<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Hospital da Criança Archives - FatoRR Notícias</title>
	<atom:link href="https://fatorrnoticias.com.br/tag/hospital-da-crianca/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://fatorrnoticias.com.br/tag/hospital-da-crianca/</link>
	<description>Portal de notícias Roraimense</description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Apr 2026 16:53:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	

<image>
	<url>https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2022/06/cropped-Captura-de-Tela-2022-06-21-às-23.45.28-1-32x32.png</url>
	<title>Hospital da Criança Archives - FatoRR Notícias</title>
	<link>https://fatorrnoticias.com.br/tag/hospital-da-crianca/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Roraima registra 602 focos e lidera ranking de queimadas no Brasil em março, segundo Inpe</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-registra-602-focos-e-lidera-ranking-de-queimadas-no-brasil-em-marco-segundo-inpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 16:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[boa vista]]></category>
		<category><![CDATA[corpo de bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Femarh]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital da Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
		<category><![CDATA[lavrado]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Guardiões/Protetores dos Biomas]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Sem Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
		<category><![CDATA[roraima]]></category>
		<category><![CDATA[SBMFC]]></category>
		<category><![CDATA[ufrr]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatorrnoticias.com.br/?p=13373</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com 602 focos de incêndio registrados em março, Roraima concentrou mais de um terço de todas as queimadas do Brasil no período, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Bahia e Mato Grosso aparecem na sequência, com 15% e 8% dos casos, respectivamente. O avanço das queimadas já vinha sendo observado [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima-registra-602-focos-e-lidera-ranking-de-queimadas-no-brasil-em-marco-segundo-inpe/">Roraima registra 602 focos e lidera ranking de queimadas no Brasil em março, segundo Inpe</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com 602 focos de incêndio registrados em março, Roraima concentrou mais de um terço de todas as queimadas do Brasil no período, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Bahia e Mato Grosso aparecem na sequência, com 15% e 8% dos casos, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O avanço das queimadas já vinha sendo observado nos meses anteriores. Em janeiro, foram 219 focos no estado. Em fevereiro, o número saltou para 493, superando a média de 423 para o período, com aumento de 15,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O período mais crítico neste ano começou entre o fim de fevereiro e meados de março, quando os incêndios avançaram em direção ao lavrado. Também atingiram áreas de floresta em zonas urbanas e rurais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a intensificação das queimadas, o governo estadual suspendeu o calendário de queimadas controladas em áreas rurais e passou a prever multa para quem iniciar fogo sem autorização da Fundação Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar de Roraima (CBMRR), Anderson Carvalho de Matos, o ciclo 2025/2026 já contabiliza &#8220;1.600 focos concentrados especialmente nos municípios de Caracaraí e Rorainópolis, ao sul, e Normandia, ao norte&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com ele, os &#8220;incêndios são de origem humana, criminosa e acidental&#8221;. Nas áreas urbanas, especialmente em Boa Vista, o fogo é utilizado para &#8220;limpar terrenos baldios de ocupação de terras devolutas&#8221;. Já no meio rural, &#8220;servem para preparar o terreno para a plantação&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comandante destaca que o período seco, entre outubro e março, está mais quente e seco neste ano. &#8220;Isso cria o cenário ideal para as queimadas: temperaturas elevadas e desidratação da vegetação&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde novembro de 2025, o estado executa a Operação Sem Fogo, com participação do Corpo de Bombeiros, brigadistas e integrantes da Operação Guardiões/Protetores dos Biomas do governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Anderson Carvalho de Matos, foram realizadas inicialmente 6.000 atividades preventivas em 13 dos 15 municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Com o avanço das queimadas, focamos no combate aos incêndios criminosos, inclusive dando voz de prisão aos autores. São 350 bombeiros e 148 brigadistas atuando no combate aos incêndios&#8221;, cita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre o fim de março e o início de abril, pancadas de chuva foram registradas no estado. Segundo o meteorologista Ramon Alves, da Femarh, &#8220;o inverno [amazônico, marcado por chuvas] começa neste início de abril, como previsto, o que deve reduzir os focos de incêndio&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os efeitos das queimadas são sentidos diretamente pela população. Em Boa Vista, a autônoma Suerlene de Abreu Fuhrmann, 58, relatou o avanço das chamas próximo à sua residência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Este fogo está duas casas depois da sua.&#8221; No local estavam ela e a neta de dois anos. &#8220;Dava a impressão de que as casas iam ser incendiadas. As crianças gritavam, as pessoas gritavam, todo mundo com medo&#8221;, lembra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Casos semelhantes ocorrem em diferentes pontos do estado. Um militar que atuava no combate relatou que práticas como a queima de lixo ainda contribuem para os incêndios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pesquisador Haron Xaud, da Embrapa e da Universidade Federal Rural de Roraima (UFRR), afirma que nas florestas ainda não há queimadas extensas de longa duração, mas nas áreas de savana e lavrado a situação é mais grave. &#8220;A cidade [Boa Vista] foi cercada de fogo, são muitos focos mesmo&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo ele, o fogo provoca alta mortalidade de animais e empobrece o solo, reduzindo sua capacidade produtiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fumaça também afeta a saúde da população. A servidora Amanda Souza, 36, relata que &#8220;parecia que o fogo estava no quintal. Depois descobri que era duas ruas depois&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pequeno Estevão, de 1 ano, ficou internado por oito dias no Hospital da Criança Santo Antônio. A mãe, Angela Silva Pinheiro, 27, afirmou: &#8220;minha casa ficou totalmente cinza. Era como se a gente estivesse dentro da fumaça&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A médica Mayara Floss, da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC), explica que o principal risco está no material particulado fino (PM2,5). &#8220;Elas conseguem entrar na corrente sanguínea e causar diversos problemas de saúde&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Folha de S. Paulo</em></strong></p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima-registra-602-focos-e-lidera-ranking-de-queimadas-no-brasil-em-marco-segundo-inpe/">Roraima registra 602 focos e lidera ranking de queimadas no Brasil em março, segundo Inpe</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nova estratégia de remoção de pacientes do território Yanomami reduz internações em Boa Vista, aponta Ministério da Saúde</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/nova-estrategia-de-remocao-de-pacientes-do-territorio-yanomami-reduz-internacoes-em-boa-vista-aponta-ministerio-da-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 20:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[boa vista]]></category>
		<category><![CDATA[Dsei Yanomami]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital da Criança]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Polo-Base Surucucu]]></category>
		<category><![CDATA[remoções]]></category>
		<category><![CDATA[terra yanomami]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://fatorrnoticias.com.br/?p=6817</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde reformulou o fluxo de remoções de indígenas&#160;Yanomami&#160;para hospitais de Boa Vista. Agora, a prioridade é que o paciente seja tratado na própria comunidade. Com isso, somente casos graves são deslocados. A nova estratégia, segundo a pasta, impactou positivamente: a assistência qualificada reduziu em 90% as remoções.&#160; O médico Alysson Figueiredo, coordenador [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/nova-estrategia-de-remocao-de-pacientes-do-territorio-yanomami-reduz-internacoes-em-boa-vista-aponta-ministerio-da-saude/">Nova estratégia de remoção de pacientes do território Yanomami reduz internações em Boa Vista, aponta Ministério da Saúde</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde reformulou o fluxo de remoções de indígenas&nbsp;Yanomami&nbsp;para hospitais de Boa Vista. Agora, a prioridade é que o paciente seja tratado na própria comunidade. Com isso, somente casos graves são deslocados. A nova estratégia, segundo a pasta, impactou positivamente: a assistência qualificada reduziu em 90% as remoções.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico Alysson Figueiredo, coordenador de remoção no Dsei Yanomami, explica que a reformulação faz com que somente casos graves que necessitam, por exemplo, de centro de terapia intensiva (CTI), sejam removidos para a capital do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A nossa organização passou a avaliar melhor os casos. Os pacientes potencialmente graves são levados para o centro de referência estabilizados. Somente se não tiverem melhora, são retirados do território”, diz.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Houve treinamento dos profissionais para lidar com emergência e urgências. O grande trabalho foi criar os fluxos, identificar os gargalos, pois os pacientes estavam chegando a Boa Vista sem nenhum critério ou muito agravados. Criamos a regulação: primeiro atendimento, estabilização, interlocução com os hospitais, entendemos o quadro, damos o suporte dentro do território e, assim, comunicamos a remoção. Temos que entender e respeitar as questões culturais”, salienta o médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Alysson, outra mudança é a transferência para locais de atendimento dentro da comunidade indígena, o que impacta menos no bem viver. “Quando chegamos no ano passado, não havia profissionais. Eram apenas quatro médicos. O Polo-Base Surucucu, por exemplo, estava sem água, energia e comida. Começamos do zero. Hoje, temos condições de fazer triagem, classificação de risco e ampliamos a assistência em território”, conta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele explica que os investimentos na saúde indígena também colaboram para a melhora do registro dos indicadores de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Quando se entra no território, se notifica e registra. Tínhamos polos com três anos sem a entrada de um profissional de saúde. Começamos os tratamentos em território com equipes completas para a assistência na localidade”, ressalta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, o&nbsp;Sistema Único de Saúde (SUS)&nbsp;reconquistou a confiança dos Yanomami após mais de um ano e meio de retomada no local.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Hoje, a aceitação está maior. Quando chegamos, os indígenas não queriam sequer aproximação. Com o tratamento daqueles que estavam em estado grave, se curando e voltando para as comunidades, resgatamos a credibilidade e o respeito pelos profissionais da saúde”, garante Alysson.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Reflexo em Boa Vista&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A enfermeira Lidiane Lopes Ramos, coordenadora do Núcleo da Saúde Indígena no Hospital da Criança de Boa Vista, é categórica: com a melhora dos fluxos e protocolos, caiu o número de internações de indígenas Yanomami na unidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela detalha que com o refinamento da remoção &#8211; com dados de peso, tamanho e patologia, por exemplo &#8211; os números são encaminhados para a equipe antes de o paciente chegar ao hospital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A ficha antiga era defasada de informações. Os dados recebidos do território não tinham credibilidade e fundamento, como data de nascimento errada, peso incorreto. Isso influencia na busca da patologia e no diagnóstico, mas foi vencido pelo alinhamento. A equipe de regulação já fez o levantamento. O filtro na remoção é primordial”, pondera.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Hospital da Criança, toda remoção passa por triagem e recebe a classificação “laranja”, ou seja, chega e já vai direto para o atendimento.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Boletim&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde divulgou, em 5 de agosto, um novo&nbsp;informe&nbsp;do&nbsp;Comitê de Operações Emergenciais (COE) Yanomami. No primeiro trimestre deste ano, foram notificados 74 óbitos no território. Na comparação com igual período do ano passado, houve uma queda de 33%. Nos três primeiros meses de 2023 foram registradas 111 mortes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento ressalta que os principais agravos tiveram queda como, óbitos por malária, desnutrição e infecções respiratórias agudas graves.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O povo Yanomami tem a maior terra indígena do Brasil, com 10 milhões de hectares, mais de 380 comunidades e 30 mil indígenas. Desde janeiro de 2023, o Ministério da Saúde investe para mitigar a grave crise causada na região pelo garimpo ilegal.<br>A pasta aumentou o efetivo de profissionais, dobrou o investimento em ações de saúde e trabalhou para garantir a assistência e combater doenças, como a&nbsp;malária&nbsp;e a desnutrição no território.&nbsp;</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/nova-estrategia-de-remocao-de-pacientes-do-territorio-yanomami-reduz-internacoes-em-boa-vista-aponta-ministerio-da-saude/">Nova estratégia de remoção de pacientes do território Yanomami reduz internações em Boa Vista, aponta Ministério da Saúde</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
