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	<title>mpf Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>mpf Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>MPF aciona Facebook na Justiça por conteúdos sobre garimpo ilegal e cita publicações identificadas em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 16:38:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) entrou com ação civil pública contra a empresa Facebook Serviços Online do Brasil Ltda. para cobrar medidas contra conteúdos que incentivem o garimpo ilegal nas plataformas Facebook e Instagram. A investigação que deu origem ao processo identificou publicações relacionadas à exploração ilegal de ouro em Roraima. O órgão pede à [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) entrou com ação civil pública contra a empresa Facebook Serviços Online do Brasil Ltda. para cobrar medidas contra conteúdos que incentivem o garimpo ilegal nas plataformas Facebook e Instagram. A investigação que deu origem ao processo identificou publicações relacionadas à exploração ilegal de ouro em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão pede à Justiça que a empresa adote mecanismos capazes de prevenir e impedir a divulgação de postagens com apologia ou incentivo à extração ilegal de recursos minerais em todo o território nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação foi apresentada após um inquérito civil aberto em 2024 pelo MPF. A apuração analisou a utilização das redes sociais para divulgação de conteúdos ligados ao garimpo ilegal e teve como base informações produzidas em um inquérito policial que atualmente tramita como ação penal na Justiça Federal em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a investigação, o MPF solicitou informações sobre regras de moderação de conteúdo, ferramentas de inteligência artificial e procedimentos adotados pelas plataformas para identificar publicações relacionadas ao crime.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF afirma que encontrou perfis e grupos públicos utilizados para promover ou incentivar a atividade ilegal. A empresa informou ter removido parte dos conteúdos indicados, mas, conforme o órgão, novas publicações semelhantes voltaram a aparecer.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ação questiona se existem tecnologias capazes de impedir previamente a publicação desse tipo de material, incluindo mecanismos de monitoramento de palavras-chave e identificação da origem geográfica das postagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os pedidos apresentados estão a criação de alertas preventivos para usuários, o aprimoramento dos sistemas de detecção e a adoção de medidas contra contas reincidentes.</p>
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		<title>TRF1 mantém decisão que obriga ANM a rejeitar pedidos de mineração em terras indígenas de Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[12ª Turma do Tribunal Regional Federal]]></category>
		<category><![CDATA[ANM]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve a decisão que obriga a Agência Nacional de Mineração (ANM) a indeferir pedidos de pesquisa e exploração mineral incidentes sobre terras indígenas em Roraima e cancelar os registros de prioridade existentes nessas áreas. Por unanimidade, a 12ª Turma negou recurso apresentado pelo antigo Departamento Nacional de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve a decisão que obriga a Agência Nacional de Mineração (ANM) a indeferir pedidos de pesquisa e exploração mineral incidentes sobre terras indígenas em Roraima e cancelar os registros de prioridade existentes nessas áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por unanimidade, a 12ª Turma negou recurso apresentado pelo antigo Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), atual ANM, e confirmou a sentença obtida pelo Ministério Público Federal (MPF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ação, o MPF argumentou que a exploração mineral por terceiros em terras indígenas depende de requisitos previstos no artigo 231 da Constituição Federal, que ainda não foram regulamentados. Entre eles estão a aprovação de lei específica, autorização do Congresso Nacional e a oitiva das comunidades indígenas potencialmente afetadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao analisar o recurso, o tribunal concluiu que, enquanto essas condições não forem atendidas, não há possibilidade jurídica de conceder ou manter em tramitação requerimentos minerários nessas áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão também destaca que a manutenção desses pedidos pode gerar insegurança jurídica, além de estimular conflitos fundiários e pressões indevidas sobre comunidades tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, permanece em vigor a determinação para que a ANM rejeite imediatamente requerimentos incidentes sobre terras indígenas de Roraima e promova o cancelamento dos respectivos registros de prioridade.</p>
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		<title>Romero Jucá é condenado pelo TRF-1 a quase dez anos de prisão em processo envolvendo recursos da Odebrecht</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[condenação]]></category>
		<category><![CDATA[corrupção passiva]]></category>
		<category><![CDATA[lavagem de dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Lei 13.043/2014]]></category>
		<category><![CDATA[Lei 13.097/2015]]></category>
		<category><![CDATA[Minha Casa Minha Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ex-senador Romero Jucá (MDB-RR) foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) a 9 anos, 10 meses e 15 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão é do juiz federal Thadeu José Piragibe Afonso e aponta que uma doação de R$ 150 mil destinada ao Diretório Estadual [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O ex-senador Romero Jucá (MDB-RR) foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) a 9 anos, 10 meses e 15 dias de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A decisão é do juiz federal Thadeu José Piragibe Afonso e aponta que uma doação de R$ 150 mil destinada ao Diretório Estadual do MDB de Roraima teria sido, na realidade, pagamento de propina pela atuação de Jucá em benefício da construtora Odebrecht. A sentença foi publicada na quarta-feira (22).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme a decisão, o dinheiro recebido pelo diretório partidário acabou direcionado à campanha de Rodrigo Jucá, filho do ex-senador, que disputou o cargo de vice-governador de Roraima em 2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) identificou a suposta origem ilícita dos valores a partir das informações prestadas por Cláudio Melo Filho, ex-diretor da Odebrecht, em acordo de colaboração no âmbito da Operação Lava Jato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relato do empresário, a transferência teria ocorrido como contrapartida pela atuação de Romero Jucá em medidas de interesse da construtora durante a tramitação das medidas provisórias nº 651/2014 e nº 656/2014.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As duas propostas posteriormente foram convertidas nas leis nº 13.043/2014 e nº 13.097/2015, que estabeleceram regras relacionadas ao Regime Especial de Tributação (RET) para incorporações imobiliárias. A legislação de 2015 também tratava de empreendimentos ligados ao programa Minha Casa, Minha Vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na avaliação do juiz responsável pelo caso, a atuação do então senador teria contribuído para a obtenção de benefícios fiscais para empresas do setor imobiliário, resultando em renúncia de parte da arrecadação da União.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Condenação veio após recurso do MPF</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão atual modificou um entendimento anterior, no qual Romero Jucá havia sido absolvido. O MPF recorreu e, após a análise do recurso, o TRF-1 decidiu pela condenação do ex-senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jucá informou que sua defesa já apresentou embargos contra a decisão. Ele argumenta que o processo deveria ser considerado prescrito devido à sua idade, superior a 70 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ex-senador afirmou que seu advogado buscou os desembargadores titulares responsáveis pelo julgamento, mas recebeu a informação de que eles não poderiam analisar o caso porque o tema estaria relacionado a entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo Jucá, depois que os magistrados entraram em férias, um juiz substituto assumiu o processo e afastou tanto a alegação de prescrição quanto a possibilidade de envio do recurso ao STF.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar da condenação, Romero Jucá declarou que pretende recorrer e que, por isso, não considera que ficará inelegível. A Lei da Ficha Limpa estabelece impedimento para candidaturas de pessoas condenadas por órgãos colegiados, mas o ex-senador afirma que a decisão ainda poderá ser modificada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao comentar a possibilidade de disputar uma vaga de deputado federal, Jucá disse estar avaliando a candidatura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Estou avaliando sair deputado federal. A convenção é no dia 5. É tanta confusão, tanta briga. Tem hora que eu me animo para ajudar a resolver esse problema do país, tem hora que eu desanimo porque o nível está muito baixo”, declarou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Advogados afirmam que não há provas contra ex-senador</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em manifestação divulgada após a condenação, a defesa de Romero Jucá afirmou que não existe “uma mísera prova” de que ele tenha cometido irregularidades em sua atuação como senador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os advogados sustentaram que, por exercer uma posição de liderança política, Jucá recebia propostas e demandas de empresas interessadas em assuntos econômicos, mas que isso não permitiria concluir que houve favorecimento ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa também criticou o andamento do processo e afirmou que a decisão do TRF-1 contrariou uma nova orientação do STF sobre a permanência do foro por prerrogativa de função em casos relacionados ao exercício do cargo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os advogados, o julgamento ocorreu mesmo diante da alegação de prescrição e sem elementos probatórios suficientes para sustentar a condenação. A defesa afirmou confiar que a decisão será revertida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os representantes de Jucá também questionaram a condenação do ex-senador enquanto o delator citado no processo permaneceu absolvido. Para a defesa, houve contradição no entendimento adotado pelo tribunal, já que, segundo os advogados, não teria sido reconhecida prova de corrupção contra o colaborador, mas a sentença de absolvição de Jucá foi alterada para condenação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Metrópoles</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>MPF abre processo seletivo para estágio de pós-graduação; inscrições podem ser feitas até 16 de agosto</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mpf-abre-processo-seletivo-para-estagio-de-pos-graduacao-inscricoes-podem-ser-feitas-ate-16-de-agosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jul 2026 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[GERAL]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[Administração]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) em Roraima recebe, entre esta quinta-feira (30) e 16 de agosto, inscrições para o 2º processo seletivo de 2026 de estagiários de pós-graduação. As vagas são destinadas aos cursos de Administração e áreas de Gestão com foco em Administração, Comunicação Social, Direito e Secretariado Executivo. Para concorrer às vagas deste [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) em Roraima recebe, entre esta quinta-feira (30) e 16 de agosto, inscrições para o 2º processo seletivo de 2026 de estagiários de pós-graduação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vagas são destinadas aos cursos de Administração e áreas de Gestão com foco em Administração, Comunicação Social, Direito e Secretariado Executivo. Para concorrer às vagas deste último curso, é necessário possuir pós-graduação em Recursos Humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os interessados devem consultar o edital e realizar a inscrição na <a href="https://www.mpf.mp.br/o-mpf/unidades/pr-rr/estagio" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>página do Programa de Estágio do MPF</strong></a>. A seleção será composta por prova objetiva on-line para todos os cursos. Os candidatos de Direito aprovados nessa fase também farão prova discursiva presencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os estagiários selecionados cumprirão jornada de 20 horas semanais e receberão bolsa de R$ 2.640,00, auxílio-transporte de R$ 12 por dia de atividade presencial e seguro contra acidentes pessoais. O programa permite a realização das atividades em regime híbrido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em caso de dúvidas, o atendimento é feito pelo Setor de Estágio da Procuradoria da República em Roraima, pelo telefone (95) 3198-2006, das 8h às 17h, pelo e-mail prrr-sest@mpf.mp.br ou pela página do Programa de Estágio.</p>
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		<item>
		<title>Yanomami em Roraima ainda enfrentam dificuldades em saúde e segurança, aponta relatório</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/yanomami-em-roraima-ainda-enfrentam-dificuldades-em-saude-e-seguranca-aponta-relatorio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:01:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um relatório aprovado pela Subcomissão Permanente dos Povos Indígenas Yanomami, da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, aponta que as comunidades em Roraima continuam enfrentando dificuldades relacionadas à saúde, segurança, educação e alimentação, mesmo com a redução da atividade garimpeira na região. O documento foi aprovado nesta quarta-feira (8) pela senadora Damares Alves (Republicanos), [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Um relatório aprovado pela Subcomissão Permanente dos Povos Indígenas Yanomami, da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, aponta que as comunidades em Roraima continuam enfrentando dificuldades relacionadas à saúde, segurança, educação e alimentação, mesmo com a redução da atividade garimpeira na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O documento foi aprovado nesta quarta-feira (8) pela senadora Damares Alves (Republicanos), após uma diligência realizada em Boa Vista nos dias 28 e 29 de maio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a visita, representantes de instituições ligadas à saúde indígena e à segurança pública relataram avanços nas operações de retirada de garimpeiros, mas também destacaram problemas que permanecem na região, como circulação de armas, conflitos entre comunidades e dificuldades de acesso para atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o relatório, a crise enfrentada pelos Yanomami envolve fatores que vão além da saúde, incluindo degradação ambiental e crime organizado. O documento recomenda uma atuação conjunta entre órgãos públicos e participação das comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Yanomami e Ye’kuana informou que houve aumento no número de profissionais e melhorias em indicadores como a vacinação infantil. Entretanto, o transporte aéreo continua sendo necessário para muitos atendimentos e pode ser prejudicado por condições climáticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório também aponta que o garimpo ilegal segue afetando a segurança alimentar e a saúde dos indígenas. A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) relataram avanços na desintrusão, mas citaram dificuldades para operações em regiões de difícil acesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na educação, o documento aponta interrupções nas aulas e impactos na proteção de crianças e adolescentes, além de dificuldades relacionadas à entrega de cestas de alimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As recomendações incluem o fortalecimento da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e melhorias na coordenação entre órgãos públicos. A Casa de Governo em Roraima foi identificada como ponto de articulação interinstitucional.</p>
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		<item>
		<title>Obra da Cadeia Pública Masculina de Monte Cristo já custou R$ 7 milhões a mais por causa de atrasos</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/obra-da-cadeia-publica-masculina-de-monte-cristo-ja-custou-r-7-milhoes-a-mais-por-causa-de-atrasos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2026 14:54:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[CIDADES]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A construção da Cadeia Pública Masculina de Monte Cristo acumula R$ 7 milhões em custos adicionais provocados pelos atrasos no cronograma. O investimento previsto para a conclusão da unidade é de R$ 26 milhões. Nesta segunda-feira (6), equipes do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público de Roraima (MPRR) vistoriaram a obra, localizada na [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A construção da Cadeia Pública Masculina de Monte Cristo acumula R$ 7 milhões em custos adicionais provocados pelos atrasos no cronograma. O investimento previsto para a conclusão da unidade é de R$ 26 milhões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesta segunda-feira (6), equipes do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público de Roraima (MPRR) vistoriaram a obra, localizada na zona rural de Boa Vista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/mprr-e-mpf-discutem-paralisacao-de-obras-no-sistema-prisional-do-estado/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>O empreendimento começou em 2018, passou por períodos de paralisação e retomadas</strong></a> e chegou a 65,09% de execução. Conforme o promotor de Justiça de Execuções Penais, Raphael Talles Pereira, o governo de Roraima, por meio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc), comprometeu-se a finalizar a obra ainda neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A futura unidade será de segurança máxima, ficará próxima à Penitenciária Agrícola de Monte Cristo (PAMC) e terá capacidade para 286 vagas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o promotor, a conclusão do projeto contribuirá para reduzir a superlotação e melhorar a gestão da lotação dos reeducandos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a inspeção, os integrantes dos Ministérios Públicos foram acompanhados por funcionários da empresa responsável pela execução dos serviços. O procurador da República Mateus Cavalcanti afirmou que a visita teve como objetivo acompanhar o cumprimento do compromisso firmado pelo estado para concluir a obra e evitar novos atrasos.</p>
<p>The post <a href="https://fatorrnoticias.com.br/obra-da-cadeia-publica-masculina-de-monte-cristo-ja-custou-r-7-milhoes-a-mais-por-causa-de-atrasos/">Obra da Cadeia Pública Masculina de Monte Cristo já custou R$ 7 milhões a mais por causa de atrasos</a> appeared first on <a href="https://fatorrnoticias.com.br">FatoRR Notícias</a>.</p>
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		<title>TRF1 confirma decisão que obriga União e estado a construir escola indígena no sul de Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/trf1-confirma-decisao-que-obriga-uniao-e-estado-a-construir-escola-indigena-no-sul-de-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 17:49:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve, por unanimidade, a condenação da União e do estado de Roraima para a construção de uma estrutura adequada na Escola Estadual Indígena Yanomami Yano Thea, localizada na comunidade Hauxiu, em Caracaraí, sul do estado. A decisão atende a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) manteve, por unanimidade, a condenação da União e do estado de Roraima para a construção de uma estrutura adequada na Escola Estadual Indígena Yanomami Yano Thea, localizada na comunidade Hauxiu, em Caracaraí, sul do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão atende a ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF) após constatação de que a unidade escolar funcionava em condições precárias. O acórdão foi assinado em 17 de junho pela 11ª Turma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo os autos, inspeções apontaram que a escola se limitava a um quadro danificado instalado em um malocão da comunidade indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor responsável relatou que a estrutura foi erguida pelos próprios Yanomami com materiais perecíveis e precisa ser reconstruída todos os anos devido às chuvas, além de não contar com mesas, cadeiras ou materiais básicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao recorrer, a União alegou não ser parte responsável pela demanda, mas o TRF1 rejeitou o argumento e confirmou a responsabilidade compartilhada entre União e estado na educação indígena.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estado de Roraima alegou dificuldades financeiras e de acesso à comunidade, localizada em área de difícil logística, mas o tribunal também rejeitou a justificativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acórdão afirmou que limitações orçamentárias não podem ser usadas para afastar direitos fundamentais e reforçou que o Judiciário pode intervir em casos de omissão estatal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão mantém o prazo de 120 dias para início das obras e seis meses para conclusão, conforme definido em sentença anterior.</p>
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		<title>Justiça Federal confirma obrigação de regularizar aeródromos que atendem indígenas em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/justica-federal-confirma-obrigacao-de-regularizar-aerodromos-que-atendem-indigenas-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 16:16:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[JUSTIÇA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) deverão manter as providências para regularização de pistas de pouso utilizadas no atendimento a comunidades indígenas em Roraima. A determinação foi confirmada pela Sexta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que manteve sentença obtida pelo Ministério Público Federal (MPF). O caso envolve [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A União e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) deverão manter as providências para regularização de pistas de pouso utilizadas no atendimento a comunidades indígenas em Roraima. A determinação foi confirmada pela Sexta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), que manteve sentença obtida pelo Ministério Público Federal (MPF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso envolve aeródromos utilizados para transporte logístico e assistência médica aérea aos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (Dsei) Yanomami e Leste.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pela decisão, publicada em maio, os réus devem apresentar um cronograma de regularização em até 60 dias e concluir o processo no prazo de um ano perante a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). O descumprimento pode resultar em multa diária de R$ 5 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tribunal também preservou a suspensão dos efeitos restritivos de editais aeronáuticos reguladores, permitindo a continuidade das operações das pistas até que a regularização seja concluída.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No julgamento, os desembargadores rejeitaram os argumentos de ilegitimidade passiva levantados pela União e pela Funai. Também afastaram alegações de cerceamento de defesa, violação à separação dos Poderes e aplicação da teoria da reserva do possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o entendimento firmado, a intervenção do Judiciário visa corrigir omissões administrativas, especialmente em situações relacionadas ao direito à saúde, considerado parte do mínimo existencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O histórico do processo foi destacado pelo MPF ainda em 2019. Na ocasião, o órgão questionou a justificativa de contingenciamento orçamentário apresentada pela União e observou que mais de três anos haviam transcorrido desde a liminar concedida em 2016 sem avanço nas regularizações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF relatou ainda que a falta de regularização jurídica das pistas comprometeu o abastecimento e o atendimento médico nas comunidades indígenas. Em 2021, empresas de táxi aéreo contratadas para realizar remoções médicas recusaram-se a pousar em aeródromos sem homologação por temor de punições administrativas da Anac.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso, equipes de saúde passaram a realizar deslocamentos a pé e houve restrição das remoções de urgência. O serviço somente foi retomado temporariamente após edição de resolução excepcional voltada ao período da pandemia na Amazônia Legal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme apontado pelo MPF, um dos principais obstáculos para a homologação dos aeródromos era a ausência de apresentação dos Planos Básicos de Zona de Proteção do Aeródromo (PBZPA) ao Decea pelos entes responsáveis.</p>
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		<title>MPF denuncia grupo por organização transnacional ligada ao comércio ilegal de ouro</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mpf-denuncia-grupo-por-organizacao-transnacional-ligada-ao-comercio-ilegal-de-ouro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 13:26:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justiça Federal recebeu denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra um grupo de seis pessoas investigadas por exploração ilegal de recursos minerais da União, contrabando, lavagem de dinheiro e organização criminosa transnacional. De acordo com a denúncia, os investigados atuavam na comercialização clandestina de ouro e diamantes em Boa Vista e em Lima, no [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Justiça Federal recebeu denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra um grupo de seis pessoas investigadas por exploração ilegal de recursos minerais da União, contrabando, lavagem de dinheiro e organização criminosa transnacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com a denúncia, os investigados atuavam na comercialização clandestina de ouro e diamantes em Boa Vista e em Lima, no Peru, durante o ano de 2018.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o MPF, o grupo possuía estrutura organizada e divisão de tarefas para negociação, transporte, ocultação e comercialização de minério de origem ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações tiveram início após cumprimento de mandado de busca e apreensão em um estabelecimento comercial vinculado a um dos denunciados durante a Operação Assucena, em Roraima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No local, foram apreendidos documentos, registros e materiais relacionados ao comércio clandestino de ouro e diamantes. A partir da análise do material, a investigação avançou após autorização judicial para compartilhamento das provas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os itens apreendidos estavam cartas-oferta de minério, documentos empresariais, arquivos digitais, planilhas de pureza e cotação de ouro, fotografias de barras de ouro, contratos particulares e listas de fornecedores e clientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações também identificaram registros de comunicação entre os integrantes do grupo. Segundo o MPF, mensagens analisadas indicam aporte de aproximadamente R$ 350 mil para compra de ouro no Peru e negociações envolvendo pedras avaliadas em mais de US$ 100 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da condenação pelos crimes apontados, o MPF pede a fixação de valor mínimo de R$ 200 mil para reparação de danos morais coletivos e sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O órgão também requer a perda dos bens apreendidos durante as investigações em favor do Estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso é conduzido pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental, especializado no enfrentamento à mineração ilegal na Região Norte.</p>
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		<title>MPF recorre para ampliar penas de condenados por comércio ilegal de ouro e lavagem de dinheiro em Roraima</title>
		<link>https://fatorrnoticias.com.br/mpf-recorre-para-ampliar-penas-de-condenados-por-comercio-ilegal-de-ouro-e-lavagem-de-dinheiro-em-roraima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 15:59:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[2º Ofício da Amazônia Ocidental]]></category>
		<category><![CDATA[Acre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) o aumento das penas de um homem e uma mulher condenados por exploração ilegal de ouro e lavagem de dinheiro em Boa Vista. O órgão considera que a decisão judicial não levou em conta a gravidade dos crimes investigados entre 2020 [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O Ministério Público Federal (MPF) pediu ao Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) o aumento das penas de um homem e uma mulher condenados por exploração ilegal de ouro e lavagem de dinheiro em Boa Vista. O órgão considera que a decisão judicial não levou em conta a gravidade dos crimes investigados entre 2020 e 2021.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As investigações apontaram que a dupla movimentou mais de R$ 2,2 milhões por meio da comercialização ilegal de aproximadamente 7,5 quilos de ouro. Segundo o MPF, os dois atuavam em conjunto utilizando a estrutura de uma empresa sediada na capital de Roraima para ocultar e dissimular valores obtidos ilegalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A denúncia foi apresentada em março de 2023 e teve origem em investigações iniciadas em janeiro de 2021. Na época, denúncias anônimas acompanhadas de imagens e vídeos indicavam que uma empresa registrada para comércio de produtos agrícolas era usada para compra de ouro de origem ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a apuração, ficou comprovado que os condenados utilizavam a empresa como fachada para dar aparência de legalidade às operações relacionadas ao ouro extraído clandestinamente. O MPF afirma que a estrutura empresarial foi usada para facilitar a aquisição e comercialização do minério.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sentença determinou pena de quatro anos de prisão para os dois réus, além do pagamento de 20 dias-multa. A decisão também fixou o regime inicial aberto e autorizou a substituição da prisão por penas restritivas de direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as medidas alternativas definidas pela Justiça estão o pagamento de cinco salários mínimos e prestação de serviços à comunidade pelo período de quatro anos. Para o MPF, no entanto, as punições foram brandas diante dos fatos apontados no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No recurso encaminhado ao TRF1, o órgão pede que a pena-base seja fixada acima do mínimo legal para o crime de usurpação de matéria-prima da União. O MPF também solicita que o cumprimento da pena ocorra em regime inicial semiaberto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, o MPF quer a exclusão da substituição das penas privativas de liberdade por medidas restritivas de direitos. O órgão argumenta que as sanções atuais não são suficientes para prevenir práticas relacionadas à macrocriminalidade mineral na Amazônia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o recurso, a sentença deixou de considerar elementos que agravam a conduta dos condenados, como a estrutura organizada usada para operacionalizar os crimes, o grau de responsabilidade da dupla e os impactos ambientais e sociais causados pelo garimpo ilegal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O MPF afirma ainda que o ouro comercializado tinha ligação com garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. Durante buscas e apreensões, foram encontrados registros de pesagem, cálculos técnicos de pureza do metal e anotações sobre margens de lucro, o que, segundo o órgão, demonstra atuação profissional na atividade clandestina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O caso é acompanhado pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental do MPF, especializado no enfrentamento ao garimpo ilegal nos estados do Amazonas, Rondônia, Roraima e Acre.</p>
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