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	<title>greve Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>greve Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Advocacia-Geral da União garante continuidade da assistência à saúde de indígenas em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu garantir, na Justiça do Trabalho, a continuidade do atendimento básico de saúde ao povo Yanomami ameaçada devido à greve de trabalhadores que atuam no Distrito Especial Indígena (Dsei), em Roraima, que havia sido convocada para esta segunda-feira (17). A paralisação por tempo indeterminado colocaria em risco a assistência de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Advocacia-Geral da União (AGU) conseguiu garantir, na Justiça do Trabalho, a continuidade do atendimento básico de saúde ao povo Yanomami ameaçada devido à greve de trabalhadores que atuam no Distrito Especial Indígena (Dsei), em Roraima, que havia sido convocada para esta segunda-feira (17).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A paralisação por tempo indeterminado colocaria em risco a assistência de saúde pública aos indígenas, que já se encontra em situação de emergência sanitária reconhecida por decreto federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em atuação no Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT – 11ª Região), a AGU alegou que, apesar de não ser a empregadora direta dos trabalhadores, “a União tem interesse legítimo no caso, devido à sua responsabilidade na execução da política pública de saúde indígena”. A empregadora direta dos trabalhadores é a Agência Brasileira de Apoio à Gestão do Sus (AgSUS), que atua junto à União no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Aviso de greve</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sindicado dos Empregados em Estabelecimentos Privados de Serviços de Saúde do Estado de Roraima (Siemesp/RR) noticiou a deflagração de greve agendada para esta segunda-feira, com a manutenção de apenas 30% do efetivo de trabalhadores prestando serviços de saúde para o Dsei Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando que os Yanomami enfrentam, desde 2023, uma situação de emergência em saúde pública, qualquer redução da efetiva assistência aos indígenas é insuficiente para a garantia do bem-estar da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A AGU e a AgSUS demonstraram na Justiça que não houve negociação prévia entre as partes, com tentativas de conciliação antes da deflagração da greve, o que contraria as exigências do art. 3º da Lei 7.783/89 e da Orientação Jurisprudencial 11 da Seção de Dissídios Coletivos do Tribunal Superior do Trabalho (TST).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Destacaram também que o Ministério da Saúde está aberto a negociações com a categoria, tendo inclusive já atendido a algumas das reivindicações e mantém abertura para negociação com o sindicato. Mas a maior preocupação, no momento, é evitar qualquer prejuízo à assistência prestada à comunidade Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A decisão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar os argumentos, o desembargador Jorge Álvaro Marques Guedes, do TRT da 11ª Região, acolheu os argumentos da AGU e da AgSUS e proferiu decisão liminar afastando a paralisação da prestação dos serviços. O magistrado considerou ilegal e abusiva a greve por tempo indeterminando, “uma vez que não foram preenchidos integralmente os requisitos estabelecidos na Lei de Greve (Lei 7.783/89)”. Ele determinou a aplicação de multa no valor de R$ 10 mil por hora, em caso de descumprimento da decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o advogado da União François da Silva, coordenador regional trabalhista da 1ª Região, a decisão é importante porque legitima os esforços empreendidos no enfrentamento da emergência em saúde pública, devido à necessidade de assistência à saúde da população Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A decisão reconhece a disposição da União e da AgSUS em negociar com os trabalhadores em suas reivindicações, proporcionando condições adequadas para que o entendimento entre as partes não seja construído à custa do sacrifício do direito à saúde dos indígenas”, salientou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Distrito Yanomami</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Dsei Yanomami&nbsp;é uma unidade de saúde que atende a comunidades indígenas na Região Norte.&nbsp;Foi criado em 1991, sendo o primeiro a ser implantado no país.&nbsp;</p>
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		<title>Greve na Receita impede entrada de caminhões vindos da Venezuela e Guiana em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/greve-na-receita-impede-entrada-de-caminhoes-vindos-da-venezuela-e-guiana-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Feb 2025 13:03:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[‘Desembaraço Zero’]]></category>
		<category><![CDATA[bonfim]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A greve dos auditores fiscais da Receita Federal continua e agora os funcionários suspenderam o desembaraço aduaneiro como forma de pressionar o governo federal a negociar, o que afeta diretamente o fluxo de mercadorias em Roraima. Pelo menos 50 caminhões, com produtos da Venezuela e Guiana, deixam de passar diariamente pelos postos de Pacaraima e Bonfim, no norte do [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A greve dos auditores fiscais da Receita Federal continua e agora os funcionários suspenderam o desembaraço aduaneiro como forma de pressionar o governo federal a negociar, o que afeta diretamente o fluxo de mercadorias em Roraima. Pelo menos 50 caminhões, com produtos da Venezuela e Guiana, deixam de passar diariamente pelos postos de Pacaraima e Bonfim, no norte do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A paralisação faz parte do movimento nacional da categoria, que reivindica melhores condições salariais e de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dezessete auditores fiscais atuam nas fronteiras de Roraima em regime de plantão, sendo três em Pacaraima e dois em Bonfim, em esquema de revezamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme explica o Comando Nacional de Mobilização (CNM), a liberação de mercadorias pelas alfândegas está paralisada desde quarta-feira (12), sendo que a medida faz parte da ação &#8220;Desembaraço Zero&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mobilização deve ter duração de 15 dias, ampliando ainda mais a quantidade de mercadorias paralisadas no processo de importação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta semana, cerca de 300 auditores participaram de uma manifestação em frente ao Ministério da Fazenda, mas a reunião feita com representantes do governo não rendeu um acordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por esse motivo, o Sindifisco Nacional (Auditores-fiscais da Receita Federal do Brasil) optou por intensificar a greve, com o Dia Nacional da Entrega de Cargos em Comissão e de Devolução de Trabalhos e Fiscalizações, além do desembaraço zero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por enquanto, não há previsão para o fim da greve, uma vez que o governo diz que não há o que negociar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Greve represa mais de 75 mil importações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Iniciada em novembro, a greve dos auditores da Receita Federal já causa um grande transtorno no segmento de importações e comércio exterior do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme um levantamento compartilhado por empresas do setor,&nbsp;cerca de 75 mil remessas de importação e exportação estão paradas&nbsp;em terminais alfandegários devido à operação padrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sindifisco Nacional diz que as remessas mais impactadas são aquelas de pequeno valor, uma vez que a liberação de pacotes, que antes levava 1 dia, agora só acontece após 21 dias. Ou seja,&nbsp;encomendas compradas na China&nbsp;estão sendo muito prejudicadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, as remessas de maior valor, como cargas vivas, medicamentos e peças, acabam tendo uma liberação em até sete dias, uma vez que elas são consideradas prioritárias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Frente Parlamentar Livre Mercado, deputado federal Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL), cita dados do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros de São Paulo, que revelou que a operação padrão já resultou em um prejuízo de R$ 3,3 bilhões ao setor privado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses atrasos não afetam apenas as empresas de logística, mas destroem a competitividade do Brasil no mercado global. Produtos essenciais, como kits laboratoriais e peças industriais, estão presos nos depósitos, prejudicando as cadeias produtivas e colocando pequenas e médias empresas (PMEs) em risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No momento, a greve dos auditores não tem prazo para acabar, uma vez que o governo tem enfrentado dificuldades na negociação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sindicato ainda não recebeu qualquer sinal positivo ou disposição do Ministério da Gestão e Inovação (MGI) para iniciar as negociações referente aos pleitos dos auditores fiscais da Receita Federal e dar fim à greve.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o governo diz que já negociou com os auditores em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MGI permaneceu dialogando com o Sindireceita e o Sindifisco Nacional, que foram recebidos pela pasta em mais de quatro ocasiões, entre agosto e novembro de 2024, mas, tendo em vista que já houve acordo em 2024, não há previsão de novas negociações com a categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do tudocelular.com/JB</em></strong></p>
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