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	<title>Ipam Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>Ipam Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Roraima, Amazonas e Pará concentram maiores áreas florestais ameaçadas por crimes ambientais, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 16:59:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Amazônia, 10,2 milhões de hectares de florestas públicas não destinadas apresentam alto risco de grilagem, aponta estudo lançado nesta quinta-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, pelo Observatório das Florestas Públicas. A cobertura verde mais suprimida pelos desmatamentos&#160;e queimadas está&#160;concentrada&#160;nos estados de Roraima, Amazonas e Pará. O estudo reúne especialistas do Instituto de Pesquisa [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Na Amazônia, 10,2 milhões de hectares de florestas públicas não destinadas apresentam alto risco de grilagem, aponta estudo lançado nesta quinta-feira (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, pelo Observatório das Florestas Públicas. A cobertura verde mais suprimida pelos desmatamentos&nbsp;e queimadas está&nbsp;concentrada&nbsp;nos estados de Roraima, Amazonas e Pará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo reúne especialistas do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) e do Movimento Amazônia de Pé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os dados divulgados, de janeiro a abril de 2025,&nbsp;80% de todo o desmatamento no bioma ocorreram&nbsp;nesses territórios ainda não designados a cumprir função socioambiental, como de unidade de conservação, terras indígenas, quilombolas ou para regularização fundiária, conforme previsto na&nbsp;Lei de Gestão de Florestas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados apresentados destacam abril com&nbsp;salto expressivo no desmatamento, registrando&nbsp;aumento de 192% em relação a março, e 229% a mais do que no mesmo mês de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse período, outros 37.719 hectares de florestas públicas não destinadas foram atingidas por queimadas, sendo 68% de áreas federais e 31% de áreas geridas pelos estados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As florestas públicas não destinadas representam 50,2 milhões de hectares na Amazônia, área que equivale ao estado da Bahia. São capazes de estocar cerca de 5,2 bilhões de toneladas de carbono, volume equivalente a mais da metade de toda a emissão do planeta estimada para 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, 32,7 milhões de hectares de registros no Cadastro Ambiental Rural (CAR) estão sobrepostos a florestas públicas não destinadas. Desse total, 10,2 milhões de hectares foram cadastradas como integrantes de propriedades privadas&nbsp;com mais de 15 módulos fiscais, equivalentes a cerca de 1,5 mil hectares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desmatar grandes áreas custa caro, ou seja, esse tipo de desmate pode estar ligado a grupos capitalizados ‘de olho’ em uma área e que, futuramente ou com brechas na legislação, tomam posse”, esclarece a coordenadora do Observatório das Florestas Públicas e pesquisadora do Ipam,&nbsp;Rebecca Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os pesquisadores, além do cancelamento dos registros do CAR sobrepostos, é estratégico e urgente acelerar o processo de destinação para enfrentar os crimes ambientais e conter as mudanças climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A proteção dessas áreas antes da COP30 [Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas] é a oportunidade que o Brasil tem de chegar ao encontro&nbsp;apresentando esse bom exemplo ao mundo”, reforça a diretora do movimento Amazônia em Pé, Daniela Orofino.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>O que explica a explosão de incêndios na Amazônia</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/o-que-explica-a-explosao-de-incendios-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 15:49:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[Cemaden]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
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		<category><![CDATA[ministério do meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[queimadas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os incêndios pelo Brasil devastaram 223 mil km² de janeiro a setembro deste ano – uma área equivalente a quase 2,5 vezes o tamanho de Portugal. A Amazônia foi o bioma mais atingido, contabilizando mais da metade, 51%, da área queimada até agora em 2024. &#8220;É assustador. É um dado muito impactante comparando com os outros anos e o [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/brasil/comparavel-ao-tamanho-de-roraima-area-queimada-no-brasil-em-9-meses-e-150-maior-do-que-em-2023/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Os incêndios pelo Brasil devastaram 223 mil km² de janeiro a setembro deste an</strong></a><a href="https://seligaroraima.com.br/meio-ambiente/comparavel-ao-tamanho-de-roraima-area-queimada-no-brasil-de-janeiro-a-setembro-e-150-maior-do-que-em-2023/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>o</strong></a> – uma área equivalente a quase 2,5 vezes o tamanho de Portugal. A Amazônia foi o bioma mais atingido, contabilizando mais da metade, 51%, da área queimada até agora em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É assustador. É um dado muito impactante comparando com os outros anos e o quanto de Floresta Amazônica foi queimada nesses meses&#8221;, comenta Ane Alencar, diretora de Ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Amazônia, em setembro, foram queimados no bioma mais de 56 mil km². Ao todo, no ano, já foram 113 mil km². No mês passado, foram devastados 30 mil km² dos 47 mil km² queimados este ano somente na floresta nativa – o que corresponde a cerca de 20% de toda a área destruída pelo fogo no país em 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alencar é uma das cientistas que analisa os dados coletados pelo Monitor do Fogo, do Mapbiomas. O levantamento mais recente, divulgado na sexta-feira (11), mostra que mais da metade da área queimada no Brasil (56%) fica em três estados: Mato Grosso, Pará e Tocantins.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise mostra que, na Amazônia, a situação foi mais crítica de janeiro a setembro em&nbsp;terras indígenas, grandes propriedades e florestas públicas não destinadas. O fogo nesta época não começa de forma espontânea, mas é iniciado por ação humana em mais de 90% dos casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nas grandes fazendas, quando a queima começa, há grande dificuldade para controlar o fogo&#8221;, comenta Alencar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O papel do clima</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;extrema escassez de água&nbsp;e o calor intenso ao longo de todo o ano têm um papel-chave neste cenário, afirmam todas as fontes ouvidas pela reportagem. Segundo especialistas em clima, a&nbsp;seca&nbsp;já teria começado na primavera do ano passado, e a estação chuvosa, no início de 2024, chegou tarde e fraca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É um ano muito atípico. 2023 foi o mais quente da história e 2024 deve superá-lo. Esse calor e o déficit hídrico são fatores determinantes para aumentar o risco de incêndio&#8221;, diz José Marengo, coordenador-geral de Pesquisa e Desenvolvimento do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, dez ondas de calor foram registradas no Brasil, sete delas chegaram depois de agosto. Até setembro de 2024, o país já enfrentou oito eventos do tipo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O preocupante é que ainda teremos dois meses bastante quentes pela frente&#8221;, alerta Marengo.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="613" src="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-1024x613.jpg" alt="" class="wp-image-6599" srcset="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-1024x613.jpg 1024w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-300x179.jpg 300w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-768x459.jpg 768w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Fumaca-de-incendios-cobriu-Manaus-em-agosto-Foto-Bruno-Kelly-Reuters.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Fumaça de incêndios cobriu Manaus em agosto &#8211; Foto: Bruno Kelly/Reuters</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Em alguns pontos do Brasil, não há sinal de chuva há mais de um ano. As cidades de Barcelos e Santa Isabel do Rio Negro, no Amazonas, vivem 16 meses de seca, aponta o índice acompanhado pelo Cemaden. Isso diminuiu a umidade do solo, prolonga a estiagem porque plantas, lagos e rios transpiram menos – o que reduz a formação de nuvens de chuva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As condições climáticas certamente têm um peso grande. Numa situação como essa, qualquer ‘foguinho&#8217; vira um grande incêndio. As chamas escapam e queimam grandes áreas&#8221;, comenta Alencar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bombeiros e brigadistas costumam se referir ao fenômeno &#8220;30, 30, 30&#8221; para calcular o risco de incêndio. O primeiro deles diz respeito à temperatura: quando ela atinge ou ultrapassa os 30°C, o ar fica mais seco e facilita a propagação do fogo. O outro é a marca em percentagem da umidade relativa do ar que, quando é menor que 30%, a vegetação fica mais inflamável. O terceiro tem a ver com a velocidade do vento, um &#8220;propagador&#8221; de chamas quando chega a 30 km/h.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A ligação com o desmatamento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisadores buscam também entender o que mais pode explicar a existência de tantos focos de calor mesmo com o desmatamento na Amazônia em queda. Historicamente, o fogo é usado para limpar a área depois que as árvores são cortadas principalmente de forma criminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se a gente não tivesse reduzido o desmatamento na Amazônia nesses dois anos, eu diria que hoje estaríamos numa situação absolutamente catastrófica. Teríamos muitos incêndios que realmente já teriam totalmente perdido o controle e queimado 100% de área de floresta&#8221;, argumenta André Lima, secretário de Controle dos Desmatamentos e Ordenamento Ambiental e Territorial do Ministério do Meio Ambiente (MMA).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) indicam que, de janeiro a setembro, houve redução de 24% de derrubada da Amazônia em relação ao mesmo período anterior. Ainda assim, a área de florestas atingidas pelo fogo cresceu de uma média de 10% para 35% do total, admite Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando olha para os gráficos, Ane Alencar vê semelhanças entre 2024 e 2010, que registrou queimadas em nível semelhante ao atual. Naquele ano, o Brasil tinha quase o mesmo nível de desmatamento de agora e uma situação climática grave. Com o El Niño instalado e o aquecimento das águas do Atlântico Norte, a Bacia Amazônica sofreu com a pior seca registrada até então.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Isso indica que ter reduzido o desmatamento teve uma contribuição importante, caso contrário poderia haver muito mais fogo na paisagem&#8221;, avalia Alencar.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Uma nova categoria de crime</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A desconfiança é de que a facilidade para incendiar uma floresta mais seca tenha tornado o fogo uma arma. Beto Mesquita, engenheiro florestal e membro da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, vê a possiblidade de as chamas serem usadas intencionalmente em maior proporção para eliminar mata nativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se a pessoa desmata, ela corre o risco de ser pega pela fiscalização e pelo satélite. Então ela pula esta etapa e já taca fogo poque a floresta está seca. Em condições normais, a Floresta Amazônica não pegaria fogo tão facilmente&#8221;, diz Mesquita.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="613" src="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-1024x613.jpg" alt="" class="wp-image-6600" srcset="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-1024x613.jpg 1024w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-300x179.jpg 300w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters-768x459.jpg 768w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Amazonia-enfrenta-uma-grande-seca-neste-ano-Foto-Bruno-Kelly-Reuters.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Amazônia enfrenta uma grande seca neste ano &#8211; Foto: Bruno Kelly/Reuters</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">André Lima, do MMA, também enxerga a mesma possiblidade. Ele diz que é muito difícil alguém ser pego em flagrante provocando um incêndio, principalmente na Amazônia, e isso encoraja grupos criminosos que invadem terras públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É mais difícil ser punido por este crime, é difícil multar uma pessoa por este ato porque é necessário comprovar que ela ateou fogo&#8221;, afirma Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De toda a área queimada de floresta, não se sabe exatamente o quanto dos incêndios começaram dentro da mata, ou chegaram até a vegetação nativa vindos de outra parte. Mas o aumento significativo desse tipo de ocorrência reforça a hipótese de ação criminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É um indício muito forte de que realmente foi colocado fogo na floresta, vamos dizer assim, é uma nova estratégia de quem está ocupando áreas ilegalmente na Amazônia&#8221;, diz Lima.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Saídas para a crise</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para José Marengo, está cada vez mais evidente o efeito catastrófico das&nbsp;mudanças climáticas&nbsp;no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Elas estão afetando a intensidade dos eventos extremos e isso está gerando um clima bastante diferente&#8221;, diz o pesquisador do Cemaden.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante da indicação de que o quadro irá se repetir nos próximos anos, com estiagens severas e prolongadas, o caminho é prevenir, treinar pessoal e afinar a coordenação das ações em todos os níveis de governos, opina Mesquita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nós não temos só floresta tropical. Nós temos savana tropical, o Cerrado, que é muito mais vulnerável. Nós temos áreas de campos, nós temos o Pantanal, Caatinga, temos outras áreas que antes não queimavam tanto e que hoje estão queimando muito mais. Então temos muito trabalho pela frente&#8221;, pontua Mesquita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O uso do fogo, mesmo que autorizado, talvez tenha que ser revisto, sugere.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O fogo ainda é um elemento de uso para limpeza de pastagens, e a maior parte da pastagem brasileira é extensiva, ela não é manejada de maneira tecnificada. E sob as condições climáticas que estamos vivendo, isso não será mais possível&#8221;, conclui.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da DW</em></strong></p>
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