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	<title>Mapa da Fome Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>Mapa da Fome Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Governo federal cria agenda de combate à fome com foco em mulheres negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 00:27:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal vai adotar uma série de ações de combate à fome com foco nas mulheres negras. O anúncio da agenda de medidas foi feito pela ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, nesta quinta-feira (25), no Rio de Janeiro. A data foi escolhida por ser o&#160;Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, criado para [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O governo federal vai adotar uma série de ações de combate à fome com foco nas mulheres negras. O anúncio da agenda de medidas foi feito pela ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, nesta quinta-feira (25), no Rio de Janeiro. A data foi escolhida por ser o&nbsp;Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, criado para dar visibilidade a temas como violência, racismo e sexismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O conjunto de ações é uma parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e soma R$ 330 milhões em investimentos. A iniciativa está no âmbito do programa Brasil sem Fome, do governo federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o lançamento da agenda de enfrentamento da fome, no Palácio Guanabara, sede do governo do Rio, Anielle explicou que a atenção especial às mulheres negras se dá por causa da maior situação de vulnerabilidade dessa população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Setenta e cinco por cento das casas que estão com insegurança alimentar grave são de pessoas negras. Nas casas chefiadas por mulheres negras, 40% são afetadas pela fome de alguma forma.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Insegurança alimentar grave é quando a pessoa está sem acesso a alimentos e passou um dia ou mais sem comer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa tem frentes que preveem investimento na formação de gestores e profissionais do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) e estudos e pesquisa de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente precisa dos dados para saber onde está [a população vulnerabilizada] e aonde queremos chegar”, disse Anielle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra informou que haverá esforços para aprimorar cadastros de populações tradicionais e específicas. “Chegar especificamente a esses territórios para a gente é importante: favelas, periferias quilombolas, povos de terreiros e matriz africana”, listou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra ação é o fomento de cozinhas solidárias e projetos liderados por mulheres negras. “Quem sabe melhor resolver o problema da fome é quem está no dia a dia com isso”, afirmou Anielle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lembrando uma citação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de que “enquanto houver família sem comida na mesa, crianças nas ruas e jovens sem esperança, não haverá paz”, a ministra defendeu o direcionamento de recursos públicos para o combate às desigualdades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A gente lança essa agenda com muita certeza de que cada real investido para enfrentar a desigualdade retorna à sociedade, multiplicando a qualidade de vida e direitos”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Busca ativa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, ressaltou que o combate à insegurança alimentar no país é feito de forma conjunta entre complementação alimentar e políticas de transferência de renda.<br>Ele defendeu o “pobre no Orçamento”. “Quando a gente dá a mão a essas pessoas para sair da fome e, ao mesmo tempo, o passo seguinte, para tirar da pobreza, a gente tem como efeito o crescimento da classe média, do país”, considerou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o ministro, neste ano, R$ 6,6 bilhões do governo federal serão transferidos para pessoas em situação de vulnerabilidade no estado, por meio de programas como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que garante um salário mínimo por mês ao idoso a partir de 65 anos e para pessoa com deficiência de qualquer idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Dias, o governo tem a “obrigação” de localizar todas as pessoas em situação de vulnerabilidade que têm direito a transferências e outros programas, como Auxílio Gás, Farmácia Popular e Minha Casa Minha Vida. É a chamada busca ativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vamos garantir direito a quem tem direito”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Menos fome</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O subdiretor-geral e representante regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a América Latina e o Caribe, Mario Lubetkin, elogiou o desempenho do Brasil no combate à fome.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele se referia ao <a href="https://fatorrnoticias.com.br/brasil/inseguranca-alimentar-no-brasil-cai-mas-fome-ainda-afeta-143-milhoes/">Relatório das Nações Unidas sobre o Estado da Insegurança Alimentar Mundial, divulgado na quarta-feira (24), que revelou que mais de 14,7 milhões de brasileiros deixaram de passar fome em 2023</a>. Como ainda há 2,5 milhões de pessoas nessa situação no país, o Brasil ainda figura no chamado Mapa da Fome.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o uruguaio, os números do Brasil são um estímulo. “Foi graças ao Brasil que teve&nbsp;queda&nbsp;na tendência do problema na América do Sul”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mario Lubetkin considerou a política brasileira de combate à fome “concreta e coesa”. “Muitos milhões voltaram a comer novamente”, disse Lubetkin, ressaltando que deve haver uma conjunção entre enfrentamento à insegurança alimentar e qualidade nutricional. “Tem que garantir que as pessoas comam e comam bem”, acrescentou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Insegurança alimentar no Brasil cai, mas fome ainda afeta 14,3 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 14:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança Global contra a Fome e a Pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[FAO]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança alimentar]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa da Fome]]></category>
		<category><![CDATA[O Estado da Segurança Alimentar e da Nutrição no Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[oms]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">Relatório divulgado nesta quarta-feira (24) aponta melhora nos indicadores da&nbsp;fome&nbsp;no Brasil, em 2023. Segundo o documento, 39,7 milhões de pessoas sofreram com insegurança alimentar moderada entre 2021 e 2023, o que significa que tiveram alguma dificuldade de acesso a alimentos. Entre 2020 e 2022,&nbsp;esse número era de 70,3 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os brasileiros vítimas da insegurança alimentar grave, ou seja, que passaram fome, somaram 14,3 milhões. No relatório de 2022, o índice era de 21,1 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados constam no relatório “O Estado da Segurança Alimentar e da Nutrição no Mundo” (Sofi, na sigla em inglês), que baseia o Mapa da Fome. Os números são referentes ao triênio 2021/2023. O documento foi divulgado às margens da reunião ministerial&nbsp;para estabelecer uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, no Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório é elaborado pela&nbsp;Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em conjunto com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas (WFP) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mapa da fome</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da recente melhora, o resultado não é suficiente para tirar o Brasil do Mapa da Fome neste terceiro mandato do presidente&nbsp;Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para atingir a meta, é preciso que o país registre percentual de falta crônica de alimentos inferior a 2,5% da população durante três anos consecutivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, o índice ficou em 3,9%. O país teria de ficar abaixo dos 2,5% já neste ano para que conseguisse sair do Mapa da Fome em 2026, ano de término do mandato do petista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil deixou de figurar entre os países com piores índices de fome no mundo em 2014, mas voltou em 2022.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No ano passado, o governo federal lançou o Plano Brasil Sem Fome, que tem entre as metas tirar o país do Mapa da Fome até 2030. Para atingir o objetivo, o governo implementou mudanças na política de valorização do salário mínimo e investiu na ampliação do Bolsa Família.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fome no mundo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório aponta ainda que cerca de 733 milhões de pessoas passaram fome em 2023. A situação é pior na África, que registrou aumento de 20,4% no percentual da população que passa fome. Já a América Latina apresentou progresso, com apenas 6,2% da população em situação de insegurança alimentar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As organizações alertam que o mundo tem falhado em alcançar a meta de zerar a fome até 2030, conforme os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Caso o cenário se mantenha, o número de pessoas cronicamente subnutridas pode chegar a 582 milhões em 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Metrópoles</em></strong></p>
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