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	<title>ministério da defesa Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>ministério da defesa Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Pista clandestina é destruída em operação militar contra garimpo ilegal em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/pista-clandestina-e-destruida-em-operacao-militar-contra-garimpo-ilegal-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 04:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Militares das Forças Armadas destruíram na terça-feira (17) a pista de pouso Lobo D’Almada, na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, utilizando 350 kg de explosivos. A ação visou dificultar a logística de garimpeiros ilegais na região. A pista, com cerca de 400 metros, ficava a 232 km de Boa Vista e permitia a entrada de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Militares das Forças Armadas destruíram na terça-feira (17) a pista de pouso Lobo D’Almada, na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, utilizando 350 kg de explosivos. A ação visou dificultar a logística de garimpeiros ilegais na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pista, com cerca de 400 metros, ficava a 232 km de Boa Vista e permitia a entrada de maquinários pesados, combustíveis, mantimentos, peças de reposição e o transporte de pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O transporte de tropas e materiais foi realizado com apoio de três aeronaves: UH-15 Super Cougar da Marinha do Brasil, HM1 Pantera do Exército e H-60 Black Hawk da Força Aérea Brasileira (FAB).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa faz parte da Operação Catrimani II, lançada em abril de 2024 pelo Ministério da Defesa, em articulação com a Casa de Governo em Roraima. Cerca de 400 militares das três Forças participam, empregando recursos fluviais, terrestres e aéreos, com foco em segurança pública, proteção ambiental, fiscalização e inteligência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até terça-feira, foram realizadas 975 ações de repressão ao garimpo ilegal, causando prejuízo de R$ 664,9 milhões às organizações criminosas. Foram apreendidos 561 maquinários, 50 embarcações, 7 aeronaves, aproximadamente 19 mil litros de combustíveis, armamentos, drogas, cassiterita e mercúrio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação resultou na prisão de 58 pessoas e na destruição de 142 acampamentos. O governo federal mantém um cronograma contínuo para pressionar rotas logísticas do garimpo e reforçar a presença do Estado na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A destruição da pista representa uma das medidas mais relevantes da Operação Catrimani II, interrompendo a movimentação de equipamentos e pessoas que sustentavam a mineração ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação segue monitorando outras rotas e pontos estratégicos, mantendo a pressão sobre as organizações criminosas na Terra Yanomami.</p>
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		<item>
		<title>Quatro pessoas são detidas por garimpo ilegal na Terra Yanomami, em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/quatro-pessoas-sao-detidas-por-garimpo-ilegal-na-terra-yanomami-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 14:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Militares do Exército Brasileiro detiveram três homens e uma mulher suspeitos de atuar em garimpo ilegal na região de Aracaçá, na Terra Indígena Yanomami (TIY), em Roraima. As ações fazem parte da Operação Catrimani II, que intensificou o combate ao garimpo na última semana. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (11). Os suspeitos — três [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Militares do Exército Brasileiro detiveram três homens e uma mulher suspeitos de atuar em garimpo ilegal na região de Aracaçá, na Terra Indígena Yanomami (TIY), em Roraima. As ações fazem parte da Operação Catrimani II, que intensificou o combate ao garimpo na última semana. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (11).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os suspeitos — três brasileiros e um venezuelano — foram transportados por aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB) até Boa Vista. O grupo foi entregue à Polícia Federal após passar pela Base Aérea da capital, com apoio da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) e da Polícia do Exército.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a abordagem, os militares apreenderam dez gramas de minério e uma balança de precisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Operação Catrimani II é coordenada pela Casa de Governo de Roraima e envolve órgãos de segurança pública, ambientais e as Forças Armadas. A ação atua de forma preventiva e repressiva contra crimes ambientais e ilícitos transfronteiriços na Terra Yanomami.</p>
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		<title>Roraima concentra esforço logístico do maior exercício militar do país, com dez mil militares mobilizados</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/roraima-concentra-esforco-logistico-do-maior-exercicio-militar-do-pais-com-dez-mil-militares-mobilizados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 15:07:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Aeronáutica]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação Atlas]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento militar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Operação Atlas, maior exercício militar já realizado no Brasil, tem exigido uma mobilização logística sem precedentes das Forças Armadas. Roraima, onde ocorre a principal fase da mobilização, entre 3 e 9 de outubro, concentra o esforço de transporte, instalação e sustentação de um contingente de dez mil militares. A operação envolve a movimentação de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Operação Atlas, maior exercício militar já realizado no Brasil, tem exigido uma mobilização logística sem precedentes das Forças Armadas. Roraima, onde ocorre a principal fase da mobilização, entre 3 e 9 de outubro, concentra o esforço de transporte, instalação e sustentação de um contingente de dez mil militares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A operação envolve a movimentação de 105 unidades militares, distribuídas entre 434 viaturas, 40 blindados e 9 helicópteros. Os meios foram transportados de diferentes regiões do país até os estados da Amazônia, com destaque para Roraima, que se tornou o epicentro da fase tática do exercício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Todo esse deslocamento estratégico foi realizado na segunda fase da operação, que sucedeu o planejamento estratégico iniciado em julho. O processo envolveu a coordenação de meios logísticos da Marinha, do Exército e da Aeronáutica para garantir a chegada e o posicionamento dos efetivos e equipamentos nos locais designados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de testar as capacidades operacionais em combate, a Operação Atlas avalia, com profundidade, a capacidade logística das Forças Armadas em reagir de forma rápida e eficiente diante de situações que exijam resposta imediata em áreas de difícil acesso, como é o caso da Região Amazônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha de Roraima está ligada à sua localização estratégica e à complexidade do terreno, que impõem desafios reais à mobilização de tropas. O exercício permite verificar, na prática, a eficiência das cadeias de suprimento, transporte e manutenção em cenários de grande escala.</p>
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		<item>
		<title>Com investimento de R$ 29 milhões, governo federal inaugura primeiro centro de saúde indígena na Terra Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/com-investimento-de-r-29-milhoes-governo-federal-inaugura-primeiro-centro-de-saude-indigena-na-terra-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal deu início aos atendimentos no primeiro Centro de Referência em Saúde Indígena (CRSI) do Brasil, localizado no território Yanomami, em Roraima. A unidade foi visitada no sábado (6) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e simboliza um novo patamar de infraestrutura e atenção à saúde indígena no país. A construção do centro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governo federal deu início aos atendimentos no primeiro Centro de Referência em Saúde Indígena (CRSI) do Brasil, localizado no território Yanomami, em Roraima. A unidade foi visitada no sábado (6) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e simboliza um novo patamar de infraestrutura e atenção à saúde indígena no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção do centro envolveu investimento total de R$ 29 milhões, sendo R$ 15 milhões voltados à edificação, equipamentos e insumos, e R$ 14 milhões direcionados à contratação e manutenção de 164 profissionais. A equipe inclui médicos, dentistas, enfermeiros, técnicos, agentes indígenas e trabalhadores de logística e saneamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A última construção aqui foi em 1992. Estamos trazendo a saúde do polo Surucucu para o século XXI. É uma mudança estrutural que garante dignidade ao atendimento dos povos indígenas”, disse Padilha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa é fruto de um acordo de cooperação técnica entre o Ministério da Saúde, a Central Única das Favelas (Cufa) e a organização Target Ruediger Nehberg Brasil, com apoio de diversos órgãos, incluindo o Exército, a Conab e os ministérios da Defesa e de Minas e Energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CRSI Xapori Yanomami atenderá cerca de 10 mil indígenas de 60 comunidades, oferecendo suporte de emergência, atendimento ambulatorial e internações de curta permanência. O centro reduz a necessidade de remoções para centros urbanos e se adapta ao perfil epidemiológico e cultural da população.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estrutura tem 1.300 m² de área construída, com três blocos funcionais: alojamento (387 m²), área de atendimento (801 m²) e refeitório (122 m²). Há capacidade para acolher até 120 pacientes e acompanhantes, com suporte nutricional e serviços hospitalares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O centro está equipado com raio-X, ultrassom, doppler fetal, eletrocardiograma, exames laboratoriais, pré-natal, diagnóstico precoce de câncer do colo do útero, testes rápidos para malária, salas de estabilização com oxigenoterapia, refrigeração de vacinas e medicamentos, e sistemas sustentáveis de energia e água.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Weibe Tapeba, secretário de Saúde Indígena, destacou que a unidade elevará a resolutividade dos atendimentos no território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Agora, exames e diagnósticos serão feitos localmente, sem depender da remoção para Boa Vista, o que representa um grande avanço em termos logísticos e de resposta clínica”, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados do Ministério da Saúde, houve redução de 33% na mortalidade geral no território entre o primeiro semestre de 2023 e o mesmo período de 2025. As mortes por doenças respiratórias caíram 45%, por malária 65% e por desnutrição, 74%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início da atual gestão, o número de profissionais no Dsei Yanomami saltou de 690 (em 2022) para 1.855 (em 2025). Mais de 154 mil atendimentos foram realizados somente neste ano. A cobertura nutricional de crianças menores de cinco anos atingiu quase 80%, com aumento no número de crianças com peso adequado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, todos os 37 polos de saúde do Dsei estão em funcionamento. Desde a declaração de Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN), o governo investiu cerca de R$ 256 milhões na infraestrutura e serviços de saúde no território Yanomami.</p>
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		<item>
		<title>Fundo de Desenvolvimento da Amazônia vai destinar R$ 1,7 bi para Linhão Manaus-Boa Vista</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/fundo-de-desenvolvimento-da-amazonia-vai-destinar-r-17-bi-para-linhao-manaus-boa-vista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 15:53:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) vai participar&#160;do financiamento da obra que vai&#160;levar uma nova linha de transmissão energética a Roraima. O contrato de financiamento com a Caixa Econômica Federal já foi assinado e o valor a ser repassado do FDA para a empresa responsável pela obra chega a R$ 1,7 bilhão. A liberação [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Fundo de Desenvolvimento da Amazônia (FDA) vai participar&nbsp;do financiamento da obra que vai&nbsp;levar uma nova linha de transmissão energética a Roraima. O contrato de financiamento com a Caixa Econômica Federal já foi assinado e o valor a ser repassado do FDA para a empresa responsável pela obra chega a R$ 1,7 bilhão. A liberação deve ocorrer ainda neste semestre.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) já disponibilizou R$ 800 milhões para a obra. Segundo o secretário nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (SNFI/MIDR), Eduardo Tavares, o projeto, chamado <a href="https://fatorrnoticias.com.br/economia/em-visita-a-roraima-ministro-informa-que-conclusao-do-linhao-manaus-boa-vista-ocorre-ate-o-fim-do-ano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Linhão Manaus-Boa Vista</strong></a>, vai gerar 3.095 empregos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A obra observa o respeito aos<a href="https://fatorrnoticias.com.br/justica/indigenas-tem-direito-a-consulta-previa-em-obras-do-linhao-de-tucurui-confirma-justica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>povos indígenas originários</strong></a>, redução de emissões, mais segurança energética e um ambiente de negócios ainda mais dinâmico, inclusivo e sustentável para a Amazônia”, ressaltou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Restrições no fluxo de energia</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A capital de Roraima, Boa Vista, recebe energia elétrica por meio de sistema de transmissão da <a href="https://fatorrnoticias.com.br/economia/aneel-aprova-importacao-de-energia-da-venezuela-para-roraima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>interligação Brasil &#8211; Venezuela</strong></a>, cuja operação foi iniciada em 2001. No entanto, restrições no fluxo de energia e a precarização das condições técnicas do suprimento eletroenergético da Venezuela impactaram negativamente a qualidade do atendimento aos consumidores do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para dar mais qualidade aos serviços, a concessionária Transnorte Energia S.A (TNE) iniciou tratativas junto aos ministérios de Minas e Energia (MME) e da Defesa, a fim de viabilizar a autorização para iniciar estudos de implantação da linha de transmissão em 500kV, interligando as subestações Engº Lechuga (Manaus &#8211; MA), Equador (Rorainópolis &#8211; RR), e Boa Vista (Boa Vista &#8211; RR).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o apoio do MIDR, os recursos provenientes do FDA tornarão viável o atendimento da população roraimense. As novas&nbsp;instalações têm a finalidade de conectar o sistema elétrico de Roraima ao Sistema Interligado Nacional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministério investiga extravio de munições da Força Nacional na Terra Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/ministerio-investiga-extravio-de-municoes-da-forca-nacional-na-terra-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 14:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[extravio]]></category>
		<category><![CDATA[força nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[munições]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) investiga o extravio de ao menos nove cartuchos, três munições e um radiocomunicador APX na Terra Indígena Yanomami&#160;(TIY), em Roraima. As informações divulgadas nesta quinta-feira (20) são da coluna de Tácio Lorran, do site Metrópoles, que obteve documentos sobre o caso. O material bélico pertence à Diretoria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) investiga o extravio de ao menos nove cartuchos, três munições e um radiocomunicador APX na Terra Indígena Yanomami&nbsp;(TIY), em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações divulgadas nesta quinta-feira (20) são da coluna de Tácio Lorran, do site Metrópoles, que obteve documentos sobre o caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O material bélico pertence à Diretoria da Força Nacional de Segurança Pública (DFNSP) do Ministério da Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pelo menos 11 inquéritos técnicos foram abertos pelo ministério, de setembro de 2024 a fevereiro de 2025. Questionada, a pasta confirmou as informações, mas se limitou a dizer que as investigações correm em caráter restrito e que pode adotar medidas para ressarcimento ao Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O Ministério da Justiça e Segurança Pública informa que os inquéritos instaurados para apurar o extravio de materiais na Terra Indígena Yanomami estão em andamento e têm caráter restrito, a fim de não comprometer as investigações”, informou, em nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MJSP acrescentou que a apuração busca identificar as circunstâncias do extravio e eventuais responsabilidades dos profissionais mobilizados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Caso seja constatada responsabilidade de um ou mais agentes, serão adotadas as medidas cabíveis, incluindo providências para ressarcimento ao erário e possível desmobilização do profissional envolvido.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada um dos processos administrativos tem 20 dias para ser concluído a partir da data de autuação. Integrantes da Polícia Federal (PF) explicaram à coluna que, em seguida, a investigação do MJSP pode passar para a esfera criminal, na corporação, se necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terra Yanomami</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Saúde declarou&nbsp;estado de emergência na região em 2023&nbsp;diante da crise da fome e da grande quantidade de casos de desnutrição, malária e covid no povo Yanomami. Uma espécie de força-tarefa ministerial passou a atuar na região, com as pastas dos Direitos Humanos, dos Povos Indígenas e da Defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PF passou a apurar genocídio e omissão de socorro no território. O inquérito ainda não foi concluído mesmo dois anos após a abertura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Metrópoles</em></strong></p>
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		<title>Novo CNU: edital deve sair nas próximas semanas, diz ministra da Gestão</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/novo-cnu-edital-deve-sair-nas-proximas-semanas-diz-ministra-da-gestao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Feb 2025 15:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Concurso]]></category>
		<category><![CDATA[concurso público]]></category>
		<category><![CDATA[CPNU]]></category>
		<category><![CDATA[EBC]]></category>
		<category><![CDATA[GSI]]></category>
		<category><![CDATA[LOA 2025]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal deve publicar, ao longo das próximas semanas, um novo edital do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). A informação foi divulgada na quarta-feira (5), em Brasília, pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck (foto), em entrevista a emissoras de rádio durante o&#160;programa&#160;Bom Dia, Ministra,&#160;da Empresa Brasil de Comunicação [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governo federal deve publicar, ao longo das próximas semanas, um novo edital do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). A informação foi divulgada na quarta-feira (5), em Brasília, pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck <strong>(foto)</strong>, em entrevista a emissoras de rádio durante o&nbsp;programa&nbsp;Bom Dia, Ministra,&nbsp;da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O [lançamento do] edital será no primeiro trimestre, talvez até o finalzinho. A prova, a gente gostaria de repetir em agosto, mas ainda não se sabe se vai ser possível por causa do prazo do edital. Por que gostaríamos de repetir em agosto? Porque, depois do que infelizmente aconteceu no Rio Grande do Sul [chuvas intensas em 2024], fizemos um mapa hidrológico no Brasil e descobrimos que agosto é o mês de menor incidência de chuvas,” explicou a ministra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Nossa ideia é tentar fazer a prova no início do segundo semestre. Essa é a nossa lógica de calendário”, reforçou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Vamos autorizar alguns concursos agora, mas poucos. Precisamos da aprovação final da LOA [Lei Orçamentária Anual] para ter a dimensão exata de recursos disponíveis este ano para novos concursos. Por isso, nosso cronograma está um pouco atrasado em relação ao que gostaríamos diante da não aprovação da LOA”, disse. A previsão é que a votação, no Congresso Nacional, ocorra em 10 de março.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Novas carreiras</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com certeza, queremos fazer concurso para duas novas carreiras que foram criadas”, detalhou Esther. Uma delas está ligada à área de defesa, justiça e segurança, a pedido do ministro da Defesa, José Múcio. “É um ministério civil, porém, sem uma carreira própria”, explicou a ministra ao destacar que a proposta é criar carreiras transversais, que englobem temas correlatos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Na medida provisória que encaminhamos, há 750 vagas propostas. Pretendemos criar mais 750, por meio de um projeto de lei que devemos enviar em breve. Obviamente que o concurso não será para 1,5 mil vagas, será para um número menor”, completou a ministra ao citar que há previsão de vagas para o Ministério da Defesa e para o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Outra possibilidade seria o Ministério da Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A segunda carreira, segundo a ministra, envolve desenvolvimento socioeconômico e temas como desenvolvimento regional, agrário e econômico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É uma carreira bastante ampla, que também abarca um&nbsp;pool&nbsp;grande de formações. Na medida provisória que enviamos para a criação de 750 vagas, tanto a carreira anterior quanto essa [englobam] a transformação de cargos que estão obsoletos e que a gente não vai mais utilizar.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ministra acrescentou que “essas duas carreiras vão atrair muita gente por serem novas e terem uma média salarial intermediária do ponto de vista do governo federal, mas bastante atrativa. A gente imagina que haverá grande demanda por essas duas carreiras”, enfatizou. Ambas, de acordo com a ministra, são de nível superior, com salário igual ao de analista técnico de políticas públicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Governo federal faz licitação de R$ 180 milhões para fornecimento de alimentação a imigrantes em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/governo-federal-faz-licitacao-de-r-180-milhoes-para-fornecimento-de-alimentacao-a-imigrantes-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 13:52:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[DIREITOS HUMANOS]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[boa vista]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[imigrantes]]></category>
		<category><![CDATA[licitação]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da defesa]]></category>
		<category><![CDATA[operação acolhida]]></category>
		<category><![CDATA[pacaraima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O governo federal, por meio do&#160;Ministério da Defesa, realiza um pregão de R$ 180 milhões para fornecimento de alimentação para imigrantes venezuelanos. A disputa prevê a contratação de uma empresa que irá fornecer alimentação a beneficiários da Força-Tarefa Logística Humanitária da Operação Acolhida nas cidades de Boa Vista e Pacaraima, em Roraima. A licitação ocorre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O governo federal, por meio do&nbsp;Ministério da Defesa, realiza um pregão de R$ 180 milhões para fornecimento de alimentação para imigrantes venezuelanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A disputa prevê a contratação de uma empresa que irá fornecer alimentação a beneficiários da Força-Tarefa Logística Humanitária da Operação Acolhida nas cidades de Boa Vista e Pacaraima, em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A licitação ocorre enquanto o presidente do Estados Unidos,&nbsp;Donald Trump, corta o financiamento para a Organização Internacional para as Migrações (OIM), braço da ONU que apoia a Operação Acolhida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a medida de Trump, o governo disse que as “autoridades brasileiras estão mobilizadas e seguem em tratativas para reduzir os impactos da ausência das equipes da OIM na operação logística e na gestão de abrigos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Entre as ações emergenciais, estão a realocação de servidores das áreas de saúde, assistência social, da&nbsp;Polícia Federal&nbsp;e Defesa para manterem, em caráter emergencial, as atividades essenciais”, disse a Casa Civil em nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso concretizado nos termos previstos como valor total da contratação, o pregão pode quase duplicar o valor gasto com a alimentação da operação. Na sexta-feira (31), foram abertas as propostas das empresas interessadas em disputar os 60 itens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, o serviço é prestado pela empresa Paladar Nutri ao custo de R$ 102 milhões, conforme contrato firmado em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com as novas regras incluídas no edital de licitação, o valor da soma dos itens licitados será de cerca de R$ 180 milhões, um aumento de cerca de 76%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Paladar Nutri chegou a pedir a suspensão do pregão por meio de uma impugnação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos argumentos eram modificações feitas no edital da licitação que, segundo a empresa, poderiam comprometer avanços e boas práticas estabelecidos anteriormente, colocando em risco o atendimento das necessidades nutricionais dos refugiados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, outra licitação da Operação Acolhida&nbsp;foi suspensa&nbsp;pela juíza federal Jaiza Maria Pinto Fraxe, do Amazonas, por suspeita de irregularidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério da Defesa não se manifestou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Metrópoles</em></strong></p>
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		<title>Inquérito sobre genocídio Yanomami faz quase dois anos sem conclusão</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/inquerito-sobre-genocidio-yanomami-faz-quase-dois-anos-sem-conclusao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 14:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da defesa]]></category>
		<category><![CDATA[ministério do meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ministério dos povos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[pf]]></category>
		<category><![CDATA[yanomami]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O inquérito da&#160;Polícia Federal (PF)&#160;que apura genocídio e omissão de socorro contra os indígenas da etnia Yanomami vai completar dois anos sem ter sido concluído. A investigação começou após determinação do ex-ministro da Justiça Flávio Dino, em 23 de janeiro de 2023, logo nos primeiros dias do governo Lula. O inquérito foi aberto sob a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O inquérito da&nbsp;Polícia Federal (PF)&nbsp;que apura genocídio e omissão de socorro contra os indígenas da etnia Yanomami vai completar dois anos sem ter sido concluído. A investigação começou após determinação do ex-ministro da Justiça Flávio Dino, em 23 de janeiro de 2023, logo nos primeiros dias do governo Lula.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O inquérito foi aberto sob a acusação de incentivo político a garimpos ilegais e ausência de ações de saúde e segurança alimentar na gestão Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O destino do inquérito, ainda em sigilo, pode ser o MPF ou um tribunal internacional, dependendo da caracterização do crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na época, o Ministério da Saúde tinha acabado de decretar estado de emergência na região, considerando a situação degradante dos indígenas diante da fome e da malária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O decreto de Dino que determinou a&nbsp;abertura do inquérito&nbsp;citava o incentivo político a garimpos ilegais em terras indígenas, além da falta de ações de saúde e estratégias para segurança alimentar dos&nbsp;Yanomami&nbsp;durante a gestão Bolsonaro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A reportagem apurou que os investigadores da PF se debruçaram sobre vasta documentação acerca do assunto, mas há um desafio por causa da falta de dados consistentes sobre a situação dos indígenas da região de Roraima. Vários delegados já passaram pelo inquérito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não se sabe se o resultado da investigação será encaminhado ao Ministério Público Federal (MPF), com potencial para transformar ex-integrantes do governo Bolsonaro em réus, ou se será submetido a um tribunal internacional, considerando a possibilidade de caracterização como crime contra a humanidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Superintendência da Polícia Federal em Roraima informou que o inquérito está em andamento e o procedimento é sigiloso. “Não podemos dar informações”, escreveu em nota.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desafios atuais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo Lula levantou a bandeira da causa Yanomami logo nos primeiros dias de gestão, causando grande comoção com as imagens de indígenas desnutridos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A PF realizou&nbsp;operações&nbsp;nos últimos dois anos que desarticularam os maiores garimpos na terra indígena, mas pequenos e médios garimpeiros permanecem na região, aliciando indígenas e com atuação de facções criminosas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na parte da assistência social, o governo continua a entregar cestas básicas com a ajuda das Forças Armadas, com uma logística de custo alto. Não há um horizonte para a autonomia alimentar das comunidades do povo Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro do próprio governo, há divergências sobre como lidar com a situação. Enquanto o Ministério da Defesa chega a propor a ocupação do território indígena pela iniciativa privada, os ministérios do Meio Ambiente e dos Povos Indígenas defende uma retirada completa dos garimpeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Metrópoles</em></strong></p>
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		<title>‘Emendoduto’: programa militar nas fronteiras é usado para farra de obras e máquinas</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/emendoduto-programa-militar-nas-fronteiras-e-usado-para-farra-de-obras-e-maquinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2025 21:17:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Calha Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Codevasf]]></category>
		<category><![CDATA[emendas parlamentares]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
		<category><![CDATA[ministério da defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Integração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Calha Norte, tradicional programa das&#160;Forças Armadas&#160;brasileiras, recebeu mais de R$ 3 bilhões em verbas de&#160;emendas parlamentares&#160;nos últimos sete anos, o que significou um desvio na finalidade original de atuação militar estratégica nas fronteiras. Hoje, aproximadamente 60% do território nacional é coberto pelo Calha Norte, que chega a dez estados: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Calha Norte, tradicional programa das&nbsp;Forças Armadas&nbsp;brasileiras, recebeu mais de R$ 3 bilhões em verbas de&nbsp;emendas parlamentares&nbsp;nos últimos sete anos, o que significou um desvio na finalidade original de atuação militar estratégica nas fronteiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, aproximadamente 60% do território nacional é coberto pelo Calha Norte, que chega a dez estados: Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os bilhões de reais aplicados por deputados federais e senadores no Calha Norte recentemente levaram o programa a executar obras de pavimentação e construção, além de entregar máquinas, veículos e equipamentos nos redutos eleitorais indicados a dedo pelos congressistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desfiguração levou o governo federal a anunciar que o programa, prestes a completar 40 anos, será transferido do Ministério da Defesa para o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, que já tem sob sua responsabilidade uma estatal também convertida em emendoduto, a&nbsp;Codevasf.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Interesses escusos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Há vários paralelos nas trajetórias recentes do Calha Norte e da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf),&nbsp;empresa pública criada há 50 anos para promover projetos de irrigação no semiárido que foi capturada pelos padrinhos de emendas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos que mais chamam a atenção é o da expansão territorial nos últimos anos para abranger mais municípios de interesse de deputados e senadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Codevasf hoje vai da&nbsp;Amazônia&nbsp;Legal ao litoral do Nordeste, enquanto o Calha Norte chega até a se afastar das regiões fronteiriças, alcançando o estado do Tocantins.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos maiores saltos no programa militar ocorreu em 2022, no último ano da gestão de&nbsp;Jair Bolsonaro&nbsp;(PL), quando a área de abrangência cresceu em 40%, passando de 442 para 619 localidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No primeiro ano do governo&nbsp;Lula&nbsp;(PT), houve novo acréscimo, e agora ao todo são 783 municípios. No entanto, apenas cerca de um quinto deles, 170, está nas fronteiras brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os valores de emendas destinados ao programa começaram a aumentar significativamente a partir de 2017.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Daquele ano a 2023, último ano completo considerado no pedido de informações feito pela&nbsp;reportagem&nbsp;ao ministério, os valores anuais de emendas executados no Calha Norte saltaram de R$ 266 milhões, em 2017 (valores corrigidos pela inflação), para R$ 688 milhões, em 2023, o que corresponde a um aumento de cerca de 160% no fluxo de dinheiro público anual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, até outubro, o montante foi de R$ 572 milhões. Ao todo, desde 2017, foram R$ 3,5 bilhões em emendas executadas no âmbito do programa. Desse total, cerca de 70% dos recursos foram destinados a obras, o equivalente a R$ 2,4 bilhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>De pavimentação a presídios</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A lista de obras e serviços de engenharia realizados pelo Calha Norte é ampla e inclui pavimentação e construção de escolas, hospitais, mercados municipais, praças, quadras de esportes, estádios, ginásios, quartéis, delegacias, presídios e terminais de carga ou passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aproximadamente R$ 1 bilhão em emendas foi gasto para a entrega de produtos, o que incluiu a distribuição de 1.877 veículos e 637 máquinas pesadas desde 2017.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O elenco de bens é bastante variado: motocicletas, carros, picapes, ônibus, ambulâncias, caminhões, compactadores de lixo, retroescavadeiras, motoniveladoras e tratores de esteira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em setembro, o governo anunciou que o Calha Norte será transferido do Ministério da Defesa para o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional a partir deste mês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À época, o ministro da Defesa,&nbsp;José Mucio, justificou a medida sob o argumento de que a pasta &#8220;vinha fazendo um trabalho que é de Desenvolvimento Regional, fugindo da finalidade do nosso ministério&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;As Forças Armadas devem trabalhar na área delas, não devem fazer o trabalho que vinham fazendo porque isso confundia, misturava as coisas, atrapalhava a nossa gestão&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Estamos deixando de fazer o que não é do nosso ministério e nem temos conhecimento para isso, e meu desejo é que as Forças Armadas voltem para os quartéis para cumprirem suas obrigações&#8221;, completou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mucio endossou a avaliação das Forças Armadas, sobretudo do Exército, de que o Calha Norte tinha se transformado num festival de emendas para outros fins que não os militares, como a construção de praças, quadras e espaços esportivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Preocupação com corte de gastos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma série de empreendimentos desses dá voto, nas palavras de um integrante do Alto Comando do Exército. Mas, abrigados na pasta de Defesa, davam a impressão de que eram verbas para as Forças Armadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez tomada a decisão de transferir o Calha Norte, a preocupação dos militares passou a ser como garantir que, num quadro de&nbsp;corte de gastos pelo Ministério da Fazenda, seja mantida a parte imprescindível do programa para conservar os pelotões de fronteira numa região estratégica para a defesa nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também se pensou o mesmo sobre outros projetos que recebem recursos do Calha Norte, como o dos navios-hospitais da Marinha que atendem populações ribeirinhas na porção setentrional da Bacia Amazônica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A realocação desses recursos ainda estava para ser equacionada do ponto de vista burocrático e, em dezembro, havia receio entre militares de que ela pudesse adiar a transferência do Calha Norte para o Ministério da Integração.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A&nbsp;reportagem&nbsp;perguntou ao Ministério da Defesa sobre o atual estágio da transferência e o aumento dos valores das emendas destinadas ao programa, mas a pasta não respondeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações da Folha de São Paulo</em></strong></p>
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