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	<title>olaria Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Instituições se mobilizam para mediar conflito em área ambiental às margens do Rio Branco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 12:37:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Instituições públicas se mobilizaram nesta terça-feira (17) com o objetivo de solucionar um conflito em uma área em litígio ocupada por 90 famílias às margens do Rio Branco, na antiga olaria, no município de Cantá. Com a participação da Defensoria Pública do Estado (DPE-RR), a visita ao local foi coordenada pelo Tribunal de Justiça (TJRR) [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Instituições públicas se mobilizaram nesta terça-feira (17) com o objetivo de solucionar um conflito em uma área em litígio ocupada por 90 famílias às margens do Rio Branco, na antiga olaria, no município de Cantá.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a participação da Defensoria Pública do Estado (DPE-RR), a visita ao local foi coordenada pelo Tribunal de Justiça (TJRR) e faz parte de um processo que busca conciliar a recuperação ambiental da região, com o direito à “moradia digna” para as famílias que ocupam o local, muitas das quais dependem da produção artesanal de tijolos para a subsistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O foco é fazer um levantamento social das pessoas que vivem e trabalham na área, a fim de entender a atual situação da ocupação, de acordo com a DPE.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o defensor público Wagner Santos, a presença da defensoria é essencial para assegurar que os direitos humanos sejam respeitados no processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O objetivo é levantar esses dados, verificar quem ocupa essa área, se são pessoas que, à época, trabalhavam na extração de argila e tijolo, ou se é uma ocupação migratória”, disse.<br>O defensor também explica que a visita tem como foco não apenas a questão ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A intenção é buscar uma moradia digna para essas pessoas. Existe uma sentença que determina a recuperação ambiental daquela área, e o papel da defensoria é estar presente nesse processo, coordenado pelo Tribunal de Justiça, para garantir dignidade às pessoas que estão nessa área”, complementou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conforme informações preliminares dos autos judiciais, a área em litígio, denominada Vila Real e Vila Vintém, é habitada por cerca de 500 pessoas e 90 famílias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A busca de uma solução para o conflito envolve ainda outras instituições, como a Secretaria de Estado do Trabalho e Bem-Estar (Setrabes), Procuradoria-Geral do Estado (PGE/RR), Ministério Público do Estado (MPRR) e a Fundação Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Femarh).</p>
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