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	<title>inflação Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>inflação Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Roraima tem retração de 11,5% nas vendas de bares e restaurantes, a maior do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor de bares e restaurantes em Roraima enfrentou a maior queda do país em setembro, com retração de 11,5% nas vendas em comparação com o mesmo período de 2024. O dado é do Índice Abrasel-Stone, divulgado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em parceria com a empresa de tecnologia financeira Stone. Em [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O setor de bares e restaurantes em Roraima enfrentou a maior queda do país em setembro, com retração de 11,5% nas vendas em comparação com o mesmo período de 2024. O dado é do Índice Abrasel-Stone, divulgado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) em parceria com a empresa de tecnologia financeira Stone.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nível nacional, o setor registrou recuo de 4,9% nas vendas em relação a agosto. Na comparação anual, a retração foi de 3,9%, após três meses de estabilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Abrasel, Paulo Solmucci, aponta que setembro teve início com desempenho abaixo do esperado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Além da comparação com agosto, que tem o Dia dos Pais como data forte de faturamento, fatores como inflação elevada e a crise do metanol impactaram diretamente o movimento em diversos estabelecimentos&#8221;, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o economista Guilherme Freitas, da Stone, o cenário é reflexo de um ambiente de consumo pressionado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O desemprego segue baixo, mas o ritmo de geração de vagas formais diminuiu, e o endividamento das famílias continua alto. Isso afeta o consumo de itens não essenciais, como refeições fora de casa&#8221;, explicou.</p>
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		<title>Inflação de janeiro perde força e fica em 0,16%, a menor para o mês desde 1994</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2025 13:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[energia elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inflação oficial de janeiro perdeu força e ficou em 0,16%. Este é o menor resultado para um mês de janeiro desde 1994, ou seja, desde antes do Plano Real, iniciado em julho daquele ano. A explicação para a desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira (11), no Rio [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A inflação oficial de janeiro perdeu força e ficou em 0,16%. Este é o menor resultado para um mês de janeiro desde 1994, ou seja, desde antes do Plano Real, iniciado em julho daquele ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A explicação para a desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado nesta terça-feira (11), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é o Bônus Itaipu, desconto que milhões de brasileiros tiveram na conta de luz do mês passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em dezembro de 2024, o IPCA tinha ficado em 0,52%. A desaceleração não significa que os preços ficaram mais baixos, e sim que, na média, subiram em menor velocidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Considerando qualquer mês, o resultado de janeiro é o menor desde agosto de 2024, quando houve inflação negativa de 0,2%. Em janeiro do mesmo ano, o IPCA tinha marcado 0,42%. Agora, caiu para 0,16%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No acumulado de 12 meses, o IPCA soma 4,56%, acima da meta do governo. Em dezembro, o acumulado era de 4,83%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos, ou seja, um intervalo de 1,5% a 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir deste ano, a perseguição da meta se dá em relação aos 12 meses imediatamente passados e não apenas no resultado final de dezembro. A meta só será considerada descumprida se estourar o intervalo de tolerância por seis meses seguidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Causa e efeito</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O grande responsável pelo alívio da inflação veio do subitem energia elétrica residencial, que ficou 14,21% mais barata. Esse recuo representou impacto de 0,55 ponto percentual (p.p.) no resultado do mês. A redução é a menor desde fevereiro de 2013, quando tinha caído 15,17%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa grande queda de janeiro foi causada pelo Bônus Itaipu, desconto que 78 milhões de consumidores perceberam na conta de luz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a energia elétrica mais barata em janeiro, o grupo habitação recuou 3,08%, representando impacto de 0,46 p.p. no IPCA.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Transportes e alimentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na outra ponta da inflação, estão os preços dos alimentos e dos transportes, que pressionaram o índice para cima. Os transportes subiram 1,3%, um impacto de 0,27 p.p. Os vilões foram os preços das passagens aéreas, que aumentaram 10,42% e ônibus urbano (3,84%). As tarifas de ônibus tiveram reajustes em 7 das 16 localidades pesquisadas pelo IBGE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os alimentos e bebidas tiveram alta de 0,96%, a quinta seguida. Esse grupo contribuiu com 0,21 p.p. do IPCA de janeiro. As maiores pressões entre os subitens alimentícios vieram do café moído (8,56% e impacto de 0,04 p.p.), tomate (20,27% e 0,04 p.p.) e cenoura (36,14% e 0,02 p.p.).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O preço do café, subitem alimentício que mais pressionou para cima a inflação, deve manter o valor em alta, de acordo com produtores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Difusão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro, o índice de difusão ficou em 65%, o que significa que 65% dos 377 produtos e serviços pesquisados tiveram aumento de preços. Em dezembro de 2024, o índice tinha sido de 69%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IPCA apura o custo de vida para famílias com rendimentos entre 1 e 40 salários mínimos. A coleta de preços é feita nas regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Vitória, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de o IPCA ser calculado desde 1980, o IBGE considera que a série histórica atual foi iniciada em 1994, uma vez que, antes disso, a moeda era outra, o que atrapalharia comparações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Antes do Plano Real, havia outros planos econômicos, tinha hiperinflação, então a gente acaba colocando esse marco. O valor de janeiro é o menor da série histórica do índice&#8221;, explicou o gerente da pesquisa, Fernando Gonçalves.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Inflação sobe 0,56% em outubro e fura teto da meta em 12 meses, aponta IBGE</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/inflacao-sobe-056-em-outubro-e-fura-teto-da-meta-em-12-meses-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 12:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inflação oficial de preços ganhou força e subiu 0,56% em outubro, ante alta de 0,44% em setembro, segundo dados apresentados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As projeções sinalizavam para alta de 0,53% do índice. Diante da aceleração, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A inflação oficial de preços ganhou força e subiu 0,56% em outubro, ante alta de 0,44% em setembro, segundo dados apresentados nesta sexta-feira (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As projeções sinalizavam para alta de 0,53% do índice.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da aceleração, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula alta de 4,76% nos últimos 12 meses, desempenho acima do limite da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para este ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como foi o IPCA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A alta de 0,56% apurada pelo IBGE é a segunda maior deste ano, atrás apenas do avanço de 0,83% registrado em fevereiro. Na análise apenas dos meses de outubro, o resultado é o maior desde 2022 (0,59%). No ano passado, a alta foi de 0,24%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as duas acelerações após a leve deflação de 0,02% registrada em agosto, a inflação oficial acumula alta de 4,76% entre novembro de 2023 e outubro de 2024. Somente neste ano, a variação dos preços alcança 3,88%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com os resultados recentes, a inflação do Brasil aparece acima da margem de tolerância de 1,5 ponto percentual da alta de 3% idealizada pelo CMN para 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As últimas projeções apresentadas pelo Relatório Focus, do Banco Central (BC), estimam que o IPCA deve fechar 2024 em 4,59%. Conforme as expectativas, o resultado será motivado por altas de 0,2% do índice em novembro e de 0,55%, em dezembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Vilã e variações</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O preço das tarifas de energia elétrica residencial saltaram 4,74% no mês passado, com a adoção da bandeira vermelha patamar 2, que acrescenta R$ 7,87 a cada 100 kw/h consumidos. Em setembro, a cobrança adicional foi referente à bandeira vermelha patamar 1, com R$ 4,46 a cada 100 kw/h.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior variação, de 0,8%, foi apurada em Goiânia (GO), puxada pelas altas do tomate (26,88%) e da energia elétrica residencial (9,76%). Por outro lado, a menor variação, de 0,09%, foi observada em Aracaju (SE). Cidade com maior peso para o índice, São Paulo (SP) registrou alta de 0,67% dos preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alimentos mais caros</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Grupo de alimentos e bebidas apresentou alta de 1,06% em outubro. A variação é a maior desde dezembro (1,11%) e foi motivada pela aceleração de preços dos produtos consumidos no domicílio, que passou de uma alta de 0,56% em setembro para 1,22%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inflação das carnes foi a maior desde novembro de 2020 (6,54%). O preço da proteína saltou 5,81%, com altas expressivas do acém (9,09%), da costela (7,4%), do contrafilé (6,07%) e alcatra (5,79%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O aumento de preço das carnes pode ser explicado por uma menor oferta desses produtos, por conta do clima seco e menos animais abatidos, e um elevado volume de exportações”, afirma André Almeira, gerente do IPCA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alimentação fora de casa também pesou no bolso do consumidor. A alta de 0,65% também é superior à registrada em setembro (0,34%). A variação ocorreu com o aumento de 0,53% da refeição e de 0,88% do lanche.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Custo dos transportes recua</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Deflação de 0,38% do grupo foi puxada pelo preço das passagens aéreas. A queda de 11,5% no valor dos bilhetes respondeu por um impacto de 0,07 ponto perceptual no resultado do IPCA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eleições deixam tarifas de transporte público mais baratas em outubro. Segundo os dados do IBGE, as gratuidades concedidas à população nos dias de votação determinaram no resultado negativo da inflação do trem (-4,8%), do metrô (-4,63%), do ônibus urbano (-3,51%) e da integração transporte público (-3,04%)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Preço dos combustíveis também aliviaram o bolso dos motoristas. No mês passado, a queda de 0,17% do subgrupo foi motivada pelo barateamento dos valores cobrados pelo etanol (-0,56%), óleo diesel (-0,2%) e gasolina (-0,13%). Por outro lado, o gás veicular registrou alta de 0,48% no mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja a variação de cada um dos grupos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Habitação: 1,49%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alimentação e bebidas: 1,06%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Despesas pessoais: +0,7%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Comunicação: +0,52%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Artigos de residência: +0,43%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Saúde e cuidados pessoais: +0,38%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vestuário: +0,37%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Educação: +0,04%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Transportes: -0,38%…</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é o IPCA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A inflação oficial é calculada a partir de 377 produtos e serviços. A escolha pelos itens tem como base o consumo das famílias com rendimentos de 1 a 40 salários mínimos. O cálculo final considera um peso específico para cada um dos itens analisados pelo indicador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O IPCA considera a evolução dos preços em nove grandes grupos. As análises consideram as variações apresentadas por itens das áreas de alimentação e bebidas, artigos residenciais, comunicação, despesas pessoais, educação, habitação, saúde e cuidados pessoais, transportes e vestuário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise mensal é realizada nos grandes centros urbanos do Brasil. Para isso, o IBGE considera as regiões metropolitanas de Belém (PA), Fortaleza (CE), Recife (PE), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Vitória (ES), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), além do Distrito Federal. Há ainda pesquisadores nos municípios de Goiânia, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do UOL</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Selic a 11,25%: Brasil cai para 3º maior juro real do mundo, mesmo após Copom elevar ritmo de alta</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/selic-a-1125-brasil-cai-para-3o-maior-juro-real-do-mundo-mesmo-apos-copom-elevar-ritmo-de-alta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 12:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Brasil&#160;caiu para o terceiro lugar no ranking mundial de juros reais, mesmo após o Comitê de Política Monetária (Copom) elevar a&#160;Selic&#160;de 10,75% para 11,25% nesta quarta-feira (6) —&#160;alta de 0,50 ponto percentual&#160;(p.p.). O juro real é de 8,08% ao ano, mostra levantamento do&#160;Portal MoneYou. O país está abaixo apenas de Turquia (15,18%) e Rússia (12,19%). [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;Brasil&nbsp;caiu para o terceiro lugar no ranking mundial de juros reais, mesmo após o Comitê de Política Monetária (Copom) elevar a&nbsp;Selic&nbsp;de 10,75% para 11,25% nesta quarta-feira (6) —&nbsp;alta de 0,50 ponto percentual&nbsp;(p.p.). O juro real é de 8,08% ao ano, mostra levantamento do&nbsp;Portal MoneYou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O país está abaixo apenas de Turquia (15,18%) e Rússia (12,19%). Na sequência, aparecem México (6,50%), Indonésia (4,61%) e Colômbia (4,36%).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo projeções, o Brasil continuaria na terceira posição se o Copom tivesse optado por altas de 0,25 p.p. ou de 0,75 p.p. Nesses casos, no entanto, os juros reais do país seriam de 7,99% ou 8,29%, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa real é uma combinação da&nbsp;inflação&nbsp;projetada para os próximos 12 meses, via coleta do relatório Focus do&nbsp;Banco Central&nbsp;(BC), de 4,30%, e da taxa de juros DI do próximo ano no vencimento mais líquido — novembro de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em termos nominais, com a Selic a 11,25%, os juros brasileiros ocupam a quarta colocação. O país está abaixo de Turquia (50%), Argentina (35%) e Rússia (21%), e acima de México (10,50%), Colômbia (9,75%) e África do Sul (8%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que o Copom elevou a Selic a 11,25%?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Copom, “o cenário segue marcado por resiliência na atividade, pressões no mercado de trabalho, hiato do produto positivo, elevação das projeções de inflação e expectativas desancoradas, o que demanda uma política monetária mais contracionista”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os diretores reforçaram o impacto da&nbsp;política fiscal&nbsp;na trajetória da monetária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O comitê reafirma que uma política fiscal crível e comprometida com a sustentabilidade da dívida, com a apresentação e execução de medidas estruturais para o orçamento fiscal, contribuirá para a ancoragem das expectativas de inflação e redução dos prêmios de risco dos ativos financeiros, consequentemente impactando a política monetária.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, mudaram suas expectativas para a&nbsp;inflação. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo&nbsp;(IPCA) em 2024 passou de 4,3% para 4,6%, acima do teto da meta — de 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do InfoMoney</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Por unanimidade, Copom mantém juros básicos em 10,5% ao ano</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/por-unanimidade-copom-mantem-juros-basicos-em-105-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, por unanimidade, nesta quarta-feira (31) manter a taxa Selic, os juros básicos da economia, em 10,5% ao ano.&#160; Na reunião anterior, em junho, o Copom&#160;interrompeu o ciclo de cortes de juros&#160;iniciado há quase um ano. De agosto do ano passado até março deste ano, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, por unanimidade, nesta quarta-feira (31) manter a taxa Selic, os juros básicos da economia, em 10,5% ao ano.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na reunião anterior, em junho, o Copom&nbsp;interrompeu o ciclo de cortes de juros&nbsp;iniciado há quase um ano. De agosto do ano passado até março deste ano, o comitê tinha reduzido os juros básicos em 0,5 ponto percentual a cada reunião. Em maio, a taxa tinha sido cortada em 0,25 ponto percentual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, o Copom explicou que a decisão foi motivada pelo ambiente externo adverso e pelo conjunto dos indicadores de atividade econômica e do mercado de trabalho doméstico que seguem apresentando dinamismo maior do que o esperado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O comitê, unanimemente, optou por manter a taxa de juros inalterada, destacando que o cenário global incerto e o cenário doméstico marcado por resiliência na atividade, elevação das projeções de inflação e expectativas desancoradas demandam acompanhamento diligente e ainda maior cautela”, diz a nota.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão, de acordo com o comitê, teve como objetivo consolidar o processo de desinflação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A política monetária deve se manter contracionista por tempo suficiente em patamar que consolide não apenas o processo de desinflação como também a ancoragem das expectativas em torno da meta”, diz.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comitê destaca que se manterá vigilante e relembra que eventuais ajustes futuros na taxa de juros serão ditados pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inflação&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em junho, o IPCA teve alta de 0,21%, ficando abaixo da taxa registrada em maio (0,46%).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano, o IPCA&nbsp;acumula alta de 2,48%&nbsp;e no acumulado dos últimos 12 meses, a taxa é de 4,23%, acima dos 3,93% observados nos 12 meses anteriores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para 2024, o Conselho Monetário Nacional (CMN)&nbsp;fixou meta de inflação em 3%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo relatório divulgado em junho pelo Banco Central, a inflação deve ficar em 4% em 2024. Já de acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 4,1%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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