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	<title>grilagem Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>grilagem Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Roraima, Amazonas e Pará concentram maiores áreas florestais ameaçadas por crimes ambientais, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 16:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Amazônia, 10,2 milhões de hectares de florestas públicas não destinadas apresentam alto risco de grilagem, aponta estudo lançado nesta quinta-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, pelo Observatório das Florestas Públicas. A cobertura verde mais suprimida pelos desmatamentos&#160;e queimadas está&#160;concentrada&#160;nos estados de Roraima, Amazonas e Pará. O estudo reúne especialistas do Instituto de Pesquisa [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Na Amazônia, 10,2 milhões de hectares de florestas públicas não destinadas apresentam alto risco de grilagem, aponta estudo lançado nesta quinta-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, pelo Observatório das Florestas Públicas. A cobertura verde mais suprimida pelos desmatamentos&nbsp;e queimadas está&nbsp;concentrada&nbsp;nos estados de Roraima, Amazonas e Pará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo reúne especialistas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e do Movimento Amazônia de Pé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados divulgados, de janeiro a abril de 2025,&nbsp;80% de todo o desmatamento no bioma ocorreram&nbsp;nesses territórios ainda não designados a cumprir função socioambiental, como de unidade de conservação, terras indígenas, quilombolas ou para regularização fundiária, conforme previsto na&nbsp;Lei de Gestão de Florestas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados apresentados destacam abril com&nbsp;salto expressivo no desmatamento, registrando&nbsp;aumento de 192% em relação a março, e 229% a mais do que no mesmo mês de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse período, outros 37.719 hectares de florestas públicas não destinadas foram atingidas por queimadas, sendo 68% de áreas federais e 31% de áreas geridas pelos estados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As florestas públicas não destinadas representam 50,2 milhões de hectares na Amazônia, área que equivale ao estado da Bahia. São capazes de estocar cerca de 5,2 bilhões de toneladas de carbono, volume equivalente a mais da metade de toda a emissão do planeta estimada para 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, 32,7 milhões de hectares de registros no Cadastro Ambiental Rural (CAR) estão sobrepostos a florestas públicas não destinadas. Desse total, 10,2 milhões de hectares foram cadastradas como integrantes de propriedades privadas&nbsp;com mais de 15 módulos fiscais, equivalentes a cerca de 1,5 mil hectares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desmatar grandes áreas custa caro, ou seja, esse tipo de desmate pode estar ligado a grupos capitalizados ‘de olho’ em uma área e que, futuramente ou com brechas na legislação, tomam posse”, esclarece a coordenadora do Observatório das Florestas Públicas e pesquisadora do Ipam,&nbsp;Rebecca Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os pesquisadores, além do cancelamento dos registros do CAR sobrepostos, é estratégico e urgente acelerar o processo de destinação para enfrentar os crimes ambientais e conter as mudanças climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A proteção dessas áreas antes da COP30 [Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas] é a oportunidade que o Brasil tem de chegar ao encontro&nbsp;apresentando esse bom exemplo ao mundo”, reforça a diretora do movimento Amazônia em Pé, Daniela Orofino.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>CPI: testemunha passa à condição de investigado por envolvimento em esquema de sobreposição de terras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 14:32:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[ALE-RR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O produtor rural Jairo Mesquita de Lima passou da condição de testemunha a investigado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que apura denúncias de grilagem de terras em Roraima. A decisão foi tomada pelos parlamentares durante a 12ª reunião da CPI, ocorrida nesta segunda-feira (19). Lima foi ouvido por mais de uma hora e questionado [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/politica/grilagem-cpi-das-terras-vai-acionar-justica-para-conducao-coercitiva-de-testemunhas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>O produtor rural Jairo Mesquita de Lima</strong></a> passou da condição de testemunha a investigado pela <a href="https://fatorrnoticias.com.br/politica/ale-rr-instaura-cpi-para-investigar-grilagem-de-terras-publicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)</strong></a> que apura denúncias de grilagem de terras em Roraima. A decisão foi tomada pelos parlamentares durante a 12ª reunião da CPI, ocorrida nesta segunda-feira (19).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lima foi ouvido por mais de uma hora e questionado sobre a origem das propriedades e bens em seu nome, a atuação como procurador de mais de 40 imóveis em vários municípios do Estado junto ao Instituto de Terras e Colonização de Roraima (Iteraima) e sua relação com proprietários rurais, entre eles pessoas que constam na lista de testemunhas, mas não compareceram à CPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele afirmou que suas terras são herança de família e que começou a atuar no ramo ao perceber que os imóveis herdados estavam sem regularização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Sem regularização, eles não têm valor. Então corri atrás e aprendi a fazer isso. A partir daí, conhecidos e vizinhos passaram a me procurar para ajudá-los com a documentação”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gleba Ereu</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator da CPI, deputado Renato Silva (Podemos), questionou Lima sobre sua atuação como procurador de áreas vinculadas às famílias Braga e Paludo, na Gleba Ereu, localizada entre os municípios de Amajari e Pacaraima. Durante a oitiva, o parlamentar exibiu um mapa que mostra a sobreposição de terras e o fracionamento de áreas entre membros de uma mesma família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Isso se chama fracionamento e é crime. Após o marco temporal, a lei só permite regularizar até 2,5 mil hectares. O que fizeram nesse complexo de terras foi dividir as áreas em nomes de parentes para driblar a legislação”, explicou o relator.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O produtor rural alegou desconhecer se todas as áreas fracionadas pertenciam à mesma pessoa. Já o presidente da comissão, deputado Jorge Everton (União), afirmou que há indícios claros de grilagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A terra pertence ao Estado e a lei permite que, quem tem a posse até 2017 e obedeça aos requisitos da lei, tem direito a fazer a titulação de até 2,5 mil hectares. Só que, para burlar a lei, quando se chega a esse limite, se começa a colocar terra em nomes de amigos e parentes e essa área toda vira um complexo, deixa de ter sua função social, de ter a divisão correta e se torna um latifúndio”, destacou Everton.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Indiciamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ser questionado sobre a veracidade das informações prestadas pelos clientes nos processos de regularização — como função social e uso produtivo das áreas —, Lima disse que não as contesta. Para o relator, a declaração foi suficiente para determinar o início da investigação formal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos tratando de mais de 16 mil hectares fracionados. Isso é uma tentativa clara de burlar a legislação, o que configura crime. Tenho elementos para pedir ao presidente que delibere seu indiciamento por organização criminosa, fraude processual, ocultação de patrimônio e lavagem de dinheiro”, anunciou o deputado Renato Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviços topográficos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda durante a reunião, o engenheiro agrônomo e topógrafo Washington Pereira de Carvalho também foi ouvido. Ele explicou como funciona o serviço de georreferenciamento, os custos e para quem já trabalhou, e confirmou que prestou serviços às famílias citadas e ao próprio Jairo Mesquita, com pagamentos efetuados pelo escritório do Ermilo Paludo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Recebi por meio de transferências bancárias. Os pagamentos foram feitos diretamente pelo escritório do senhor Paludo”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele declarou ainda que, na época da medição, não havia cercas delimitando as áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As propriedades eram contíguas e cobertas por floresta. Hoje pode ser que esteja limpa, mas, quando fui ao local, era mata fechada”, relatou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conclusão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da CPI, deputado Jorge Everton, afirmou que a atuação do engenheiro reforça os indícios de irregularidade no fracionamento de terras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Tudo que foi dito será juntado às provas documentais que já temos. A investigação segue, e outras pessoas ainda serão ouvidas. Algumas estão tentando se esconder, mas, com o material que temos, o relator poderá inclusive solicitar novos indiciamentos diretamente”, concluiu.</p>
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		<title>Deputados criticam nomeação de Dilma Costa para diretoria da Femarh e cobram providências de Denarium</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), Soldado Sampaio (Republicanos), e os deputados Jorge Everton (União) e Renato Silva (Podemos) criticaram o governador Antonio Denarium (Progressistas), durante sessão desta terça-feira (13), por ter nomeado a ex-presidente do Instituto de Terras e Colonização de Roraima (Iteraima) Dilma Lindalva Pereira da Costa para um cargo de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), Soldado Sampaio (Republicanos), e os deputados Jorge Everton (União) e Renato Silva (Podemos) criticaram o governador Antonio Denarium (Progressistas), durante sessão desta terça-feira (13), por ter nomeado a ex-presidente do Instituto de Terras e Colonização de Roraima (Iteraima) Dilma Lindalva Pereira da Costa para um cargo de diretoria na Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh). Ela é investigada por grilagem de terras e tem condenação no Tribunal de Contas da União (TCU), o que a impede de assumir cargos federais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o ano passado, o parlamento intensificou os trabalhos frente às denúncias de grilagem de terras, principalmente na região sul do Estado. Atualmente, a <a href="https://fatorrnoticias.com.br/politica/ale-rr-instaura-cpi-para-investigar-grilagem-de-terras-publicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>CPI das Terras</strong></a> está em andamento na Casa e já ouviu diversas testemunhas e vítimas dos crimes investigados. Para os parlamentares, as provas colhidas, até agora, indicam a participação efetiva de Dilma na emissão de títulos irregulares, favorecendo a grilagem de terras e causando danos irreparáveis a famílias que vivem há anos nas propriedades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois das oitivas e uma <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/mp-de-contas-protocola-novo-pedido-para-afastamento-de-presidente-do-iteraima-por-concessao-indevida-de-beneficios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>denúncia do Ministério Público</strong></a> de Contas (MPC),<a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/uma-semana-apos-passar-a-condicao-de-investigada-por-cpi-dilma-costa-e-exonerada-do-iteraima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>o governador Denarium decidiu exonerar Dilma</strong></a>, mas a nomeou na Femarh. O movimento do chefe do Executivo desagradou os parlamentares, que passaram a exigir a exoneração imediata de Dilma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Soldado Sampaio lembrou que, em pelo menos quatro situações, Denarium fez um “arrumadinho” e remanejou para outras secretarias e autarquias ex-secretários investigados pelas autoridades policiais. Ele reforçou que vai acionar a Procuradoria Jurídica da Assembleia Legislativa, com o objetivo de encontrar uma medida para barrar a nova nomeação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>‘Posicionamento estranho’</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“É preocupante. A CPI das Terras foi clara ao ponto de o governador ter que exonerá-la, devido ao que foi relatado, com provas concretas das falhas e do envolvimento na grilagem de terras. Precisamos tomar providências. Também cabe nos manifestar politicamente, como estamos fazendo. Me preocupa esse posicionamento do governador Antonio Denarium e parece repetitivo. O que está acontecendo? É estranho esse comportamento de apenas remanejá-los. Se gosta tanto, por que trocou de secretaria? É um gesto que não soa bem. Ou é um secretário que tem muita informação e não pode ser desamparado pelo governo. Não somos obrigados a compactuar e fechar os olhos para o que está acontecendo”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o deputado Jorge Everton, Dilma não tem condições de assumir um cargo público, pois o histórico demonstrado na CPI das Terras e pelos outros órgãos investigadores demonstram claros indícios de crimes contra a administração pública.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Que a gente possa se reunir com os membros da CPI das Terras, porque foi noticiada a nomeação da ex-presidente do Iteraima para um cargo na Femarh. Ela foi exonerada e foi denunciada pelo MP e indiciada pela CPI das Terras. Não tem condições de assumir nenhum departamento na Femarh. É um abuso, é um absurdo. Gostaria que o setor jurídico da Casa analisasse o melhor caminho para que possamos representar pelo afastamento dela. Ela está sendo investigada e os crimes que praticou são graves. Não podemos aceitar que o governador Denarium a tenha nomeado na Femarh”, criticou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado Renato Silva mencionou que a ex-presidente perdeu o cargo por causa de escândalos de corrupção.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ela tem condenação pelo TCU, não pode assumir cargo federal, e agora está sendo investigada pela CPI das Terras. O MP já entrou com uma ação de improbidade contra ela e agora ganha um novo cargo no governo. O governador perdeu qualquer respeito pela lei e a ordem no Estado. Temos que abrir um procedimento, temos provas suficientes do envolvimento dela na grilagem de terras. Quero dizer que minha assinatura já está favorável a isso”, encerrou.&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>CPI da Grilagem: deputados encontram indícios de fraude na ocupação da Gleba Baliza, no sul de Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/cpi-da-grilagem-deputados-encontram-indicios-de-fraude-na-ocupacao-da-gleba-baliza-no-sul-de-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 14:44:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os deputados Jorge Everton (União) e Renato Silva (Podemos), membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Grilagem de Terras da Assembleia Legislativa de Roraima, sobrevoaram de helicóptero, neste domingo (4), a Gleba Baliza, localizada no município de Caroebe, sul do Estado, com o objetivo de verificar a extensão das áreas ocupadas por pessoas que [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/cpi-da-grilagem-deputados-encontram-indicios-de-fraude-na-ocupacao-da-gleba-baliza-no-sul-de-roraima/">CPI da Grilagem: deputados encontram indícios de fraude na ocupação da Gleba Baliza, no sul de Roraima</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os deputados Jorge Everton (União) e Renato Silva (Podemos), membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Grilagem de Terras da Assembleia Legislativa de Roraima, sobrevoaram de helicóptero, neste domingo (4), a Gleba Baliza, localizada no município de Caroebe, sul do Estado, com o objetivo de verificar a extensão das áreas ocupadas por pessoas que se dizem proprietárias de terras públicas estaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com aproximadamente 900 mil hectares, a Gleba Baliza abrange os municípios de São Luiz do Anauá (22 mil hectares), São João da Baliza (81 mil hectares) e Caroebe (780 mil hectares). Desse total, 415 mil hectares são de domínio estadual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o sobrevoo, os parlamentares constataram a veracidade de denúncias recebidas: amplas áreas permanecem sem qualquer sinal de ocupação, contradizendo documentos apresentados pelo <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/grilagem-cpi-recomenda-ao-novo-presidente-do-iteraima-investigacao-e-cancelamento-de-titulos-irregulares/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Instituto de Terras de Roraima (Iteraima)</strong></a>. O presidente da CPI, deputado Jorge Everton, descreveu a situação e apontou os próximos passos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há vastas áreas de vegetação nativa sem qualquer presença humana. Em alguns pontos, há ocupações isoladas. Vamos garantir o direito à terra a quem realmente comprovar posse legítima”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise dos casos será feita individualmente, com a atuação integrada da CPI, Iteraima, Ministério Público (MPRR) e Poder Judiciário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há desmatamentos ocorrendo após o Marco Temporal [2017], áreas sem qualquer atividade produtiva. Isso precisa ser avaliado com rigor. Não podemos aceitar alegações infundadas de posse por moradores que não conseguem comprovar a ocupação”, reforçou Everton.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relator da CPI, deputado Renato Silva, há processos de regularização fundiária em andamento em nome de pessoas que nem sequer residem em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“São áreas virgens, sem presença humana ou evidências de produção. Algumas dessas famílias estavam conseguindo regularizar os lotes. As imagens de satélite já indicavam isso, e agora confirmamos no sobrevoo. Todo o material foi gravado e será apresentado à sociedade em breve”, adiantou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Demandas e esclarecimentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo dia, os deputados se reuniram na Câmara Municipal com moradores, vereadores de Caroebe e o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Soldado Sampaio (Republicanos), que também integra a CPI, para ouvir demandas e esclarecer o andamento das investigações. A reunião contou com a presença de servidores do Iteraima, entre eles o presidente Ionilson Sampaio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Viemos conferir pessoalmente se as informações dos mapas apresentados pelo Iteraima condizem com a realidade. Os registros de 2018, 2019, 2020 e até 2025 mostram áreas sem qualquer sinal de ocupação, apesar de haver quem alegue posse”, explicou Soldado Sampaio, para quem é essencial um trabalho criterioso para identificar quem realmente vive e produz na região, conforme determina a Lei das Terras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Morador da região há mais de 40 anos, o colono Bebé da Farmácia relatou as dificuldades enfrentadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos lidando com muitos casos de invasão. Essa CPI traz esperança de esclarecimento e justiça. A sociedade precisa saber quem realmente é dono da terra”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do Iteraima reforçou que somente quem comprovar a posse terá acesso à regularização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Não adianta tentar enganar o órgão fundiário. A tecnologia hoje é precisa. Se alguém afirma que estava lá em 2009, puxamos as imagens e confirmamos. Se não há vestígios, não há como validar”, afirmou Ionilson Sampaio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Instalada pelo Ato da Presidência nº 003/2025, <a href="https://fatorrnoticias.com.br/politica/ale-rr-instaura-cpi-para-investigar-grilagem-de-terras-publicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>a CPI foi criada após denúncias</strong></a> encaminhadas pelo Ministério Público de Contas (MPC), que também solicitou o <strong><a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/mp-de-contas-protocola-novo-pedido-para-afastamento-de-presidente-do-iteraima-por-concessao-indevida-de-beneficios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">afastamento da então presidente do Iteraima, Dilma Lindalva Pereira da Costa, acusada de grilagem e favorecimento indevido na regularização fundiária da Gleba Baliza</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Jorge Everton (presidente), Renato Silva (relator) e Soldado Sampaio, integram a CPI os deputados Armando Neto (PL), vice-presidente; Marcinho Belota (PRTB), Chico Mozart (PRTB) e Neto Loureiro (PMB).</p>
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		<title>Grilagem: CPI recomenda ao novo presidente do Iteraima investigação e cancelamento de títulos irregulares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 13:27:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O novo presidente do Instituto de Terras e Colonização de Roraima (Iteraima), Ionilson Sampaio, recebeu nesta terça-feira (22) o relatório preliminar da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga denúncias de grilagem de terras em glebas do Estado. Ele assumiu o cargo após a exoneração, em 8 de abril, de Dilma Lindalva Pereira da Costa, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O novo presidente do Instituto de Terras e Colonização de Roraima (Iteraima), Ionilson Sampaio, recebeu nesta terça-feira (22) o relatório preliminar da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga denúncias de grilagem de terras em glebas do Estado. Ele assumiu o cargo após a <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/uma-semana-apos-passar-a-condicao-de-investigada-por-cpi-dilma-costa-e-exonerada-do-iteraima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>exoneração, em 8 de abril, de Dilma Lindalva Pereira da Costa</strong></a>, suspeita de diversas irregularidades no órgão e de tentar atrapalhar as investigações da CPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento foi entregue durante a nona reunião da comissão e traz uma série de recomendações ao Iteraima, entre elas, investigação das áreas apontadas, fiscalização in loco, análise documental, revisão de processos e cancelamento de títulos obtidos de forma irregular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo é apurar, de forma ampla, possíveis ocupações irregulares de terras públicas — rurais e urbanas — e a atuação de eventuais organizações criminosas envolvidas nesses ilícitos em território roraimense.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da CPI, deputado Jorge Everton (União), afirmou que a comissão seguirá analisando novas denúncias, acompanhando as ações do Iteraima, visitando famílias e participando da entrega de títulos, com o propósito de beneficiar quem realmente vive da agricultura familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Havendo interesse do Estado, com o novo presidente do Iteraima, em parceria com o Poder Judiciário e a Assembleia Legislativa, poderemos encerrar essas disputas judiciais, promover acordos e garantir a terra a quem realmente a merece”, destacou o parlamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também alertou para os riscos da omissão do Estado quanto à titulação fundiária, o que pode resultar na perda das terras para a União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“De acordo com o termo de doação, se as cláusulas não forem cumpridas, as terras podem ser devolvidas à União — e não podemos permitir que isso aconteça”, alertou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ionilson Sampaio ressaltou que o Iteraima atuará com transparência e já iniciou articulações com outras instituições para buscar soluções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acreditamos que, com base nas apurações da CPI, poderemos resolver os impasses. Se houver culpados, serão responsabilizados. E aquilo que for passível de correção, será sanado, evitando os conflitos, que são o pior desfecho em questões fundiárias mal resolvidas”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CPI da Grilagem</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://fatorrnoticias.com.br/politica/ale-rr-instaura-cpi-para-investigar-grilagem-de-terras-publicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instaurada em 20 de fevereiro de 2025, por meio do Ato da Presidência nº 003/2025, a CPI investiga a possível atuação de uma organização criminosa voltada à grilagem de terras públicas</a> </strong>em Roraima. As principais áreas investigadas são as glebas Baliza, Equador, Ereu, Cauamé e PDA Anauá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em pouco mais de dois meses de atuação, a comissão ouviu testemunhas e investigados, apurando denúncias que vão além da grilagem, como ameaças, agressões e danos a moradias.</p>
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		<title>Grilagem: CPI das Terras vai acionar Justiça para condução coercitiva de testemunhas</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/grilagem-cpi-das-terras-vai-acionar-justica-para-conducao-coercitiva-de-testemunhas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 22:04:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[CPI das Terras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Grilagem de Terras da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) realizou, nesta quarta-feira (26), mais uma reunião para oitivas no Plenário Deputada Noêmia Bastos Amazonas. Das cinco pessoas intimadas, apenas o engenheiro agrônomo e topógrafo do Instituto de Terras e Colonização de Roraima (Iteraima) Washington Carvalho compareceu para prestar [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://fatorrnoticias.com.br/politica/ale-rr-instaura-cpi-para-investigar-grilagem-de-terras-publicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Grilagem de Terras</a></strong> da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) realizou, nesta quarta-feira (26), mais uma reunião para oitivas no Plenário Deputada Noêmia Bastos Amazonas. Das cinco pessoas intimadas, apenas o engenheiro agrônomo e topógrafo do Instituto de Terras e Colonização de Roraima (Iteraima) Washington Carvalho compareceu para prestar depoimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da ausência dos outros convocados, a comissão decidiu acionar a Justiça para solicitar a condução coercitiva de Jairo de Lima, procurador em processos de regularização fundiária no Iteraima, e de Larissa Holanda, Ricardo Braga e Luís Sebastião Lima, supostos proprietários de terras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da CPI, deputado Jorge Everton (União), foi contundente ao dizer que houve diversos avanços da comissão e que as oitivas são necessárias para os trabalhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Há indícios claros de que uma organização criminosa está por trás dessas ações em determinadas glebas e, por isso, as coincidências precisam ser esclarecidas. Durante a CPI, percebemos tentativas de atrapalhar os trabalhos, mas usaremos nossas prerrogativas, sendo que as pessoas que faltaram hoje são fundamentais para a investigação e precisam ser ouvidas”, explicou o parlamentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator da comissão, deputado Renato Silva (Podemos), enfatizou que as oitivas também são um meio de garantir a defesa dos possíveis investigados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estamos apurando os fatos e trazendo testemunhas para prestar esclarecimentos e se defender. Temos provas suficientes para concluir nosso relatório, sendo essa a oportunidade delas de apresentar sua versão dos fatos na CPI. Quem não comparece, perde essa chance”, informou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram da reunião os membros da CPI Armando Neto (PL), Marcinho Belota (PRTB), Chico Mozart (PRTB), Neto Loureiro (PMB) e o presidente da Casa Legislativa, Soldado Sampaio (Republicanos).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Deputados destacam desafios e elogiam ações da CPI</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Parlamentares que não integram a comissão também participaram e comentaram os trabalhos. O deputado Gabriel Picanço (Republicanos) exaltou as ações desenvolvidas pela CPI. “Parabenizo a comissão pelo trabalho, pois um parlamento forte cuida do Estado e da sociedade. Reforço que se alguma testemunha que faltou está protegendo alguém, quem sofrerá as consequências será ela, não a quem protege”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o deputado Coronel Chagas (PRTB) abordou as inconsistências de lançamentos no Sistema de Gestão Fundiária (Sigef), sugerindo a possível existência de ações criminosas relacionadas ao trabalho de topógrafos responsáveis pelo georreferenciamento de terras por satélite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Pequenos e grandes proprietários, com georreferenciamento correto e documentação tramitando, são surpreendidos por sobreposições de áreas, o que paralisa seus processos. A CPI pode contribuir para resolver esse problema”, disse Chagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A deputada Aurelina Medeiros (Progressistas) também comentou sobre os problemas fundiários que envolvem a gleba Caroebe e pediu providências à comissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Solicito que a CPI peça ao Incra a relação do loteamento e das pessoas registradas no Sigef daquela região. Esse loteamento foi feito antes da gleba passar para o Estado e é do meu conhecimento que o Iteraima pediu algumas vezes o cancelamento do cadastro ilegal no Sigef ao Incra”, informou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o deputado Eder Lourinho (PSD) relatou as dificuldades dos colonos da gleba Baliza com relação à grilagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa gleba exige atenção, pois é a maior região de extrativismo de castanha do Estado. Muitas pessoas possuem títulos desde antes de 2017, reconhecidos pelo Incra, mas que estão sendo cancelados pelo Iteraima sob a alegação, a meu ver equivocada, de erros no georreferenciamento”, comentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado Armando Neto (PL), membro da comissão, falou sobre as transferências de terras da União para o Estado e cobrou mais fiscalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É urgente que esta Casa implemente políticas para garantir que o governo assuma sua responsabilidade. Caso contrário, vamos permitir que o Estado fique engessado”, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parlamentar Idazio da Perfil (MDB) ainda fez um pedido sobre a condução dos trabalhos da CPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Como muitas pessoas serão ouvidas, peço que os nomes de empresas não sejam incluídos no relatório, pois, em alguns casos, uma empresa privada com oito ou dez sócios pode ter apenas um deles ou um colaborador envolvido na investigação, e a conduta deste indivíduo não deve comprometer toda a instituição”, solicitou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Próximos passos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta quinta-feira (26), haverá uma nova oitiva da CPI voltada para as demandas fundiárias dos colonos da gleba do Equador, localizada no município de Rorainópolis. A reunião será a partir das 9h, no plenário da Casa Legislativa.</p>
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		<title>CPI das Terras decide pedir condução coercitiva de investigado após ausência sem justificativa</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/cpi-das-terras-decide-pedir-conducao-coercitiva-de-investigado-apos-ausencia-sem-justificativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Mar 2025 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Grilagem de Terras da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) resolveu solicitar à Justiça a condução coercitiva do investigado Almiro Ferreira Marinho, após ele não justificar a ausência na oitiva marcada para esta segunda-feira (17). Esta é a segunda vez que Marinho falta a uma convocação. Na primeira, ele [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://fatorrnoticias.com.br/politica/cpi-das-terras-deputados-denunciam-estrutura-criminosa-no-iteraima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Grilagem de Terras</a> </strong>da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) resolveu solicitar à Justiça a condução coercitiva do investigado Almiro Ferreira Marinho, após ele não justificar a ausência na oitiva marcada para esta segunda-feira (17).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é a segunda vez que Marinho falta a uma convocação. Na primeira, ele explicou o motivo de não ter ido e ainda questionou se estaria na condição de investigado ou depoente. As investigações começaram após a dona de uma área na Gleba Cauamé, na zona rural de Boa Vista, acusá-lo de grilagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme detalhou o presidente da CPI, deputado Jorge Everton (União), caso a condução coercitiva seja autorizada pela Justiça, Almiro será levado pela polícia para ser ouvido na Assembleia Legislativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Hoje demos continuidade às investigações e o relator [da CPI], Renato Silva [Podemos], apresentou uma lista de testemunhas que precisavam ser ouvidas. No entanto, uma delas não compareceu pela segunda vez, sem apresentar justificativa. Diante disso, a comissão deliberou pela representação para a condução coercitiva, solicitando autorização judicial. Agora, aguardamos a decisão para determinar se será possível ouvi-la ou não”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em contrapartida, o outro depoente compareceu à oitiva e prestou esclarecimentos à comissão. Se trata do servidor do Instituto de Terras e Colonização de Roraima (Iteraima) Earlle Silva Santiago.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme esclareceu o deputado Renato Silva, durante a oitiva, Earlle esclareceu que emitiu um parecer técnico sobre uma área urbana já titulada e georreferenciada por uma proprietária desde 2010.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Como o senhor Earlle falou, ele deu esse relatório, mas não foi no local, não acompanhou de perto, deu de acordo com aquilo que tinha de papéis em mãos. Então é um procedimento estranho que vem acontecendo no Iteraima, uma proprietária que tem título desde 2010 e desde 2019 para cá vem passando por esse problema com uma pessoa que se autodeclarou dono da área dela, que não tem nenhum tipo de documento que comprove”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ser questionado pelo relator sobre a conduta, Earlle alegou que o documento, chamado de “análise técnica”, havia sido criado há pouco tempo pela direção e que ele apenas “seguiu o roteiro”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O servidor ressaltou que na conclusão da análise técnica sugeriu o encaminhamento do referido processo para análise de comissão e citou “que os documentos apresentados pelo senhor Almiro seriam apenas declaratórios”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator informou que o Iteraima encaminhou toda a documentação solicitada pela comissão e afirmou que o próximo passo será a análise desses documentos, que dispõem sobre informações das áreas nas glebas Ereu, Baliza, Equador, além de áreas urbanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Também realizaremos visitas&nbsp;<em>in loco</em>&nbsp;para verificar quem realmente ocupa essas terras e se a situação no local corresponde ao que consta nos documentos. A partir de agora, nosso trabalho será ainda mais intenso e detalhado”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fazem parte da comissão os deputados Jorge Everton, como presidente; Armando Neto (PL), vice-presidente; Renato Silva, relator; e os membros Marcinho Belota (PRTB), Chico Mozart (PRTB), Neto Loureiro (PMB) e o presidente da Casa, Soldado Sampaio (Republicanos).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Entenda</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso da dentista Estela Camargo, que denuncia um esquema de grilagem envolvendo um terreno na zona rural de Boa Vista, é investigado pela CPI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo possuindo documentação legal, georreferenciamento e decisões judiciais a seu favor, Estela enfrenta um processo administrativo no Iteraima que tenta conceder a posse da terra a Almiro Ferreira Marinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/politica/suspeito-de-mentir-durante-depoimento-na-cpi-das-terras-recebe-voz-de-prisao-e-e-conduzido-a-delegacia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Jamiro da Silva, que atua como procurador de Almiro no processo, acabou sendo preso em 10 de março</strong> </a>por omitir informações durante seu depoimento no Plenário Noêmia Bastos Amazonas. A voz de prisão foi dada pelo presidente da CPI após contradições na declaração de bens do depoente.</p>
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		<title>CPI das Terras: deputados denunciam estrutura criminosa no Iteraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/cpi-das-terras-deputados-denunciam-estrutura-criminosa-no-iteraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 18:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vice-presidente da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) e presidente da CPI das Terras, deputado Jorge Everton (União Brasil), apresentou, na sessão ordinária desta terça-feira (11), denúncias sobre os esquemas de grilagem no Estado. Nesta segunda (10), durante oitiva, ele ordenou a prisão da testemunha Jamiro Alves da Silva, após identificar contradições em seu depoimento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O vice-presidente da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) e presidente da CPI das Terras, deputado Jorge Everton (União Brasil), apresentou, na sessão ordinária desta terça-feira (11), denúncias sobre os esquemas de grilagem no Estado. <a href="https://fatorrnoticias.com.br/politica/suspeito-de-mentir-durante-depoimento-na-cpi-das-terras-recebe-voz-de-prisao-e-e-conduzido-a-delegacia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Nesta segunda (10), durante oitiva, ele ordenou a prisão da testemunha Jamiro Alves da Silva</strong></a>, após identificar contradições em seu depoimento e inconsistências patrimoniais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na primeira reunião da CPI, investigamos um caso de grilagem de oito hectares em Boa Vista, uma área avaliada em R$ 30 milhões que está em litígio. O deputado Renato Silva encontrou falhas absurdas, com uma proprietária de título definitivo perdendo suas terras para um grileiro. E ontem, ao ouvir uma testemunha, que atua como procurador de um pedreiro, percebemos que ele mentia o tempo todo. Quero deixar um alerta: quem vier depor, precisa falar a verdade, pois estamos tratando esse caso com seriedade e vamos descobrir toda a verdade”, afirmou Everton.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parlamentar destacou ainda as inconsistências patrimoniais do depoente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Perguntei se ele possuía patrimônio e disse que não, apenas um terreno no [bairro] Pintolândia. Parecia uma pessoa de poucas posses, mas descobrimos que ele declarou à Justiça Eleitoral um patrimônio de mais de R$ 10 milhões. Esse dinheiro é dele ou ele é laranja de alguém? Vamos investigar cada terreno e cada bem que ele possui”, enfatizou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Organização criminosa no Iteraima</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Também na sessão, o deputado Renato Silva (Podemos) revelou que há uma estrutura criminosa operando dentro do Iteraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos servidores tentando enganar a CPI, como o topógrafo Mariano. Ele não foi conduzido ontem, mas responderá pelo que foi apurado. O problema não está apenas na presidência do Iteraima, mas em uma organização criminosa montada dentro do órgão por servidores efetivos. Isso precisa ser investigado, porque esses grileiros têm acesso direto ao instituto, aos técnicos, e manipulam processos de forma absurda”, denunciou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Silva, há provas de que processos arquivados são reabertos de forma irregular para favorecer grileiros, mesmo quando há sobreposição de terras e propriedades com documentação regular e georreferenciada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado Marcinho Belota (PRTB) reforçou a confiança na comissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Parabenizo essa CPI porque ela não vai acabar em pizza. Tenho orgulho de fazer parte desse trabalho sério”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o deputado Idázio da Perfil (PMB) sugeriu ampliar as investigações para incluir invasões de terras e seus mentores, especialmente em áreas de reserva ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Apoio estatal facilita grilagem em Roraima</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao encerrar seu pronunciamento, Jorge Everton garantiu que analisará o pedido de ampliação da CPI, mas reforçou a necessidade de manter o foco para evitar questionamentos jurídicos que possam comprometer a investigação. Ele também destacou que há indícios claros de envolvimento do poder público nos esquemas de grilagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O que estamos constatando é que grandes grilagens acontecem com apoio estatal. Isso ficou evidente no depoimento da presidente do Iteraima, Adilma Costa. Levei pessoalmente ao governador Antonio Denarium [PP} a denúncia de um invasor de terras em Rorainópolis, que ocupa uma área de mais de 30 mil hectares. Na época, fui com a presidente da associação, Adriana, e descobrimos que a filha do grileiro trabalhava na antessala da presidência do Iteraima. Isso precisa ser investigado a fundo”, concluiu Everton.</p>
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		<title>Ameaças de morte são relatadas durante 1ª reunião da CPI das Terras em Rorainópolis</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/ameacas-de-morte-sao-relatadas-durante-1a-reuniao-da-cpi-das-terras-em-rorainopolis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[São Luiz do Anauá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Há quatro anos, grileiros se revezam para nos ameaçar, queimar barracos, destruir plantações e fazer armadilhas. As pessoas passam mal, outras estão ficando depressivas, e eu tive um princípio de AVC [acidente vascular cerebral] devido aos conflitos. Trabalhamos apenas para ter prejuízo”, desabafou a produtora rural Marta Valéria. Marta vive com 80 famílias na Vicinal [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">“Há quatro anos, grileiros se revezam para nos ameaçar, queimar barracos, destruir plantações e fazer armadilhas. As pessoas passam mal, outras estão ficando depressivas, e eu tive um princípio de AVC [acidente vascular cerebral] devido aos conflitos. Trabalhamos apenas para ter prejuízo”, desabafou a produtora rural Marta Valéria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marta vive com 80 famílias na Vicinal do Pampas, no município de Caracaraí, sul de Roraima. Ela conta que, ao longo dos anos, grileiros entraram na Justiça para ocupar a região. Durante o processo, eles ameaçam para impor medo. Em 2024, por exemplo, queimaram 22 barracos e obrigaram os moradores a colocarem fogo em pertences.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia foi apresentada na primeira reunião da “CPI das Terras” da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), nesta segunda-feira (24), em frente à Câmara Municipal de Rorainópolis, que reuniu mais de 300 pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro foi solicitado pelo presidente da Câmara, vereador Márcio Alves de Sousa (PP), após moradores denunciarem grilagem na Vicinal Zé Evaldo, prejuízos financeiros e até ameaças de morte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da gravidade da situação e do apelo popular, <a href="https://fatorrnoticias.com.br/politica/ale-rr-instaura-cpi-para-investigar-grilagem-de-terras-publicas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), criada na quinta-feira (20) para investigar denúncias sobre existência de organização criminosa voltada à grilagem de terras públicas no Estado</strong></a>, promoveu a primeira atividade em Rorainópolis, que recebeu ainda moradores de Caroebe, São João da Baliza e São Luiz do Anauá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Soldado Sampaio (Republicanos), que integra a CPI, enfatizou que as investigações serão rigorosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;São relatos graves de tortura, ameaça, queima de casas e denúncias concretas de grilagem. Precisamos apurar com responsabilidade, sem perder o foco, e saber até que ponto o poder público está apoiando e compactuando com essa prática em áreas habitadas&#8221;, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele garantiu que os responsáveis serão identificados e responsabilizados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As denúncias serão investigadas e os indiciamentos necessários feitos para punir quem está agindo de forma desonesta, utilizando poder econômico e político para se apropriar de terras de maneira indevida&#8221;, reforçou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos membros da comissão, <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/mp-de-contas-protocola-novo-pedido-para-afastamento-de-presidente-do-iteraima-por-concessao-indevida-de-beneficios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>a presidente do Instituto de Terras e Colonização de Roraima (Iteraima), Dilma Lindalva Pereira da Costa, acusada pelo Ministério Público de Contas (MPC) de grilagem de terras</strong></a> públicas e favorecimento indevido na regularização fundiária da Gleba Baliza, no sul do Estado, participou do evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outros relatos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O agricultor Elias José da Silva também denunciou crimes de grileiros e disse ter ficado feliz com a iniciativa da reunião, pois a população precisa do apoio das autoridades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Enquanto isso, os grileiros fazem o que querem: destroem nossas plantações, passam tratores por cima, incendeiam nossos barracos, ‘prendem’ pessoas, confiscam ferramentas e causam o maior caos. Tentamos nos proteger e recorrer às autoridades, mas parece que há gente influente apoiando os grileiros e indo contra nós. Estou aqui para denunciar tudo isso e pedir que as autoridades tomem providências. Queremos que nossa terra seja legalizada e que eles sejam removidos”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Morador da Vicinal Zé Evaldo, Carlos Aguima chegou ao local em 2015 com a família e, desde então, atua como agricultor rural com mais de 60 pessoas. Na região, eles garantem o sustento com a produção de açaí, pupunha, cupuaçu, mandioca, farinha, macaxeira, milho, feijão e outras culturas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">“Atualmente, enfrentamos problemas na regularização fundiária e ameaças de supostos donos das terras, mas não são. Estamos lá desde 2015 e nunca ouvimos falar deles. Em 2017, tivemos uma reunião com o Incra, pois a terra pertencia a esse órgão. Depois, foi transferida para o Iteraima, mas não sei exatamente quando. A partir daí, começaram a aparecer essas pessoas se dizendo proprietárias, sem realmente serem”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Próximos passos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da CPI, deputado Jorge Everton (União), ressaltou que esta foi apenas a primeira etapa do trabalho da comissão, que seguirá apurando os fatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Ouvimos a população, os produtores e agricultores que estão tendo seus direitos violados. Agora, reuniremos toda a documentação solicitada pelo relator Renato Silva e daremos início às diligências&#8221;, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Everton destacou que a CPI usará tecnologia para mapear as áreas invadidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Muitas dessas terras precisarão ser inspecionadas com imagens de satélite para termos provas concretas&#8221;, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A comissão seguirá com oitivas e investigações para identificar e responsabilizar os envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Canal de denúncias</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem quiser fazer denúncias sobre grilagem de terras, deve entrar em contato com a CPI por meio do número (95) 98423-4691. As informações podem ser enviadas de forma anônima.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>CPI das Terras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Assembleia Legislativa instaurou a CPI por meio do Ato da Presidência nº 003/2025, em 20 de fevereiro, motivada por denúncia encaminhada pelo Ministério Público de Contas (MPC) solicitando o afastamento da presidente do Iteraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fazem parte da comissão os deputados Jorge Everton (União), presidente; Armando Neto (PL), vice-presidente; Renato Silva (Podemos), relator; e os membros Marcinho Belota (PRTB), Chico Mozart (PRTB), Neto Loureiro (PMB) e o presidente da ALE-RR, Soldado Sampaio (Republicanos).</p>
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		<title>ALE-RR instaura CPI para investigar grilagem de terras públicas</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/ale-rr-instaura-cpi-para-investigar-grilagem-de-terras-publicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2025 13:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[ALE-RR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) instaurou, nesta quinta-feira (20), uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar denúncias sobre a existência de uma organização criminosa voltada à grilagem de terras públicas (rurais e urbanas) no Estado. Conforme explicou Jorge Everton (União), presidente da comissão, a criação da “CPI das Terras” foi motivada por denúncia [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) instaurou, nesta quinta-feira (20), uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar denúncias sobre a existência de uma organização criminosa voltada à grilagem de terras públicas (rurais e urbanas) no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme explicou Jorge Everton (União), presidente da comissão, a criação da “CPI das Terras” foi motivada por <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/mp-de-contas-protocola-novo-pedido-para-afastamento-de-presidente-do-iteraima-por-concessao-indevida-de-beneficios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>denúncia encaminhada pelo Ministério Público de Contas (MPC) solicitando o afastamento da presidente do Instituto de Terras e Colonização de Roraima (Iteraima)</strong></a>, Dilma Lindalva Pereira da Costa, por suspeita de grilagem e favorecimento indevido na regularização fundiária da Gleba Baliza, no sul do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A partir de agora, nós vamos agir com o interesse de descobrir essa organização criminosa que está por trás de tudo isso, narrada pelo Ministério Público de Contas. Esse problema foi levado diversas vezes para o governador [Antonio Denarium], nunca foi resolvido e agora nós iremos apurar, por meio da CPI”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O parlamentar frisou a importância da comissão, que irá apresentar esclarecimentos à sociedade roraimense e, também, às pessoas prejudicadas com os atos da organização criminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Acredito que este trabalho irá trazer um resultado para a sociedade que garanta a segurança jurídica da terra. A CPI é o desejo da minoria que tem que ser aceito no parlamento e ser levado com seriedade, porque nós estamos tratando de interesse da sociedade, dos nossos agricultores, produtores e investidores que vêm de fora”, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O vice-presidente da comissão, deputado Armando Neto (PL), destacou ser de responsabilidade da Casa Legislativa apurar toda e qualquer denúncia ou indício de irregularidade no Estado, além de dar segurança jurídica aos pequenos produtores rurais que acabam sendo prejudicados com a grilagem de terras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Roraima é um estado que está em ascensão na produção rural, então precisamos dar amparo no que for necessário para o produtor, seja ele de pequeno ou médio porte. Precisamos resolver a situação o mais rápido possível para sair dessa problemática e dar uma solução definitiva”, adicionou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da ALE-RR, Soldado Sampaio (Republicanos), reforçou que, diante da denúncia e de vários relatos noticiados na imprensa, o Poder Legislativo não se omitiria em investigar os casos para apresentar uma resposta à sociedade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Esta Casa não poderia ter outro comportamento que não fosse apurar e depois identificar a irregularidade, e responsabilizar seja o gestor ou o grileiro. Caso não sejam identificadas irregularidades, encerraremos o trabalho&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira reunião da comissão ocorre nesta segunda-feira (24) no município de Rorainópolis, sul do Estado, a pedido da Câmara Municipal, devido aos vários casos de grilagem na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o relator vai preparar um plano de trabalho que irá conduzir o que será necessário fazer, quais diligências tomar e pessoas a serem ouvidas e, a partir disso, os desdobramentos da CPI.</p>
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