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	<title>licenciamento ambiental Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>licenciamento ambiental Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Especialistas alertam para insegurança jurídica com nova lei ambiental no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 22:22:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A entrada em vigor da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (15.190/2025) nesta quarta-feira (4) levantou preocupações sobre insegurança jurídica e impactos ambientais. Três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) foram apresentadas no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando a constitucionalidade da lei. As ações destacam que dispositivos da nova legislação, complementada pela Lei da Licença Ambiental Especial [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A entrada em vigor da Lei Geral do Licenciamento Ambiental (15.190/2025) nesta quarta-feira (4) levantou preocupações sobre insegurança jurídica e impactos ambientais. Três Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) foram apresentadas no Supremo Tribunal Federal (STF) questionando a constitucionalidade da lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ações destacam que dispositivos da nova legislação, complementada pela Lei da Licença Ambiental Especial (LAE &#8211; 15.300/2025), dispensam etapas tradicionais de avaliação de impacto ambiental e criam procedimentos simplificados de licenciamento para atividades de médio impacto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maria Cecília Wey de Brito, diretora de Relações Institucionais do Instituto Ekos Brasil, afirma que eliminar etapas do licenciamento descarta análises importantes que poderiam aprimorar projetos ou impedir impactos negativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Se a intenção fosse melhorar procedimentos, deveria haver escuta da sociedade, não o atropelo que ocorreu”, disse Brito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação também é criticada por prejudicar a proteção de povos indígenas e comunidades quilombolas, principalmente em terras ainda não regulamentadas. Ricardo Terena, da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), alerta que o prazo de um ano para licenciamento pode inviabilizar consultas prévias e informadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As ADIs 7913, 7916 e 7919 foram protocoladas entre 16 e 29 de dezembro de 2025, pouco depois da derrubada dos vetos presidenciais. O ministro Alexandre de Moraes solicitou informações sobre a lei, mas ainda não há decisão sobre medidas cautelares que suspendam temporariamente a norma.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>ALERR apresenta novo Código Ambiental do estado com foco em produtores e agilidade nos processos</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/alerr-apresenta-novo-codigo-ambiental-do-estado-com-foco-em-produtores-e-agilidade-nos-processos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[ALERR]]></category>
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		<category><![CDATA[produtor rural]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) discutiu nesta quarta-feira (17) a proposta do novo Código de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que pretende substituir a legislação de 1994. O relator é o deputado Soldado Sampaio (Republicanos), que também preside o Legislativo. O projeto foi elogiado por diversos parlamentares, que destacaram a necessidade de uma legislação [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) discutiu nesta quarta-feira (17) a proposta do novo Código de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, que pretende substituir a legislação de 1994. O relator é o deputado Soldado Sampaio (Republicanos), que também preside o Legislativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto foi elogiado por diversos parlamentares, que destacaram a necessidade de uma legislação ambiental mais prática e compatível com a realidade dos pequenos produtores. Entre os principais pontos estão o licenciamento ambiental simplificado, o apoio à regularização de atividades de baixo impacto e a previsão de programas voltados à agricultura familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A deputada Angela Águida Portella (Progressistas) reforçou a importância de ações integradas para apoiar quem produz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A vida de todos nós depende do produtor rural e ainda há uma dívida histórica com esse segmento”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já Marcos Jorge (Republicanos) destacou o impacto da burocracia no campo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;“Não faz sentido manter o peso nos ombros dos produtores. Precisamos avançar”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O deputado Jorge Everton (União) ressaltou que o novo código pode ajudar a superar entraves na regularização fundiária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Resolver a questão fundiária atrelada à ambiental é estratégico para o crescimento do Estado”, avaliou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As audiências públicas para discutir o texto com a população estão marcadas para 29 e 30 de setembro, em Caroebe e Rorainópolis, respectivamente.</p>
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