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	<title>kayapó Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>kayapó Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Nova base da Funai reforça proteção ambiental e territorial Yanomami em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/nova-base-da-funai-reforca-protecao-ambiental-e-territorial-yanomami-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) inaugurou, nesta semana, a Base de Proteção Etnoambiental (Bape) Pakilapi, instalada na Comunidade Palimiú, às margens do rio Uraricoera, em Roraima. O objetivo da unidade é integrar a rede de vigilância territorial da Funai, apoiando operações de fiscalização em parceria com órgãos de segurança pública e instituições federais. [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) inaugurou, nesta semana, a Base de Proteção Etnoambiental (Bape) Pakilapi, instalada na Comunidade Palimiú, às margens do rio Uraricoera, em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo da unidade é integrar a rede de vigilância territorial da Funai, apoiando operações de fiscalização em parceria com órgãos de segurança pública e instituições federais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cerimônia reúne autoridades e associações indígenas</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Participaram da inauguração representantes da Funai, Casa de Governo de Roraima, Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Yanomami), Exército Brasileiro e organizações indígenas, como Hutukara Associação Yanomami, Associação Wanasseduume Ye&#8217;kwana (Seduume) e Urihi Associação Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Joenia Wapichana, presidente da Funai, afirmou que a base vai fortalecer a proteção da Terra Indígena Yanomami e a presença do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A estrutura reforça a segurança para que a Terra Indígena Yanomami se mantenha protegida, livre de invasões e com a presença permanente das equipes de fiscalização. É mais uma atividade de fortalecimento institucional da Funai”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Importância histórica e social</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Hutukara Associação Yanomami, Davi Kopenawa, destacou que a base é um marco para a proteção territorial realizada pelas próprias comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa casa é muito importante para a proteção da nossa terra. Sem presença permanente, não há como vigiar e proteger o território. Este lugar é histórico e será lembrado. Nossos jovens terão aqui um espaço para continuar defendendo o nosso território”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estrutura e operação logística</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Bape Pakilapi funcionará como ponto de controle fluvial permanente, impedindo rotas de abastecimento de estruturas ilegais de mineração. Também será plataforma de apoio para aeronaves de asa rotativa em operações de fiscalização e desintrusão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Janete Carvalho, diretora de Proteção Territorial da Funai, a localização estratégica visa impedir atividades ilegais na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Desde 2023, com a retomada das ações de proteção na Terra Indígena Yanomami, a Funai tem investido em estratégias para combater o garimpo e a proteção territorial. A Bape Pakilapi se torna um ponto central para proteger a entrada do garimpo pelo rio Uraricoera. Essa iniciativa, em conjunto com as forças de segurança e demais órgãos governamentais, demonstra o esforço coletivo do governo brasileiro na proteção das terras indígenas”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Capacidade e investimentos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A base possui alojamento para 32 pessoas, entre servidores da Funai, equipes técnicas e agentes de órgãos parceiros, garantindo atuação contínua. O investimento foi de R$ 1,7 milhão, com participação de órgãos como Polícia Federal, Força Nacional e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nilton Tubino, diretor da Casa de Governo em Roraima, ressaltou que a base contribui para reduzir atividades de garimpo. Junior Hekurari, presidente da Urihi Associação Yanomami, reforçou que a unidade assegura presença do Estado no território.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Conexão com decisões do STF</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A implantação da Bape Pakilapi atende às decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), em cumprimento às Arguições de Descumprimento de Preceitos Fundamentais (ADPFs) nº 709 e nº 991.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ADPF nº 709 busca proteger a população Yanomami afetada pelo garimpo e intensificar ações em terras indígenas como Karipuna, Uru-Eu-Wau-Wau, Kayapó, Arariboia, Munduruku e Trincheira Bacajá. A ADPF nº 991 determina proteção integral de territórios com povos indígenas isolados e de recente contato, incluindo os Yanomami.</p>
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		<title>Imagens mostram novas áreas de garimpo nas terras indígenas Yanomami e Kayapó; dados contradizem governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2024 15:49:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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		<category><![CDATA[garimpo ilegal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Greenpeace Brasil identificou novos pontos de garimpo nas Terras Indígenas (TIs) Kayapó e Yanomami, que já estão no topo das mais prejudicadas pela atividade. Os locais ficam distantes de outros focos de garimpo mais antigos e já consolidados. Em nota encaminhada com exclusividade à reportagem, a organização informa que de julho a setembro deste [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Greenpeace Brasil identificou novos pontos de garimpo nas Terras Indígenas (TIs) Kayapó e Yanomami, que já estão no topo das mais prejudicadas pela atividade. Os locais ficam distantes de outros focos de garimpo mais antigos e já consolidados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em nota encaminhada com exclusividade à reportagem, a organização informa que de julho a setembro deste ano o garimpo provocou o desmatamento de 505 hectares nas TIs Kayapó, Yanomami, Munduruku e Sararé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medição do perímetro destruído, que equivale a 707 campos de futebol, foi feita com o uso de imagens dos satélites Planet Lab e Sentinel-2.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando se observam as mudanças nas três primeiras TIs, constata-se um aumento de 44,48% da área desmatada no trimestre analisado em comparação com o mesmo período de 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O território dos Kayapó foi o que mais perdeu florestas, com aumento de 35% de área, no período de análise. No total, foram desmatados 315 novos hectares, o que equivale a aproximadamente duas vezes o tamanho do Parque Ibirapuera, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Greenpeace, a TI Kayapó atingiu outros três recordes no trimestre: maior concentração de área de garimpo (15.982 hectares); maior quantidade de novas áreas desmatadas para a atividade garimpeira; e maior concentração de incêndios florestais em 2024. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação à TI Yanomami, a área total de garimpo é de 4.123 hectares, dos quais 50 hectares são mais recentes, registrados no trimestre avaliado. Nesse caso, o aumento foi ligeiramente menor do que o da TI Kayapó, de 32%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Essa informação conflita com a nota publicada pelo governo federal, no início de outubro, alegando que em setembro não foi identificado nenhum novo garimpo na região&#8221;, observa o Greenpeace.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/roraima/operacoes-zeram-abertura-de-garimpos-na-terra-yanomami-afirma-governo-federal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Em 4 de outubro, a Casa Civil divulgou nota em que afirma que, apenas em setembro deste ano, foram realizadas 2.048 operações na TI Yanomami</strong></a>, focadas no combate ao garimpo ilegal e que, &#8220;desde o início dessas ações, em março de 2024, houve uma queda expressiva de 96% na abertura de novos garimpos, em comparação aos números de 2022&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As imagens de satélite ainda revelam que houve expansão da nova fronteira de garimpo no sul do território Yanomami, denunciada pelo Greenpeace no início de 2024. Novas fronteiras também foram identificadas no Parque Nacional Pico da Neblina, localizado no sul da região&#8221;, complementa a entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização também se deparou com uma alta de 34,7% na área devastada pelo garimpo em solo Munduruku. O total foi de 32,51 hectares abertos no último trimestre. O território também teve 3% da área afetada por queimadas e pela estiagem, que agravaram as crises alimentar e hídrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na TI Sararé, o desmatamento promovido pelos garimpeiros compreendeu uma área de 106,98 hectares em agosto e setembro deste ano. A área total de garimpo é de 1.863,78 hectares, de acordo com o Greenpeace, que salienta a escalada de violência no território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Informações obtidas por meio da Lei de Acesso à Informação [LAI] utilizadas no estudo revelam que 13 operações conjuntas da Polícia Judiciária, Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis] e Funai [Fundação Nacional dos Povos Indígenas] já ocorreram nestas TIs, mas ainda não é o bastante&#8221;, assinala o Greenpeace.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem procurou os ministérios da Justiça e Segurança Pública, dos Povos Indígenas,&nbsp;a Casa Civil e a Funai, mas não houve retorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Garimpo ilegal devastou área de 584 campos de futebol nas terras indígenas Yanomami, Kayapó e Munduruku em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre janeiro e junho de 2024, 417 hectares de novas áreas de desmatamento associado ao garimpo foram abertas nas terras indígenas (TI) Yanomami, Kayapó e Munduruku. Isso equivale a 584 campos de futebol. O dado faz parte de um levantamento do Greenpeace Brasil, e foi obtido do sistema de alertas de monitoramento Papa Alpha. O [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Entre janeiro e junho de 2024, 417 hectares de novas áreas de desmatamento associado ao garimpo foram abertas nas terras indígenas (TI) Yanomami, Kayapó e Munduruku. Isso equivale a 584 campos de futebol. O dado faz parte de um levantamento do Greenpeace Brasil, e foi obtido do sistema de alertas de monitoramento Papa Alpha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O território mais devastado no período foi a TI Kayapó, com 54,4% dos alertas e 227 hectares devastados. Na segunda posição, ficou o TI Yanomami (40,63% e 169,6 hectares destruídos) e, na terceira, o Munduruku (4,87% e 20,2 hectares destruídos).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até dezembro de 2023, a área devastada pelo garimpo nessas terras totalizava mais de 26 mil hectares &#8211; isso é mais de 90% das ocorrências de garimpo dentro de territórios indígenas no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Um dos grandes apelos dos povos originários é a desintrusão de seus territórios, que é a expulsão total dos garimpeiros de suas terras. Isso já foi feito na Terra Yanomami em 2023, mas os Kayapó e os Munduruku seguem aguardando quando isso vai acontecer”, disse Jorge Eduardo Dantas, porta-voz da Frente de Povos Indígenas do Greenpeace.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda de acordo com Dantas, o garimpo destrói ecossistemas, desestabiliza populações tradicionais e ameaça o combate à crise climática. “Por isso, a expulsão dos garimpeiros ilegais e a defesa dos territórios indígenas precisam ser pautas defendidas por todos nós”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A organização ambiental pontua que, de maneira geral, os alertas dentro dos territórios originários monitorados diminuíram significativamente em comparação com os últimos anos. No entanto, pequenas áreas estão sendo abertas próximas a garimpos já estabelecidos, como uma tentativa de dificultar a detecção por imagens de satélite.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Migração</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Terra Indígena Yanomami, o Greenpeace identificou a migração da atividade garimpeira para a região Sul, na porção mais próxima do Amazonas, alcançando as adjacências do Parque Nacional do Pico da Neblina, no município de Santa Isabel do Rio Negro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento mostra que foram mais de 90 hectares de garimpo registrados na bacia do rio Cauaburi, sendo parte área nova, a 5 quilômetros da aldeia Ariabu, e se estendendo por 12 quilômetros ao longo do igarapé de mesmo nome da comunidade. A outra parte é de um garimpo antigo, que foi reativado recentemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Sul do Amazonas e na fronteira entre Rondônia e Mato Grosso, a devastação também chama atenção e já ameaça outras áreas protegidas, como o Parque Nacional dos Campos Amazônicos e as Terras Indígenas Apurinã, Sete de Setembro e Zoró.</p>
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