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	<title>operação catrimani Archives - FatoRR Notícias</title>
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	<title>operação catrimani Archives - FatoRR Notícias</title>
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		<title>Redução de 75% no garimpo no 1º semestre melhora qualidade das águas na Terra Yanomami, afirma ministério</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 10:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MEIO AMBIENTE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De acordo com os últimos dados emitidos pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão vinculado ao Ministério da Defesa, o número de alertas de garimpo na Terra Indígena Yanomami (TIY) caiu de 219,67 hectares para 53,67. A comparação é entre os períodos de janeiro a junho dos anos de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">De acordo com os últimos dados emitidos pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), órgão vinculado ao Ministério da Defesa, o número de alertas de garimpo na Terra Indígena Yanomami (TIY) caiu de 219,67 hectares para 53,67. A comparação é entre os períodos de janeiro a junho dos anos de 2023 e de 2024, o que representa uma redução de 75%. Os alertas em 2022 foram de 814,81.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A queda na atividade de garimpo ilegal também reflete na melhoria da qualidade das águas dos rios da região. Em observação feita pelo Censipam, via imagens satelitais, é possível identificar melhoria na turbidez da água, ou seja, a resistência da passagem de luz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As águas que tinham aparência mais amarelada, devido à contaminação por resíduos químicos da atividade minerária, estão, gradativamente, voltando à coloração normal. A análise foi realizada em dois pontos específicos de rios da TIY, em junho, dos anos de 2022, 2023 e 2024. As análises ocorreram no Rio Uraricoera e no entroncamento dos rios Mucajaí e Couto Magalhães, ambos localizados em áreas de garimpo e próximos de comunidades indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em quatro meses, a força-tarefa do governo federal inutilizou 35 embarcações, 16 aeronaves, 172 acampamentos, 477 motores, 71 mil litros de combustível e 28 pistas clandestinas, além de apreender 40 armas, 26 antenas, 18.194 litros de combustível e 643 m<sup>2</sup> de madeira. A operação também fiscalizou 440 aeronaves e realizou 1.368 atendimentos médicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atividade faz parte da Operação Catrimani II, coordenada pelo Ministério da Defesa (MD), em articulação com a Casa de Governo em Roraima, órgão responsável pelas ações federais na região. São empregados 400 militares da Marinha, Exército e da Força Aérea Brasileira (FAB), além de meios aéreos, fluviais e terrestres.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://fatorrnoticias.com.br/meio-ambiente/forcas-armadas-desarticulam-duas-areas-de-garimpo-ilegal-e-encontram-mais-de-uma-tonelada-de-ouro-negro-em-roraima/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em 20 de julho, os militares das Forças Armadas, em conjunto com órgãos de segurança pública e agências federais, destruíram dois acampamentos e apreenderam 1,2 mil quilos de cassiterita, conhecida como “ouro negro”</a> &#8211; um mineral de grande valor no mercado de extração. A operação resultou, ainda, na destruição de dez motores, uma esteira, uma motosserra, três geradores e três motobombas. Até o momento, já foi contabilizado um prejuízo de R$ 110 milhões ao crime, segundo a Casa do Governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outra linha de ação, militares da Marinha, em parceria com o Distrito Sanitário Especial Indígena Yanomami (Dsei-Y), realizaram atendimentos médicos e distribuíram 1.134 medicamentos na TIY, em 8 e 9 de julho, na Comunidade do Caju.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidados essenciais à saúde também foram ofertados como tratamento para hipertensão e diabetes, bem como procedimentos odontológicos preventivos, extrações dentárias e tratamentos de cáries. A ação humanitária contou com o apoio dos navios hospitalares “Soares de Meirelles” e “Carlos Chagas”, que continuarão atendendo às comunidades ribeirinhas e indígenas do Rio Catrimani.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Operacionalidade</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na TIY vivem, aproximadamente, 27 mil indígenas. A região compreende uma área maior do que Portugal e abriga densas florestas, sem estradas e com poucos rios navegáveis em períodos de seca, o que dificulta o acesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fim de verificar o funcionamento das bases temporárias de apoio, localizadas a cerca de 240 km de Boa Vista, o vice-chefe de Operações Conjuntas (VChoc), general de divisão Marcelo Arantes Guedon, e o subchefe de Operações, vice-almirante José Claudio Oliveira Macedo, do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (Emcfa), ambos da Defesa, sobrevoaram a região, em 12 de julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na ocasião, eles puderam constatar as dificuldades da logística do transporte aéreo de pessoal e material; a mata fechada e sem acesso por meios terrestres; rotas fluviais baixas que não permitem a navegabilidade de grandes embarcações; e a imprevisibilidade da meteorologia. De acordo com o almirante José Cláudio, todos esses fatores tornam essenciais as habilidades operacionais dos militares, no ambiente de selva, para o sucesso da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“É primordial que eles sejam especializados em orientação, com uso de cartas militares e bússola. O preparo técnico das tropas do Comando Conjunto Catrimani II é testado diuturnamente, seja realizando navegações fluviais em rios de leito pedregosos da região, pousando em pistas e áreas restritas em condições climáticas adversas ou executando operações terrestres na selva amazônica”, ressaltou o almirante.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Operação Catrimani II</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde 26 de março, as Forças Armadas atuam na repressão ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, realizando operações conjuntas para inutilizar a infraestrutura de suporte à atividade ilícita e no apoio logístico às atividades governamentais de emergência.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://in.gov.br/web/dou/-/portaria-gm-md-n-1.511-de-26-de-marco-de-2024-552511300" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A Portaria GM-MD Nº 1511/2024&nbsp;</a>detalha a operação, prevista para seguir até 31 de dezembro deste ano.</p>
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		<title>Operação destrói 11 pistas de pouso usadas em garimpos na Terra Yanomami, em Roraima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Da Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jul 2024 13:57:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMAZÔNIA]]></category>
		<category><![CDATA[RORAIMA]]></category>
		<category><![CDATA[campos novos]]></category>
		<category><![CDATA[exército brasileiro]]></category>
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		<category><![CDATA[operação catrimani]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a finalidade de oprimir a logística do garimpo ilegal e coibir os crimes ambientais na Terra Indígena Yanomami (TIY), tropas da Operação Catrimani II destruíram, entre 3 e 7 de julho, 11 pistas para uso de aeronaves na região de Campos Novos, no Sul de Roraima. As informações foram divulgadas pelo Exército nesta terça-feira [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Com a finalidade de oprimir a logística do garimpo ilegal e coibir os crimes ambientais na Terra Indígena Yanomami (TIY), tropas da Operação Catrimani II destruíram, entre 3 e 7 de julho, 11 pistas para uso de aeronaves na região de Campos Novos, no Sul de Roraima. As informações foram divulgadas pelo Exército nesta terça-feira (9).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em coordenação com a Casa de Governo de Roraima, a missão aconteceu em conjunto, contando com as Forças Armadas, Força Nacional e o Ibama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o Exército, após o trabalho de inteligência, militares do Comando Conjunto Catrimani “atuaram diuturnamente para inutilização das 11 pistas”. “A dificuldade imposta pelo ambiente amazônico causou contratempos logísticos superados pelas equipes”, destacou a instituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O combate ao garimpo contou com um total de quatro viaturas&nbsp;de Engenharia, especializadas e de grande porte, entre elas, uma escavadeira que auxiliou na demolição das pistas, as quais foram inutilizadas por meio de “cortes” (valas profundas), feitos a cada cem metros e com profundidades de até dois metros, impedindo que qualquer aeronave pouse nos locais. As pistas foram destruídas em ordem de prioridade, conforme planejamento conjunto com o Ibama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde abril, a Operação Catrimani II já fez mais de duas mil abordagens na Terra Indígena Yanomami, com o objetivo de prevenir e reprimir atividades de garimpo ilegal, combater crimes ambientais e ilícitos transfronteiriços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em junho, os militares fizeram uma desintrusão em um dos garimpos ilegais localizado na região de Xitei, próximo à Surucucu.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Operação Catrimani II é uma ação conjunta entre órgãos de Segurança Pública, Agências e Forças Armadas, em coordenação com a Casa de Governo de Roraima, no emprego, temporário e episódico, de meios na Terra Indígena Yanomami, em cumprimento à Portaria GM-MD N° 1511, de 26 de março de 2024, que visa agir de modo preventivo e repressivo contra o garimpo ilegal, os ilícitos transfronteiriços e os crimes ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>Com informações do Exército Brasileiro</em></strong></p>
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