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	<title>nascidos vivos Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Roraima está entre estados com piores indicadores de leitos de UTI neonatal por nascidos vivos, aponta Amib</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2024 17:36:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Roraima está entre os estados que têm os piores indicadores de leitos de UTI neonatal/nascidos vivos, com uma proporção inferior a dois leitos por mil nascidos vivos, ou seja, metade da médica nacional. Acre, Amazonas e Maranhão completam a lista. No cálculo, foram considerados os serviços públicos e privados. Avaliando-se apenas a performance do setor [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Roraima está entre os estados que têm os piores indicadores de leitos de UTI neonatal/nascidos vivos, com uma proporção inferior a dois leitos por mil nascidos vivos, ou seja, metade da médica nacional. Acre, Amazonas e Maranhão completam a lista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No cálculo, foram considerados os serviços públicos e privados. Avaliando-se apenas a performance do setor público (ou seja, os leitos de Unidade de Terapia Intensiva [UTI] neonatal disponíveis para o Sistema Único de Saúde]), o quadro é ainda pior: nenhum estado alcança o parâmetro recomendado pelos especialistas e somente 11 unidades da federação superam ou igualam a média nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento foi feito pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), que aponta que, em 17 estados, a quantidade de leitos de UTI neonatal é inferior ao recomendado (4 leitos por 1.000 nascidos vivos), mesmo somando os leitos do SUS e da rede suplementar. Nestas unidades da federação, seria necessário um aumento de cerca de 1, 5 mil leitos adicionais para atingir a meta de cobertura mínima recomendada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O alerta faz parte das ações alusivas ao mês da prematuridade, o Novembro Roxo, que visa aumentar a conscientização sobre os desafios enfrentados pelos bebês prematuros e suas famílias. O tema também foi destaque do Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva (CBMI) 2024, que ocorreu entre 14 e 16 de novembro, em São Paulo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento, especialistas discutiram a importância de uma infraestrutura adequada e de cuidados intensivos especializados para neonatos, ressaltando a necessidade de políticas públicas para garantir a sobrevivência e o bem-estar das crianças que nascem antes de 37 semanas de gestação e apresentam estado de saúde grave, especialmente no Norte e Nordeste do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ainda enfrentamos grandes desafios quando se trata de oferecer cuidados adequados aos bebês prematuros. A falta de leitos de UTI neonatal em algumas localidades, a desigualdade na distribuição de recursos e a sobrecarga do SUS são questões que afetam diretamente a saúde dessas crianças vulneráveis. Precisamos garantir que todos os bebês prematuros, independentemente de sua localização, recebam os cuidados necessários para uma chance de vida plena”, destacou a presidente da Amib, Patrícia Mello.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Desigualdade&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de a média nacional estar ligeiramente acima do preconizado, com 4,06 leitos por 1.000 nascidos vivos, considerando tanto a rede pública quanto a privada, se avaliados apenas os leitos disponíveis no SUS, a média cai para 2,03 leitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Em nenhum estado brasileiro, as condições das UTI atendem os parâmetros ideais, no que se refere aos leitos do SUS. Além de revelar uma dependência do setor privado, o levantamento mostrou a desigualdade na distribuição geográfica dos leitos”, destacou a intensivista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sudeste exibe a melhor cobertura combinada – SUS e não SUS –, com 5,55 leitos por 1.000 nascidos vivos, destacando-se como a região com menor déficit e a melhor capacidade de atendimento, inclusive com excedente em estados como Rio de Janeiro (9,05) e São Paulo (5,03). Já o Norte está bem abaixo da meta, com apenas 2,42 leitos. O déficit total estimado em cindo estados da região é de aproximadamente 453 leitos para atingir a meta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&nbsp;Na análise realizada, é possível verificar também a desigualdade na distribuição geográfica dos leitos. Só o Sudeste concentra mais da metade do total de UTIs neonatal de todo o país: 44% das que estão no SUS e 60% do privado. Já o Norte tem a menor proporção: apenas 7% de todos os leitos (8% públicos e 6% privados).</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Embora a quantidade de leitos tenha aumentado nos últimos anos, ainda é insuficiente para cobrir a crescente demanda”, afirma o presidente do Conselho Consultivo da Amib, Ederlon Rezende, ao defender a adoção de medidas urgentes que resolvam essa situação e outras que permitirão que o nascimento seguro se torne realidade de Norte a Sul.</p>
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