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	<title>lavagem de dinheiro Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>lavagem de dinheiro Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Operação em Roraima e outros sete estados mira grupo suspeito de movimentar mais de R$ 35 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 22:55:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma organização investigada por tráfico interestadual de drogas e lavagem de capitais foi alvo da Operação La Máquina, deflagrada nesta quinta-feira (13) pela Polícia Federal e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Amazonas (Gaeco/MPAM). A ação ocorreu em oito estados, incluindo Roraima. Segundo as investigações, pessoas físicas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma organização investigada por tráfico interestadual de drogas e lavagem de capitais foi alvo da Operação La Máquina, deflagrada nesta quinta-feira (13) pela Polícia Federal e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Amazonas (Gaeco/MPAM). A ação ocorreu em oito estados, incluindo Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as investigações, pessoas físicas e jurídicas vinculadas ao grupo realizaram movimentações financeiras superiores a R$ 35 milhões. Os valores chamaram a atenção dos investigadores porque seriam incompatíveis com as atividades econômicas declaradas oficialmente pelos envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, a Justiça expediu 43 mandados judiciais, sendo 13 de prisão preventiva e 26 de busca e apreensão. Além de Roraima, as ordens foram cumpridas no Amazonas, Tocantins, Pará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará e Santa Catarina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das prisões e buscas, a decisão judicial determinou o bloqueio de R$ 7,7 milhões e o sequestro de 31 veículos. Dois centros comerciais também foram alvo de sequestro patrimonial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação inclui ainda a determinação para destruição de duas pistas clandestinas identificadas durante a investigação. As estruturas estão localizadas em Tefé e Presidente Figueiredo, no Amazonas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A apuração busca desarticular uma estrutura que, conforme as suspeitas investigadas, estaria envolvida no transporte e na comercialização de drogas entre diferentes estados, além de mecanismos utilizados para financiar as atividades e ocultar ou dissimular recursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os fatos investigados podem configurar, em tese, crimes de tráfico interestadual de drogas, associação para o tráfico, financiamento ao tráfico, organização criminosa e lavagem de capitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal e o Gaeco/MPAM continuam analisando os elementos reunidos na investigação, que também pode identificar outros delitos ao longo do procedimento.</p>
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		<title>Romero Jucá é condenado pelo TRF-1 a quase dez anos de prisão em processo envolvendo recursos da Odebrecht</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/romero-juca-e-condenado-pelo-trf-1-a-quase-dez-anos-de-prisao-em-processo-envolvendo-recursos-da-odebrecht/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-senador Romero Jucá (MDB-RR) foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) a 9 anos, 10 meses e 15 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão é do juiz federal Thadeu José Piragibe Afonso e aponta que uma doação de R$ 150 mil destinada ao Diretório Estadual [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O ex-senador Romero Jucá (MDB-RR) foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) a 9 anos, 10 meses e 15 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão é do juiz federal Thadeu José Piragibe Afonso e aponta que uma doação de R$ 150 mil destinada ao Diretório Estadual do MDB de Roraima teria sido, na realidade, pagamento de propina pela atuação de Jucá em benefício da construtora Odebrecht. A sentença foi publicada na quarta-feira (22).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a decisão, o dinheiro recebido pelo diretório partidário acabou direcionado à campanha de Rodrigo Jucá, filho do ex-senador, que disputou o cargo de vice-governador de Roraima em 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) identificou a suposta origem ilícita dos valores a partir das informações prestadas por Cláudio Melo Filho, ex-diretor da Odebrecht, em acordo de colaboração no âmbito da Operação Lava Jato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relato do empresário, a transferência teria ocorrido como contrapartida pela atuação de Romero Jucá em medidas de interesse da construtora durante a tramitação das medidas provisórias nº 651/2014 e nº 656/2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As duas propostas posteriormente foram convertidas nas leis nº 13.043/2014 e nº 13.097/2015, que estabeleceram regras relacionadas ao Regime Especial de Tributação (RET) para incorporações imobiliárias. A legislação de 2015 também tratava de empreendimentos ligados ao programa Minha Casa, Minha Vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do juiz responsável pelo caso, a atuação do então senador teria contribuído para a obtenção de benefícios fiscais para empresas do setor imobiliário, resultando em renúncia de parte da arrecadação da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Condenação veio após recurso do MPF</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão atual modificou um entendimento anterior, no qual Romero Jucá havia sido absolvido. O MPF recorreu e, após a análise do recurso, o TRF-1 decidiu pela condenação do ex-senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jucá informou que sua defesa já apresentou embargos contra a decisão. Ele argumenta que o processo deveria ser considerado prescrito devido à sua idade, superior a 70 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-senador afirmou que seu advogado buscou os desembargadores titulares responsáveis pelo julgamento, mas recebeu a informação de que eles não poderiam analisar o caso porque o tema estaria relacionado a entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Jucá, depois que os magistrados entraram em férias, um juiz substituto assumiu o processo e afastou tanto a alegação de prescrição quanto a possibilidade de envio do recurso ao STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da condenação, Romero Jucá declarou que pretende recorrer e que, por isso, não considera que ficará inelegível. A Lei da Ficha Limpa estabelece impedimento para candidaturas de pessoas condenadas por órgãos colegiados, mas o ex-senador afirma que a decisão ainda poderá ser modificada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao comentar a possibilidade de disputar uma vaga de deputado federal, Jucá disse estar avaliando a candidatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estou avaliando sair deputado federal. A convenção é no dia 5. É tanta confusão, tanta briga. Tem hora que eu me animo para ajudar a resolver esse problema do país, tem hora que eu desanimo porque o nível está muito baixo”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Advogados afirmam que não há provas contra ex-senador</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em manifestação divulgada após a condenação, a defesa de Romero Jucá afirmou que não existe “uma mísera prova” de que ele tenha cometido irregularidades em sua atuação como senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os advogados sustentaram que, por exercer uma posição de liderança política, Jucá recebia propostas e demandas de empresas interessadas em assuntos econômicos, mas que isso não permitiria concluir que houve favorecimento ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa também criticou o andamento do processo e afirmou que a decisão do TRF-1 contrariou uma nova orientação do STF sobre a permanência do foro por prerrogativa de função em casos relacionados ao exercício do cargo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os advogados, o julgamento ocorreu mesmo diante da alegação de prescrição e sem elementos probatórios suficientes para sustentar a condenação. A defesa afirmou confiar que a decisão será revertida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os representantes de Jucá também questionaram a condenação do ex-senador enquanto o delator citado no processo permaneceu absolvido. Para a defesa, houve contradição no entendimento adotado pelo tribunal, já que, segundo os advogados, não teria sido reconhecida prova de corrupção contra o colaborador, mas a sentença de absolvição de Jucá foi alterada para condenação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Metrópoles</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Deputada Tayla Peres é alvo de operação da PF sobre suposta lavagem de dinheiro com veículos</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/deputada-tayla-peres-e-alvo-de-operacao-da-pf-sobre-suposta-lavagem-de-dinheiro-com-veiculos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 14:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A deputada estadual Tayla Peres (Republicanos) foi um dos alvos da Operação Testa de Ferro, deflagrada nesta sexta-feira (26) pela Polícia Federal para investigar um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo compra, circulação e revenda de veículos em Roraima. Tayla foi candidata à vice-governadora na chapa liderada pelo governador interino Soldado Sampaio (Republicanos) nas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A deputada estadual Tayla Peres (Republicanos) foi um dos alvos da Operação Testa de Ferro, deflagrada nesta sexta-feira (26) pela Polícia Federal para investigar um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo compra, circulação e revenda de veículos em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tayla foi candidata à vice-governadora na chapa liderada pelo governador interino Soldado Sampaio (Republicanos) nas <a href="https://fatorrnoticias.com.br/votos-de-arthur-henrique-seguem-sub-judice-apos-lideranca-nas-urnas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>eleições suplementares de domingo</strong></a> (21). Agentes da Polícia Federal também estiveram na Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo as investigações, há indícios de utilização de &#8220;laranjas&#8221; para ocultação patrimonial e dissimulação da origem de recursos, além de movimentações financeiras incompatíveis e negociações de veículos sem aparente justificativa econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, a Justiça Federal expediu 16 mandados de busca e apreensão, cumpridos em 11 endereços, incluindo lojas ligadas à deputada e à família, além de uma revendedora de veículos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram apreendidos reais e dólares, mas os valores não foram informados pela corporação. O material será analisado para dar continuidade às investigações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da PF e Metrópoles</em></strong></p>
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		<item>
		<title>MPF denuncia grupo por organização transnacional ligada ao comércio ilegal de ouro</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mpf-denuncia-grupo-por-organizacao-transnacional-ligada-ao-comercio-ilegal-de-ouro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:26:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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		<category><![CDATA[2º Ofício da Amazônia Ocidental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça Federal recebeu denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra um grupo de seis pessoas investigadas por exploração ilegal de recursos minerais da União, contrabando, lavagem de dinheiro e organização criminosa transnacional. De acordo com a denúncia, os investigados atuavam na comercialização clandestina de ouro e diamantes em Boa Vista e em Lima, no [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça Federal recebeu denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra um grupo de seis pessoas investigadas por exploração ilegal de recursos minerais da União, contrabando, lavagem de dinheiro e organização criminosa transnacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a denúncia, os investigados atuavam na comercialização clandestina de ouro e diamantes em Boa Vista e em Lima, no Peru, durante o ano de 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MPF, o grupo possuía estrutura organizada e divisão de tarefas para negociação, transporte, ocultação e comercialização de minério de origem ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações tiveram início após cumprimento de mandado de busca e apreensão em um estabelecimento comercial vinculado a um dos denunciados durante a Operação Assucena, em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No local, foram apreendidos documentos, registros e materiais relacionados ao comércio clandestino de ouro e diamantes. A partir da análise do material, a investigação avançou após autorização judicial para compartilhamento das provas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os itens apreendidos estavam cartas-oferta de minério, documentos empresariais, arquivos digitais, planilhas de pureza e cotação de ouro, fotografias de barras de ouro, contratos particulares e listas de fornecedores e clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações também identificaram registros de comunicação entre os integrantes do grupo. Segundo o MPF, mensagens analisadas indicam aporte de aproximadamente R$ 350 mil para compra de ouro no Peru e negociações envolvendo pedras avaliadas em mais de US$ 100 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da condenação pelos crimes apontados, o MPF pede a fixação de valor mínimo de R$ 200 mil para reparação de danos morais coletivos e sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão também requer a perda dos bens apreendidos durante as investigações em favor do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso é conduzido pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental, especializado no enfrentamento à mineração ilegal na Região Norte.</p>
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		<item>
		<title>Doze investigados são denunciados pelo MPRR por esquema de drogas e lavagem de R$ 77 milhões</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/doze-investigados-sao-denunciados-pelo-mprr-por-esquema-de-drogas-e-lavagem-de-r-77-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A atuação de uma organização criminosa investigada na Operação Geminus, deflagrada em março pela Polícia Civil, resultou na denúncia de 12 pessoas pelo Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR) por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro. As apurações indicam que o grupo operava desde pelo menos 2024 de maneira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A atuação de uma organização criminosa investigada na <a href="https://fatorrnoticias.com.br/policia/operacao-policial-leva-justica-a-bloquear-ate-r-77-milhoes-de-investigados-por-trafico-em-boa-vista-e-manaus/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Operação Geminus, deflagrada em março pela Polícia Civil</strong></a>, resultou na denúncia de 12 pessoas pelo Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR) por tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As apurações indicam que o grupo operava desde pelo menos 2024 de maneira estruturada, com divisão de tarefas e atuação simultânea no tráfico de entorpecentes e na movimentação de valores ilícitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MPRR, a liderança do esquema era exercida por dois irmãos, responsáveis pela coordenação geral, articulação dos integrantes e pela disponibilização de imóveis, veículos e recursos usados na atividade criminosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos principais pontos do esquema funcionava em um imóvel de alto padrão no bairro Caranã, em Boa Vista, utilizado como depósito de drogas. No local, foram apreendidos aproximadamente 270 quilos de skunk, divididos em 260 tabletes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A droga era ocultada em sacos de estopa e estrume bovino, método utilizado para mascarar o odor do entorpecente. As investigações também apontam que a entrada da droga em Roraima ocorria por via aérea, com pouso em pistas clandestinas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após o transporte, o grupo era responsável pelo armazenamento e distribuição da carga ilícita, conforme detalham os autos da investigação conduzida pela Polícia Civil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conjunto probatório inclui conversas extraídas de celulares, relatórios telemáticos, movimentações financeiras e apreensões, que embasaram a denúncia apresentada pelo Ministério Público.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação também identificou a atuação da esposa de um dos investigados no núcleo logístico e patrimonial, com administração de imóvel usado como “mocó”, controle de acesso e uso de empresa de fachada para recebimento de valores, incluindo R$ 510 mil relacionados à droga apreendida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, imóveis alugados por plataformas digitais teriam sido utilizados como pontos de encontro e apoio operacional do grupo criminoso, segundo o MPRR.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foram identificadas ainda movimentações financeiras estimadas em R$ 77,8 milhões, realizadas por meio de empresas de fachada, contas de terceiros, transferências fracionadas e aquisição de bens em nomes de interpostas pessoas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os elementos reunidos nas investigações apontam para uma organização criminosa muito bem estruturada. O MP busca justamente romper essa cadeia criminosa uma vez que a responsabilização dos envolvidos é fundamental para desarticular e impedir a continuidade das atividades ilícitas”, afirmou o promotor de Justiça Carlos Alberto Melotto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia foi ajuizada na sexta-feira (22) pela Promotoria Especializada em Tráfico de Drogas, Crimes Decorrentes de Organizações Criminosas e Lavagem de Capitais.</p>
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		<title>MPF recorre para ampliar penas de condenados por comércio ilegal de ouro e lavagem de dinheiro em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 15:59:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[2º Ofício da Amazônia Ocidental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) o aumento das penas de um homem e uma mulher condenados por exploração ilegal de ouro e lavagem de dinheiro em Boa Vista. O órgão considera que a decisão judicial não levou em conta a gravidade dos crimes investigados entre 2020 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) o aumento das penas de um homem e uma mulher condenados por exploração ilegal de ouro e lavagem de dinheiro em Boa Vista. O órgão considera que a decisão judicial não levou em conta a gravidade dos crimes investigados entre 2020 e 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações apontaram que a dupla movimentou mais de R$ 2,2 milhões por meio da comercialização ilegal de aproximadamente 7,5 quilos de ouro. Segundo o MPF, os dois atuavam em conjunto utilizando a estrutura de uma empresa sediada na capital de Roraima para ocultar e dissimular valores obtidos ilegalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia foi apresentada em março de 2023 e teve origem em investigações iniciadas em janeiro de 2021. Na época, denúncias anônimas acompanhadas de imagens e vídeos indicavam que uma empresa registrada para comércio de produtos agrícolas era usada para compra de ouro de origem ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a apuração, ficou comprovado que os condenados utilizavam a empresa como fachada para dar aparência de legalidade às operações relacionadas ao ouro extraído clandestinamente. O MPF afirma que a estrutura empresarial foi usada para facilitar a aquisição e comercialização do minério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença determinou pena de quatro anos de prisão para os dois réus, além do pagamento de 20 dias-multa. A decisão também fixou o regime inicial aberto e autorizou a substituição da prisão por penas restritivas de direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as medidas alternativas definidas pela Justiça estão o pagamento de cinco salários mínimos e prestação de serviços à comunidade pelo período de quatro anos. Para o MPF, no entanto, as punições foram brandas diante dos fatos apontados no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso encaminhado ao TRF1, o órgão pede que a pena-base seja fixada acima do mínimo legal para o crime de usurpação de matéria-prima da União. O MPF também solicita que o cumprimento da pena ocorra em regime inicial semiaberto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o MPF quer a exclusão da substituição das penas privativas de liberdade por medidas restritivas de direitos. O órgão argumenta que as sanções atuais não são suficientes para prevenir práticas relacionadas à macrocriminalidade mineral na Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o recurso, a sentença deixou de considerar elementos que agravam a conduta dos condenados, como a estrutura organizada usada para operacionalizar os crimes, o grau de responsabilidade da dupla e os impactos ambientais e sociais causados pelo garimpo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF afirma ainda que o ouro comercializado tinha ligação com garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Durante buscas e apreensões, foram encontrados registros de pesagem, cálculos técnicos de pureza do metal e anotações sobre margens de lucro, o que, segundo o órgão, demonstra atuação profissional na atividade clandestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso é acompanhado pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental do MPF, especializado no enfrentamento ao garimpo ilegal nos estados do Amazonas, Rondônia, Roraima e Acre.</p>
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		<title>PF apura ligação de sobrinho de Antonio Denarium com contrabando de diamantes e lavagem de dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 16:33:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Federal (PF) investiga um suposto esquema de contrabando de diamantes, lavagem de dinheiro e financiamento de garimpo ilegal em Roraima que envolve pessoas ligadas à família do ex-governador Antonio Denarium. O principal alvo das apurações é o empresário Fabrício de Souza Almeida, sobrinho de Denarium, apontado pelos investigadores como integrante do núcleo financeiro [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Federal (PF) investiga um suposto esquema de contrabando de diamantes, lavagem de dinheiro e financiamento de garimpo ilegal em Roraima que envolve pessoas ligadas à família do ex-governador Antonio Denarium. O principal alvo das apurações é o empresário Fabrício de Souza Almeida, sobrinho de Denarium, apontado pelos investigadores como integrante do núcleo financeiro de uma rede suspeita de movimentar milhões de reais por meio de empresas consideradas de fachada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações tiveram início após uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em 2020, na BR-174. Durante a fiscalização, Fabrício e outro homem deram versões divergentes sobre uma viagem entre Roraima e Rondônia. Eles afirmaram inicialmente que haviam saído de uma fazenda em Iracema, mas os agentes encontraram registros indicando passagem por Manaus e Porto Velho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a PF, as diligências identificaram movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a estrutura formal das empresas ligadas ao grupo investigado. Os investigadores apontam circulação de recursos por meio de empresas sem atividade operacional relevante, além de saques frequentes em espécie e transferências pulverizadas entre contas relacionadas aos investigados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos focos centrais das apurações é a empresa FB Serviços, registrada em nome de Fabrício. Apesar de não possuir funcionários registrados, veículos ou estrutura operacional compatível com os valores movimentados, a empresa teria movimentado mais de R$ 6 milhões em poucos meses. Relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontaram incompatibilidade entre a atividade econômica declarada e os valores identificados nas contas da companhia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação também recuperou antecedentes de Fabrício em operações antigas da PF ligadas ao comércio ilegal de diamantes. Conforme os autos, ele foi preso em flagrante em 2010, durante a Operação Roosevelt, em Rondônia, ocasião em que policiais apreenderam diamantes e dinheiro em espécie. Os investigadores também identificaram conexões entre o empresário e pessoas investigadas em outros procedimentos sobre lavagem de dinheiro, contrabando internacional de pedras preciosas e garimpo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto citado pela PF envolve a Fazenda J. Bastos, declarada por Antonio Denarium à Justiça Eleitoral durante a campanha de 2018. De acordo com os investigadores, pessoas ligadas ao esquema indicaram o imóvel, localizado em Iracema, no interior de Roraima, como endereço relacionado às apurações. A cidade foi mencionada anteriormente pelos ocupantes do veículo abordado pela Polícia Rodoviária Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>‘Rei do diamante’</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As diligências também mencionam uma postagem antiga em rede social na qual um parente teria chamado Fabrício de “the diamond king” (rei do diamante). O conteúdo aparece entre os elementos reunidos pelos investigadores durante o inquérito sobre o comércio ilegal de diamantes e a estrutura financeira suspeita.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das suspeitas envolvendo diamantes, <a href="https://fatorrnoticias.com.br/politica/justica-federal-torna-reus-sobrinho-e-irma-de-antonio-denarium-em-caso-que-apura-r-64-milhoes-ligados-ao-garimpo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Fabrício e a tia dele, Vanda Garcia de Almeida, tornaram-se réus na Justiça Federal em uma ação relacionada ao financiamento de garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami</strong></a>. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o grupo investigado teria movimentado cerca de R$ 64 milhões entre 2017 e 2021. Os denunciados respondem por organização criminosa, lavagem de dinheiro e usurpação de bens da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante operações anteriores, policiais apreenderam motores, bombas hidráulicas, equipamentos usados em garimpo e anotações detalhadas relacionadas ao transporte de minério, compra de mercúrio e pagamentos feitos a pilotos. As investigações também apontam possível ligação entre o comércio ilegal de diamantes e outros crimes, incluindo evasão de divisas, organização criminosa e contrabando internacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo autoridades federais, organizações criminosas passaram a estruturar cadeias clandestinas de exploração mineral em áreas da Amazônia, envolvendo financiamento, logística aérea irregular, lavagem de dinheiro e comercialização ilegal de ouro, cassiterita e diamantes. Roraima é apontado como um dos principais focos de garimpo ilegal do país, especialmente em regiões próximas à Terra Indígena Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Relatórios federais também indicam aumento da violência em áreas isoladas da floresta, incluindo presença de facções criminosas, tráfico de armas, exploração sexual e disputas territoriais ligadas à mineração clandestina. A investigação segue para identificar toda a estrutura financeira e operacional responsável pelo abastecimento do mercado clandestino de diamantes e outros minerais extraídos ilegalmente em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Metrópoles</em></strong></p>
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		<title>Influenciadores são presos em operação contra jogos ilegais e lavagem de dinheiro em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2026 17:19:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil de Roraima, por meio da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC), cumpriu oito mandados de prisão preventiva nesta segunda-feira (27) durante operação contra a divulgação de jogos ilegais nas redes sociais. Sete prisões ocorreram no estado e uma em Goiás. A investigação tem como alvo influenciadores digitais suspeitos de promover [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil de Roraima, por meio da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes Cibernéticos (DERCC), cumpriu oito mandados de prisão preventiva nesta segunda-feira (27) durante operação contra a divulgação de jogos ilegais nas redes sociais. Sete prisões ocorreram no estado e uma em Goiás.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação tem como alvo influenciadores digitais suspeitos de promover plataformas conhecidas como “jogo do tigrinho”, além de crimes contra o consumidor e lavagem de dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão, além de medidas judiciais de bloqueio de valores e sequestro de bens móveis e imóveis, que podem atingir até R$ 68 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No bairro Caçari, em Boa Vista, um empresário investigado foi preso em flagrante por posse de munição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o delegado Eduardo Patrício, titular da DERCC, a investigação teve início em setembro de 2024 e durou cerca de 18 meses, revelando um esquema com atuação organizada nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As investigações demonstraram que havia uma atuação organizada, com uso estratégico das redes sociais para alcançar grande número de vítimas. Trata-se de uma prática criminosa com elevado potencial de dano coletivo”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigados utilizavam a popularidade nas plataformas digitais para atrair seguidores com promessas de ganhos fáceis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a investigação, o grupo movimentou cerca de R$ 260 milhões em dois anos, valor considerado incompatível com a renda declarada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Identificamos um crescimento patrimonial expressivo, com aquisição de veículos de luxo, imóveis e bens de alto padrão, o que reforça os indícios de lavagem de dinheiro”, disse o delegado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os presos estão Adrielly Vivianny Araújo de Jesus, Dione dos Santos da Silva, Amanda Lourenço Faria, um influencer de Goiás, Laís Ramos Gomes da Silva, Patrik Adhan dos Santos Ribeiro, Raniely Silva Carvalho e Vitória Reis da Silva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também foram alvos de busca e apreensão Juliana Lima do Nascimento, Victoria Paixão Barros e Ruissian Ferreira Braga Ribeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As equipes policiais atuaram em diversos bairros de Boa Vista, incluindo Cidade Satélite, Caranã, Cambará, Aparecida, Buritis, Centro, Caçari, Jardim Floresta e Jardim Primavera, além de estabelecimentos comerciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a operação, foram apreendidos dispositivos eletrônicos, documentos, veículos e bens de luxo. Contas bancárias também foram bloqueadas por determinação judicial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mandados foram expedidos pela Vara de Organizações Criminosas e Lavagem de Dinheiro, com manifestação favorável do Ministério Público. Esta é a primeira fase da Operação Mantus.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os presos foram encaminhados às unidades policiais e permanecem à disposição da Justiça, com audiência de custódia marcada para terça-feira (28).</p>
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		<title>Suspeito de integrar esquema de fraude imobiliária de R$ 12 milhões em Santa Catarina é preso em Boa Vista</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/suspeito-de-integrar-esquema-de-fraude-imobiliaria-de-r-12-milhoes-em-santa-catarina-e-preso-em-boa-vista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 14:15:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira (15), em Boa Vista, um garimpeiro de 45 anos suspeito de integrar um esquema interestadual de fraudes imobiliárias de alto padrão que causou prejuízo estimado em R$ 12 milhões. A prisão ocorreu no bairro Caçari, durante a Operação Real State. Coordenada pela Polícia Civil de Santa Catarina, a operação [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira (15), em Boa Vista, um garimpeiro de 45 anos suspeito de integrar um esquema interestadual de fraudes imobiliárias de alto padrão que causou prejuízo estimado em R$ 12 milhões. A prisão ocorreu no bairro Caçari, durante a Operação Real State.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Coordenada pela Polícia Civil de Santa Catarina, a operação investiga uma organização criminosa que atuava na negociação ilegal de imóveis. Em Roraima, também foram cumpridos mandados nos bairros Asa Branca e São Vicente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos investigados não foi localizado pelas equipes e, segundo informações apuradas, estaria na Guiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O delegado Ricardo Daniel, titular da Delegacia de Defraudações (DDEF), foi responsável pela coordenação da operação no estado e explicou a atuação integrada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A operação é resultado de uma atuação integrada entre as Polícias Civis de vários estados. A Polícia Civil de Santa Catarina conduz a investigação sobre fraudes na aquisição de imóveis em Florianópolis e solicitou o apoio da Polícia Civil de Roraima para o cumprimento de mandados judiciais em Boa Vista”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações indicam que o grupo negociou ilegalmente cinco imóveis de alto padrão em Jurerê Internacional, em Florianópolis (SC), com prejuízo estimado em R$ 12 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os métodos utilizados estava o uso indevido de assinaturas eletrônicas da plataforma Gov.br. As vítimas eram inseridas, sem autorização, em quadros societários de empresas para facilitar a transferência dos imóveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os suspeitos utilizavam documentos falsificados. Procurações falsas permitiam a lavratura de escrituras e a venda dos imóveis sem o consentimento dos proprietários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após as vendas fraudulentas, os valores eram distribuídos em diversas contas bancárias de terceiros para dificultar o rastreamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Posteriormente, os recursos eram direcionados aos líderes do esquema, principalmente no estado do Ceará.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo, a operação cumpriu 10 mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão em cidades como Boa Vista, Brejo de Areia, Caucaia, Fortaleza, Manaus, Goiânia e Trindade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os investigados poderão responder por estelionato (fraude eletrônica), associação criminosa e lavagem de dinheiro, com penas que podem chegar a 21 anos de reclusão, além de multa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O suspeito preso foi levado ao 2º Distrito Policial, onde teve o mandado formalizado, e apresentado posteriormente em audiência de custódia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação contou com apoio do Núcleo de Inteligência, além da participação do delegado Thiago Alexandre, do 4º DP, e de equipes do 2º e do 4º Distrito Policial.</p>
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		<title>Delegado é preso em operação sobre assassinato de casal no sul de Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/delegado-e-preso-em-operacao-sobre-assassinato-de-casal-no-sul-de-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 19:11:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O delegado da Polícia Civil Rick Silva e Silva foi preso nesta terça-feira (14), durante a segunda fase da Operação Conluio, que investiga o assassinato do empresário Edgar Silva Pereira, de 60 anos, e de Rossana de Lima e Silva, de 49. Oito mandados de busca e apreensão domiciliar e um de prisão temporária foram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O delegado da Polícia Civil Rick Silva e Silva foi preso nesta terça-feira (14), durante a segunda fase da <a href="https://fatorrnoticias.com.br/policia/investigacao-de-assassinato-de-casal-em-rorainopolis-leva-ao-cumprimento-de-17-mandados/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Operação Conluio, que investiga o assassinato do empresário Edgar Silva Pereira, de 60 anos, e de Rossana de Lima e Silva, de 49</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Oito mandados de busca e apreensão domiciliar e um de prisão temporária foram cumpridos ao longo da terça-feira e da manhã desta quarta-feira (15), em Boa Vista e Rorainópolis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O crime ocorreu em dezembro de 2025. No dia 18, o casal foi encontrado carbonizado dentro de uma caminhonete incendiada na vicinal 31, um dia após desaparecer. Testemunhas disseram que eles saíram de casa, deixaram os filhos e afirmaram que retornariam em pouco tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Polícia Civil, Edgar e Rossana operavam um esquema de agiotagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações começaram ainda em dezembro na unidade policial de Rorainópolis e, no dia 24, passaram a ser conduzidas pelo delegado João Evangelista, da Delegacia Geral de Homicídios (DGH).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A prisão de Rick Silva foi acompanhada pela Corregedoria-Geral de Polícia Civil (Corregepol), que informou a abertura de procedimento administrativo “para apuração de eventual infração administrativa, assegurando o contraditório e a ampla defesa”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com João Evangelista, o avanço da investigação alcançou outros envolvidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa etapa da apuração alcançou condutas relacionadas a servidores públicos, mas também identificou outras pessoas relacionadas ao fato sob investigação”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele disse ainda que as diligências continuam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As investigações seguem em andamento, com atuação integrada entre as instituições, visando ao completo esclarecimento dos fatos e à identificação de todos os envolvidos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, já foram expedidos 25 mandados de busca e apreensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Justiça autorizou medidas contra pelo menos sete pessoas, incluindo um advogado, diante de indícios de lavagem de dinheiro por meio de contratos fictícios de honorários advocatícios e transferências de bens feitas pouco antes do crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Laudos apontam que os corpos foram carbonizados após as mortes, o que reforça a hipótese de ocultação de provas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação do delegado e de outros investigados não foi detalhada por causa do sigilo das investigações.</p>
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