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	<title>kamala harris Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>kamala harris Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Resultado das eleições vai definir política externa dos Estados Unidos; América Latina e China devem reavaliar estratégia diplomática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Nov 2024 13:17:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os reflexos da eleição, nesta terça-feira (5), que define quem será o futuro presidente dos Estados Unidos (EUA) vão muito além das fronteiras norte-americanas, tamanha influência que a maior potência militar do mundo tem no cenário externo. Especialistas ouvidos pela&#160;Agência Brasil&#160;avaliam que ela não se restringe às atuais áreas de conflito na Europa e no [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Os reflexos da eleição, nesta terça-feira (5), que define quem será o futuro presidente dos Estados Unidos (EUA) vão muito além das fronteiras norte-americanas, tamanha influência que a maior potência militar do mundo tem no cenário externo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialistas ouvidos pela&nbsp;<strong>Agência Brasil&nbsp;</strong>avaliam que ela não se restringe às atuais áreas de conflito na Europa e no Oriente Médio. Brasil, América Latina e China também aguardam ansiosamente o desfecho da disputa entre a democrata Kamala Harris, atual vice-presidente dos EUA, e o republicano Donald Trump, que presidiu o país de 2017 a 2021, para traçar, de forma mais precisa, seus planos estratégicos na relação com o próximo governante norte-americano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roberto Goulart Menezes, pesquisador do Instituto Nacional de Estudos sobre os EUA (Ineu) e professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB), explica que, para o Brasil, efeitos mais significativos poderão ocorrer caso o vencedor das eleições seja o republicano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Risco Trump</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Trump, se eleito, será um presidente de extrema direita que tenderá a reforçar laços e vínculos com a extrema direita de países latino-americanos. Algo preocupante, pois não ocorre há uns 15 anos, é o risco de ele promover, na região, candidaturas contrárias à democracia, tanto na América do Sul como na América Latina em geral”, disse o pesquisador, que tem doutorado em ciência política pela Universidade de São Paulo (USP).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Professor do Departamento de História da UnB, Virgílio Caixeta Arraes avalia que, independentemente de quem vencer a eleição, a relação com o Brasil será a mesma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Teremos importância secundária para os EUA. Com exceção de poucos países da América Latina e Caribe, como México, Venezuela, Colômbia ou Cuba, por motivos diferentes, a atenção de Washington para a região é menor que a de outras localidades do planeta, como o Oriente Médio ou o Sudeste Asiático.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>China</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Goulart Menezes, do Instituto Nacional de Estudos sobre os EUA, é possível que os Estados Unidos façam maior pressão nos países portuários da América do Sul, a fim de dificultar a entrada de produtos chineses e, consequentemente, a ampliação da influência política chinesa na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tendência é que, independentemente de quem for o vencedor, seja mantida a política de pressão sobre a China, disse o professor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nesse sentido, diante dos avanços da China na América Latina e, em especial, na América do Sul, os EUA têm considerado arriscada a presença daquela potência na região. Portanto, tenderá a fazer pressão em países portuários como Brasil e Peru, na tentativa de afastar os chineses comercial e politicamente”, disse o pesquisador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Retórica da segurança</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Goulart Menezes, todas essas questões – econômica, comercial, política e até mesmo ambiental – resumem-se à mesma tese argumentativa, por parte dos norte-americanos: riscos à própria segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O tema que mais mobiliza os EUA ainda é o da segurança. Até porque eles costumam pegar temas que nada têm a ver com segurança e tratam de criar uma associação. É o caso, por exemplo, da migração e das drogas. Ao abordarem os temas dessa forma, os EUA sempre responsabilizam outros governos e, de alguma forma, dizem que implicam riscos à segurança do país”, argumentou Menezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No caso da relação com o Brasil, que tem como tema-chave de suas políticas a questão ambiental, essa também vira uma questão de segurança. Se Trump vencer, retomará a retórica negacionista, associando a pauta ambiental à economia. Portanto, de segurança para os EUA. Veja bem: ele [Trump] não trata o tema ambiental como uma questão de sobrevivência ou de crise climática, mas como meio para aumentar o potencial econômico dos EUA”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do historiador Caixeta Arraes, a China é uma pedra no sapato dos EUA. A forma de lidar com a situação, tanto da candidata democrata Kamala quanto do republicano Trump, é uma questão de intensidade a ser aplicada em cada situação a ser enfrentada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com a China, apesar de os dois países vivenciarem meio século de aproximação, o quadro não é animador porque o avanço de Pequim no mercado internacional e na geopolítica regional incomodam Washington, haja vista aliados como Tóquio, ou Seul, ou Taipé, por exemplo”, disse o historiador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Contudo, nenhum dos dois partidos tem de fato política efetiva de contenção ao crescimento da China. Ora apela-se a direitos humanos, ora à questão ambiental, ou ainda a regras comerciais internacionais, ou então à tensão militar. A diferença entre os dois partidos é na calibragem dos componentes do poderio à disposição”, disse o historiador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Guerras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Dois conflitos chamam de forma mais intensa a atenção na política externa estadunidense: o de Israel, parceiro estratégico dos EUA, contra a Palestina e contra o Líbano; e aquele entre Rússia e Ucrânia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No Oriente Médio, a política dos EUA é uma política de Estado. Não de governo. Portanto, não se alterará nenhuma linha geral, a despeito do partido político vencedor”, destacou Caixeta Arraes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Opinião semelhante sobre o conflito no Oriente Médio tem Goulart Menezes. Segundo o pesquisador, com relação a esse conflito não há nenhuma diferença entre Republicanos e Democratas. “O apoio norte-americano a Israel é incondicional”, enfatizou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em maio de 1948, Israel se declara Estado. Os Estados Unidos, de imediato, reconhecem. Desde então, os palestinos foram perdendo territórios. Não falo isso de um ponto de vista ideológico. Basta comparar os mapas da época e o de agora”, disse o professor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele explicou que, atualmente, o que há de diferente é o fato de Israel viver um momento em que sua margem de autonomia em relação aos EUA está maior. “Israel sempre foi dependente de fornecimento de armas vindas dos EUA. Ao dar esse apoio, os EUA conseguiam direcionar certas ações de Israel. Atualmente, eles ainda têm alguma rédea, mas em parte, ela não tem mais efeito”, disse Menezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pesquisador acrescentou que essa perda, ainda que sutil, de influência sobre as ações militares de seu parceiro estratégico é percebida, inclusive, em meio às ameaças dos EUA de suspender a ajuda em caso de ataque de Israel a civis palestinos e libaneses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vemos que, mesmo assim, as tropas israelenses continuam fazendo seus ataques, e que o apoio dos EUA no Conselho de Segurança da ONU [Organização das Nações Unidas] se mantém.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Menezes citou como exemplo o veto norte-americano à proposta de paz apresentada pelo Brasil para o conflito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Foi uma proposta muito boa que, inclusive, recebeu sinal de apoio da Inglaterra e da França, ainda que na forma de abstenção. O que vemos é os EUA continuando a enviar armas e dinheiro para apoio militar a Israel. Apoio este que se deve à relação histórica entre os dois países, bem como ao&nbsp;<em>lobby</em>&nbsp;israelense na política e nas eleições norte-americanas. Vale lembrar que é bem forte a presença de judeus de diversas nacionalidades no sistema financeiro”, explicou Menezes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há, portanto, “certa pressão por meio do poder econômico”, acrescentou o professor, ao lembrar que, por outro lado, há também muitos judeus, tanto nos EUA como em outros países, com posicionamento crítico em relação à postura de Israel neste e em outros conflitos. “Essa pressão está cada vez maior nos EUA”.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Rússia x Ucrânia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto à guerra entre Rússia e Ucrânia, as expectativas são diferentes entre republicanos e democratas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Caso Trump retorne à Casa Branca, a política externa poderá mudar no leste da Europa. O aspirante republicano disse que, caso vença, vai reduzir de maneira gradativa o socorro financeiro e militar e, por conseguinte, a inclinação política. Em caso de vitória da democrata, o apoio à Ucrânia mantém-se”, afirmou Caixeta Arraes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação de Menezes, caso Trump vença a disputa, a postura do republicano nesse conflito será oposta à dos democratas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ele já acenou com a retirada de apoio à Ucrânia. Não sabemos se ela será gradual ou abrupta, mas sabemos que, com isso, a guerra tomará outro curso.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Pesquisa aponta Kamala com 44% das intenções de votos contra 42% de Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 15:30:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa da Reuters/Ipsos, feita entre segunda (22) e terça-feira (23), aponta a vice-presidente dos Estados Unidos e pré-candidata à presidência pelo Partido Democrata, Kamala Harris, à frente de Donald Trump em intenções de voto. Kamala aparece com 44% das intenções e Donald Trump, com 42%, ou seja, a vice-presidente aparece com 2 pontos percentuais a mais do [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa da Reuters/Ipsos, feita entre segunda (22) e terça-feira (23), aponta a vice-presidente dos Estados Unidos e pré-candidata à presidência pelo Partido Democrata, Kamala Harris, à frente de <a href="https://fatorrnoticias.com.br/mundo/trump-ataca-biden-e-diz-que-vai-ser-mais-facil-derrotar-kamala-harris/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Donald Trump</a> em intenções de voto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kamala aparece com 44% das intenções e Donald Trump, com 42%, ou seja, a vice-presidente aparece com 2 pontos percentuais a mais do que o ex-presidente, porém ambos estão empatados na margem de erro, que é de 3 pontos percentuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa foi feita após a <a href="https://fatorrnoticias.com.br/mundo/joe-biden-anuncia-desistencia-da-candidatura-a-reeleicao-e-diz-apoiar-sua-vice-kamala-harris/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desistência de Joe Biden</a> e a<a href="https://fatorrnoticias.com.br/mundo/kamala-harris-agradece-apoio-de-joe-biden-e-diz-que-vai-conquistar-indicacao-do-partido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> posterior indicação de Kamala Harris</a>. A nomeação de Donald Trump como candidato oficial à presidência pelo Partido Republicano ocorreu em 18 de julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mesma pesquisa apontou que 56% dos eleitores creem que Kamala é “mentalmente capaz de lidar com desafios”, enquanto 49% fizeram a mesma consideração sobre Donald Trump. No caso de Biden, apenas 22% dos eleitores fizeram a mesma avaliação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na pesquisa realizada antes da pré-candidatura de Kamala, entre 15 e 16 de julho, os números apontavam um empate. Tanto Trump quanto a vice-presidente apareciam com 44% das intenções de votos. Já em uma pesquisa entre os dias 1º e 2 de julho, Trump apareceu com 45% e Kamala, com 43%, empatados na margem de erro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa da Reuters/Ipsos é feita on-line e ouviu 1.241 adultos dos EUA, incluindo 1.018 eleitores registrados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Metrópoles</em></strong></p>
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		<title>Trump ataca Biden e diz que vai ser mais fácil derrotar Kamala Harris</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/trump-ataca-biden-e-diz-que-vai-ser-mais-facil-derrotar-kamala-harris/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jul 2024 17:59:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Donald Trump atacou Joe Biden após o atual presidente dos EUA desistir da candidatura à reeleição, neste domingo (21). Ele escreveu que o adversário do Partido Democrata &#8220;não estava apto a concorrer à presidência, e certamente não está apto a governar&#8221;. A declaração foi publicada na rede Truth Social, criada por Trump em 2022. O [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Donald Trump atacou Joe Biden após o <a href="https://fatorrnoticias.com.br/mundo/joe-biden-anuncia-desistencia-da-candidatura-a-reeleicao-e-diz-apoiar-sua-vice-kamala-harris/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atual presidente dos EUA desistir da candidatura à reeleição, neste domingo (21)</a>. Ele escreveu que o adversário do Partido Democrata &#8220;não estava apto a concorrer à presidência, e certamente não está apto a governar&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A declaração foi publicada na rede Truth Social, criada por Trump em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-presidente chamou Biden de &#8220;crooked&#8221;. A palavra não tem uma tradução única para o português, mas pode ser entendida como corrupto, desonesto ou imoral. Na publicação, Trump afirma que o atual presidente só alcançou o cargo &#8220;por meio de mentiras, fake news, e não saindo de seu porão”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mesmo post, Trump voltou a atacar imigrantes, destacando que Biden permitiu que milhões de pessoas cruzassem a fronteira para os EUA sem controle, &#8220;muitos vindos de prisões, instituições psiquiátricas e um número recorde de terroristas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Trump também se manifestou em entrevista à CNN norte-americana. O ex-presidente enfatizou que, após a desistência do democrata, será mais fácil ganhar as eleições se a candidata for <a href="https://fatorrnoticias.com.br/mundo/kamala-harris-agradece-apoio-de-joe-biden-e-diz-que-vai-conquistar-indicacao-do-partido/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Kamala Harris</a>, vice de Biden, que já manifestou apoio à candidatura dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do UOL</em></strong></p>
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		<title>Kamala Harris agradece apoio de Joe Biden e diz que vai conquistar indicação do partido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jul 2024 17:31:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A&#160;vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, disse em uma declaração que está “honrada” em receber o&#160;apoio do presidente Joe Biden para que seja a indicada&#160;do Partido Democrata para disputar as eleições presidenciais de 2024. “Estou honrada em ter o apoio do presidente e minha intenção é conquistar esta nomeação”, ressaltou. A declaração foi emitida pela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris, disse em uma declaração que está “honrada” em receber o&nbsp;apoio do presidente Joe Biden para que seja a indicada&nbsp;do Partido Democrata para disputar as eleições presidenciais de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estou honrada em ter o apoio do presidente e minha intenção é conquistar esta nomeação”, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A declaração foi emitida pela campanha do Partido Democrata.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/mundo/joe-biden-anuncia-desistencia-da-candidatura-a-reeleicao-e-diz-apoiar-sua-vice-kamala-harris/" data-type="link" data-id="https://fatorrnoticias.com.br/mundo/joe-biden-anuncia-desistencia-da-candidatura-a-reeleicao-e-diz-apoiar-sua-vice-kamala-harris/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mais cedo neste domingo (21), Joe Biden anunciou que desistiu da candidatura à reeleição</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Veja abaixo a íntegra da declaração de Kamala Harris:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Em nome do povo americano, agradeço a Joe Biden por sua extraordinária liderança como presidente dos Estados Unidos e por suas décadas de serviço ao nosso país.&nbsp;Seu notável legado de realizações é incomparável na história americana moderna, superando o legado de muitos presidentes que cumpriram dois mandatos.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Com este ato altruísta e patriótico, o presidente Biden está fazendo o que fez ao longo de sua vida de serviço: colocando o povo americano e nosso país acima de tudo.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Estou honrada em ter o apoio do presidente e minha intenção é conquistar e vencer esta nomeação. No ano passado, viajei pelo país, conversando com americanos sobre a escolha clara nesta eleição importante. E é isso que continuarei a fazer nos próximos dias e semanas. Farei tudo ao meu alcance para unir o Partido Democrata – e unir nossa nação – para derrotar Donald Trump e sua agenda extrema do Projeto 2025.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Temos 107 dias até o dia da eleição. Juntos, lutaremos. E, juntos, venceremos.”</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da CNN Brasil</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Joe Biden anuncia desistência da candidatura à reeleição e diz apoiar sua vice, Kamala Harris</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/joe-biden-anuncia-desistencia-da-candidatura-a-reeleicao-e-diz-apoiar-sua-vice-kamala-harris/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jul 2024 14:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[democratas]]></category>
		<category><![CDATA[donald trump]]></category>
		<category><![CDATA[eleições americanas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, informou neste domingo (21)&#160;pelas redes sociais que desistiu da candidatura à reeleição. Ainda assim, ele disse que cumprirá o restante do mandato. Biden afirmou que falará à população com mais detalhes nesta semana. É a primeira vez que um presidente dos EUA desiste de uma corrida de reeleição [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, informou neste domingo (21)&nbsp;pelas redes sociais que desistiu da candidatura à reeleição. Ainda assim, ele disse que cumprirá o restante do mandato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Biden afirmou que falará à população com mais detalhes nesta semana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É a primeira vez que um presidente dos EUA desiste de uma corrida de reeleição em décadas. Lyndon Johnson decidiu não buscar um segundo mandato completo em 1968.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É também o mais recente acontecimento em uma campanha política tensa, que inclui a tentativa de assassinato contra o rival Donald Trump.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Biden estava enfrentando pressão entre os democratas do Congresso, que estavam cada vez mais convencidos de que uma derrota na votação marcada para 5 de novembro também impactará suas disputas eleitorais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Biden diz apoiar candidatura de Kamala Harris</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma publicação momentos depois de divulgar a carta sobre a desistência, Joe Biden disse que apoia a candidatura de <a href="https://fatorrnoticias.com.br/mundo/kamala-harris-poderia-vencer-trump-se-substituisse-biden-como-candidata-presidencial/" data-type="link" data-id="https://fatorrnoticias.com.br/mundo/kamala-harris-poderia-vencer-trump-se-substituisse-biden-como-candidata-presidencial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Kamala Harris</a> à Presidência dos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Minha primeira decisão como candidato do partido em 2020 foi escolher Kamala Harris como minha vice-presidente. E foi a melhor decisão que tomei”, pontuou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Hoje, quero oferecer todo o meu apoio e endosso para que Kamala seja a indicada do nosso partido este ano. Democratas – é hora de nos unirmos e derrotar Trump. Vamos fazer isso”, concluiu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da CNN Brasil</em></strong></p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/joe-biden-anuncia-desistencia-da-candidatura-a-reeleicao-e-diz-apoiar-sua-vice-kamala-harris/">Joe Biden anuncia desistência da candidatura à reeleição e diz apoiar sua vice, Kamala Harris</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
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		<title>Kamala Harris poderia vencer Trump se substituísse Biden como candidata presidencial?</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/kamala-harris-poderia-vencer-trump-se-substituisse-biden-como-candidata-presidencial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jul 2024 07:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[donald trump]]></category>
		<category><![CDATA[eleições americanas]]></category>
		<category><![CDATA[joe biden]]></category>
		<category><![CDATA[kamala harris]]></category>
		<category><![CDATA[partido democrata]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na tarde de sábado (6), a vice-presidente dos&#160;EUA,&#160;Kamala Harris, subiu ao palco de um festival de cultura negra em Nova Orleans, falou sobre sua história de vida e o que acreditava ter realizado na Casa Branca. É o tipo de evento que a primeira vice-presidente mulher, negra e sul-asiática americana marcou presença ao longo dos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Na tarde de sábado (6), a vice-presidente dos&nbsp;EUA,&nbsp;Kamala Harris, subiu ao palco de um festival de cultura negra em Nova Orleans, falou sobre sua história de vida e o que acreditava ter realizado na Casa Branca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o tipo de evento que a primeira vice-presidente mulher, negra e sul-asiática americana marcou presença ao longo dos três anos e meio como vice de&nbsp;Joe Biden, geralmente acompanhada por um grupo acanhado de jornalistas, em comparação com o que segue o presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas à medida que os democratas entram em pânico, a milhares de quilômetros de distância, em Washington,&nbsp;cogitando substituir Joe Biden, de 81 anos, como candidato do partido nas&nbsp;eleições de novembro, após seu&nbsp;desempenho lamentável e, por vezes, incompreensível no debate&nbsp;contra&nbsp;Donald Trump, o número de jornalistas que acompanham Harris aumentou para dezenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No palco e durante suas viagens no último fim de semana, a vice-presidente não abordou questões polêmicas, como a aptidão de Biden para exercer o cargo, e se ele deveria desistir da disputa e passar o bastão a ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas ao falar sobre ambição e como trilhar seu próprio caminho em discurso ao público em Nova Orleans, ela encorajou a multidão a não dar ouvidos aos pessimistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As pessoas na sua vida vão dizer que não chegou sua hora. Não é sua vez. Ninguém como você já fez isso antes&#8221;, advertiu ela. &#8220;Nunca dê ouvidos a isso.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o debate desastroso na rede americana CNN, em 27 de junho, Harris tem defendido Biden repetidamente, argumentando que seu histórico como presidente não deveria ser ofuscado por 90 minutos num palco de debate. O próprio Biden adotou um tom desafiador e insistiu veementemente que vai continuar sendo candidato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, à medida que crescem os apelos para o presidente desistir da disputa, alguns democratas de destaque estão se unindo em torno de Harris, de 59 anos, como a candidata natural para substituí-lo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No domingo (7), o congressista Adam Schiff, da Califórnia, disse ao programa Meet The Press, da rede NBC, que Biden tinha que ser capaz de &#8220;vencer de forma esmagadora ou teria que passar a tocha para alguém que seja capaz&#8221;. Kamala Harris, ele acrescentou, poderia &#8220;muito bem vencer de forma esmagadora&#8221; contra Trump.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esta é uma proposta que surpreendeu alguns democratas, incluindo aliados de Biden, que veem Harris como uma vice-presidente que fracassou na disputa pela indicação democrata para 2020, antes mesmo da primeira votação das primárias ser realizada, e que tem lutado contra um histórico irregular e baixos índices de aprovação durante seu mandato na Casa Branca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas legisladores democratas como Schiff e o congressista Jim Clyburn, da Carolina do Sul, têm apresentado Harris como a sucessora natural, caso Biden acabe cedendo à pressão do partido para desistir da disputa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os defensores da candidatura de Harris citam uma série de pesquisas que sugerem que ela teria um desempenho melhor do que o presidente num hipotético confronto contra Donald Trump, e argumentam que ela tem o perfil nacional, a infraestrutura de campanha e o apelo para os eleitores mais jovens — o que poderia tornar a transição suave, quatro meses antes do dia das eleições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma promoção para liderar a chapa seria uma reviravolta notável para uma mulher que até pouco tempo era vista como uma fragilidade política por altos funcionários de Biden na Casa Branca. Até o próprio Biden supostamente a descreveu como um &#8220;projeto em andamento&#8221; durante seus primeiros meses no cargo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas Jamal Simmons, estrategista democrata de longa data e ex-diretor de comunicação de Harris, disse que ela havia sido subestimada por muito tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quer ela seja parceira do presidente ou tenha que liderar a chapa, ela é alguém que os republicanos e a campanha de Trump precisam levar a sério&#8221;, afirmou Simmons à BBC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o debate e sua repercussão, Harris mudou sua agenda para ficar ao lado do presidente. Ela compareceu a uma reunião, que foi alvo de intenso escrutínio, na qual Biden procurou tranquilizar os poderosos governadores democratas sobre sua aptidão para o cargo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E um dia depois, no 4 de julho — Dia da Independência dos EUA —, ela abandonou sua habitual tradição de preparar cachorro-quente para bombeiros e agentes do serviço secreto em sua residência, em Los Angeles, para estar ao lado de Biden nas celebrações na Casa Branca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ex-promotora se concentrou em criticar Trump em aparições públicas desde o debate, insistindo sobre por que os eleitores deveriam acreditar que ele é uma ameaça à democracia e aos direitos das mulheres. Ao mesmo tempo, ela não ofereceu nada além de um apoio inabalável a Biden.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os vice-presidentes precisam sempre encontrar um equilíbrio delicado entre a ambição e a lealdade, mas Harris sabe que este não é um momento em que possa mostrar qualquer distanciamento entre ela e o presidente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kamala Harris está, no entanto, longe de ser a única alternativa a Biden em discussão. A lista de potenciais substitutos do presidente vai desde um grupo de governadores populares – Gretchen Whitmer (Michigan), Gavin Newsom (Califórnia), Josh Shapiro (Pensilvânia) e JB Pritzker (Illinois) — até o secretário de Transportes, Pete Buttigieg, e o congressista Ro Khanna, da Califórnia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Harris e sua equipe se recusam a se envolver em especulações públicas. Mas sua equipe está bem ciente das conversas nos bastidores, à medida que alguns membros do partido se aglutinam atrás dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um memorando que circulou online, supostamente escrito por membros do Partido Democrata, apresentava um argumento detalhado para promover Harris, apesar das suas &#8220;verdadeiras fragilidades políticas&#8221;.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="431" src="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Kamala-Harris-Foto-MATEUSZ-WLODARCZYK-NURPHOTO-VIA-GETTY-IMAGES.jpg" alt="" class="wp-image-4072" srcset="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Kamala-Harris-Foto-MATEUSZ-WLODARCZYK-NURPHOTO-VIA-GETTY-IMAGES.jpg 768w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Kamala-Harris-Foto-MATEUSZ-WLODARCZYK-NURPHOTO-VIA-GETTY-IMAGES-300x168.jpg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Defensores da candidatura de Harris citam série de pesquisas que sugerem que ela teria desempenho melhor do que Biden num hipotético confronto com Trump &#8211; Mateusz Wlodarczyk/Nurphoto via Getty Images</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">“Tentar escolher outra pessoa além dela iria levar a campanha ao caos e manter as ‘picuinhas democratas’ sob os holofotes da mídia durante meses&#8221;, diz o texto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se Biden desistisse da nomeação, a ideia de os democratas preterirem Harris em prol de outro candidato assusta muitos na ala à esquerda do partido e na sua poderosa bancada negra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta situação, &#8220;este partido não deveria, de forma alguma, fazer nada para passar por cima de Harris&#8221;, declarou Clyburn, um dos legisladores negros mais proeminentes no Congresso, à MSNBC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os republicanos também reconheceram que Harris seria a favorita para substituir Biden.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O senador Lindsey Graham, da Carolina do Sul, alertou no domingo que os republicanos devem estar prontos para uma &#8220;corrida drasticamente diferente&#8221;, caso Harris — que ele descreveu como uma candidata &#8220;vigorosa&#8221; — assuma a disputa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Graham enfatizou sua marca progressista na Califórnia, sugerindo que ela estava mais próxima, em termos políticos, do agitador de esquerda Bernie Sanders do que de Joe Biden, no que parecia ser um vislumbre da linha de ataque republicana caso ela se torne candidata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Donald Trump, por sua vez, a chamou de &#8220;patética&#8221; nos dias que se seguiram ao debate.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas, em última análise, a única questão que importa para muitos democratas — incluindo os doadores endinheirados — é se ela tem mais chance de derrotar Trump do que Biden. E isso é profundamente incerto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os apoiadores de Harris citam uma pesquisa recente da CNN sugerindo que ela se sairia melhor do que o presidente contra Trump em novembro. Em uma disputa direta, Harris aparece apenas dois pontos atrás do republicano, enquanto Biden ficaria seis pontos atrás dele. A pesquisa também sugeriu que Harris teria um desempenho melhor do que Biden com eleitores independentes e mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas muitos especialistas em pesquisas desconsideram essas sondagens hipotéticas, observando que o sentimento do eleitorado mudaria se Biden realmente decidisse desistir da disputa, e os democratas considerassem outros candidatos em potencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um pesquisador de opinião democrata próximo à campanha de Biden reconheceu que Harris pode ter mais potencial para expandir a base eleitoral do partido do que o presidente, mas é cético em relação à diferença que ela faria. As pesquisas que a colocam contra Trump neste momento &#8220;não significam nada&#8221;, diz ele, que pediu anonimato porque não estava autorizado a falar com a imprensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Harris, filha de mãe indiana e pai jamaicano, tem um desempenho melhor nas pesquisas do que Biden com eleitores negros, latinos e jovens — círculos eleitorais cruciais que seus aliados dizem que ela seria capaz de revigorar como candidata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas se ela realmente aumentaria a participação dos eleitores negros mais jovens é outra questão incerta. &#8220;Este é simplesmente um daqueles momentos de esperar para ver&#8221;, acrescenta o pesquisador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns membros do partido também estão se perguntando se a reputação progressista de Harris colocaria em risco perder os eleitores da classe trabalhadora e dos sindicatos nos estados pêndulo da Pensilvânia, Michigan e Wisconsin, nos quais Biden venceu por pouco em 2020, e em que ambos os partidos precisam garantir uma vitória em novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso ela assuma a chapa, alguns democratas sugeriram que o governador Josh Shapiro, da Pensilvânia, ou o governador Roy Cooper, da Carolina do Norte, poderiam ser escolhidos como vice para conquistar eleitores de centro nos estados do Meio-Oeste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dadas as idades de Joe Biden e Donald Trump, os eleitores estão prestando muito mais atenção ao candidato a vice-presidente de ambos os partidos neste ciclo eleitoral, observa Celinda Lake, pesquisadora de opinião democrata veterana que trabalhou para a campanha de Biden em 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Do lado republicano, Trump ainda não anunciou seu companheiro de chapa, embora muitos especulem que ele vai escolher o governador de Dakota do Norte, Doug Burgum, ou o senador JD Vance, de Ohio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A grande preocupação entre alguns democratas sobre a força de Harris como candidata presidencial remonta à sua tentativa malsucedida para nomeação do partido em 2020, na qual ela desferiu golpes contra Biden em um debate inicial, mas acabou saindo da disputa antes do primeiro caucus em Iowa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os críticos disseram que ela teve dificuldade para se definir como candidata, um sentimento que perdurou durante todo seu mandato como vice-presidente. Ela teve um início turbulento na Casa Branca, marcado por deslizes notórios em entrevistas, baixos índices de aprovação e rotatividade na equipe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela também foi incumbida de supervisionar a estratégia do governo para reduzir a migração pela fronteira sul dos EUA, que chegou a níveis recordes nos últimos três anos, e continua a ser um grande ponto de vulnerabilidade para a campanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses tropeços iniciais levaram Harris a ser mais cautelosa em suas aparições públicas, mas muitos eleitores a veem como ineficaz e ausente.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full"><img decoding="async" width="768" height="512" src="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Alguns-pesos-pesados-​​​​democratas-ja-manifestaram-seu-apoio-a-Kamala-Harris-caso-Joe-Biden-desista-da-disputa-Foto-Tierney-L.-Cross-Getty-Image.jpg" alt="" class="wp-image-4074" srcset="https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Alguns-pesos-pesados-​​​​democratas-ja-manifestaram-seu-apoio-a-Kamala-Harris-caso-Joe-Biden-desista-da-disputa-Foto-Tierney-L.-Cross-Getty-Image.jpg 768w, https://fatorrnoticias.com.br/wp-content/uploads/2024/07/Alguns-pesos-pesados-​​​​democratas-ja-manifestaram-seu-apoio-a-Kamala-Harris-caso-Joe-Biden-desista-da-disputa-Foto-Tierney-L.-Cross-Getty-Image-300x200.jpg 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Alguns pesos pesados ​​​​democratas já manifestaram seu apoio a Kamala Harris caso Joe Biden desista da disputa &#8211; Foto Tierney L. Cross &#8211; Getty Image</figcaption></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As pessoas precisam saber mais sobre ela, em que questões econômicas ela é forte, e precisam ser lembradas do papel que ela desempenhou&#8221;, diz Lake.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do último ano, Harris se firmou como a principal voz do governo no que diz respeito ao direito ao aborto, uma questão que provou ser um sucesso para os democratas durante as eleições de meio de mandato de 2022, e com a qual o partido espera reconquistar mais eleitores em novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como uma ex-promotora que lidava com casos de violência sexual, ela invocou histórias pessoais de trabalho com mulheres que abortaram no banheiro ou foram recusadas em hospitais, enquanto tentava mobilizar os eleitores em torno do tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a campanha, ela também procurou capitalizar outras questões que ressoam entre os eleitores jovens, incluindo o perdão das dívidas estudantis, as mudanças climáticas e a violência armada. A Casa Branca também fez um esforço concertado para promovê-la com mais força.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda assim, ela enfrenta uma difícil batalha para mudar o ceticismo de longa data dos eleitores — seus índices de aprovação giram em torno de 37%, de acordo com a média das pesquisas compiladas pela FiveThirtyEight —, um patamar semelhante ao de Biden e Trump.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E, a menos que o próprio Biden ceda à crescente pressão do partido para desistir da disputa, os apoiadores democratas de base parecem resignados a apoiar a chapa atual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No festival Essence em Nova Orleans, Iam Christian Tucker, uma pequena empresária local de 41 anos, disse que, em última análise, não se importava com quem era o indicado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela falou que gostava de Harris, mas não tinha certeza se uma presidente negra poderia vencer as eleições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Vou votar contra Donald Trump mais do que qualquer coisa&#8221;, afirmou ela à BBC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Greg Hovel, de 67 anos, que participou de um comício pelo presidente Biden em Madison, no Estado de Wisconsin, na semana passada, disse que apoiou Harris nas primárias de 2020, e &#8220;sempre foi um fã&#8221;. Mas alertou que existe &#8220;um sentimento antimulher forte neste país&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Acho que ela seria uma excelente presidente&#8221;, declarou Hovel. &#8220;Mas ainda acho que Biden pode vencer.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em><strong>Com informações da BBC News</strong></em></p>
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