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	<title>Itamaraty Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>Itamaraty Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Adolescente brasileiro morre no Líbano após bombardeio israelense</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/adolescente-brasileiro-morre-no-libano-apos-bombardeio-israelense/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Sep 2024 04:05:00 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph">Um adolescente brasileiro de 15 anos morreu no Líbano após uma série de bombardeios de tropas israelenses, confirmou o Itamaraty nesta quarta (25).&nbsp;Ali Kamal Abdallah foi atingido no Vale do Beqaa, a 30 quilômetros de Beirute, na segunda-feira (23).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pai do adolescente é paraguaio e também morreu nas explosões. A Embaixada do Brasil no Líbano está em contato com a família.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais cedo,&nbsp;o presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou o conflito entre Israel e o Hezbollah no Líbano. Ele concedeu entrevista à imprensa após último compromisso na 79ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É importante a gente lembrar que no Líbano o total de mortos é de 620 pessoas. É o maior número de mortos desde a guerra civil que durou entre 1975 e 1990. É importante lembrar também que morreram 94 mulheres e 50 crianças, 2.058 pessoas feridas e 10 mil pessoas forçadas a recuar e esvaziar suas casas”, disse Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Repúdio</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na segunda-feira (23),&nbsp;o governo brasileiro condenou “nos mais fortes termos”&nbsp;os contínuos ataques aéreos israelenses&nbsp;contra áreas civis em Beirute, no Sul do Líbano (foto) e no Vale do Beqaa. O Ministério das Relações Exteriores também recomendou aos brasileiros que deixassem a área conflagrada. O aeroporto de Beirute continua aberto, mas o governo avalia a necessidade de uma operação de repatriação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Israel e o grupo Hezbollah, do Líbano, têm trocado tiros através da fronteira desde o início da atual guerra em Gaza no ano passado, detonada após um ataque do Hamas, aliado do Hezbollah, mas Israel intensificou sua campanha militar na última semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota, o Itamaraty lamentou as declarações de autoridades israelenses em favor de operações militares e da ocupação de parte do território libanês e expressou “grave preocupação” diante das exortações do governo israelense para que civis libaneses evacuem suas residências naquelas regiões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Brasil renova o apelo às partes envolvidas para que cessem, imediatamente, os ataques, de forma a interromper a preocupante escalada de tensões, que ameaça conduzir a região a conflito de amplas proporções, com severo impacto negativo sobre populações civis”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assistência&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Itamaraty, a Embaixada do Brasil em Beirute continua prestando assistência e fornecendo as orientações devidas à comunidade brasileira, com a qual mantém contato permanente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em caso de necessidade, recomenda-se entrar em contato com o plantão consular do Itamaraty por meio do número +55 (61) 98260-0610 (WhatsApp).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Exército Brasileiro em Roraima monitora situação na fronteira com Venezuela</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/exercito-brasileiro-em-roraima-monitora-situacao-na-fronteira-com-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 13:33:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O agravamento da crise política na Venezuela ainda não se refletiu em mudanças no fluxo de refugiados para o Brasil, mas a situação é monitorada diariamente pelo Ministério da Defesa. A linha de frente da questão está sob responsabilidade do Exército em Roraima, Estado com a principal fronteira do Brasil com o vizinho. Desde 2018, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O agravamento da crise política na Venezuela ainda não se refletiu em mudanças no fluxo de refugiados para o Brasil, mas a situação é monitorada diariamente pelo Ministério da Defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A linha de frente da questão está sob responsabilidade do Exército em Roraima, Estado com a principal fronteira do Brasil com o vizinho. Desde 2018, funciona na região a Operação Acolhida, que visa receber, fazer a triagem e dar assistência aos venezuelanos que deixam seu país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura montada já recebeu mais de mil refugiados por dia. Agora, a média flutua entre 300 e 500 pessoas. A fronteira foi fechada de sexta (26) a segunda (29) devido à eleição presidencial do domingo (28), algo que sempre ocorre, o que não permite aferição exata da situação, mas militares na região dizem que o fluxo parece estável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ditador Nicolás Maduro foi declarado vencedor da disputa, denunciada amplamente como fraudulenta tanto pela oposição quanto por diversos países.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A crise decorrente está em curso com incidentes de violência, com mortes relatadas, e de repressão policial. Tudo isso tem potencial de fazer aumentar a saída de venezuelanos para o Brasil. A Operação Acolhida já ajudou a assentar no país mais de 125 mil cidadãos do vizinho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Exército e Defesa não fazem considerações sobre a confusão, dado que se trata de um tema para a diplomacia e para evitar ruídos com o PT do presidente Lula, mas podem ter de lidar com as consequências da crise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a segunda vez em poucos meses que isso ocorre. No fim do ano passado, quando Maduro anunciou um plebiscito para a anexação de 2/3 do território da Guiana, de olho no petróleo nos campos marítimos da região de Essequibo, a Defesa anunciou um reforço de tropas em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na realidade, o que ocorreu foi a aceleração de um cronograma já acertado de elevação de status da guarnição militar de Boa Vista, a capital de Roraima. O esquadrão com 150 homens virou um regimento, com 400, comandados por um coronel. Já um pelotão de fronteira, com 30 soldados, passou a esquadrão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números são modestos, e ao fim deram uma sinalização a Maduro acerca da posição brasileira em favor de negociações entre Caracas e a Guiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proximidade entre o governo Lula (PT) e a ditadura venezuelana também ajudou a evitar leitura de escalada à época.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na crise atual, por outro lado, ela é um elemento a mais na delicada relação entre as Forças Armadas e o Palácio do Planalto, que remonta ao militarizado governo de Jair Bolsonaro (PL) e a turbulenta transição de poder após a derrota do então presidente para Lula em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os militares brasileiros sempre tiveram desconfianças acerca do belicismo da Venezuela, tanto sob Maduro como nos anos de poder do falecido Hugo Chávez (1998-2013). Nesses períodos, Caracas virou o principal cliente militar da Rússia e da China na América Latina, e Moscou mantém uma relação estratégica próxima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Venezuela, assim como os antiamericanos Cuba e Nicarágua, está no quintal geopolítico dos EUA e, como esses dois países, recebem tratamento preferencial por parte de Vladimir Putin. Não por acaso, todos estão juntos no apoio à reeleição de Maduro e na condenação da resistência da oposição ao resultado do pleito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O problema para a Defesa é que Lula e, principalmente, o PT, jogam no time de Maduro. Na convulsão atual, o Itamaraty assumiu uma posição mais cautelosa, cobrando transparência de Caracas na divulgação de resultados eleitorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o partido do presidente congratulou o ditador pelo que chamou de eleição &#8220;democrática e soberana&#8221;, apesar das evidências de fraudes e da contestação internacional do resultado, mostrando a dificuldade da esquerda brasileira de lidar com ditaduras da mesma tonalidade ideológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro José Múcio Monteiro (Defesa) já enfrentou em diversas ocasiões pressão do entorno petista de Lula, e até aqui saiu vencedor dos embates. Mas são episódios desgastantes, o que leva à parcimônia e ao cuidado no emprego de palavras para tratar da crise venezuelana.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de Igor Gielow/Folha de S. Paulo</em></strong></p>
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		<title>Em meio à pressão por posicionamento, Itamaraty saúda eleição ‘pacífica’ na Venezuela, mas diz aguardar envio de dados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jul 2024 14:40:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério das Relações Exteriores afirmou nesta segunda-feira (29) que “saúda o caráter pacífico da jornada eleitoral de ontem na Venezuela e acompanha com atenção o processo de apuração”. Na nota, o Itamaraty ainda “reafirma o princípio fundamental da soberania popular, a ser observado por meio da verificação imparcial dos resultados”. E finaliza afirmando que [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério das Relações Exteriores afirmou nesta segunda-feira (29) que “saúda o caráter pacífico da jornada eleitoral de ontem na Venezuela e acompanha com atenção o processo de apuração”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na nota, o Itamaraty ainda “reafirma o princípio fundamental da soberania popular, a ser observado por meio da verificação imparcial dos resultados”. E finaliza afirmando que aguarda “a publicação pelo Conselho Nacional Eleitoral de dados desagregados por mesa de votação, passo indispensável para a transparência, credibilidade e legitimidade do resultado do pleito”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo publicou a nota em meio à pressão internacional e interna da oposição venezuelana por um posicionamento brasileiro em relação ao anúncio do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), que declarou Nicolás Maduro vencedor da eleição presidencial na madrugada desta segunda-feira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o assessor especial da Presidência da República, Celso Amorim, afirmou que “o governo brasileiro continua acompanhando o desenrolar dos acontecimentos para poder chegar a uma avaliação baseada em fatos”. E, num comunicado divulgado à imprensa, disse que não vai “endossar nenhuma narrativa de que houve fraude. É uma situação complexa e nós queremos apoiar a normalização do processo político venezuelano”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Órgão eleitoral declara vitória de Maduro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No início da madrugada desta segunda-feira, o CNE&nbsp;afirmou que Maduro teve apoio de 51,2% dos eleitores que compareceram às urnas — foram 5.150.092 votos. O principal opositor na disputa, Edmundo González, teve 44,2% — 4.445.978 votos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o resultado, Maduro será reconduzido para um novo mandato de seis anos — de janeiro de 2025 a janeiro de 2031.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A oposição não reconheceu o resultado e afirmou que o candidato Edmundo González foi o real vencedor do pleito. O grupo, liderado por María Corina Machado, ainda afirmou que não teve acesso amplo às atas das urnas de votação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da CNN</em></strong></p>
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