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	<title>indústria Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>indústria Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>BNDES aprova R$ 59,8 milhões para Roraima e amplia crédito a pequenas empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 15:09:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 59,8 milhões em crédito para Roraima no primeiro trimestre de 2026. O valor representa crescimento de 142,3% em comparação com o mesmo período de 2025, quando o estado havia registrado R$ 24,7 milhões em aprovações. Segundo o banco, todos os recursos aprovados para Roraima [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 59,8 milhões em crédito para Roraima no primeiro trimestre de 2026. O valor representa crescimento de 142,3% em comparação com o mesmo período de 2025, quando o estado havia registrado R$ 24,7 milhões em aprovações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o banco, todos os recursos aprovados para Roraima entre janeiro e março deste ano foram destinados a micro, pequenas e médias empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A agropecuária liderou o volume de financiamentos no estado, com R$ 42,1 milhões aprovados. O setor de infraestrutura recebeu R$ 11,5 milhões, enquanto comércio e serviços somaram R$ 5,9 milhões em operações aprovadas pelo banco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também mostra crescimento no volume acumulado de crédito aprovado desde 2023. Nesse período, o BNDES liberou R$ 478,3 milhões para Roraima, resultado 9,4% superior ao registrado entre 2019 e 2022, quando o montante chegou a R$ 437,1 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das aprovações, os desembolsos do banco para o estado também cresceram nos últimos anos. Entre 2023 e março de 2026, o volume desembolsado alcançou R$ 358,4 milhões. Entre 2019 e 2022, o total havia sido de R$ 272,8 milhões, diferença de 31,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da instituição, Aloizio Mercadante, afirmou que os números refletem o aumento do apoio financeiro ao setor produtivo e às pequenas empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O BNDES retomou seu papel de parceiro estratégico do desenvolvimento e tem atuado para facilitar o acesso ao crédito, ampliar investimentos, aumentar a produtividade, reforçar a infraestrutura e promover a inovação, impulsionando o pequeno empreendedor, a agropecuária e a indústria”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Região Norte, o banco aprovou R$ 2,21 bilhões em crédito no primeiro trimestre deste ano. O resultado representa aumento de 180% em relação ao mesmo período de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recursos na região foram distribuídos entre infraestrutura, com R$ 1,21 bilhão; agropecuária, com R$ 545,7 milhões; comércio e serviços, com R$ 312,1 milhões; e indústria, com R$ 139,4 milhões. Segundo o BNDES, R$ 1,38 bilhão foi destinado a micro, pequenas e médias empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O banco informou ainda que, desde 2023, as aprovações de crédito para a Região Norte somaram R$ 34,85 bilhões, valor 123% superior aos R$ 15,62 bilhões registrados entre 2019 e 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nível nacional, o BNDES registrou lucro recorrente de R$ 3,1 bilhões no primeiro trimestre de 2026, crescimento de 17% sobre o resultado de 2025. O banco informou também que a carteira de crédito atingiu R$ 678,2 bilhões e que os ativos totais chegaram a R$ 995 bilhões.</p>
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		<title>Comércio lidera geração de empregos em Roraima com 269 novas vagas em setembro</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/comercio-lidera-geracao-de-empregos-em-roraima-com-269-novas-vagas-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor de Comércio foi responsável por quase todas as novas vagas formais em Roraima em setembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados na quinta-feira (30). O Estado registrou 295 novos empregos com carteira assinada no mês e 3.062 no acumulado de 2025. Além do Comércio, Indústria e Serviços [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O setor de Comércio foi responsável por quase todas as novas vagas formais em Roraima em setembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados na quinta-feira (30). O Estado registrou 295 novos empregos com carteira assinada no mês e 3.062 no acumulado de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do Comércio, Indústria e Serviços geraram 89 vagas cada. Por outro lado, Construção (-103 postos) e Agropecuária (-49) apresentaram saldo negativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior parte das vagas foi ocupada por mulheres, com 253 postos, e pessoas com ensino médio completo, que responderam por 354 empregos. Jovens entre 18 e 24 anos tiveram o maior saldo entre faixas etárias, com 235 novas oportunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os municípios, Boa Vista teve o melhor desempenho, com 229 novos empregos, seguida de São Luiz do Anauá (34), Bonfim (25) e Rorainópolis (23). A capital roraimense tem atualmente 76 mil empregos formais.</p>
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		<title>Emprego formal avança em Roraima com saldo de quase 2,9 mil vagas até julho</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/emprego-formal-avanca-em-roraima-com-saldo-de-quase-29-mil-vagas-ate-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 14:31:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
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		<category><![CDATA[carteira de trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De janeiro a julho de 2025, Roraima acumulou 2.884 novos vínculos formais de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados na semana passada. Em julho, foram abertas 125 vagas com carteira assinada no Estado. O setor de Comércio foi o que mais contratou no mês (178 vagas), seguido [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">De janeiro a julho de 2025, Roraima acumulou 2.884 novos vínculos formais de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados na semana passada. Em julho, foram abertas 125 vagas com carteira assinada no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor de Comércio foi o que mais contratou no mês (178 vagas), seguido por Serviços (97) e Indústria (77). Já a Construção e a Agropecuária fecharam postos de trabalho, com saldos negativos de -147 e -80, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Boa Vista teve o melhor desempenho entre os municípios, com 195 empregos gerados. No perfil das novas contratações, as mulheres lideraram, ocupando 173 das vagas criadas.</p>
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		<title>Economia perde ritmo no 4º trimestre e fecha 2024 com alta de 3,4% no acumulado</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/economia-perde-ritmo-no-4o-trimestre-e-fecha-2024-com-alta-de-34-no-acumulado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 14:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;economia&#160;brasileira perdeu ritmo no quarto trimestre, mas fechou 2024 com alta de 3,4% no acumulado do ano, apontam dados do&#160;Produto Interno Bruto (PIB) divulgados nesta sexta-feira (7) pelo&#160;Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O crescimento de 3,4% veio após avanço de 3,2% em 2023. Trata-se da maior alta desde 2021 (4,8%), quando o PIB [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;economia&nbsp;brasileira perdeu ritmo no quarto trimestre, mas fechou 2024 com alta de 3,4% no acumulado do ano, apontam dados do&nbsp;Produto Interno Bruto (PIB) divulgados nesta sexta-feira (7) pelo&nbsp;Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crescimento de 3,4% veio após avanço de 3,2% em 2023. Trata-se da maior alta desde 2021 (4,8%), quando o PIB se recuperava dos estragos da pandemia no ano anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo resultado ficou em linha com a mediana das projeções do mercado financeiro, que era de 3,5%, conforme a agência Bloomberg. O intervalo das estimativas ia de 3,2% a 3,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o ano atípico de 2021 não fosse levado em conta, já que a base de comparação com 2020 estava fragilizada pela pandemia, a alta de 3,4% seria a maior desde 2011 (4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando apenas o quarto trimestre de 2024, o PIB mostrou relativa estagnação no país. Houve leve variação positiva de 0,2% frente aos três meses imediatamente anteriores, disse o IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número veio ligeiramente abaixo da mediana de 0,4% esperada por analistas em pesquisa da Bloomberg. O intervalo das previsões ia de 0% a 0,6%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB havia crescido 1% no primeiro trimestre de 2024, 1,3% no segundo e 0,7% no terceiro, de acordo com dados revisados pelo IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As taxas divulgadas anteriormente eram de 1,1%, 1,4% e 0,9%. A revisão dos números é um procedimento comum no instituto a partir da incorporação de novas informações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É um resultado bom para o ano passado, mas com um prenúncio [no quarto trimestre] do que será 2025: um ano de crescimento mais baixo e mais dificuldades na economia. Isso já está um tanto quanto contratado&#8221;, afirma a economista Juliana Inhasz, professora do Insper.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consumo sente juro alto, diz IBGE</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A perda de ritmo do PIB no quarto trimestre foi puxada pelo consumo das famílias. O consumo caiu 1% em relação aos três meses imediatamente anteriores. Foi a primeira baixa desde o segundo trimestre de 2021 (-1,4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, o resultado reflete o&nbsp;início do ciclo de alta da taxa básica de juros (Selic) e a&nbsp;aceleração da inflação dos alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela ainda disse que a base elevada de comparação ajuda a explicar o freio no consumo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;No quarto trimestre de 2024, o que chama atenção é que o PIB ficou praticamente estável, com crescimento nos investimentos [0,4%], mas com queda no consumo das famílias&#8221;, afirmou a pesquisadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Isso porque no quarto trimestre tivemos um pouco de aceleração da inflação, principalmente a de alimentos. Continuamos tendo melhoria no&nbsp;mercado de trabalho, mas com uma taxa já não tão alta. E os juros começaram a subir em setembro do ano passado, o que já impactou no quarto trimestre.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Demanda interna impacta ano</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado de 2024, a atividade econômica teve impulso da demanda interna, indicou o IBGE. Houve impacto de medidas de estímulo do governo&nbsp;Lula&nbsp;(PT) e do&nbsp;desempenho positivo&nbsp;do&nbsp;mercado de trabalho, que mostrou&nbsp;queda do desemprego e aumento da renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conjuntura levou o PIB a um crescimento acima do previsto inicialmente por analistas e pelo governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para se ter uma ideia, ao final de 2023, a mediana das estimativas do mercado financeiro indicava avanço de apenas 1,52% em 2024, de acordo com o&nbsp;boletim Focus, do&nbsp;Banco Central (BC). O Ministério da Fazenda tinha uma projeção de 2,2%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Apesar desse fechamento mais fraco [no quarto trimestre], 2024 foi um ano de crescimento robusto, com a economia avançando 3,4%, bem acima do seu potencial&#8221;, afirma o economista Igor Cadilhac, do PicPay.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Esse desempenho foi impulsionado, principalmente, pela forte demanda doméstica, sustentada por uma política fiscal expansionista e pelo aumento da oferta de crédito.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Selic maior é desafio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Manter a economia aquecida ficou mais difícil&nbsp;a partir do segundo semestre do ano passado, quando o BC&nbsp;passou a subir os juros&nbsp;para conter a&nbsp;inflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Para 2025, a tendência de desaceleração deve continuar, embora o primeiro trimestre ainda se beneficie do desempenho da agropecuária&#8221;, diz a economista Mariana Rodrigues Monteiro, da SulAmérica Investimentos. A casa prevê PIB de 2% neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na mediana, as estimativas do mercado sinalizam uma variação de 2,01% para o acumulado de 2025, conforme o boletim Focus. A Selic&nbsp;está em 13,25%&nbsp;ao ano e&nbsp;deve fechar dezembro em 15%, de acordo com a mesma publicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alta dos juros tenta esfriar a demanda por bens e serviços para conter os preços. O efeito colateral do crédito mais caro é o obstáculo ao consumo e aos investimentos produtivos, vetores do PIB.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Olhando para o futuro, a combinação de inflação persistente, juros elevados e consequente aperto das condições financeiras deve pesar sobre a atividade econômica&#8221;, afirma Igor Cadilhac, do PicPay.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Fazenda&nbsp;projeta crescimento de 2,3% para o PIB de 2025. A estimativa é maior do que a mediana do mercado (2,01%), mas também sinaliza uma desaceleração ante 2024 (3,4%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviços e indústria fecham 2024 no azul</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o resultado do ano passado, o PIB renovou o recorde da série histórica do IBGE, iniciada em 1996. Em valores correntes, o indicador totalizou R$ 11,7 trilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela ótica da oferta, o aumento de 3,4% foi&nbsp;puxado pelo crescimento do setor de serviços (3,7%) e da indústria (3,3%). A agropecuária, por outro lado, teve queda em meio a problemas climáticos (-3,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo viés da demanda por bens e serviços, o IBGE destacou a&nbsp;alta de 4,8% no consumo das famílias, que respondeu por 63,8% do PIB no ano passado. A alta de 4,8% é a maior desde 2011, quando o crescimento havia sido da mesma magnitude.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A conjuntura econômica foi extremamente favorável para o consumo das famílias em 2024&#8221;, disse Rebeca Palis, do IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela citou fatores como melhora do mercado de trabalho, programas de transferência de renda do governo, juros menores na média do ano comparada a 2023 e inflação sem descontrole, apesar do repique nos preços dos alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra contribuição para o PIB de 2024 veio dos investimentos produtivos, que são medidos pela Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF). No ano, a FBCF registrou alta de 7,3%, o melhor resultado desde 2021 (12,9%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se de um lado os juros desafiam o consumo e os investimentos em 2025, de outro a perspectiva de recuperação da safra tende a ajudar o PIB no começo deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por ora, as estimativas&nbsp;sinalizam recorde para a produção de grãos&nbsp;após os&nbsp;problemas climáticos de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A desaceleração do PIB em 2025 será suave se a gente conseguir mesmo chegar a uma safra recorde. Caso os dados não apontem isso, a desaceleração provavelmente será um pouco mais acentuada&#8221;, diz Juliana Inhasz, do Insper.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PIB per capita avança 3%</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB é a soma dos bens e serviços produzidos pelo país. Seu avanço é usualmente chamado de crescimento econômico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB per capita, que divide o valor das riquezas produzidas pelo número de habitantes, aumentou 3% em 2024, chegando a R$ 55.247,45. A alta de 3% é a maior desde 2021 (4,3%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Parte dos analistas teme que, mesmo com os alertas sobre o quadro fiscal, o governo Lula adote novas medidas de estímulo à economia em meio à trajetória de&nbsp;queda da popularidade do presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das questões que estariam por trás da aprovação em baixa seria a&nbsp;inflação dos alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estudo recente da consultoria LCA&nbsp;indicou que o patamar elevado dos preços ofuscou a percepção de melhora da renda do trabalho e da atividade econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><a href="https://fatorrnoticias.com.br/brasil/governo-zera-tarifa-de-importacao-de-carne-cafe-e-outros-alimentos-para-conter-inflacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Para frear a inflação, o governo anunciou na quinta (6) que vai zerar a alíquota de importação de produtos</a> </strong>como carne, café, milho, óleos e açúcar. Associações afirmaram que a medida é inócua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O aumento do óleo diesel e do frete pressiona os alimentos e&nbsp;pode ameaçar as ações para conter os preços da comida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Folha de S. Paulo</em></strong></p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/economia-perde-ritmo-no-4o-trimestre-e-fecha-2024-com-alta-de-34-no-acumulado/">Economia perde ritmo no 4º trimestre e fecha 2024 com alta de 3,4% no acumulado</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
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		<item>
		<title>Roraima gera 848 novos empregos com carteira assinada em novembro, aponta ministério</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-gera-848-novos-empregos-com-carteira-assinada-em-novembro-aponta-ministerio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Dec 2024 19:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima fechou novembro tendo registrado a criação de 848 novos empregos com carteira assinada, resultado de 4,4 mil admissões e 3,5 mil desligamentos. Os dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram divulgados na sexta-feira (27), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas tiveram [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima fechou novembro tendo registrado a criação de 848 novos empregos com carteira assinada, resultado de 4,4 mil admissões e 3,5 mil desligamentos. Os dados do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) foram divulgados na sexta-feira (27), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quatro dos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas tiveram saldos positivos no Estado em novembro. O destaque ficou por conta do setor de comércio, que registrou a abertura de 405 novas vagas. Na sequência, aparecem serviços (250 vagas), construção (153) e indústria (55). Apenas a agropecuária registrou desempenho negativo, de -15 vagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Estado, os novos postos de trabalho foram ocupados, em sua maioria, pelo sexo masculino (+507). Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas (+644) com as vagas em Roraima. Jovens entre 18 e 24 anos também são o grupo com maior saldo de vagas: +334.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Municípios</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Boa Vista foi o município com melhor saldo no Estado em novembro, tendo gerado 901 novos postos. A cidade tem hoje um estoque de 73.604 empregos formais. Na sequência dos municípios com melhores desempenhos em novembro, aparecem Caracaraí (9), Rorainópolis (9), Amajari (7) e Mucajaí (4).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Nacional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mais de 800 postos formais de trabalho gerados em Roraima ajudaram o país a chegar a um saldo positivo em novembro de 106.625 novos empregos com carteira assinada. Com isso, o Brasil acumula, nos 11 primeiros meses de 2024, entre janeiro e novembro, um saldo de mais de 2,22 milhões de novos postos formais, o que ressalta o bom momento da economia no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em janeiro de 2023 e novembro de 2024, o saldo supera 4 milhões de novos empregos com carteira assinada gerados no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado dos últimos 12 meses, de dezembro de 2023 a novembro de 2024, o saldo é positivo em mais de 1,77 milhão de novos empregos, resultado 22,2% maior que o saldo observado no período de dezembro de 2022 a novembro de 2023 (1,45 milhão).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Setores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O saldo foi positivo em dois dos cinco grupamentos de atividades econômicas em novembro. O destaque ficou com o setor de comércio, responsável pela geração de 94.572 postos, com a atividade do “comércio varejista” tendo gerado o maior número das vagas (83.032). Em seguida, aparece o de serviços, com 67.717 novos empregos criados. A indústria, que fechou o mês em retração, registrou queda de 6.678 vagas. Agropecuária (-18,8 mil) e construção (-30 mil) também fecharam o período com queda.</p>
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		<title>PIB cresce 1,4% no segundo trimestre e fica acima do esperado; riqueza produzida no país soma R$ 2,9 trilhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 12:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,4% no segundo trimestre de 2024 ante o trimestre anterior, mostrando aceleração ante o 1,0% de crescimento (revisado para cima) observado no primeiro trimestre. O PIB, que é a soma dos bens e serviços finais produzidos no Brasil, chegou a R$ 2,9 trilhões em valores correntes, informou o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 1,4% no segundo trimestre de 2024 ante o trimestre anterior, mostrando aceleração ante o 1,0% de crescimento (revisado para cima) observado no primeiro trimestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB, que é a soma dos bens e serviços finais produzidos no Brasil, chegou a R$ 2,9 trilhões em valores correntes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira (3).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na comparação com o segundo trimestre de 2023, o PIB cresceu 3,3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O desempenho ficou bem acima da estimativa do consenso LSEG de analistas, que previa alta de 0,9% na comparação com o primeiro trimestre de 2,7% ante o mesmo trimestre de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As altas nos serviços (1,0%) e na indústria (1,8%) contribuíram para a taxa positiva no trimestre, embora a agropecuária tenha recuado 2,3% no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela ótica da demanda, na mesma comparação, houve altas nos três componentes: o consumo das famílias e o consumo do governo cresceram à mesma taxa (1,3%, ambos) e a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), uma medida dos investimentos, subiu 2,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, “com o fim do protagonismo da agropecuária, a indústria se destacou nesse trimestre, em especial na eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e na construção”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, ela comentou que na análise do PIB pela ótica da demanda interna, os três componentes cresceram nas três comparações, incentivados pelas condições do mercado de trabalho, pelos juros mais baixos e pelo crédito disponível, entre outros fatores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com Rebeca, também contribuíram para a performance dos componentes da demanda “a alta dos investimentos, beneficiados pelo crescimento da importação e a produção nacional de bens de capital, o desempenho da construção e, também, o desenvolvimento de software”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Além disso, ao contrário do ano passado, o setor externo tem contribuído negativamente para o crescimento da economia”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comparação anualizada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao segundo trimestre do ano passado, o PIB cresceu 3,3% e foi acompanhado pelos serviços (3,5%) e pela indústria (3,9%), enquanto a agropecuária mostrou recuo de 2,9%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todos os setores dos serviços tiveram taxas positivas nessa comparação, com destaque para informação e comunicação (6,1%), outras atividades de serviços (4,5%), atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (4,0%), comércio (4,0%) e atividades imobiliárias (3,7%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A alta de 3,9% na indústria foi impulsionada pelo setor de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos, que subiu 8,5% ante o mesmo trimestre de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rebeca detalhou que “o maior consumo de eletricidade, principalmente nas residências, e a manutenção da bandeira tarifária verde ajudaram o setor. Além disso, a construção cresceu 4,4%, as indústrias de transformação tiveram sua segunda alta consecutiva (3,6%) e as indústrias extrativas cresceram 1,0%”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, as condições climáticas adversas ocasionaram um recuo na produção esperada de soja e milho, apesar do bom desemprenho da pecuária e de outras culturas importantes, como o café e o algodão. Isso fez com que a agropecuária recuasse nas comparações com e sem ajuste sazonal, e acumulasse variação nula (0,0%) nos últimos 12 meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Taxa de investimento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa de investimento no segundo trimestre de 2024 foi de 16,8% do PIB, acima dos 16,4% registrados no segundo trimestre de 2023. Já a taxa de poupança recuou 16,0%, abaixo dos 16,8% do mesmo trimestre de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme Rebeca, “a taxa de investimento foi beneficiada principalmente pelo crescimento superior, em volume, da Formação Bruta de Capital Fixo em relação ao PIB”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acumulado em quatro trimestres</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em março de 2024, comparado ao mesmo período de 2023, cresceu 2,5%. Nessa comparação, houve altas na indústria (2,6%) e nos serviços (2,6%) e estabilidade na agropecuária (0%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais uma vez, todas as atividades do setor de serviços mostraram taxas positivas nessa comparação, enquanto as altas mais destacadas na indústria foram de eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (7,3%) e das indústrias extrativas (6,2%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela ótica da demanda interna, a Despesa de Consumo das Famílias (3,7%) e na Despesa de Consumo do Governo (2,4%) mostraram taxas positivas. Já a Formação Bruta de Capital Fixo (-0,9%) recuou nessa comparação pelo quarto trimestre consecutivo.</p>
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