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	<title>Ministério do Trabalho Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>Ministério do Trabalho Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Comércio lidera geração de empregos em Roraima com 269 novas vagas em setembro</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/comercio-lidera-geracao-de-empregos-em-roraima-com-269-novas-vagas-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Nov 2025 13:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor de Comércio foi responsável por quase todas as novas vagas formais em Roraima em setembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados na quinta-feira (30). O Estado registrou 295 novos empregos com carteira assinada no mês e 3.062 no acumulado de 2025. Além do Comércio, Indústria e Serviços [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O setor de Comércio foi responsável por quase todas as novas vagas formais em Roraima em setembro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) divulgados na quinta-feira (30). O Estado registrou 295 novos empregos com carteira assinada no mês e 3.062 no acumulado de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do Comércio, Indústria e Serviços geraram 89 vagas cada. Por outro lado, Construção (-103 postos) e Agropecuária (-49) apresentaram saldo negativo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maior parte das vagas foi ocupada por mulheres, com 253 postos, e pessoas com ensino médio completo, que responderam por 354 empregos. Jovens entre 18 e 24 anos tiveram o maior saldo entre faixas etárias, com 235 novas oportunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os municípios, Boa Vista teve o melhor desempenho, com 229 novos empregos, seguida de São Luiz do Anauá (34), Bonfim (25) e Rorainópolis (23). A capital roraimense tem atualmente 76 mil empregos formais.</p>
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		<item>
		<title>Emprego formal avança em Roraima com saldo de quase 2,9 mil vagas até julho</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/emprego-formal-avanca-em-roraima-com-saldo-de-quase-29-mil-vagas-ate-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 14:31:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De janeiro a julho de 2025, Roraima acumulou 2.884 novos vínculos formais de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados na semana passada. Em julho, foram abertas 125 vagas com carteira assinada no Estado. O setor de Comércio foi o que mais contratou no mês (178 vagas), seguido [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">De janeiro a julho de 2025, Roraima acumulou 2.884 novos vínculos formais de trabalho. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados na semana passada. Em julho, foram abertas 125 vagas com carteira assinada no Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O setor de Comércio foi o que mais contratou no mês (178 vagas), seguido por Serviços (97) e Indústria (77). Já a Construção e a Agropecuária fecharam postos de trabalho, com saldos negativos de -147 e -80, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Boa Vista teve o melhor desempenho entre os municípios, com 195 empregos gerados. No perfil das novas contratações, as mulheres lideraram, ocupando 173 das vagas criadas.</p>
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		<item>
		<title>TCU suspende contrato entre ministério e ONG ligada ao PT por irregularidades em projeto para terra Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/tcu-suspende-contrato-entre-ministerio-e-ong-ligada-ao-pt-por-irregularidades-em-projeto-para-terra-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 22:17:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[PT]]></category>
		<category><![CDATA[retirada de lixo]]></category>
		<category><![CDATA[São Bernardo do Campo]]></category>
		<category><![CDATA[TCU]]></category>
		<category><![CDATA[terra indígena yanomami]]></category>
		<category><![CDATA[Unisol]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu o contrato de R$ 15,8 milhões firmado entre o Ministério do Trabalho e a organização não governamental (ONG) Unisol, responsável por projeto de limpeza na Terra Indígena Yanomami, em Roraima. A decisão, assinada pelo ministro Benjamin Zymler, aponta indícios de irregularidades como ausência de metas e cronogramas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu o contrato de R$ 15,8 milhões firmado entre o Ministério do Trabalho e a <a href="https://fatorrnoticias.com.br/brasil/ligada-a-sindicato-ja-presidido-por-lula-ong-recebe-do-governo-quase-r-16-mi-para-retirar-lixo-na-terra-yanomami/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>organização não governamental (ONG) Unisol, responsável por projeto de limpeza na Terra Indígena Yanomami</strong></a>, em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão, assinada pelo ministro Benjamin Zymler, aponta indícios de irregularidades como ausência de metas e cronogramas no plano de trabalho, além do pagamento antecipado integral à ONG, feito antes mesmo do início das atividades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo de seleção também foi alvo de críticas do TCU, que identificou desclassificação de metade das ONGs participantes e divergências nas avaliações feitas pela comissão técnica da pasta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Unisol tem entre seus dirigentes nomes ligados ao PT e ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, reduto histórico do partido. O caso segue sob investigação e os envolvidos têm 15 dias para apresentar defesa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de Hugo Henud/Estadão</em></strong></p>
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		<title>Ligada a sindicato já presidido por Lula, ONG recebe do governo quase R$ 16 mi para retirar lixo na Terra Yanomami</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/ligada-a-sindicato-ja-presidido-por-lula-ong-recebe-do-governo-quase-r-16-mi-para-retirar-lixo-na-terra-yanomami/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:04:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Ministério do Trabalho&#160;contratou, por R$ 15,8 milhões, uma ONG do&#160;Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo (SP), para atuar na retirada de lixo da Terra Indígena&#160;Yanomami (TIY), em Roraima. O convênio foi firmado por meio da Secretaria de Economia Popular e Solidária, comandada pelo ex-ministro&#160;Gilberto Carvalho (PT), um dos mais importantes conselheiros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O&nbsp;Ministério do Trabalho&nbsp;contratou, por R$ 15,8 milhões, uma ONG do&nbsp;Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo (SP), para atuar na retirada de lixo da Terra Indígena&nbsp;Yanomami (TIY), em Roraima. O convênio foi firmado por meio da Secretaria de Economia Popular e Solidária, comandada pelo ex-ministro&nbsp;Gilberto Carvalho (PT), um dos mais importantes conselheiros do PT e do presidente&nbsp;Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ONG Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários do Brasil (Unisol) funciona em uma sala alugada, de 40 m², no subsolo do prédio do sindicato e tem entre seus diretores Carlos José Caramelo Duarte, que ao mesmo tempo é vice-presidente do sindicato. O presidente da ONG é Arildo Mota Lopes, um ex-diretor da entidade sindical. Ambos são filiados ao PT. A direção da entidade não atendeu aos pedidos de comentário da reportagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O sindicato dos metalúrgicos ao qual a Unisol é ligada foi presidido por Lula nos anos 1970 e sua sede, em São Bernardo, foi o local onde ele&nbsp;permaneceu por dois dias antes de se entregar à Polícia Federal&nbsp;para cumprir pena imposta na Operação Lava Jato, em 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O contrato da Unisol com a secretaria de Gilberto Carvalho é o segundo maior custeado com a verba destinada pelo governo, em 2024, à “gestão de políticas para povos indígenas”. O montante só é menor que os R$ 64,2 milhões pagos a uma empresa de serviços aéreos. Os deslocamentos às principais bases na TIY só podem ser feitos com aeronaves. A chamada “ação orçamentária” para a gestão da política para povos indígenas reservou R$ 254 milhões no ano passado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os recursos foram integralmente depositados para a ONG em 31 de dezembro, três dias após a assinatura do acordo. Com o dinheiro, ela deverá subcontratar prestadores de serviços como de limpeza, contábeis e jurídicos, além de assessores e coordenadores. Os repasses para a entidade em 2024 são recorde, na comparação com os últimos dez anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Seleção de entidades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O convênio firmado com a Unisol foi citado em reportagem da Folha de S. Paulo sobre aumento de repasses do Ministério do Trabalho, de Luiz Marinho, para ONGs. O&nbsp;Estadão&nbsp;tenta contato com o presidente Arildo Lopes desde o início de maio, mas ele recusou as chamadas e não retornou os recados que lhe foram deixados. Outros dois dirigentes da Unisol também foram procurados para falar sobre o projeto e recusaram.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A contratação é fruto de um edital lançado pelo Ministério do Trabalho em novembro para capacitar catadores de materiais recicláveis, realizar ações de educação ambiental e dar destinação adequada a resíduos sólidos em dez bases do território Yanomami.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A medida é necessária, segundo o governo, porque cestas básicas doadas aos povos isolados geram resíduos que precisam ser retirados para reduzir o impacto ao meio ambiente e à saúde dos indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dez ONGs se apresentaram para a disputa. Metade foi desclassificada por não apresentar um plano de trabalho. Duas foram selecionadas. Além da Unisol, o Centro de Estudos e Assessoria (CEA), entidade com sede em Brasília que pertence a outro militante do PT. Esta receberá R$ 4,2 milhões, dos quais R$ 1,6 milhão já foi pago.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma comissão do ministério com cinco integrantes fez a seleção das entidades. Cada um precisou atribuir pontos aos projetos apresentados conforme os itens exigidos no edital. A reportagem teve acesso aos documentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora as planilhas tivessem campo para lançar uma nota e incluir observações sobre ela, só dois avaliadores escreveram. Na análise sobre os currículos, eles tiveram avaliações opostas. Um tirou pontos por causa do que considerou “breve menção sobre qualificação”. Outro apontou “profissionais com experiência comprovada”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais julgadores só registraram pontuações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O termo de fomento celebrado com a Unisol estabelece, ao mesmo tempo, a “liberação dos recursos em parcela única” e em “consonância com as metas da parceria”. Segundo o governo, o pagamento por antecipação foi feito “respeitando os preceitos constitucionais, as regras da administração pública e a excepcionalidade da ação, oriunda de medida provisória diante da urgência de atender a crise humanitária na Terra Yanomami”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, nem todas as entidades e empresas contratadas com a verba prevista na mesma rubrica receberam o valor integral em 2024. Até o CEA, contratado para atuar no mesmo projeto, só recebeu 40% do total em 2024. Questionado sobre o critério para a liberação do dinheiro para outras entidades, o ministério não respondeu.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>‘Planejamento técnico’</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a verba já estar no caixa da ONG do sindicato, as atividades em campo só devem começar no segundo semestre. Segundo o Ministério do Trabalho, nos três primeiros meses houve “reuniões de planejamento técnico da operação”. No segundo trimestre, “iniciaram os estudos técnicos”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A estimativa é que 70 toneladas de plástico estejam acumuladas na área”, destacou a pasta. O plano de trabalho apresentado pela ONG não estipula uma quantidade de lixo mínima a ser removida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A entidade se compromete apenas a, no prazo de dois anos, “promover o fortalecimento de três organizações de catadores de recicláveis”, “promover a qualificação de 80 catadoras das organizações apoiadas”, “promover 20 ações de educação ambiental nas comunidades onde se localizam as organizações de catadores apoiadas”, “garantir a atuação de 20 agentes indígenas recicladores na terra Yanomami” e “garantir a retirada e a destinação adequada de resíduos sólidos em dez bases Yanomami”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a publicação da reportagem, o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC enviou nota por meio da qual afirmou que a Unisol tem “total autonomia administrativa, política e financeira, com governança própria, que reúne centenas de cooperativas e empreendimentos de economia solidária em todo o país”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O texto destacou ainda que a ONG “surgiu, sim, de uma iniciativa do sindicato”, mas não pertence a ele.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Temos orgulho de ter colaborado para a criação da Unisol, que nasceu como um símbolo da resistência, da solidariedade e da luta por alternativas dignas para os trabalhadores e trabalhadoras”, disse.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações de Vinícius Valfré/Estadão</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Diferença entre salário de homens e mulheres recua 0,21% em Roraima; defasagem atual é de 18,46%</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/diferenca-entre-salario-de-homens-e-mulheres-recua-021-em-roraima-defasagem-atual-e-de-1846/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Apr 2025 18:28:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[3º Relatório de Transparência Salarial]]></category>
		<category><![CDATA[diferença salarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dados do governo federal apontam que a separação entre o salário de homens e mulheres diminuiu em Roraima. Desde a última pesquisa, em setembro de 2024, a diferença caiu 0,21%. Em 2024, homens recebiam 18,67% a mais. Agora, a defasagem é de 18,46%. De acordo com o relatório, a média salarial de mulheres no Estado [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Dados do governo federal apontam que a separação entre o salário de homens e mulheres diminuiu em Roraima. Desde a última pesquisa, em setembro de 2024, a diferença caiu 0,21%. Em 2024, homens recebiam 18,67% a mais. Agora, a defasagem é de 18,46%. De acordo com o relatório, a média salarial de mulheres no Estado é de R$ 2.167,97, contra R$ 2.658,86 dos homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações estão no 3º Relatório de Transparência Salarial e Critérios Remuneratórios. No Brasil, a disparidade ainda é alta: 20,87%, com um aumento de 0,18% desde o último relatório. O fator racial também segue como um dos maiores desafios no diagnóstico. Em Roraima, mulheres negras ganham, em média, R$ 2.104,27, e mulheres não negras recebem R$ 2.355,78, o que corrresponde a uma diferença de 10,7%. Em nível nacional, mulheres negras ganham, em média, R$ 2.864,39, enquanto mulheres não negras recebem R$ 4.661,06, ou seja, 38% a mais. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Avanços</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dado positivo mostrado pelo 3º Relatório de Transparência Salarial é que houve um crescimento de 18,2% na participação das mulheres negras no mercado de trabalho. O número passou de 3,2 milhões para 3,8 milhões de mulheres negras empregadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em relação ao número de estabelecimentos com no máximo 10% de mulheres negras, houve uma queda na comparação com os dados de 2023, saindo de 21.680 estabelecimentos para 20.452 em 2024. Outro ponto positivo é o aumento na quantidade de estabelecimentos em que a diferença é de até 5% nos salários médios e medianos para mulheres e homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estabilidade relativa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A porcentagem da massa de todos os rendimentos do trabalho das mulheres, entre 2015 e 2024, variou de 35,7% para 37,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa relativa estabilidade decorre das remunerações menores das mulheres, uma vez que o número delas no mercado de trabalho é crescente”, explica Paula Montagner, subsecretária de Estatísticas e Estudos do Trabalho do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O número de mulheres ocupadas aumentou de 38,8 milhões em 2015 para 44,8 milhões (6 milhões a mais) em 2024, já o de homens subiu de 53,5 milhões para 59 milhões (5,5 milhões a mais) no mesmo período</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tipos de ocupação</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também aponta que as mulheres diretoras e gerentes recebem 73,2% do salário dos homens, enquanto as profissionais em ocupação de nível superior recebem 68,5% do salário deles. Já as trabalhadoras de serviços administrativos recebem 79,8% dos salários dos homens.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Estados</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto às unidades da Federação, o relatório revela que as menores desigualdades salariais do país estão em Pernambuco (9,14%), Acre (9,86%), Distrito Federal (9,97%), Piauí (10,04%), Ceará (10,21%) e Alagoas (11,08%). Na outra ponta, estão os estados do Paraná (28,54%), Espírito Santo (28,53%), Santa Catarina (27,96%) e Rio de Janeiro (27,82%).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Guia</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a divulgação do 3º Relatório de Transparência Salarial em 7 de abril, o governo federal também lançou o Guia para Negociação Coletiva da Lei de Igualdade Salarial e o Movimento pela Igualdade no Trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O guia traz sugestões e recomendações que possam contribuir com os processos de negociação coletiva, além de conter reflexões acerca das discrepâncias que se manifestam no ambiente de trabalho, entre elas, a salarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Movimento</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento do Movimento pela Igualdade no Trabalho foi marcado por adesões de empresas e organizações trabalhistas de diferentes setores, como bancário e industrial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A carta aberta à população brasileira &#8220;Eu Apoio o Movimento pela Igualdade no Trabalho&#8221; traz o cenário das desigualdades no país e mobiliza para ações que promovam a mudança. Empresas e entidades interessadas podem aderir ao movimento por meio da <a href="https://www.gov.br/mulheres/pt-br/assuntos/movimento-pela-igualdade-no-trabalho" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>página da iniciativa</strong></a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Plano de igualdade</strong> — O <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-conjunta-n-2-mm/mte/mme/mir/mec/mgi/mdic/mcti/mda/mdhc/mds-de-7-de-abril-de-2025-622780674" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>governo federal publicou no Diário Oficial da União</strong></a> (DOU) de 8 de abril a portaria conjunta que institui o Plano Nacional de Igualdade Salarial e Laboral entre Mulheres e Homens e seu comitê gestor até 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa envolve 11 ministérios com ações voltadas à ampliação &nbsp;e permanência das mulheres no mercado de trabalho, assim como à ascensão a cargos de direção e gestão e ao enfrentamento das discriminações no espaço profissional.</p>
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		<title>Mulheres ganham 18,7% a menos que homens em Roraima, revela 2º Relatório de Transparência Salarial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Sep 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ECONOMIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[lei da Igualdade Salarial]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério das Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Relatório de Transparência Salarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As mulheres ganham 18,7% a menos do que os homens em Roraima, onde a remuneração média deles é de R$ 2.460,70, enquanto a delas é de R$ 2.001,25. É o que aponta o 2º Relatório de Transparência Salarial, documento elaborado pelos ministérios do Trabalho e Emprego (MTE) e das Mulheres com o recorte de gênero, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">As mulheres ganham 18,7% a menos do que os homens em Roraima, onde a remuneração média deles é de R$ 2.460,70, enquanto a delas é de R$ 2.001,25. É o que aponta o 2º Relatório de Transparência Salarial, documento elaborado pelos ministérios do Trabalho e Emprego (MTE) e das Mulheres com o recorte de gênero, a partir dos dados extraídos de informações enviadas pelas empresas com 100 ou mais funcionários, exigência da Lei nº 14.611/2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei de Igualdade Salarial determina a equiparação de salários entre mulheres e homens em situações nas quais ambos desempenham funções equivalentes (ou seja, quando realizam o mesmo trabalho, com igual produtividade e eficiência). Em Roraima, a diferença de remuneração entre mulheres e homens varia de acordo com o grande grupo ocupacional. Em cargos de dirigentes e gerentes, por exemplo, a diferença é de 5,3%. Já em cargos técnicos de nível médio, chega a 35%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No total, 88 empresas roraimenses responderam ao questionário. Juntas, elas somam 23.185 pessoas empregadas. O 2º Relatório foi apresentado na segunda quinzena deste mês. Em março, o primeiro relatório indicou que, em média, as mulheres recebiam 82,7% do salário pago aos homens no Estado, ou 17,3% a menos. No primeiro ciclo, 89 empresas enviaram informações referentes a 21.258 pessoas empregadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recorte por raça, o relatório aponta que o número de mulheres negras é bem maior que o de mulheres não negras nas empresas do levantamento, com registro de 5,9 mil e 3,1 mil, respectivamente. Contudo, mulheres negras recebem, em média, 4,69% a menos que as não negras. Entre os homens negros e não negros, a diferença de remuneração média é de 5,4%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento registrou que, em Roraima, 59,4% das empresas possuem planos de cargos e salários; 37,5% têm políticas de incentivo à contratação de mulheres; 37,5% adotam políticas para promoção de mulheres a cargos de direção e gerência e 25% adotam incentivos para contratação de mulheres negras. Em relação ao incentivo à contratação de mulheres LGBTQIAP+, 18,8% dos estabelecimentos contam com a política.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também apresenta informações que indicam se as empresas contam com políticas efetivas de incentivo à contratação de mulheres, como flexibilização do regime de trabalho para apoio à parentalidade, entre outros critérios vistos como de incentivo à entrada, permanência e ascensão profissional das mulheres.</p>
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