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	<title>garimpo ilegal Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>garimpo ilegal Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>MPF aciona Facebook na Justiça por conteúdos sobre garimpo ilegal e cita publicações identificadas em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:38:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) entrou com ação civil pública contra a empresa Facebook Serviços Online do Brasil Ltda. para cobrar medidas contra conteúdos que incentivem o garimpo ilegal nas plataformas Facebook e Instagram. A investigação que deu origem ao processo identificou publicações relacionadas à exploração ilegal de ouro em Roraima. O órgão pede à [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) entrou com ação civil pública contra a empresa Facebook Serviços Online do Brasil Ltda. para cobrar medidas contra conteúdos que incentivem o garimpo ilegal nas plataformas Facebook e Instagram. A investigação que deu origem ao processo identificou publicações relacionadas à exploração ilegal de ouro em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão pede à Justiça que a empresa adote mecanismos capazes de prevenir e impedir a divulgação de postagens com apologia ou incentivo à extração ilegal de recursos minerais em todo o território nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi apresentada após um inquérito civil aberto em 2024 pelo MPF. A apuração analisou a utilização das redes sociais para divulgação de conteúdos ligados ao garimpo ilegal e teve como base informações produzidas em um inquérito policial que atualmente tramita como ação penal na Justiça Federal em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a investigação, o MPF solicitou informações sobre regras de moderação de conteúdo, ferramentas de inteligência artificial e procedimentos adotados pelas plataformas para identificar publicações relacionadas ao crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF afirma que encontrou perfis e grupos públicos utilizados para promover ou incentivar a atividade ilegal. A empresa informou ter removido parte dos conteúdos indicados, mas, conforme o órgão, novas publicações semelhantes voltaram a aparecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação questiona se existem tecnologias capazes de impedir previamente a publicação desse tipo de material, incluindo mecanismos de monitoramento de palavras-chave e identificação da origem geográfica das postagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os pedidos apresentados estão a criação de alertas preventivos para usuários, o aprimoramento dos sistemas de detecção e a adoção de medidas contra contas reincidentes.</p>
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		<title>Yanomami em Roraima ainda enfrentam dificuldades em saúde e segurança, aponta relatório</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/yanomami-em-roraima-ainda-enfrentam-dificuldades-em-saude-e-seguranca-aponta-relatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um relatório aprovado pela Subcomissão Permanente dos Povos Indígenas Yanomami, da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, aponta que as comunidades em Roraima continuam enfrentando dificuldades relacionadas à saúde, segurança, educação e alimentação, mesmo com a redução da atividade garimpeira na região. O documento foi aprovado nesta quarta-feira (8) pela senadora Damares Alves (Republicanos), [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um relatório aprovado pela Subcomissão Permanente dos Povos Indígenas Yanomami, da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, aponta que as comunidades em Roraima continuam enfrentando dificuldades relacionadas à saúde, segurança, educação e alimentação, mesmo com a redução da atividade garimpeira na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento foi aprovado nesta quarta-feira (8) pela senadora Damares Alves (Republicanos), após uma diligência realizada em Boa Vista nos dias 28 e 29 de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a visita, representantes de instituições ligadas à saúde indígena e à segurança pública relataram avanços nas operações de retirada de garimpeiros, mas também destacaram problemas que permanecem na região, como circulação de armas, conflitos entre comunidades e dificuldades de acesso para atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório, a crise enfrentada pelos Yanomami envolve fatores que vão além da saúde, incluindo degradação ambiental e crime organizado. O documento recomenda uma atuação conjunta entre órgãos públicos e participação das comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami e Ye’kuana informou que houve aumento no número de profissionais e melhorias em indicadores como a vacinação infantil. Entretanto, o transporte aéreo continua sendo necessário para muitos atendimentos e pode ser prejudicado por condições climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também aponta que o garimpo ilegal segue afetando a segurança alimentar e a saúde dos indígenas. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) relataram avanços na desintrusão, mas citaram dificuldades para operações em regiões de difícil acesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na educação, o documento aponta interrupções nas aulas e impactos na proteção de crianças e adolescentes, além de dificuldades relacionadas à entrega de cestas de alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As recomendações incluem o fortalecimento da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e melhorias na coordenação entre órgãos públicos. A Casa de Governo em Roraima foi identificada como ponto de articulação interinstitucional.</p>
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		<title>PRF apreende 253 kg de mercúrio na BR-401; apreensões no ano passam de uma tonelada em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/prf-apreende-253-kg-de-mercurio-na-br-401-apreensoes-no-ano-passam-de-uma-tonelada-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 13:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 253 kg de mercúrio clandestino no começo desta semana na BR-401, em Cantá, no centro-leste de Roraima. O material estava em sete embalagens dentro de um veículo fiscalizado pelos policiais. O mercúrio e o carro foram encaminhados à Polícia Civil. Com a apreensão, a PRF informou que já soma [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 253 kg de mercúrio clandestino no começo desta semana na BR-401, em Cantá, no centro-leste de Roraima. O material estava em sete embalagens dentro de um veículo fiscalizado pelos policiais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mercúrio e o carro foram encaminhados à Polícia Civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a apreensão, a PRF informou que já soma 1,08 tonelada de mercúrio retirado de circulação em rodovias federais de Roraima neste ano. <a href="https://fatorrnoticias.com.br/fuga-termina-com-apreensao-recorde-de-400-kg-de-mercurio-na-br-174-em-roraima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Em abril, foram apreendidos 400 kg na BR-174, em Boa Vista</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O material é usado em garimpo ilegal e pode causar contaminação ambiental. A atividade é regulamentada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que exige controle e autorização para circulação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O combate ao transporte do metal faz parte do Plano Amas (Amazônia: Segurança e Soberania), em vigor desde 2023.</p>
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		<item>
		<title>MPF denuncia grupo por organização transnacional ligada ao comércio ilegal de ouro</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mpf-denuncia-grupo-por-organizacao-transnacional-ligada-ao-comercio-ilegal-de-ouro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:26:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça Federal recebeu denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra um grupo de seis pessoas investigadas por exploração ilegal de recursos minerais da União, contrabando, lavagem de dinheiro e organização criminosa transnacional. De acordo com a denúncia, os investigados atuavam na comercialização clandestina de ouro e diamantes em Boa Vista e em Lima, no [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça Federal recebeu denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra um grupo de seis pessoas investigadas por exploração ilegal de recursos minerais da União, contrabando, lavagem de dinheiro e organização criminosa transnacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a denúncia, os investigados atuavam na comercialização clandestina de ouro e diamantes em Boa Vista e em Lima, no Peru, durante o ano de 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MPF, o grupo possuía estrutura organizada e divisão de tarefas para negociação, transporte, ocultação e comercialização de minério de origem ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações tiveram início após cumprimento de mandado de busca e apreensão em um estabelecimento comercial vinculado a um dos denunciados durante a Operação Assucena, em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No local, foram apreendidos documentos, registros e materiais relacionados ao comércio clandestino de ouro e diamantes. A partir da análise do material, a investigação avançou após autorização judicial para compartilhamento das provas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os itens apreendidos estavam cartas-oferta de minério, documentos empresariais, arquivos digitais, planilhas de pureza e cotação de ouro, fotografias de barras de ouro, contratos particulares e listas de fornecedores e clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações também identificaram registros de comunicação entre os integrantes do grupo. Segundo o MPF, mensagens analisadas indicam aporte de aproximadamente R$ 350 mil para compra de ouro no Peru e negociações envolvendo pedras avaliadas em mais de US$ 100 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da condenação pelos crimes apontados, o MPF pede a fixação de valor mínimo de R$ 200 mil para reparação de danos morais coletivos e sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão também requer a perda dos bens apreendidos durante as investigações em favor do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso é conduzido pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental, especializado no enfrentamento à mineração ilegal na Região Norte.</p>
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		<title>Garimpo ilegal perde força na Terra Yanomami, mas invasores mudam estratégia, aponta relatório</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/garimpo-ilegal-perde-forca-na-terra-yanomami-mas-invasores-mudam-estrategia-aponta-relatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um relatório divulgado na sexta-feira (22) pelo Instituto Socioambiental (ISA) aponta redução do desmatamento causado pelo garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, após o pico registrado entre 2021 e 2022. Apesar da queda, o documento alerta que os invasores seguem ativos e têm adotado novas formas de atuação para escapar das operações de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um relatório divulgado na sexta-feira (22) pelo Instituto Socioambiental (ISA) aponta redução do desmatamento causado pelo garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, após o pico registrado entre 2021 e 2022. Apesar da queda, o documento alerta que os invasores seguem ativos e têm adotado novas formas de atuação para escapar das operações de fiscalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento foi produzido em parceria com o programa Monitoring of the Andes Amazon Program (MAAP), da Amazon Conservation Association. Segundo o documento, os garimpeiros passaram a operar de forma descentralizada e migraram para áreas próximas à fronteira com a Venezuela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados apresentados, a TI Yanomami soma atualmente 5.564 hectares degradados pela atividade garimpeira. Apenas em 2025, foram registrados 45,2 hectares de novos desmatamentos provocados pelo garimpo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número representa quase metade dos 84 hectares registrados em 2024. Ainda assim, o relatório aponta que a abertura contínua de novas áreas demonstra que a atividade criminosa continua presente no território indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores destacam que, em 2023, após a decretação da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) pelo governo federal, houve redução de 81,6% na expansão do garimpo em relação ao ano anterior. Naquele ano, foram registrados 330 hectares de expansão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados históricos mostram avanço acelerado da destruição antes das operações federais. Em 2020, a área desmatada chegou a 400 hectares. Em 2021, ultrapassou mil hectares e, em 2022, alcançou aproximadamente 1.800 hectares, maior índice registrado na série monitorada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O monitoramento é feito mensalmente com interpretação visual de imagens de satélite por especialistas em geoprocessamento. As áreas degradadas são delimitadas por polígonos e revisadas periodicamente para refinamento das informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do levantamento por satélite, o ISA realizou um sobrevoo em 23 de abril deste ano nas regiões de Ericó, Palimiu, Waikás e Parafuri. As imagens registradas durante a operação confirmaram os pontos de desmatamento identificados no monitoramento remoto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, foram identificados 121 polígonos de novas áreas impactadas pelo garimpo ilegal. Segundo o relatório, 90% desses pontos possuem até um hectare. Os maiores polígonos, com cerca de quatro hectares cada, foram encontrados em Parima e Surucucus, próximos à pista do Feijão Queimado, em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento aponta ainda que áreas historicamente exploradas, como Alto Catrimani, Médio Uraricoera e Homoxi, aparentam estar relativamente neutralizadas após as operações federais. Em contrapartida, os garimpeiros passaram a espalhar as atividades para regiões menos concentradas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sistema de Alertas da Terra Indígena Yanomami registrou em 2025 pelo menos cinco alertas relacionados à movimentação de aeronaves clandestinas na região de Auaris. Em muitos casos, os voos seguiam em direção à pista do Gaúcho Animal ou para uma pista localizada na cabeceira do rio Aracaçá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O geógrafo do ISA, Estêvão Senra, afirmou que a valorização internacional do ouro mantém a pressão sobre a Terra Indígena Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Operações de desintrusão são o primeiro passo indispensável, mas sozinhas elas não resolvem o problema estrutural. Sem estratégias de proteção territorial de médio e longo prazo, que envolvam vigilância permanente e melhorias na regulação da cadeia do ouro, há um grande risco de observarmos uma nova onda de invasão num futuro próximo.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diretor do MAAP na Amazon Conservation, Matt Finer, afirmou que a redução do garimpo demonstra efeito das ações governamentais, mas alertou para o risco de retorno das invasões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na Terra Indígena Yanomami, o garimpo ilegal atingiu seu pico entre 2021 e 2022, mas caiu significativamente após a grande intervenção do governo brasileiro, iniciada em 2023. No entanto, como observamos recentemente no Peru e na Venezuela, essas ações precisam fazer parte de um esforço contínuo e de longo prazo. Caso contrário, o garimpo ilegal tende a retornar rapidamente.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Instituto Socioambiental</em></strong></p>
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		<item>
		<title>MPF recorre para ampliar penas de condenados por comércio ilegal de ouro e lavagem de dinheiro em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mpf-recorre-para-ampliar-penas-de-condenados-por-comercio-ilegal-de-ouro-e-lavagem-de-dinheiro-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 15:59:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) o aumento das penas de um homem e uma mulher condenados por exploração ilegal de ouro e lavagem de dinheiro em Boa Vista. O órgão considera que a decisão judicial não levou em conta a gravidade dos crimes investigados entre 2020 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) o aumento das penas de um homem e uma mulher condenados por exploração ilegal de ouro e lavagem de dinheiro em Boa Vista. O órgão considera que a decisão judicial não levou em conta a gravidade dos crimes investigados entre 2020 e 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações apontaram que a dupla movimentou mais de R$ 2,2 milhões por meio da comercialização ilegal de aproximadamente 7,5 quilos de ouro. Segundo o MPF, os dois atuavam em conjunto utilizando a estrutura de uma empresa sediada na capital de Roraima para ocultar e dissimular valores obtidos ilegalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia foi apresentada em março de 2023 e teve origem em investigações iniciadas em janeiro de 2021. Na época, denúncias anônimas acompanhadas de imagens e vídeos indicavam que uma empresa registrada para comércio de produtos agrícolas era usada para compra de ouro de origem ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a apuração, ficou comprovado que os condenados utilizavam a empresa como fachada para dar aparência de legalidade às operações relacionadas ao ouro extraído clandestinamente. O MPF afirma que a estrutura empresarial foi usada para facilitar a aquisição e comercialização do minério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença determinou pena de quatro anos de prisão para os dois réus, além do pagamento de 20 dias-multa. A decisão também fixou o regime inicial aberto e autorizou a substituição da prisão por penas restritivas de direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as medidas alternativas definidas pela Justiça estão o pagamento de cinco salários mínimos e prestação de serviços à comunidade pelo período de quatro anos. Para o MPF, no entanto, as punições foram brandas diante dos fatos apontados no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso encaminhado ao TRF1, o órgão pede que a pena-base seja fixada acima do mínimo legal para o crime de usurpação de matéria-prima da União. O MPF também solicita que o cumprimento da pena ocorra em regime inicial semiaberto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o MPF quer a exclusão da substituição das penas privativas de liberdade por medidas restritivas de direitos. O órgão argumenta que as sanções atuais não são suficientes para prevenir práticas relacionadas à macrocriminalidade mineral na Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o recurso, a sentença deixou de considerar elementos que agravam a conduta dos condenados, como a estrutura organizada usada para operacionalizar os crimes, o grau de responsabilidade da dupla e os impactos ambientais e sociais causados pelo garimpo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF afirma ainda que o ouro comercializado tinha ligação com garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Durante buscas e apreensões, foram encontrados registros de pesagem, cálculos técnicos de pureza do metal e anotações sobre margens de lucro, o que, segundo o órgão, demonstra atuação profissional na atividade clandestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso é acompanhado pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental do MPF, especializado no enfrentamento ao garimpo ilegal nos estados do Amazonas, Rondônia, Roraima e Acre.</p>
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		<title>PF cita ostentação e movimentações milionárias de sobrinho de Denarium em investigação sobre contrabando</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 15:20:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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		<category><![CDATA[Denarium]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma investigação da Polícia Federal (PF) que apura contrabando de diamantes e lavagem de dinheiro em Roraima tem como foco o empresário Fabrício de Souza Almeida, sobrinho do ex-governador Antonio Denarium. O nome dele aparece ligado a suspeitas de movimentações financeiras milionárias e possível atuação em esquema de garimpo ilegal. O caso teve origem em [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma investigação da Polícia Federal (PF) que apura contrabando de diamantes e lavagem de dinheiro em Roraima tem como foco o empresário Fabrício de Souza Almeida, sobrinho do ex-governador Antonio Denarium. <a href="https://fatorrnoticias.com.br/policia/pf-apura-ligacao-de-sobrinho-de-antonio-denarium-com-contrabando-de-diamantes-e-lavagem-de-dinheiro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>O nome dele aparece ligado a suspeitas de movimentações financeiras milionárias e possível atuação em esquema de garimpo ilegal</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso teve origem em agosto de 2020, após uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-174. Fabrício e Zaqueu Pavão Barros estavam em uma Mitsubishi Triton quando foram parados pelos agentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a fiscalização, os dois informaram que vinham de uma fazenda em Iracema, no sul de Roraima. No entanto, a PRF encontrou um comprovante de compra realizado em Porto Velho, em Rondônia, no dia anterior à abordagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a descoberta do documento, os ocupantes admitiram a viagem. Segundo o inquérito, Fabrício se identificou aos policiais como “sobrinho do governador”. A PRF também registrou que ele é filho de Odir Garcia Almeida, irmão de Antonio Denarium.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desse episódio, a PF passou a aprofundar as investigações sobre possível ligação com garimpo ilegal, contrabando de diamantes e lavagem de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os investigadores, Fabrício já havia sido preso em 2010, em Rondônia, durante operação da PF que apreendeu diamantes e dinheiro em espécie. O relatório também cita vínculos com pessoas investigadas na Operação Exodus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto analisado é a empresa FB Serviços, registrada em nome de Fabrício. A PF aponta que a empresa não tinha funcionários registrados nem estrutura operacional compatível com a atividade declarada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar disso, movimentou mais de R$ 6,13 milhões entre setembro de 2019 e março de 2020. O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou transações pulverizadas e saques em espécie considerados suspeitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório registra 24 saques em dinheiro, totalizando R$ 464 mil. Para os investigadores, o padrão financeiro não corresponde ao perfil formal da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PF também analisou redes sociais atribuídas ao empresário, com imagens de carros de luxo, motos aquáticas e consumo de alto padrão. Em uma publicação de 2015, ele foi chamado de “the diamond king”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores afirmam que não foram identificados registros formais de vínculo empregatício no Ministério do Trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação também alcança a proprietária do veículo abordado, Valdete Ribeiro da Silva, técnica de enfermagem da rede pública estadual. O automóvel estava registrado em seu nome.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a PF, há indícios de incompatibilidade entre a renda dela e o patrimônio registrado, incluindo três veículos avaliados em mais de R$ 245 mil, levantando suspeita de uso de “laranjas”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O inquérito segue em andamento e apura organização criminosa, lavagem de dinheiro e crimes ligados ao comércio ilegal de diamantes e ao garimpo em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Metrópoles</em></strong></p>
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		<title>Justiça Federal torna réus sobrinho e irmã de Antonio Denarium em caso que apura R$ 64 milhões ligados ao garimpo</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/justica-federal-torna-reus-sobrinho-e-irma-de-antonio-denarium-em-caso-que-apura-r-64-milhoes-ligados-ao-garimpo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 17:07:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[2º Ofício da Amazônia Ocidental]]></category>
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		<category><![CDATA[organização criminosa]]></category>
		<category><![CDATA[roraima]]></category>
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		<category><![CDATA[união]]></category>
		<category><![CDATA[usurpação de bens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça Federal tornou réus o empresário Fabrício de Souza Almeida e Vanda Garcia de Almeida, sobrinho e irmã do ex-governador de Roraima Antonio Denarium (Republicanos), por suspeita de participação em um esquema de financiamento ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Outras quatro pessoas também passam a responder ao processo criminal. De acordo com [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça Federal tornou réus o empresário <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/sobrinho-do-governador-de-roraima-e-condenado-a-quase-sete-anos-por-trafico-de-drogas-e-porte-ilegal-de-armas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Fabrício de Souza Almeida</strong></a> e Vanda Garcia de Almeida, sobrinho e irmã do ex-governador de Roraima Antonio Denarium (Republicanos), por suspeita de participação em um esquema de financiamento ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Outras quatro pessoas também passam a responder ao processo criminal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), os acusados movimentaram aproximadamente R$ 64 milhões entre janeiro de 2017 e outubro de 2021. O órgão afirma que os valores são incompatíveis com a renda declarada pelos investigados à Receita Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos familiares do ex-governador, viraram réus João Alisson de Sousa Alencar Lima, Paulo Pessoa Silva, Rafael Silva Souza e Wellington de Oliveira Castro. Eles responderão pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e usurpação de bens da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MPF, as penas máximas somadas pelos crimes investigados podem ultrapassar 20 anos de prisão. O órgão também solicitou à Justiça a condenação dos réus ao pagamento mínimo de R$ 500 mil por danos morais coletivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações apontam que o grupo era liderado pelo empresário Fabrício de Souza Almeida. Conforme a denúncia, ele atuaria com apoio dos tios e de outros três colaboradores, em um esquema com divisão de tarefas voltadas ao financiamento da mineração clandestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda conforme o MPF, os investigados recebiam dinheiro em espécie por meio de empresas de fachada e pessoas utilizadas como “laranjas”. Os recursos seriam usados para custear operações de garimpo ilegal dentro da Terra Indígena Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia relata que, após a comercialização dos minérios, parte dos lucros retornava aos financiadores do esquema e o restante era dividido entre outros integrantes da organização criminosa, mantendo a continuidade das atividades ilegais investigadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigadores apontaram ainda que os denunciados utilizavam estratégias para esconder a origem do dinheiro. Entre elas estavam transferências bancárias entre contas dos próprios envolvidos, saques fracionados em espécie e uso de empresas sem atividade operacional efetiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das empresas investigadas, registrada oficialmente para prestação de serviços de representação comercial, teria movimentado mais de R$ 11 milhões em pouco mais de três anos. Segundo as apurações, a empresa não possuía empregados, veículos nem endereço comercial funcionando regularmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante as diligências realizadas no decorrer da investigação, agentes apreenderam equipamentos usados em garimpo ilegal, como bombas hidráulicas, motores e uma resumidora de cassiterita. Os materiais foram encontrados na residência apontada como sendo do líder da organização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram apreendidos uma balança de precisão e um caderno com anotações sobre voos, pagamentos feitos a pilotos, transporte de cargas e quantidades de ouro comercializadas. Em outra operação, os investigadores localizaram cerca de cinco mil quilos de cassiterita na casa da mãe de um dos investigados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MPF, nenhum dos denunciados possuía autorização da Agência Nacional de Mineração (ANM) para extrair, transportar ou comercializar minérios. A denúncia foi apresentada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado da Procuradoria da República em Roraima (Gaeco/PRRR) em conjunto com o 2º Ofício da Amazônia Ocidental, especializado no combate à mineração ilegal no Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia.</p>
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		<item>
		<title>MPF denuncia garimpeiro por extração ilegal de ouro na Terra Yanomami em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mpf-denuncia-garimpeiro-por-extracao-ilegal-de-ouro-na-terra-yanomami-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2026 18:30:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[2º Ofício da Amazônia Ocidental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um homem flagrado extraindo ouro de forma ilegal na Terra Yanomami, em Roraima, foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF), e a denúncia foi recebida pela Justiça Federal. Ele é acusado de usurpação de matéria-prima da União, extração ilegal de recursos minerais com agravantes e invasão de terras públicas. A prisão ocorreu em junho de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um homem flagrado extraindo ouro de forma ilegal na Terra Yanomami, em Roraima, foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF), e a denúncia foi recebida pela Justiça Federal. Ele é acusado de usurpação de matéria-prima da União, extração ilegal de recursos minerais com agravantes e invasão de terras públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prisão ocorreu em junho de 2025, durante fiscalização da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP), nas operações “TI Yanomami II – Roraima” e “Operação Asfixia”. Ao avistar os agentes, o suspeito tentou fugir pela mata, mas acabou sendo localizado e detido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o depoimento, o acusado afirmou que trabalhava no garimpo há um ano e três meses, no local conhecido como “Garimpo do Rangel”. Segundo ele, nesse período, foram extraídos aproximadamente 60 gramas de ouro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O investigado também relatou que a área onde realizava a extração, chamada de frente de lavra, havia sido cedida por outra pessoa. Para o MPF, esse dado indica a existência de organização coletiva na exploração ilegal de minério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas proximidades do garimpo, os agentes encontraram tambores de combustível vazios, considerados indícios da estrutura logística utilizada na atividade ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na denúncia, o MPF solicita a condenação do acusado e o pagamento de indenização por danos morais coletivos no valor de R$ 10 mil, com destinação ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão também se posicionou contra a celebração de acordo de não persecução penal, argumentando que a prática reiterada da atividade e a gravidade dos fatos impedem a concessão do benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF destacou ainda que o garimpo ilegal em terras indígenas na Amazônia tem gerado uma crise de grandes proporções, com repercussões no cenário internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como referência, o órgão menciona decisões da Comissão Interamericana de Direitos Humanos e da Corte Interamericana de Direitos Humanos, que determinaram medidas de proteção aos povos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo é conduzido pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental, vinculado à Procuradoria da República no Amazonas, responsável por atuar no combate à mineração ilegal nos estados do Amazonas, Acre, Roraima e Rondônia.</p>
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		<title>Operação contra garimpo identifica pista clandestina e resulta em 16 prisões em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/operacao-contra-garimpo-identifica-pista-clandestina-e-resulta-em-16-prisoes-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 15:47:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[flagrante]]></category>
		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[pf]]></category>
		<category><![CDATA[pista clandestina]]></category>
		<category><![CDATA[prisão]]></category>
		<category><![CDATA[roraima]]></category>
		<category><![CDATA[sistema prisional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma operação da Polícia Federal resultou na prisão em flagrante de 16 pessoas na sexta-feira (10), em Roraima, após a identificação de uma pista de pouso clandestina utilizada em atividades de garimpo ilegal. A ação foi divulgada oficialmente neste domingo (12). A investigação teve início a partir de informações que indicavam o uso de aeronave [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma operação da Polícia Federal resultou na prisão em flagrante de 16 pessoas na sexta-feira (10), em Roraima, após a identificação de uma pista de pouso clandestina utilizada em atividades de garimpo ilegal. A ação foi divulgada oficialmente neste domingo (12).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação teve início a partir de informações que indicavam o uso de aeronave para o transporte de insumos destinados à prática ilegal. Com base nesses dados, equipes passaram a monitorar possíveis áreas de apoio logístico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante as diligências, os agentes localizaram uma pista clandestina ativa. No momento da ação, uma aeronave foi flagrada pousando no local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir da intervenção, a Polícia Federal identificou que o local funcionava como base logística para atividades relacionadas ao garimpo ilegal em Roraima. Foram apreendidos diversos materiais utilizados na operação, incluindo uma aeronave com indícios de adulteração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, veículos também foram encontrados e recolhidos, assim como combustível armazenado de maneira irregular. Os agentes apreenderam ainda equipamentos utilizados para comunicação e vigilância, como radiocomunicadores e binóculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As 16 pessoas foram presas em flagrante durante a operação e conduzidas pelas equipes da Polícia Federal. Após os procedimentos iniciais, os detidos foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecem à disposição da Justiça.</p>
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