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	<title>Grupo de Direitos Humanos Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>Grupo de Direitos Humanos Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>DPE-RR recomenda que prefeituras e governo instituam cotas raciais em concursos; medidas devem ser informadas em até 1 mês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 15:12:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Defensoria Pública do Estado de Roraima (DPE-RR), por meio do Grupo de Atuação Especial (Gaed), recomendou aos 15 municípios e ao governo estadual que sejam criadas políticas de cotas raciais nos concursos públicos e seletivos. O ofício orienta a adoção de medidas normativas pertinentes para que sejam reservadas 20% das vagas oferecidas em concursos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Defensoria Pública do Estado de Roraima (DPE-RR), por meio do Grupo de Atuação Especial (Gaed), recomendou aos 15 municípios e ao governo estadual que sejam criadas políticas de cotas raciais nos concursos públicos e seletivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ofício orienta a adoção de medidas normativas pertinentes para que sejam reservadas 20% das vagas oferecidas em concursos e seletivos, sendo 10% para pessoas pretas e pardas e 10% para indígenas. Foi estabelecido um prazo de até 30 dias para a resposta de quais iniciativas foram adotadas. A recomendação é assinada pelo defensor público-geral, Oleno Matos, e pelos defensores públicos integrantes do Gaed, Wagner Santos, Januário Miranda, Paula Regina e Geana Aline.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação é resultado de um procedimento administrativo de tutela coletiva, instaurado em março deste ano. A iniciativa foi motivada pela ausência de políticas afirmativas específicas nos âmbitos estadual e municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resposta à solicitação de informações, somente Alto Alegre, Bonfim, Mucajaí, Normandia e Pacaraima confirmaram que não possuem políticas de cotas, enquanto os demais não se posicionaram. O governo do Estado respondeu que não possui políticas de cotas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Roraima, a população é composta majoritariamente de pessoas pardas (67,8%) e pretas (6,6%), que juntas somam 74,4% do total de habitantes do Estado. Além disso, 97 mil habitantes se declaram indígenas, o que representa 15% da população do Estado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a Lei n.º 12.990/2014 garante que 20% das vagas em concursos federais sejam destinadas a candidatos negros, a mesma norma não se aplica a concursos estaduais e municipais em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O defensor público Wagner Santos destaca a importância das cotas como meio de reparar a dívida histórica do Brasil com as populações afrodescendentes e indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A criação de cotas para a contratação de negros e indígenas se faz necessária para tentar equalizar os efeitos nefastos que essas duas populações sofreram com a colonização do Brasil, efeitos esses sentidos até a atualidade”, afirma o defensor Wagner.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Demandas coletivas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Defensoria Pública possui a atribuição de atuar em demandas coletivas com o objetivo de assegurar a efetivação de diversos direitos. Em Roraima, a instituição conta com dois órgãos dedicados à atuação coletiva: o G) e o Grupo de Direitos Humanos. Ambos estão atentos e atuantes na garantia e efetivação dos direitos das populações vulneráveis.&nbsp;</p>
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		<title>Defensoria Pública investiga cumprimento da gratuidade de transporte para pessoas com deficiência em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/defensoria-publica-investiga-cumprimento-da-gratuidade-de-transporte-para-pessoas-com-deficiencia-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jul 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[ALE-RR]]></category>
		<category><![CDATA[Amatur Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Asatur Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Caburaí Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[Coede]]></category>
		<category><![CDATA[dpe-rr]]></category>
		<category><![CDATA[Gaed]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[mprr]]></category>
		<category><![CDATA[passe livre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Defensoria Pública de Roraima (DPE-RR), por meio do Grupo de Atuação Especial da Defensoria (Gaed), abriu um “procedimento administrativo de tutela coletiva” para verificar o cumprimento da legislação federal e estadual quanto à gratuidade do transporte (passe livre) para pessoas com deficiência e seus acompanhantes, pelas empresas concessionárias do Estado. A iniciativa foi desencadeada [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Defensoria Pública de Roraima (DPE-RR), por meio do Grupo de Atuação Especial da Defensoria (Gaed), abriu um “procedimento administrativo de tutela coletiva” para verificar o cumprimento da legislação federal e estadual quanto à gratuidade do transporte (passe livre) para pessoas com deficiência e seus acompanhantes, pelas empresas concessionárias do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa foi desencadeada após uma denúncia recebida pelo Conselho de Pessoas com Deficiência (Coede) de Roraima, informando que as empresas de transporte coletivo não estavam cumprindo a oferta de assentos gratuitos para pessoas com deficiência e seus acompanhantes em viagens intermunicipais e interestaduais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei Estadual nº 639, de 20 de fevereiro de 2008, determina que devem ser oferecidos dois lugares em ônibus e um lugar em vans, em cada horário, para ocupação por pessoas com deficiência. No entanto, uma investigação da Defensoria Pública constatou que, enquanto a legislação federal estava sendo cumprida no transporte interestadual, no transporte intermunicipal, as três principais empresas de transporte coletivo – Asatur Transporte, Caburaí Transporte e Amatur Turismo – estavam fazendo uma interpretação restritiva da lei estadual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essas empresas estavam oferecendo o passe livre apenas em veículos de tipo convencional, o que reduzia significativamente os dias de transporte para duas ou três vezes por semana, quando a legislação estadual exige que o passe livre seja oferecido em todos os horários e dias de operação.” explica o defensor público Wagner Santos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das empresas, a DPE-RR expediu uma recomendação para a Secretaria Estadual de Infraestrutura de Roraima (Seinf) para cumprimento da Lei Estadual nº 639. O órgão, que deveria regulamentar a lei desde 2008, estava omisso nessa responsabilidade.<br>O defensor público destacou que, caso as empresas e a Seinf não cumpram as recomendações, a Defensoria Pública está preparada para tomar medidas judiciais por meio de ações coletivas. O objetivo é garantir que o transporte gratuito, conforme previsto por lei, seja assegurado às pessoas com deficiência em todas as viagens intermunicipais dentro do Estado de Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a DPE-RR comunicou a Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), ao Ministério Público (MPRR) e Coede sobre a situação, para poderem acompanhar o cumprimento das recomendações. As empresas receberam um prazo de 15 dias úteis para atendê-las, enquanto a Seinf, 30 dias úteis para responder.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Demandas coletivas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A DPE-RR possui a atribuição de atuar em demandas coletivas com o objetivo de assegurar a efetivação de diversos direitos. Em Roraima, conta com dois órgãos dedicados à atuação coletiva: o Gaed e o Grupo de Direitos Humanos. Ambos estão atentos e atuantes na garantia e efetivação dos direitos das populações vulneráveis.</p>
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