]></category>
		<category><![CDATA[ibama]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Xapiri]]></category>
		<category><![CDATA[polícia federal]]></category>
		<category><![CDATA[rio Maú]]></category>
		<category><![CDATA[Serra do Atola]]></category>
		<category><![CDATA[terra yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma área de 13 hectares atingida por garimpo ilegal dentro da Terra Indígena Raposa Serra do Sol foi alvo de operação nesta semana, em Normandia, no norte de Roraima. A mobilização envolveu equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e do Exército Brasileiro. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma área de 13 hectares atingida por garimpo ilegal dentro da Terra Indígena Raposa Serra do Sol foi alvo de operação nesta semana, em Normandia, no norte de Roraima. A mobilização envolveu equipes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e do Exército Brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A intervenção ocorreu em regiões previamente embargadas, onde havia sinais de retomada das atividades de extração mineral. As equipes se concentraram nas encostas da Serra do Atola, próxima à Comunidade Raposa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os órgãos envolvidos, o avanço do garimpo está relacionado ao deslocamento de grupos após ações repressivas na Terra Indígena Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação, denominada Xapiri, teve como objetivo interromper a exploração ilegal e reduzir a estrutura dos garimpeiros. O prejuízo estimado chega a R$ 750 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram inutilizados 27 motores, entre guinchos e geradores, além de cinco britadeiras, uma perfuratriz e um detector de ouro. A estrutura montada no local incluía ainda 30 acampamentos, que foram destruídos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A logística da atividade também foi atingida com a apreensão de um automóvel, uma motocicleta e duas carretas semirreboque. As equipes retiraram ainda 13 toneladas de minério bruto que estavam armazenadas para processamento em moinhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ibama informou que o processo de extração na área costuma envolver o uso de cianeto, substância altamente tóxica. Segundo o órgão, esse produto representa risco à saúde das comunidades indígenas e pode contaminar os recursos hídricos da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a operação, duas pessoas foram detidas em flagrante e encaminhadas à Polícia Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações fazem parte de uma série de intervenções ao longo de 2025 para conter o avanço do garimpo ilegal. Em Uiramutã, também neste ano, foram destruídas três balsas usadas na extração no rio Maú, na fronteira com a Guiana.</p>
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		<title>Justiça mantém multa de R$ 30 mil contra Funai por descumprimento de plano para indígenas Warao e E’ñepá</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/justica-mantem-multa-de-r-30-mil-contra-funai-por-descumprimento-de-plano-para-indigenas-warao-e-enepa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[boa vista]]></category>
		<category><![CDATA[E’ñepá]]></category>
		<category><![CDATA[funai]]></category>
		<category><![CDATA[mpf]]></category>
		<category><![CDATA[operação acolhida]]></category>
		<category><![CDATA[pacaraima]]></category>
		<category><![CDATA[roraima]]></category>
		<category><![CDATA[TRF1]]></category>
		<category><![CDATA[união]]></category>
		<category><![CDATA[Warao]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A manutenção de uma multa mensal de R$ 30 mil contra a União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em decisão unânime relacionada à assistência a indígenas venezuelanos em Roraima. A medida foi tomada após novo pedido do Ministério Público Federal (MPF). O [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A manutenção de uma multa mensal de R$ 30 mil contra a União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) foi confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em decisão unânime relacionada à assistência a indígenas venezuelanos em Roraima. A medida foi tomada após novo pedido do Ministério Público Federal (MPF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo trata do descumprimento de um plano de ação voltado aos povos Warao e E’ñepá, que vivem no estado em decorrência da migração venezuelana. O acórdão rejeitou recurso da Funai e manteve as determinações judiciais já estabelecidas em decisões anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A obrigação de elaborar e executar o plano foi fixada inicialmente em sentença publicada em 2021, no âmbito de ação ajuizada pelo MPF. A decisão determinou que União e Funai adotassem medidas concretas para garantir assistência adequada às comunidades indígenas migrantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2022, diante da ausência de cumprimento, a Justiça estabeleceu multa mensal de R$ 30 mil para cada um dos órgãos federais. A penalidade foi mantida no ano seguinte, em 2023, após a rejeição de recursos apresentados pelas instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a nova decisão do TRF1, reforça-se o entendimento de que as medidas devem ser implementadas de forma imediata, sem novos adiamentos. O tribunal considerou que a persistência da omissão compromete a proteção das comunidades afetadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o MPF, a omissão do poder público ocorre desde o início da tramitação do processo e permanece mesmo com o agravamento da crise migratória em Roraima. O órgão aponta que a Funai demorou a assumir a gestão da política indigenista para povos não nacionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mudança de posicionamento ocorreu apenas em 2018, quando a fundação reconheceu a obrigação de prestar assistência a indígenas em território brasileiro, independentemente de serem nacionais ou estrangeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dignidade violada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF argumenta que a conduta dos órgãos federais viola a dignidade da pessoa humana e desrespeita decisões judiciais. Também sustenta que a alegação de insuficiência orçamentária não pode justificar a ausência de medidas voltadas a grupos em situação de vulnerabilidade extrema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão solicitou a execução imediata das multas referentes ao período entre outubro de 2022 e março de 2023. Para o MPF, a continuidade da inércia estatal representa desrespeito à autoridade do Poder Judiciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No parecer, o Ministério Público destaca que não há impedimento para exigir o cumprimento de obrigações de fazer por parte da Fazenda Pública. A restrição, segundo o órgão, se aplica apenas a obrigações de pagamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento também aponta que a União dispõe de orçamento específico para a Operação Acolhida, podendo destinar recursos e pessoal para executar o plano indigenista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF chama atenção ainda para consequências práticas do descumprimento, como tentativas de remoção de comunidades entre abrigos sem consulta prévia, livre e informada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se o plano estivesse sendo cumprido, certamente a Funai estaria exercendo função de protagonismo nas mencionadas tratativas, contribuindo para a efetivação de um diálogo permanente e eficaz entre os indígenas venezuelanos e as autoridades brasileiras”, afirma o MPF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O plano de ação foi elaborado pela Funai em 2018 e prevê cinco eixos de atuação, incluindo diálogo intercultural e planejamento educacional específico. Apesar da previsão de conclusão até o fim do segundo semestre daquele ano, ele não foi implementado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Naquele período, cerca de 1,1 mil indígenas das etnias Warao e E’ñepá estavam abrigados em Roraima, segundo levantamento da Fraternidade Internacional, principalmente em Boa Vista e Pacaraima. Para o MPF, a multa busca garantir atendimento contínuo e qualificado às comunidades.</p>
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		<title>Primeira placa de identificação de terra indígena é instalada após acordo entre Funai e CIR</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/primeira-placa-de-identificacao-de-terra-indigena-e-instalada-apos-acordo-entre-funai-e-cir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 04:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[acordo de cooperação]]></category>
		<category><![CDATA[amajari]]></category>
		<category><![CDATA[boa vista]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[CIR]]></category>
		<category><![CDATA[demarcação]]></category>
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		<category><![CDATA[Terra Indígena da Cabeceira]]></category>
		<category><![CDATA[Truaru]]></category>
		<category><![CDATA[UTL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A instalação da primeira placa de identificação da Terra Indígena da Cabeceira marcou, no dia 9 de março, o início da execução do acordo de cooperação entre a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Conselho Indígena de Roraima (CIR). A informação foi divulgada pela Funai nesta terça-feira (24). A ação ocorreu na Comunidade [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A instalação da primeira placa de identificação da Terra Indígena da Cabeceira marcou, no dia 9 de março, o início da execução do acordo de cooperação entre a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Conselho Indígena de Roraima (CIR). A informação foi divulgada pela Funai nesta terça-feira (24).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação ocorreu na Comunidade Indígena Truaru da Cabeceira e dá início à instalação das placas previstas na parceria firmada em 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Funai, a sinalização busca tornar visíveis os limites das terras indígenas e contribuir para a proteção territorial, além de apoiar a organização comunitária e prevenir acessos indevidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram da agenda a presidente da Funai, Joenia Wapichana, a diretora de Administração e Gestão, Mislene Metchacuna, a coordenadora regional em Roraima, Marizete de Souza, e o coordenador do CIR, Amarildo Macuxi.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a atividade, Joenia Wapichana destacou a relevância do território para as comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa terra aqui é importante para a cultura, sobrevivência física, econômica e meio ambiente. Cabe a cada um cuidar. A placa pode ser simbólica, mas vai trazer a identificação para todos verem que aqui é uma terra indígena demarcada e o Estado brasileiro tem o dever de proteger. Não é favor, é obrigação”, frisou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O coordenador do CIR afirmou que a medida fortalece a proteção dos territórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essas placas de identificação nos garantem a segurança jurídica das comunidades, porque na placa diz que é terra protegida e proíbe também o acesso de pessoas estranhas sem o consentimento da comunidade”, reforçou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A coordenadora regional da Funai destacou o papel da parceria na execução das ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um momento importante, em que temos uma organização que teve o papel fundamental de olhar para a nossa instituição e dar apoio no atendimento das demandas das nossas comunidades. Espero que possamos fortalecer cada vez mais a parceria”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As atividades contaram com acompanhamento das Unidades Técnicas Locais (UTLs) de Amajari, Pacaraima, Normandia e Boa Vista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo foi firmado em abril de 2025, durante o Acampamento Terra Livre (ATL), em Brasília, e prevê a entrega de 230 placas e ferramentas para 29 terras indígenas no estado.</p>
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