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	<title>InfoGripe Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>InfoGripe Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Fiocruz aponta aumento de influenza A em Roraima e alta de bronquiolite em bebês</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/fiocruz-aponta-aumento-de-influenza-a-em-roraima-e-alta-de-bronquiolite-em-bebes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 17:02:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta aumento dos casos de influenza A em Roraima e crescimento das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre crianças menores de dois anos em todo o Brasil. Segundo o levantamento, o avanço dos casos em bebês está relacionado principalmente ao vírus [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Boletim InfoGripe, divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta aumento dos casos de influenza A em Roraima e crescimento das internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) entre crianças menores de dois anos em todo o Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o levantamento, o avanço dos casos em bebês está relacionado principalmente ao vírus sincicial respiratório (VSR), responsável pela maior parte dos diagnósticos recentes de SRAG associados a vírus respiratórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas quatro semanas, o VSR respondeu por 41,5% dos casos confirmados de SRAG. Na sequência aparecem influenza A, com 27,2%, e rinovírus, com 25,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a Fiocruz, o aumento do VSR tem provocado crescimento dos casos de bronquiolite, inflamação nas ramificações dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto isso, o boletim aponta que os casos de influenza A continuam aumentando nos estados da Região Sul e em Roraima, Tocantins, São Paulo e Espírito Santo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A influenza A foi responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame positivo registradas nas últimas quatro semanas. Segundo o levantamento, os idosos concentram a maior parte dessas mortes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Fiocruz informou ainda que todas as unidades federativas do país estão em situação de alerta para SRAG. Em dez estados, o cenário é considerado de alto risco: Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, 14 estados apresentam tendência de aumento dos casos nas próximas semanas, entre eles Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Amapá, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No fim de abril, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) alertou para o início do período de maior circulação de vírus respiratórios no Hemisfério Sul, com destaque para influenza A H3N2 e VSR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, reforçou a importância da vacinação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A principal forma de prevenção contra agravamentos e óbitos por VSR e influenza A é a vacinação. Por isso, é essencial que as pessoas com maior risco de agravamento por esses vírus se vacinem”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Saúde, a vacina contra a gripe disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) protege contra influenza A e está sendo aplicada prioritariamente em idosos, gestantes, crianças menores de 6 anos, pessoas com comorbidades e integrantes de grupos vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a partir da 28ª semana de gravidez. O SUS também oferece anticorpo monoclonal para bebês prematuros com maior risco de complicações provocadas pelo vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2026, o Brasil notificou 57.585 casos de SRAG. Do total, 45,7% tiveram confirmação para vírus respiratórios. O rinovírus lidera os registros do ano, com 36,1% das amostras positivas, seguido por influenza A, VSR e covid-19.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O país também registrou 2.660 mortes por SRAG neste ano. Entre os casos com confirmação laboratorial, influenza A responde por 39,6% dos óbitos, covid-19 por 26%, rinovírus por 21,3% e VSR por 6,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Roraima está em nível de risco para síndromes respiratórias</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-esta-em-nivel-de-risco-para-sindromes-respiratorias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Mar 2025 12:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[InfoGripe]]></category>
		<category><![CDATA[Sars-CoV-2]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Das 11 unidades da federação que formam as regiões Norte e Centro-Oeste,&#160;8 apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em níveis de alerta ou risco&#160;nas últimas duas semanas. A informação faz parte do&#160;boletim semanal InfoGripe,&#160;divulgado na sexta-feira (7) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que traz dados até 1º de março. A SRAG é uma&#160;complicação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Das 11 unidades da federação que formam as regiões Norte e Centro-Oeste,&nbsp;8 apresentam incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em níveis de alerta ou risco&nbsp;nas últimas duas semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A informação faz parte do&nbsp;<a href="https://agencia.fiocruz.br/sites/agencia.fiocruz.br/files/Resumo_InfoGripe_2025_09.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>boletim semanal InfoGripe</strong></a>,&nbsp;divulgado na sexta-feira (7) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que traz dados até 1º de março.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A SRAG é uma&nbsp;complicação marcada por grande dificuldade para respirar, sensação de peso no peito e queda no nível de saturação, entre outros sintomas. O tratamento precisa de hospitalização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As localidades&nbsp;que estão em nível de alerta ou risco são:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Risco</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pará</p>



<p class="wp-block-paragraph">Goiás</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tocantins</p>



<p class="wp-block-paragraph">Distrito Federal&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Alerta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Amazonas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mato Grosso</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rondônia</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sergipe (único fora do Norte e Centro-Oeste)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crianças e adolescentes</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O boletim da Fiocruz identifica ainda “manutenção da tendência de crescimento” do&nbsp;número de casos de SRAG em crianças e adolescentes até 14 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a pesquisadora do InfoGripe Tatiana Portella, a&nbsp;volta às aulas é um dos motivos desse aumento&nbsp;nas últimas semanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É um padrão que a gente vem observado nos últimos anos. Nas escolas, geralmente, as crianças acabam tendo maior contato umas com as outras e ficam mais tempo em ambientes fechados, o que favorece a transmissão desses vírus respiratórios”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise dos registros aponta que&nbsp;em crianças de até 2 anos, os casos estão associados ao vírus sincicial respiratório (VSR). Na faixa etária&nbsp;de 2 a 14 anos, são causados pelo rinovírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda segundo Tatiana Portella, os casos de SRAG em crianças pequenas no Distrito Federal e em Goiás estão relacionados “ao início de temporada do VSR nessa região”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;VSR acomete com muita frequência os primeiros meses de vida dos bebês e leva a casos como bronquiolite, doença que começa com febre, tosse, igual a outras doenças respiratórias, mas que progride para um quadro de cansaço e insuficiência respiratória.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Casos em 2025</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2025, o país&nbsp;soma 16 mil casos de SRAG, sendo 34,3% com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os vírus identificados são:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sars-CoV-2 (causador da covid-19): 46,2%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rinovírus: 23,6%</p>



<p class="wp-block-paragraph">VSR: 15%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Influenza A: 6,1%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Influenza B: 2,5%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação às&nbsp;mortes, foram&nbsp;1.338 registros por SRAG em 2025, sendo 636 (47,5%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 81% dos casos, o&nbsp;vírus causador foi o Sars-CoV-2.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cuidados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora Tatiana Portella recomenda que, especialmente neste momento pós-carnaval,&nbsp;pessoas que apresentem sintomas de gripe e resfriado fiquem em casa em isolamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Mas, se precisar sair, use uma boa máscara. Nesta época também é importante evitar visitar crianças pequenas sem uso de máscara, já que esse grupo é mais vulnerável a vários tipos de vírus de transmissão respiratória”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela recomenda também que todos mantenham o esquema vacinal completo contra a covid-19. O imunizante está disponível gratuitamente nas unidades de saúde de todo o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A vacina pode ser aplicada em crianças a partir de 6 meses de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Carnaval pode aumentar casos de complicações respiratórias, alerta Fiocruz</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/carnaval-pode-aumentar-casos-de-complicacoes-respiratorias-alerta-fiocruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 17:03:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Às vésperas do carnaval, nenhum estado brasileiro tem incidência alta de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados por covid-19. Locais que registravam aumento da doença entre os idosos nas semanas anteriores, agora apresentam estabilidade ou oscilação. É o caso de Roraima, Amazonas, Rondônia, Pará, Maranhão, Sergipe e Mato Grosso. No entanto, o boletim [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Às vésperas do carnaval, nenhum estado brasileiro tem incidência alta de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) causados por covid-19. Locais que registravam aumento da doença entre os idosos nas semanas anteriores, agora apresentam estabilidade ou oscilação. É o caso de Roraima, Amazonas, Rondônia, Pará, Maranhão, Sergipe e Mato Grosso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, o boletim Infogripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que faz esse levantamento, alerta que&nbsp;a aglomeração de pessoas favorece a transmissão de vírus respiratórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, quem estiver com sintomas gripais como coriza, tosse ou febre, deve evitar participar de festas e procurar ajuda médica se estes ficarem mais graves.&nbsp;A recomendação vale também para o período pós-folia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quem estiver com a vacinação contra a covid-19 atrasada, deve procurar um posto de saúde o mais rápido possível. Atualmente, a vacinação básica é feita em crianças de 6 meses a menos de 5 anos, mas quem faz parte de grupos de risco, como idosos, gestantes e pessoas com deficiência ou comorbidades precisa de reforços periódicos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A SRAG ocorre quando há agravamento dos sintomas gripais, deixando o paciente com a função pulmonar comprometida. Geralmente, a síndrome demanda internação e pode causar a morte, especialmente entre pessoas mais vulneráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o dia 22 deste mês, foram registrados cerca de 13,5 mil casos de SRAG no Brasil e mais de 2,2 mil tiveram diagnóstico confirmado de covid-19. A complicação respiratória também causou 1.194 mortes, sendo 466 após infecção por coronavírus, ou 80,9% das que foram provocadas por algum vírus.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crianças</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados do boletim também reforçam a preocupação com crianças e adolescentes.&nbsp;Após a volta às aulas, os casos de SRAG cresceram em pessoas de até 14 anos&nbsp;e, na última semana analisada, 7 unidades da federação permanecem com esse quadro: Roraima, Acre, Pará, Tocantins, Sergipe, Goiás e Distrito Federal.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Goiás e no DF, já se sabe que grande parte dos casos foram causados pelo vírus sincicial respiratório (VSR), que evolui com gravidade especialmente entre os menores de dois anos. Nos outros locais, os dados não são suficientes para identificar o vírus responsável. De maneira geral no Brasil, nas últimas quatro semanas, entre os casos com diagnóstico positivo para vírus, 45,3% foram causados por covid, 21,2% por rinovírus e 19,3% por VSR.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, em nove estados, a incidência de SRAG nessa faixa etária ainda é considerada baixa, mas apresenta tendência de crescimento: Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná, Mato Grosso do Sul, Bahia, Ceará e Paraíba.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Roraima apresenta crescimento de casos de síndrome respiratória grave entre crianças e adolescentes, aponta Fiocruz</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-apresenta-crescimento-de-casos-de-sindrome-respiratoria-grave-entre-criancas-e-adolescentes-aponta-fiocruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 22:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) registraram tendência de alta em Roraima com concentração em crianças de até 2 anos, e em crianças e adolescentes de 5 a 14 anos, conforme informações divulgadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (5). Na maioria dos estados, o registro foi de queda ou estabilidade em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) registraram tendência de alta em Roraima com concentração em crianças de até 2 anos, e em crianças e adolescentes de 5 a 14 anos, conforme informações divulgadas pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) nesta quinta-feira (5). Na maioria dos estados, o registro foi de queda ou estabilidade em todas as faixas etárias, com a exceção de São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Boa Vista está entre as 7 das 27 capitais que apresentam crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana Epidemiológica (SE) 48. Na capital roraimense, o sinal de aumento está concentrado nas crianças e adolescentes de até 14 anos em um padrão similar ao destacado no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os dados laboratoriais disponíveis até o momento em Roraima e São Paulo ainda não permitem identificar com clareza os vírus responsáveis por esse aumento. É provável que o crescimento de SRAG esteja sendo impulsionado por algum vírus que afeta principalmente crianças e adolescentes, como o rinovírus, VSR, adenovírus ou metapneumovírus”, observou a pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a população desses estados, ela recomenda alguns cuidados especiais, tais como uso de máscaras em locais fechados e dentro de postos de saúde. Como a maioria dos casos afeta a população infantil e adolescentes, Portella orienta que, diante de sintomas de síndrome gripal, os pais devem evitar levar às crianças para a escola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O ideal é que a criança fique em casa se recuperando e evitando transmitir esses vírus para outras crianças. Além disso, é importante que toda as pessoas sejam do grupo elegível, procurem os postos de vacinação”, destacou.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora ressaltou ainda que em crianças e adolescentes de até 14 anos, o rinovírus permanece como o principal vírus responsável pelos casos de SRAG, enquanto a covid-19 predomina entre os idosos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Contudo, as hospitalizações associadas a ambos os vírus estão em tendência de queda ou estabilidade na maior parte do país”, informou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Capitais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Bo Vista, outras 6 das 27 capitais apresentam crescimento na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) até a Semana Epidemiológica (SE) 48: Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Manaus (AM), São Paulo (SP) e Vitória (ES).</p>
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		<title>Roraima apresenta tendência de alta nos casos de síndrome respiratória aguda grave entre crianças, aponta Fiocruz</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-apresenta-tendencia-de-alta-nos-casos-de-sindrome-respiratoria-aguda-grave-entre-criancas-aponta-fiocruz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2024 14:55:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Sars-CoV-2]]></category>
		<category><![CDATA[srag]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima e outros sete estados apresentam tendência de alta nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) concentrada em crianças, conforme dados divulgados esta semana pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Amazonas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco e Piauí são as demais unidades com aumento de registros no público infantil. As infecções são causadas principalmente [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Roraima e outros sete estados apresentam tendência de alta nos casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) concentrada em crianças, conforme dados divulgados esta semana pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Amazonas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Pernambuco e Piauí são as demais unidades com aumento de registros no público infantil. As infecções são causadas principalmente por rinovírus, enquanto nos idosos, pelo coronavírus Sars-CoV-2. Já no Rio de Janeiro e Goiás, todas as faixas etárias são atingidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz (Procc/Fiocruz) e do InfoGripe Tatiana Portella alerta que a população de risco, como os idosos, deve manter a vacinação contra a covid-19 e influenza em dia para prevenir casos respiratórios graves.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em caso de aparecimento de sintomas, o recomendado é manter a etiqueta respiratória com o uso de máscaras e evitar tossir ou espirrar perto de outras pessoas”, disse Tatiana.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início deste ano, já foram notificados 156.309 casos de SRAG, sendo 73.283 (46,9%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação aos óbitos de SRAG este ano, já foram registrados 9.544, sendo 4.909 (51,4%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Dentre os positivos do ano corrente, 28,2% são influenza A; 1,8% são influenza B; 8,5% são VSR; 8,7% são rinovírus; e 52% são Sars-CoV-2 (covid-19).</p>
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