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	<title>lixões Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>lixões Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Roraima e outros três estados da Amazônia Legal têm maior porcentagem de municípios com lixões, aponta IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 15:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[aterro sanitário. Política Nacional de Resíduos Sólidos]]></category>
		<category><![CDATA[ibge]]></category>
		<category><![CDATA[lixões]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2024]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima está entre as unidades da federação que apresentam os maiores índices de uso de lixões do país, mais de uma década após a criação da&#160;Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que inicialmente previa o&#160;fim dessa forma inadequada como destinação final de resíduos&#160;até 2020. No total, são 31,9% dos municípios brasileiros nessa situação, segundo dados [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima está entre as unidades da federação que apresentam os maiores índices de uso de lixões do país, mais de uma década após a criação da&nbsp;Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), que inicialmente previa o&nbsp;fim dessa forma inadequada como destinação final de resíduos&nbsp;até 2020.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, são 31,9% dos municípios brasileiros nessa situação, segundo dados da&nbsp;Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2024, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no fim de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com 85,7%, Roraima aparece ao lado do Amazonas (91,9%), Maranhão (86,2%) e Pará (82,6%). Piauí e Ceará também enfrentam grandes desafios, com cerca de 80% dos municípios enviando os resíduos a lixões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os números do IBGE reforçam as disparidades regionais na gestão de resíduos sólidos. Enquanto estados mais desenvolvidos, como São Paulo (3,3%) e Santa Catarina (2,6%), têm percentuais baixos de municípios com lixões, o Norte (11,2%) e o Nordeste (20,3%) ainda enfrentam índices preocupantes de destinação inadequada de resíduos, especialmente em municípios de pequeno porte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Distrito Federal, que abrigava o Lixão da Estrutural, o maior a céu aberto da América Latina, conseguiu erradicar o uso de lixões em 2018. Alagoas e Pernambuco também se destacam por suas melhorias, respectivamente, já livre do uso de lixões e avançando significativamente para erradicar essa prática, de acordo com a pesquisa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo mostra que os&nbsp;aterros sanitários, considerados a solução ambientalmente mais adequada por não gerarem contaminação do lençol freático, estão presentes em 28,6% das cidades brasileiras. Os&nbsp;aterros controlados, que representam uma alternativa intermediária entre lixões e aterros sanitários, são usados para a destinação de resíduos em 18,7% das cidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento foi realizado junto às prefeituras de todas as 5.570 cidades brasileiras. Na análise, levou-se em consideração municípios com pelo menos uma unidade de disposição final de resíduos sólidos, além de considerar válida a contabilização de mais de uma forma de descarte de lixo em uma mesma localidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criada em 2010, a&nbsp;PNRS&nbsp;previa que todos os municípios brasileiros substituíssem os lixões por aterros sanitários até 2020. No entanto, devido à dificuldade de implementação, o prazo foi prorrogado para agosto de 2024 para cidades menores, especialmente aquelas com menos de 50 mil habitantes. Mesmo assim,&nbsp;o Brasil mantém 1,5 mil lixões em funcionamento, segundo dados do Ministério das Cidades de 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Custo elevado e falta de estrutura dificultam soluções</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Especialistas apontam que o atraso no cumprimento da lei está relacionado à falta de recursos financeiros e técnicos para a gestão de resíduos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Confederação Nacional de Municípios (CNM) afirma que a falta de apoio técnico e financeiro da União e dos estados dificulta a erradicação dos lixões. Apesar da promessa de investimentos no setor, como o R$ 1,7 bilhão previsto pelo Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) entre 2023 e 2026, o montante é considerado insuficiente para resolver o problema em nível nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção de aterros sanitários, que possuem sistemas de impermeabilização e tratamento de chorume, é considerada cara, especialmente para municípios com baixa arrecadação. Além disso, muitas prefeituras não possuem equipes capacitadas para a implementação de sistemas mais avançados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Utilização de lixões por região</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Norte: 76,1% dos municípios utilizam lixões</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nordeste: 58,7% dos municípios utilizam lixões</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sudeste: 13,7% dos municípios utilizam lixões</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sul: 7,5% dos municípios utilizam lixões</p>



<p class="wp-block-paragraph">Centro-Oeste: 54,7% dos municípios utilizam lixões</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Maiores índices de utilização de lixões</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Amazonas: 91,9%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Maranhão: 88,6%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Roraima: 85,7%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pará: 83,8%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ceará: 80,9%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Piauí: 77,9%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bahia: 76,3%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Goiás: 65,4%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mato Grosso do Sul: 26,7%</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Menores índices de utilização de lixões</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">São Paulo: 3,3%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Santa Catarina: 2,6%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rio de Janeiro: 7,4%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rio Grande do Sul: 7%</p>



<p class="wp-block-paragraph">Estados que erradicaram os lixões</p>



<p class="wp-block-paragraph">Distrito Federal</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alagoas</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pernambuco está avançando na erradicação dos lixões, com apenas um município utilizando esse tipo de unidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de Exame</em></strong></p>
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